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Ivan Santos







28-02-2010


À procura de eleitores



Encontramos o ex-prefeito Zaire Rezende, na praça Tubal Vilela, numa ação determinada para conquistar votos necessários para eleger-se deputado federal em Outubro. Como sempre fez em outras eleições, Zaire conversava com motoristas de praça, comerciantes, aposentados e com todas as pessoas que paravam para cumprimentá-lo. E eram muitos os  que a ele se dirigiam com respeito e admiração. Com fisionomia saudável e muita disposição, o ex-prefeito e ex-deputado mostra que está disposto a brigar pelo direito de voltar a representar Uberlândia e parte do Triângulo Mineiro na Câmara Federal a partir de 2011. Ao analisar o quadro político nacional, Zaire Rezende mostra-se perplexo com a onda de corrupção que nocauteia político de destaque e se espalha de norte a sul do País. No PMDB que ajudou a fundar, Zaire Rezende alimenta um sonho: a candidatura própria do Partido com o governador Roberto Requião (PR). E diz: “Requião já tem apoio do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Mato Grosso do Sul e já conta com mais de 280 dos 700 votos convencionais para ser indicado candidato à Presidência na eleição deste ano”. Zaire espera que a dinâmica da política reforce as ações dos defensores da candidatura própria no PMDB e ajude a viabilizar a candidatura presidencial do governador do Paraná, Roberto Requião. Em política não há fato consumado e a coligação do PMDB com o PT para eleger Dilma Rousseff Presidenta, por enquanto, é uma simples declaração de intenções.

Força local

Aos poucos, o quadro de candidatos a deputado federal com base em Uberlândia está a se definir. Já estão em foco os nomes de Zaire Rezende e Wellington Salgado (PMDB), Weliton Prado (PT), Gilmar Machado (PT), João Bittar (DEM) e Hélio Ferraz Baiano (PP). Outros  aspirantes a deputado federal esperam indicação nos bastidores.

Sem fronteiras

Como nas eleições anteriores, dezenas de pré-candidatos a uma cadeira na Câmara Federal e com base em outros municípios do Estado circulam com os olhos abertos para o Colégio Eleitoral de Uberlândia que, nestas eleições, deverá ter mais de 400 mil votos. A caça aos votos no sistema de votação proporcional não tem fronteiras municipais.

Razão política

Lula permanece em dúvida sobre a escolha do companheiro de chapa de Dilma Rousseff. Raposa política sagaz, Lula sabe que Dilma não tem experiência em articulações políticas e, se for eleita, corre o risco de ver os caciques políticos deixarem o Alvorada e se dirigir ao Palácio do Jaburu se o experiente Michel Temer for o vice-presidente.





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Alex
28-02-2010
Ivan meu anjo, adorei o seu texto "A procura de Eleitores", mas gostei mais ainda de ver a sua generosidade com o Dr. Zaire Rezende, futuro candidato a Deputado Federal, por sinal muito gratificante. É público e notório que a sua coluna é a elite em matéria de politica, devido ao seu brilhante trabalho e fabuloso prestigio que você tem! Como existem muitos candidatos, como eleitor gostaria de dar uma idéia: Que tal a gente lançar aqui a campanha "Adote um candidato"? Seria lindo!!! ( OBS:Homenagem também ao eleitor "Chadem). Bjos.




Maria Dice
28-02-2010
Dr. Zaire Rezende foi um dos melhores prefeitos de Uberlândia! Autêntico dinâmico, ajudou muito a classe pobre e deu grande incentivo à cultura uberlandense. Me lembro da primeira vez que ele foi prefeito, ele prestigiou muito o carnaval da nossa cidade, chegou até sambar na praça Clarimundo Carneiro junto com o povão! Agradou de cheio, foi manchete dos jornais... Dr. Zaire queremos ver o senhor de novo na praça, mas ao som do "Reboleixam", combinado? Precisamos do senhor novamente na Câmara dos Deputados para representar o povo de Uberlândia e trazer mais e mais benefícios para a nossa cidade. Boa Sorte! Abraço.




ana
28-02-2010
MEU CARO IVAN AINDA RESTAM POUCO POLITICOS NESTE BRASIL DE MEU DEUS QUE PODEMOS CONFIAR,E O DR ZAIRE E UM DESTES POUCOS ,ENQUANTO ESTIVER NA POLITICA TEREI MUITO ORGULHO EM VOTAR NELE,PELO SEU CARATER,HONESTIDADE .










27-02-2010


O crime não gera votos



Violência contra cidadãos do Estado não gera votos. Talvez por isto segurança não é prioridade governamental. Quem duvidar leia esta notícia publicada na quinta-feira passada “O Estado de S. Paulo”: “Uma quadrilha de 15 ladrões bem-vestidos e armados de pistolas, revólveres e metralhadoras furou a segurança de um condomínio de luxo do Morumbi, em São Paulo. O grupo amarrou moradores e empregados de quatro residências e invadiu as casas em menos de 90 minutos, às 7h da manhã. O bando fugiu em três carros, antes da chegada da polícia. Ninguém ficou ferido. Entre os bens roubados, já detalhados pelas vítimas aos policiais do 89º DP (Portal do Morumbi), constam máquinas fotográficas digitais, computadores portáteis, celulares, acessórios de informática, US$ 2,9 mil, R$ 1,5 mil em dinheiro e mais de 50 joias, além de cartões de créditos e documentos das vítimas”. Tudo dentro da normalidade. Ironicamente o delegado responsável pelo “rigoroso inquérito” informou que “para amenizar o sofrimento das vítimas, em vez de os moradores assaltados irem à delegacia prestar queixa, os policiais irão até o condomínio para colher informações e elaborar retratos falados dos ladrões.” A modernidade chegou a este ponto no Brasil! Nenhuma autoridade política disse nada, porque esse tipo de violência é rotina hoje em todo o País. O combate ao crime não compensa porque não gera votos. As zelites que se virem!

Guerrilha urbana

O assalto descrito pelo jornal paulista é ação de guerrilha urbana articulada por especialistas e executada por pessoal treinado. Virou rotina. Os que assaltaram o Condomínio do Morumbi podem sair dali e, no mesmo dia, praticar outro assalto em outra região de São Paulo ou em qualquer cidade do Brasil. Ninguém mais se espanta.

Rotina

Quando anoitece, no cruzamento das avenidas dom Helder Câmara e dos Democráticos, no Rio, um jovem aparentando ter 12 anos gesticula e dá sinal verde às operações do tráfico. Cinco segundos depois saem motos da Favela com homens armados de fuzis, para assaltar os veículos que passam pela via expressa. Ninguém protesta. Afinal, é a rotina.

Nada a declarar

O que estranha é que nenhum dos pré-candidatos a Presidente da República fala em programa de combate à criminalidade organizada. Para o atual governo, combate à criminalidade não é prioridade no País nem questão vital para a sobrevivência da população. Para alguns políticos, segurança se faz com aumento dos salários dos policiais.





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Vasco Alvarenga Mamede
31-03-2010
Sr. Ivan Santos, como o Sr. bem escreveu: "Para o atual governo, combate à criminalidade não é prioridade no País nem questão vital para a sobrevivência da população.", até porque se houvesse uma política séria e eficaz contra a criminalidade, os próprios políticos teriam que ser presos! No Brasil partido político é formação de quadrilha! Veja o caso do candidato a sucessor do bandido Lula, a Sra Dilma. No seu curriculum constam 3 assaltos a banco e participações nas FARC`s! Daí entende-se porque combater a criminalidade não é prioridade! Sr. Ivan, será que estamos mesmo numa democracia? Pelos acontecimentos dos últimos 25 anos acredito que não! Está mais para "uma ditadura fantasiada de democracia", vide os "ditadores da democracia" que nos assolaram e nos assolam (Sarney, Itamar, Collor, Fernando Henrique Cardoso, Lula - PT, PDSB, PMDB, PFL, PC DO B, etc...!). E o povo continua adorando o "pão" e o "circo"!










26-02-2010


Terrorismo eleitoral no Brasil



Em matéria de terrorismo eleitoral, o PSDB e o PT são como farinha do mesmo saco. Na pré-campanha eleitoral de 2002, o PSDB espalhou no Brasil interior que se o PT ganhasse as eleições acabaria com o Plano Real e implantaria um sistema socialista que reativaria a inflação e a remarcação galopante dos preços. Hoje o PT dá o troco na tucanada: espalha que se o candidato do PSDB assumir o poder vai acabar com a Bolsa Família, vender a Petrobras, entregar a riqueza descoberta no pré-sal ao capital estrangeiro e revogar os direitos trabalhistas. Como chumbo trocado não dói, cada um que rebole pra sobreviver. Quem acompanha o processo político sabe que o programa que deu a maior popularidade ao presidente Lula — a Bolsa Família — foi criado pelo Governo do PSDB com o nome de Bolsa Escola e Vale-Gás. Lula fundiu os dois programas na Bolsa Família depois que o “Fome Zero” fracassou e apossou-se da ideia perante o povão. Os brasileiros e brasileiras sabem que Lula elegeu-se em 2002 e as previsões catastróficas dos tucanos e pefelistas (hoje democratas) não se confirmaram. Na prática, Lula seguiu o mesmo modelo econômico adotado pelo tucano Fernando Henrique e ainda convidou o banqueiro Henrique Meirelles — que foi presidente mundial do Banco de Boston e tucano eleito deputado federal — para chefiar o Banco Central. O que político fala na campanha eleitoral é uma coisa. O que fará depois de eleito poderá ser outra.

Promessas

Em todas as campanhas eleitorais, os candidatos prometem o mundo e o fundo para conquistar votos de eleitores ingênuos politicamente. Nenhum candidato tem programa definido para orientar o governo. Só depois de eleito e empossado é que o político reúne os companheiros e começa a traçar planos e metas para governar com recursos escassos.

Bondades

Não haverá presidente da República disposto a acabar com a Bolsa Família como até hoje nenhum deles acabou com a Merenda Escolar criada em 1955 no Governo do Presidente Café Filho. Em Uberlândia, a Cesta Básica Pró-Pão – obra do prefeito Paulo Ferolla da Silva — foi mantida sem alteração pelo prefeito Zaire Rezende e está em vigor até hoje.

Fantasia

O terrorismo eleitoral no Brasil é antigo e destacou-se na campanha de Collor de Mello, em 1989. Naquele ano, o “Caçador de Marajás” (Fernando Collor) proclamou que se Lula vencesse as eleições confiscaria a poupança dos brasileiros. Depois de ganhar as eleições e assumir o poder foi o próprio Collor que confiscou a poupança. Alguém se lembra?





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Diógenes Pereira da Silva
26-02-2010
Quem não se lembra daquele desparate da poupança - como foi sofrido para o povo brasileiro que fazia suas economias e depositava nas poupanças. Fato para nunca mais ser esquecido. Concordo, não haverá presidente capaz de acabar com as benesses dadas a sociedade, mas o correto é dar subterfúgios, meios para que a sociedade consiga pelos próprios meios, a sua sobrevivência, mas fazer o que se as autoridades preferem ter uma sociedade imcapaz de ir de encontro ao governo, dessa forma, quanto menos alfabetizado, melhor para a falta de transparência que ainda é reinante em nosso país... infelizmente.




Paulo
26-02-2010
Ivan, muito interessante o seu texto! E falando em fantasia, dizem quem tem um candidato ou candidata muito forte na política brasileira, que pretende seriamente acabar com a desigualdade social no Brasil, partindo do contole da natalidade. Para tal candidato(a) a solução é aprovar o casamento de homoxessuais e permitir aos mesmos a adoção de crianças abandonadas. Só assim poderá amenizar a miséria existente em muitos lugares do país e o mais importante fazer prevalecer o que está escrito na Constituição "Todos são iguais perante as leis, sem distinção de sexo..." Loucura? Acredito que é muito inteligente! Melhor que ficar distribuindo camisinha com "historinha". E o petróleo do "LOUCO" Monteiro Lobato? Tem ou não tem? Isso é Real!!!




Nilmar
26-02-2010
É Paulão isso é verdade, mas será que eles lá...vão concordar? E eles a família deles como é que fica?




LEANDRO CHADEM (leandro chagas demetrio)
26-02-2010
Projetos políticos (que dão certo) não devem ter bandeira política, simplesmente devem ser. Lula recriou e ampliou um programa do FHC e mudou de nome, o Bolsa Família. Faltou bom senso do Pai Lula. Bom senso, esse é um dos grandes princípios necessários à ação de um agente político. Que O Grande Pai Nos Abençõe Sempre!










25-02-2010


Escândalos no Distrito Federal



A intervenção no governo do Distrito Federal pode ser uma solução meia-sola para um caso de corrupção que maculou a imagem do Brasil no centro do poder nacional. A solução definitiva só com a reversão constitucional da autonomia do território do Distrito Federal. A experiência dos norte-americanos com o Distrito de Columbia (Washington D. C.) prova que dar autonomia política à capital da República como fizeram os constituintes de 1988 é um erro monumental. A onda de liberalidade ingênua após a ditadura militar transformou-se em liberalismo panfletário e levou os constituintes a criar um problema maiúsculo para os Poderes da República. Quando a capital do Brasil esteve no Rio de Janeiro e em Brasília até 1988, o governador do Distrito Federal era nomeado pelo presidente da República. Esse modelo foi copiado do da República dos Estados Unidos da América do Norte. Lá o Distrito Federal — Washington D.C. — é controlado pelo Congresso. Brasília, com seus apêndices urbanos, não é unidade da Federação, é a capital de todos os brasileiros. Brasília, como entidade política, não existe. Brasília representa o Brasil e é a sede dos três poderes da República. Não pode ser governada por um político eleito pelo povo como nos outros Estados. Brasília não pode ser dirigida por normas de uma constituição estadual ou lei orgânica municipal. O modelo da capital federal no Rio de Janeiro, extinto pela Constituinte de 1988, é a solução para restabelecer a dignidade da capital da República.

O embrulho

Não tem sentido fazer uma eleição em outubro deste ano para escolher, por voto popular, o novo governador de Brasília depois do escândalo que levou o “democrata” Arruda à cadeia e o vice Paulo Otávio a renunciar ao cargo. O embrulho é grande e o presidente da República lavou as mãos ao dizer que espera por decisão da Justiça.

Volta de Roriz

Também não tem lógica promover eleição no Distrito Federal em 2010, para eleger Joaquim Roriz, que já foi governador quatro vezes (a primeira por nomeação e as outras por eleição). Roriz não é trigo limpo, de acordo com as suspeitas que existem sobre a atuação dele quando foi governador. A solução deve ser racional, não paliativa.

Justiça

O julgamento dos implicados no escândalo do Distrito Federal cabe à Justiça, diante dos argumentos e das provas oferecidas pelo Ministério Público, pela Polícia Federal e pela defesa dos acusados. O problema é maior e cabe ao Congresso resolver o impasse. A saída correta é copiar o Distrito de Columbia dos Estados Unidos. Nada de inovação cabocla.





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joao roberto spini machado
25-02-2010
Sr.Demétrio,não sou ""feiquei",Nem faquir,nem facínora.Devo ser o unico leitor junto com a Lurana Gloria Guimarães,que escreve o nome,correto e certo,neste jornal.E tivestes sorte.Há uns 30/40 anos atrás,os correligionarios de parentescos SPINI,acabariam com sua alma,peles e corpo.Parabens pelo filhote,só não ponha um diminutivo no proximo apelido de sua filhinha,pois, Ana Barbinha,muito estilo triangulino,não dá mesmo.Espero suas desculpas,sinceras e gentis,não De Metrios,leguas,kilometros,mas Anos-Luzes,pela sua obtuosidade julgadora.Perdoado estás,mas so´por agora.




Diógenes Pereira da Silva
26-02-2010
Não há fator mais vergonhoso assistirmos, vermos no pódio do mundo a corrupção brasileira. As fichas da justiça parece ter caído, para uma realidade, crua e nua, no Brasil. Essa prisão do governador Arruda, pode mudar o cenário político nacional. Não dá para negar o apelo nacional, o povo tem força só não sabe usá-la. Cadeia neles. O mais incrível é que já era um homem rico de muitas propriedades, mas quanto mais teve mas quis ter. Imaginem o Vice governador, milionário queria ser governador, e eracandidato fortíssimo, qual seria sua real intenção










24-02-2010


Ensaios políticos eleitorais



Em política nada é definitivo. O saudoso Tancredo Neves dizia que político pensa uma coisa, fala outra muito diferente do que pensa e, na hora da decisão, age como for possível. Esta realidade política deixa os tucanos, os democratas e os socialistas do PPS aflitos porque não sabem hoje qual será a decisão do indecifrável governador José Serra, suposto pré-candidato ao Palácio do Planalto em 2010. O governador Serra, como político mineiro, faz que vai, mas não vai e continua a afirmar que só decidirá o caminho que seguirá na política a partir do próximo mês de março. Um mês de espera em ano eleitoral é uma eternidade. Se, no dia 3 de abril próximo, José Serra não deixar o governo de São Paulo é porque decidiu candidatar-se à reeleição e os três Cavaleiros do Apocalipse (PSDB, DEM e PPS), que se reúnam numa távola redonda para descobrir um político corajoso que aceite enfrentar a “Dama de Ferro” do Planalto, que já está com a candidatura empinada e impulsionada pela popularidade do Presidente Lula. Se José Serra não quiser candidatar-se à Presidência, os tresloucados tucanos baixarão em Minas com apelos para que o tucano Aécio Neves assuma o timão do barco Oposição desvairada à deriva, em mar de tormentas. Se o cenário atual permanecer ate abril, o mineiro Aécio Neves deverá candidatar-se ao Senado e a Tucanada terá que escolher outro timoneiro para conduzir o barco em mar de tormentas até outubro. É dose...!

Livres

Até o prazo de desincompatibilização, Dilma Rousseff e José Serra poderão viajar livremente pelo Brasil, inaugurar obras, lançar programas ou ideias e prometer felicidade geral e irrestrita a todos os viventes de Pindorama, da Tigrada às Zelites. A Justiça eleitoral não mostrou até agora disposição de punir nenhum deles.

Esquerdismo

O Congresso do PT reafirmou as teses históricas do partido: controle dos meios de comunicação, revanchismo à lei de anistia, revisão do direito de propriedade, aumento de impostos para distribuir renda e até regulamentação da “profissão” de prostituta. As posições radicais podem ser ignoradas por Dona Dilma se for presidenta da República.

Dupla face

A estratégia eleitoral do PT é indicar dois programas para Dona Dilma: um radical, para agradar à “cumpanheirada” da sinistra; outro, direcionado ao público eleitor, moderado, identificado com o neoliberalismo econômico e respeito às normas constitucionais. Será um programa de dois pesos e duas medidas para agradar a gregos e a troianos.





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LEANDRO CHADEM (leandro chagas demetrio)
24-02-2010
É preciso muito cuidado para não transformar a liberdade política em libertinagem eleitoral. Uma nação sem valores (com com valores obscuros e destruturadores) perde a identidade e a ordem. Sem identidade e ordem, uma nação deixa de ser nação e passa a ser um conjunto de bandos. Que O Grande Pai Nos Abençõe Sempre!




LEANDRO CHADEM (leandro chagas demetrio)
24-02-2010
Ivan Santos e demais editores. Bom dia! Não é a primeira vez que criticam meus comentários. Peço que sintam-se a vontade para barra-los, em o risco, risos, de eu acreditar que estou sendo `censurado`. Se eu, realmente, estiver sendo incoveniente e inoportuno com meus comentários, é um direito de vocês tomar qualquer atitude. Obrigado! Que O Grande Pai Nos Abençõe Sempre!




Fã do Ivan Sempre
24-02-2010
Jornalista Ivan Santos uma das coisas que eu mais adoro ver no Jornal Correio de Uberlândia é a sua linda foto! Esses seus cabelos brancos bonitos esse olhar enigmático, digo lhe com todo respeito, faz um bem pra alma! Parabéns!




diorgenes de souza
24-02-2010
Caro Ivan santos ou voce tem miopia politica ou tem muita dificuldade de entender a nova conjuntura de todos os seguimentos do nosso BRASIL, não estamos mais em regime de ditadura, se voce não compreender isto e melhor aposentar-se de fato.




Ivan Santos
25-02-2010
Diorgenes: Realemene sou míope. Uso lentes com 5 graus negativos.




diorgenes de souza
25-02-2010
meu caro Leandro e so voce politizar os seus comentarios que certamente deichara de receber criticas. so para te reelembrar este espaço não e religioso...




Alex
25-02-2010
Noossa Ivan a sua coluna está sensacional hein? Desse jeito você pode até montar uma agência de casamento, né meu anjo? Partido é o que mais tem. Só faltam as alianças. Ah, mas já estão falando que já tem também! O que tem de gente mandando o terno para engomar e aparecer na TV, no jornal..(dia 8 de março) ao lado, atrás... do Aécio Neves com o fim de se promover nas próximas eleições não está no gibi! Com esse calorão, vai pegar fogo! Sabe o que acho? Ao invez de engomar paletó precisa é renovar tudo, inclusive o paletó de tão velho, dá pra ver até o cotovelo do bicho, Espia lá!!!










23-02-2010


Todos unidos por Dilma



Se a intenção do vice-presidente José Alencar em se candidatar a governador de Minas não vingar, e não houver acordo entre os ilustres Patrus Ananias e Fernando Pimentel, o comando nacional petista pode intervir no diretório regional mineiro para montar um palanque forte em defesa da candidatura de Dona Dilma Rousseff, a mulher que no sábado passado recebeu do presidente Lula o bastão de comando da política situacionista. O Congresso do PT, com apoio do presidente Lula, aprovou uma decisão, segundo a qual, o Diretório Nacional do Partido poderá intervir nos diretórios estaduais para evitar que candidaturas próprias possam causar prejuízos à campanha da ministra-chefe da Casa Civil que deseja ser presidenta do Brasil. Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral do País, é ponto-chave na estratégia eleitoral do PT. A proposta da esquerda do Partido que defendeu autonomia dos dirigentes estaduais decidirem sobre candidaturas próprias e políticas de alianças não vingou. Para a cúpula do PT liberar os estados para fazerem o que desejam levaria a legenda a se transformar em um partido dividido como o PMDB. Para a cúpula nacional do PT, o Partido é organização nacional de política e a prioridade nas próximas eleições é uma só: eleger Dilma presidenta e garantir o controle do poder nacional. Se o “cumpanheiro” Hélio Costa continuar líder nas pesquisas, o PT poderá apoiá-lo pelo bem de Dilma.

Oposição

No documento do Encontro, o PT destacou que reconhece como opositores aos projetos do Partido e do Governo, o PSDB, DEM e PPS. Todos os outros partidos foram classificados “cumpanheiros” na batalha campal de outubro deste ano: de um lado “os neoliberais representantes das elites derrotadas em 2002 e 2006”; do outro, “os defensores do povo”.

Sem surpresa

O Congresso do PT aprovou a defesa da jornada de trabalho de 40 horas semanais, liberalidade nas Forças Armadas (seria o fim do princípio do chefe?); combate ao monopólio dos meios de comunicação, facilitação da posse da terra aos sem-terra e taxação das grandes fortunas. Puras declarações de intenções para produzir efeito eleitoral em outubro.

Weliton na cúpula

O deputado estadual Weliton Prado, vice-presidente da Assembleia Legislativa de Minas, tomou posse em Brasília como membro do Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT) e está preparado para ajudar o Partido a discutir as táticas eleitorais e políticas de aliança para eleger Dilma Rousseff chefe do Estado Brasileiro.





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Alex
23-02-2010
Bom Dia Ivan! Ainda bem que até agora não tem comentário do \"Enxebem\"...Quer dizer Leandro...! Cansa a minha cabeça, minhas pernas, cansa tudo, até... a minha beleza! Eu até que gosto de alguns comentários dele, mas tem vêz que ele se empolga demais, e escreve mais que você Ivan! Ele precisa seguir os exemplos do prof. Spini, Picolino, Diógenes e outros mais que agente aprova e gosta! Chadem, pode continuar com seus "comentárinhos"(bem diminuídos) viu, meu anjo, some não, faz parte do shou!!! BJO.




LEANDRO CHADEM (leandro chagas demetrio)
24-02-2010
Alex, bom dia. Primeiro: Realmente tenho que aprender a ser mais objetivo, embora querendo fundamentar o que digo, acaba por fazer meus palpites um pouco longos, mas vale a dica, também já tinha notado que ando escrevendo demais, agradecido. Segundo: Já ouviu falar em liberdade? Já ouviu falar que você só lê aquilo que escolhe ler, assim, fica muito fácil ignorar os meus comentários, é simples, aí sua beleza não ficará cansadinha, caro querubim. Terceiro: Poderia ter se identificado melhor. Há vários Alex no mundo, acaba que alguém pode pensar que eu estou fazendo um \"jogo\" para me promover, você deve ter nome e sobrenome, não é mesmo, caro querubim. Quarto: Sinceramente, fico feliz com o que faço. Me dá uma sensação de satisfação muito grande. Pode ser que em um de meus palpites alguma coisa mude, melhore, porque tenho certeza, pior não ficará, assim, aproveito para convida-lo, em seu comentários, curtos, enxutos, certeiros, objetos e consistentes, tentar contribuir para que façamos com que nosso meio seja melhor. Pelo que percebi esse foi o seu primeiro e com a competência que teve para me avertir, tenho certeza que poderá me ensinar, fazendo, muito, muito, muito melhor do que tento fazer, na minha cansativa escritura. Que O Grande Pai Nos Abençõe Sempre! p.s.: Aproveite e depois identifique-se, fica mais condizendo com a sua grandiosidade e sabedoria.




LEANDRO CHADEM (leandro chagas demetrio)
24-02-2010
Sobre o que escreveu o Ivan, uma coisa é certa: a verdade, um dia aparece. Escrevi uma máxima que tem feito parte de minha vida: Não permite que a verdade torne-se seu principal inimigo. Ela vale para tudo. Sobre a verdade que não aparece em muito do PT e seus dirigentes, um dia o povo cairá a ficha. Se vai ser tarde, não sei, mas que já vai ter matado muita coisa boa, infelizmente, vai. Que O Grande Pai Nos Abençõe Sempre!




ana
28-02-2010
nunca me imaginei na vida vestindo uma camiseta vermelha e pedindo voto na rua prum cara chamado lula,acabei indo com muito medo pois tinha quase certeza na epoca que seria o fim,mais pra minha surpresa o cara foi bom e votei de novo e nao me arrependo nem um minuto porque o cara e o cara .agora uma coisa e gostar do lula e votar nele 300 vezes se for o caso ,mais meu amigo votar em dilma nao da mesmo. e o fim da picada.










22-02-2010


Campanha da Fraternidade 2010



A Igreja Católica, com coragem e determinação, escolheu neste ano um tema atual para reflexão dos cristãos que participam da Campanha da Fraternidade 2010: a economia capitalista e a acumulação de riquezas. A campanha, lançada na semana passada, é uma crítica à economia capitalista concentradora de renda. Participam do movimento deste ano, ao lado da Igreja Católica, outras igrejas cristãs: Episcopal Anglicana do Brasil, Evangélica de Confissão Luterana, Sirian Ortodoxa de Antioquia e Presbiteriana Unida. É um movimento ecumênico que pretende despertar a atenção de mentes lúcidas para a parte da sociedade que se omite diante de injustiças sociais visíveis, grosseiras e geradores de exclusões sociais. Um destacado idealizador e executor da Campanha deste ano é o presidente da Comissão Ecumênica da CNBB, dom José Alberto Moura, ex-bispo diocesano de Uberlândia e atual bispo de Montes Claros (MG). Para afastar críticos apressados, dom José disse, no lançamento da Campanha, que “a economia não é algo do diabo; é o modo de usá-la que está em questão”. Em seguida justificou: “não criticamos esta ou aquela pessoa, mas a concentração da renda”. No entanto, a crítica à concentração da renda nos governos liberais de Fernando Henrique Cardoso e de Luiz Inácio Lula da Silva no Brasil é contundente. Alguns setores acumularam riquezas enormes nos últimos 15 anos e se internacionalizaram como empresas multinacionais. Nesse período, a distribuição da riqueza no País não passou dos discursos solenemente pronunciados. A denúncia que faz a Igreja na Campanha da Fraternidade deste ano é dura e serve para estimular reflexões sobre o modelo de governos do Brasil nos últimos anos. Para o cardeal dom Odilo Scherer, arcebispo de São Paulo, que critica a Teologia da Prosperidade, “a idolatria do dinheiro sacrifica valores éticos”. O alerta da Santa Madre brasileira é contundente.

O artífice

O principal artífice da Campanha deste ano, dom José Alberto Moura, é religioso culto. Nasceu em Ituiutaba e entrou para a Congregação dos Sagrados Estigmas. É doutor em Teologia pelo Instituto Angelicum em Roma e formado em Psicologia Clínica pela PUC – Campinas. O religioso foi professor de Psicologia na PUC-Campinas. Foi também Superior dos Estigmas, em Roma, antes de assumir a Diocese de Uberlândia.

Nosso colaborador

Quando esteve em Uberlândia, por mais de oito anos, dom José Alberto Moura escreveu, sem interrupção, um artigo semanal neste CORREIO de Uberlândia. Os temas, da livre escolha dele, eram lidos e apreciados por seguidores de todos os credos religiosos, políticos e econômicos. A crítica que dom José faz hoje à concentração de riquezas que poderia melhorar a sociedade serve à reflexão neste ano eleitoral.

Ousadia

Não é possível negar que é ousado o tema escolhido pela CNBB para promover discussões entre católicos neste ano de eleições gerais no Brasil. Não se trata de simples campanha moralista. É um alerta a todos os cidadãos do Estado Brasileiro, especialmente aos políticos que prometem justiça social a cada eleição. O momento não é favorável a promessas. É preciso falar sério em mudanças sociais. Tapeação não.

Recomendação

Para alguns críticos do processo social, a campanha da Fraternidade proposta por Igrejas Cristãs é utopia que aponta para um Estado justo de igualdade social e de direito. E um estímulo à produção com integração social. Nada além de uma recomendação cristã num Estado marcado pelo egoísmo e pelo poder sem limite - político ou econômico. Serra e Dilma, ambos socialistas, precisam ouvir a CNBB.





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LEANDRO CHADEM (leandro chagas demetrio)
22-02-2010
Parabéns à gestão da Igreja Católica pela escolha. Conveniente e oportuna. Que O Grande Pai Nos Abençõe Sempre!










21-02-2010


O besteirol continua livre



O besteirol legislativo está amplo, geral e irrestrito. Quem pensa que somente vereadores dedicam-se a nomear ruas, distribuir homenagens a pessoas gradas e verbas a entidades beneficentes, engana-se. Na austera Assembleia Legislativa de Minas Gerais, na atual legislatura, há digníssimos deputados que se empenham em discutir e votar proposições eleitoreiras. Uma delas, na área de transportes, procura proibir multa por avanço de sinal entre as 22h e 5h. Isto a título de diminuir a violência noturna que cresce nas ruas da capital dos mineiros. A colenda Assembleia Legislativa tenta alterar regras de trânsito e camuflar a violência de forma demagógica com uma oportunista regra de circulação de veículos. Motorista que avançar em sinal vermelho depois das 22h, em BH, pode estar a se proteger contra assaltantes em ação. É difícil entender uma proposição desta natureza. No retorno às atividades parlamentares deste ano, os ilustres representantes estaduais do povo mineiro apresentaram mais de oito dezenas de “projetos cintilantes”: homenagens, títulos de utilidade pública, doação de imóveis para entidades de serviço social e “profissionais” de caridade, denominação de escolas, viadutos, estradas e obeliscos. Deputado estadual também procura regulamentar o horário de permanência das pessoas nas filas de agências de bancos. Tais proposições são para conquistar votos em outubro próximo.

De olho nos votos

Deputado, em tempo de eleição, de olho nos votos da Tigrada, só pensa em temas sociais. Criar fundos sociais rende votos. Um simples projeto de apoio a entidades sociais pode render votos para a reeleição. Propor a regulamentação de serviços públicos também ajuda a permanecer ativo na cena legislativa por mais quatro anos. A ordem é rebolar.

Pobre também vota

O tema preferencial para deputados, do momento, é a “segurança social”. Pobre vota, uai! Na saúde é preciso criar leis que obriguem as prefeituras a fazer o teste da orelhinha em recém- nascidos. Esta novidade rende votos, com certeza. Criar farmácias e restaurantes populares com comida a preço de custo, também. Viva a democracia!

Surpreendente

Na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, está na ordem do dia para discussão e deliberação, um projeto de lei que, se for aprovado, proibirá no estado de realizar testes de ligadura de trompas para que a mulher seja admitida em postos de trabalho. Este projeto, com certeza, tem o apoio da TFM - Tradicional Família Mineira. É dose!





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LEANDRO CHADEM (leandro chagas demetrio)
22-02-2010
Quando vejo um deputado legislando "cegamente" assim, fico perplexo. Temos visto um total desconhecimento de nossos legisladores das realidades de nosso mundo, isso me deixa perplexo, mas me deixa indiferente porque nossos nobres legisladores, vivem, em um mundo diferente do nosso cercado de privilégios, benefícios e tudo de bom que O DINHEIRO pode comprar (mas só do que o dinheiro pode comprar), assim, torna-se entendível, porque legislam assim, porque não conhecem as "dores" daqueles que os elegem. Estão blindados e talvez isso explique porque eles agem assim, alienados, totalmente fora das realidades. Eu lamento muito que nosso povo acredite nessas promessas demagógicas. É muito triste ver político pegando carona em discussões antigas, dizendo que fez o que ele não fez, do dinheiro aparecer só de quatro em quatro anos, de ver político com dinheiro na cueca, de ver outdoors pregando mentiras, enganando o povo ignorante que não tem acesso à informação real, isso me revolta... Enquanto isso falta medicamento nas farmácias, pessoas estão morrendo nas filas a espera de atendimento e a saúde (que pagamos para ter) fica parecendo um favor da "classe dominante", somos fadados a sentirmo-nos um nada, um pedinte a espera de uma esmola. Até quando? Por favor imprensa, ajude a invadir a mente dos ignorantes. Precisamos fazer com que os brasileiros tenham condições de discernimento, de entendimento, de buscar e entender a verdade. Vem aí as eleições... Ajudem a mostrar a verdade... Que O Grande Pai Nos Abençõe Sempre!










20-02-2010


Desfiguração política do PMDB



Tenho saudade do PMDB — herdeiro do saudoso MDB, que lutou arduamente pelo estado de direito e pela redemocratização do processo político no Brasil. O PMDB de hoje não passa de uma associação de movimentos que procuram levar vantagem em tudo no exercício do poder político. Patético, li na “Folha de S. Paulo” as seguintes informações: “O PMDB escalou, além do presidente Michel Temer e de seus  líderes no Congresso, todos os ministros  do partido para prestigiarem a aclamação de Dilma Rousseff no final do Congresso do PT”. O Congresso termina hoje. O PMDB, com esta decisão, perdeu a personalidade e se transformou numa legenda sem identidade a serviço do PT e da candidata do Presidente Lula ao Palácio do Planalto. O PMDB de hoje não passa de legenda bajuladora em busca de poder derivado. Parece que o movimento democrático, criado e impulsionado por antigos políticos de prestígio nacional, perdeu a capacidade de se impor como partido e se transformou num organismo de ideias indefinidas. O velho PMDB de tantas lutas democráticas definhou, perdeu a cor. O PMDB atual segue dividido em facções, cada uma delas liderada por caciques que defendem os próprios interesses e, para isto, criaram sublegendas no partido para apoiar quem tem poder temporal. Parece uma jogada para enganar eleitores ingênuos que acreditam em duendes luminosos. O PMDB do PT é hoje um partido sem bandeira nacional. Triste realidade!

Reação

Não há tapete de flores no PT à espera do PMDB que pretende bajular a ex-guerrilheira Dilma Rousseff, que procura apoio para governar o Brasil a partir de 2011. Uma ala radical do PT chefiada por um tal de Markus Sokol defende “uma revolução de esquerda completa sob o comando de Dilma e declara “NÃO” a qualquer acordo com o PMDB.

Mineirada

Em Minas Gerais, o PMDB tem hoje o aspirante a governador mais bem avaliado na opinião pública. Desde o ano passado, o senador e ministro Hélio Costa é o líder em todas as pesquisas de intenções de votos para governador do Estado. Se o Partidão decidir “fritar” Costa e apoiar um candidato do PT à sucessão de Aécio Neves, será o fim da picada.

Esquerda, volver!

O jornal “El País”, da Espanha, um dos mais bem informados do mundo, publicou na quarta-feira passada uma matéria na qual afirma que a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à Presidência do Brasil, está mais à esquerda do que o presidente Lula e defende maior participação do Estado na economia. É o Estado Forte! 





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LEANDRO CHADEM (leandro chagas demetrio)
22-02-2010
Ivan, suas palavras foram como uma espada em meu peito. Talvez pareça um pouco drama, e realmente exagero com essa frase, mas eu tenho pregado isso há alguns meses, talvez tenha conseguido perceber. Eu fui filiado no PMDB em Ituiutaba porque lá meu pai teve uma história, de militante, mas uma linda história com o partido. Desde a época da DIRETAS JÁ, acompanhava, ainda criança, meus pais nos comícios inflamados de desejo de DEMOCRACIA, camisas amarelas, essência. corpo e alma. Isso entrou na minha vida e não quer sair e sinceramente, eu gostaria... Bem, em 96 eu pretendia ser candidato a vereador em Ituiutaba (e fui) e em 95 o presidente do PMDB pediu que eu me desfiliasse e entrasse no PSB que teria mais chances, então lá fui eu. Depois passei pelo PPB (atual PP) e então em 2001 me desfiliei de partido político. No ano passado ao passar por um grave problema de saúde (meu filho quase morreu pelo aleijado sistema de saúde gestante-neo-natal brasileiro) resolvi me filiar a um partido e depois de refletir muito, falou mais forte o que eu vivi na minha infância, o que existe de mais bonito na políltica brasileira: a Era Ulysses Guimarães. Me filiei no PMDB com aval de Zaire Rezende. Nosso partido, o PMDB é um partido de história, de essência, como bem dissestes e tudo o que disse em seu artigo, tenho que avalizar. O PMDB perdeu a identidade (dá a impressão que foi exinto) e veja agindo hoje em função de uma minoria que quer só levar vantagens ao fazer trocas e mais trocas com o PT. Estão desmerecendo os inúmeros valores que existe no partido como se o partido fosse um partido "capenga" incapaz de pleitear cadeiras executivas. A conta "mais vale um passáro na mão que dois voando" não pode ser aplicada na política partidária. Podemos lembra do Ulysses quando perdeu as eleições para presidente. Sabia que em números seria dificil, mas não perdeu a identidade e mesmo sabendo dos altos riscos da derrota seguiu em frente. Perdeu, não! Ganhou a identidade de um partido! Ganhou a ética! Ganhou a diversidade de propostas! Ganhou, mais uma vez (com o PMDB), os brasileiros! Eu já pensei em escrever um manifesto e sua publicação me deu forças pra isso. Na próxima semana eu vou tentar disseminá-lo, quem sabe eu possa fazer nossos dirigentes refletirem. Política não é algo meu ou seu, é algo nosso... Estarei firme, firme no PMDB porque ele tem história, ele tem essência como nenhum outro no país. Ele ainda tem viva a energia de um Ulysses Guimarães e vou lutar para ser o segundo. Que O Grande Pai Nos Abençõe Sempre!










19-02-2010


Dilma sobe e Serra empaca



A última pesquisa de intenções de votos para presidente da República do Brasil, encomendada ao Ibope pela Associação Comercial de São Paulo e realizada entre os dias 6 e 9 deste mês, indicou que o cenário eleitoral está polarizado entre dois candidatos: o governador de São Paulo, que perde espaço, e a ministra Dilma Rousseff, que, impulsionada pela popularidade do presidente Lula, cresce na opinião pública. Em dezembro passado, na pesquisa Ibope, José Serra tinha 38% da preferência dos eleitores e nesta pesquisa ficou com 36%. Perdeu dois pontos porcentuais. A ministra Dilma, pré-candidata do PT, tinha em dezembro passado 17%. Subiu para 25%. Ganhou 8 pontos porcentuais.

Especialistas em pesquisas, que observam o cenário pré-eleitoral no Brasil, opinaram que Dilma Rousseff se beneficiou, até agora, das inaugurações de obras e do apoio pessoal que recebe do presidente Lula, ao passo que José Serra ainda não decidiu se será candidato à Presidência da República ou à reeleição para o governo de São Paulo. O quadro eleitoral ainda permanece indefinido. Só ficará mais claro depois do Encontro do PT nesta semana e do fim do prazo para desincompatibilização de candidatos no dia 3 de abril. A realidade atual indica que, por enquanto, a corrida pela sucessão do presidente Lula está polarizada entre os pré-candidatos do PT e do PSDB. Ciro Gomes, do PSB, está com 11% e Marina Silva (PV), com 6%.

Sem Ciro

Num cenário sem Ciro Gomes, a pesquisa Ibope aponta que o governador José Serra se beneficia ao ficar com 41%. Dilma Rousseff também ganha e sobe para 28%. A senadora Marina Silva encontra dificuldade para montar uma coligação nacional expressiva e não passa de 10%. O número de eleitores indecisos é relativamente pequeno: está em 9%.

Segundo turno

Na simulação de segundo turno entre Serra e Dilma, segundo apurou o Ibope, o tucano governador de São Paulo leva vantagem no momento: lidera as intenções de votos com 47% e a pré-candidata do PT, Dilma Rousseff, tem 33%. A eleição, no entanto, só tomará forma depois que começar a propaganda eleitoral no rádio e na TV a partir de julho.

Universo pesquisado

A pesquisa, segundo o Instituto Ibope, foi realizada com 2.002 eleitores em 144 municípios de todo o Brasil. O intervalo de confiança calculado pelo Instituto foi de 95% e a margem de erro, 2% para mais ou para menos. A pesquisa divulgada ontem foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo de número 3196/2010.





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diorgenes de souza
19-02-2010
O gov jose serra para não ficar sem mandato vai ter que candidatar a reeleição ao gov de são paulo, visto que o lula sem duvida vai eleger a sua candidata para continuar avançando nas conquistas sociais e a visibilidade do brasil no mundo golbalizado...




LEANDRO CHADEM (leandro chagas demetrio)
19-02-2010
Na minha opinião, Dilma será a candidata do PT e Aécio, ao lado de Ciro, será o candidato do PSDB, com Itamar ao senado em Minas. Essa é a única forma de haver disputa para presidente, caso contrário, Dilma será aclamada. Se essa quadro acontecer, será dificil a eleição para Hélio Costa, que poderá ganhar, mas sob uma forte pressão, com muito aperto. Anastasia tem muito conteúdo, ainda mais se Odelmo for seu vice. Bem, sou PMDBista, como sabem, eu faria essa história ser muito, muito diferente. Bastaria o PMDB lançar candidatura própria em todos os níveis, aí o quador nacional mudaria muito, muito mesmo, colocando o próprio Hélio Costa (meu candidato) em situação mais confortável, ou seja, disputando com o PT e o PSDB e criando uma outra, bem diferente realidade para ele no segundo turno. Eu tenho avisado, não porque sou amigo, porque vou pelo óbvio e porque sou PMDBista. Que O Grande Pai Nos Abençõe Sempre!




Diógenes Pereira da Silva
19-02-2010
Ilustre Ivan Santos, como vinha, modestamente afirmando e, alguns não acreditando, pois é está aí, Dona Dilma nadando em águas mornas apesar das ondas, mas podem esperar que a coisa ainda vai piorar para O PSDB, é só o começo. Imaginem quando mestre Lula, começar a agir, fechar o cerco em ostentação do que fez aos pobres, diminuindo a miséria no Brasil. Podem falar o que quiserem do presidente Lula, pelo menos ele procurou aprimorar e diminuir a desigualdade social ainda reinante no país de Cabral.......e. Quem não está gostando nada desse cenário político, se assim permanecer é as elites burguesas.
















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