A literatura “chora” a morte de Millôr Fernandes
Hoje o dia amanheceu triste. O sol perdeu um pouco do brilho e a literatura, um grande ícone. O jornalista, escritor e cronista Millôr Fernandes morreu ontem à noite em casa, em Ipanema, no Rio de Janeiro. As causas da morte foram falência múltipla dos órgãos e parada cardíaca. O velório do escritor está previsto para quinta-feira (29), das 10h às 15h, no cemitério Memorial do Carmo, na região portuária da capital fluminense. Depois, o corpo de Millôr será cremado.
O escritor tinha o dom de misturar palavras e causar presença em seus textos. Dentre as obras de sucesso de Millôr, se destacam “Eva Sem Costela”, “Fábulas Fabulosas”, “Todo Homem é Minha Caça”, “Duas Tábuas e uma Paixão” e “Tempo e Contratempo”.
O Brasil perdeu um grande colaborador da boa literatura e disso eu não tenho dúvidas. Como dizia Millôr, “viver é desenhar sem borracha”. A frase do mestre já dizia tudo. Sem mais palavras.

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