PP acusado de corrupção no Ministério das Cidades
A Revista ISTO É desta semana detona o PP- aliado do Governo e denuncia corrupção deste partido que controla o Ministério das Cidades, Confira:
“Assim como o PR transformou o Ministério dos Transportes em centro de operações partidárias nem sempre republicanas, o Partido Progressista (PP) vem atuando de forma similar no Ministério das Cidades, um dos carros-chefe do PAC, dono do terceiro maior orçamento da Esplanada, com investimentos de R$ 7,6 bilhões previstos para este ano. Dos gabinetes do Ministério, o tesoureiro do PP, Leodegar Tiscoski, assim como outros executivos ligados ao partido, libera recursos para obras consideradas irregulares pelo Tribunal de Contas da União, algumas delas com recomendação de “retenção dos pagamentos”, e favorece empreiteiras que contribuem financeiramente para as campanhas eleitorais do PP.
A atuação de Tiscoski é um flagrante da promiscuidade instalada no ministério. Desde 2007 ele é o secretário nacional de saneamento do ministério e no ano passado exerceu dupla função. Ao mesmo tempo que, como funcionário público, geria obras de saneamento em todo o País, ele operava como tesoureiro nacional do partido. Ou seja, em ano eleitoral, era ele quem, a partir de posto privilegiado, arrecadava recursos para financiar as campanhas do partido.
Com interesse direto nas obras do Ministério das Cidades, as empreiteiras contribuíram oficialmente com cerca de R$ 15 milhões nas campanhas do PP em 2010. A maior parte (R$ 8,7 milhões) na forma de doações ocultas. Isso significa que o dinheiro foi para a conta do partido, durante a campanha eleitoral e foi imediatamente distribuído entre os seus candidatos. Três das grandes construtoras do País, Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa e Queiroz Galvão repassaram legalmente um total de R$ 7,5 milhões para as campanhas do PP. Apenas três obras de mobilidade urbana tocadas por essas empresas com recursos do Ministério das Cidades somam R$ 2,7 bilhões. Só a implantação da Linha 3 do Metrô do Rio de Janeiro tem orçamento de R$ 1,3 bilhão. O Tribunal de Contas da União encontrou um superfaturamento de R$ 57 milhões no contrato, tocado pelas empresas Queiroz Galvão e Carioca Christiani-Nielsen. Após a ação do Tribunal, os preços que estavam acima dos valores do mercado foram refeitos. (Leia tudo na Revista ISTOÉ).
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Alexandre B. Souza disse:30/07/11 21:58
Que cultura administrativa desgraçada herdamos da coroa portuguesa da corrupção. É graças a ela que mais de 17 milhões de brasileiros vivem abaixo da linha da pobreza: sem acesso à saúde, à escola, a moradia, à água potável e por ai vai.
Que cultura judiciária desgraçada que não põe um corrupto do colarinho branco na cadeia, não conseguem prendê-los.
O corrupto rouba é aplaudido, vai pra tv e vira celebridade enquanto nós cidadãos vivemos numa vida desgraçada graças a essas pessoas!
Deus nos deu a consiência para que não seja necessário nos condenar ao suplício eterno haja vista que nossa própria consciência há de fazê-lo!
A corrupção é como um cancêr que destrói nossos sonhos, esperanças e acaba com nossas vidas!
Liberdade ainda que tardia!
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