Movimento quer mais cargos para negros no Governo
Na segunda-feira passada, véspera do aniversário da Proclamação da República, a União de Negros pela Igualdade (Unegro) protocolou no Palácio do Planalto uma carta à presidente Dilma Rousseff na qual defende maior participação de negros no governo. A informação é de Edson França, presidente da entidade que encerrou seu 4º congresso nacional, em Brasília, com a participação de 700 delegados (de 23 estados).
Segundo o ativista, o movimento quer que haja mais ministros negros no governo de Dilma e se opõe a uma eventual mudança na Esplanada dos Ministérios que concentre pastas ligadas às minorias (negros, mulheres, jovens, indígenas e direitos humanos) em um único ministério. “Para nós é um rebaixamento”.
“Achamos isso um atraso e vai tirar o nosso protagonismo na articulação das políticas”, ponderou ao defender o papel da Secretaria Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) na “transversalidade das políticas” voltadas para os negros em várias áreas como saúde, educação e desenvolvimento social.
Edson França queixa-se dos efeitos do contingenciamento (reprogramação orçamentária de R$ 50 bilhões para todas as pastas) na Seppir e do valor previsto para a pasta no Orçamento de 2012. “O valor que apresentam é irrisório”. (Estado de Minas).
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joao roberto spini machado disse:16/11/11 8:33
Qual a Diferença Significativa em um Governo,com a maioria de Brancos,Negros ou Amarelos?
Precisamos sim,de menos Corrupção,medida aplicada as 3 Raças Citadas,ou não?
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Mário Borges disse:16/11/11 9:35
Hoje só em cargos para os “Vermelhos” todos a procura de uma boquinha (Garotinho)
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joao roberto spini machado disse:19/11/11 8:27
Mario,voce citando e confiando no tal de Garotinho?Melhor comprar barrinhas de doces e pirulitos,para os seus presentes e futuros netinhos,muito mais confiaveis do que este esssstranho garotinho Menor…Cruzes!
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Severo Gomes disse:06/12/11 15:51
E importante ainda no estágio em que o Brasil se encontra, garantir cotas para negros em todas as esferas. O estrago que a escravidão e o modelo peverso de libertação, sem acesso a educação e terra, é visível nas ruas, presídios e nos chão de fábrica, das casas, onde negros e negras fazem o trabalho básico. já nascem condenados para tal.
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