Blog da Manu


O que fazer se ele te deixou?

Pessoal, adorei essa matéria! Acho que é tudo verdade! rsrsrs… Beijos 

 

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Você o amava, mas não teve jeito, ele não correspondeu a suas expectativas e a relação chegou ao fim da pior forma possível: ele te deixou. Mas você precisa se recuperar, então saiba como agir.
Em primeiro lugar, não vá atrás dele, sobretudo se quiser ter uma segunda oportunidade. Se ficar no pé dele, a única coisa que conseguirá é que ele se afaste cada vez mais da sua vida.

Coloque-se no lugar dele. Se você o deixasse e ele insistentemente a procurasse, a única coisa que conseguiria é que você o retirasse de vez da sua mente e coração.

Mas, se esse homem não a procurasse mais, talvez você pensasse que ele a amava tanto que respeitou sua decisão e decidiu deixá-la em paz. Ou, o mais provável, você pensaria que ele talvez nem a amasse tanto. Enfim, você tentaria decifrar seus desejos, ou seja, pensaria nele. E é isso que você quer dele, não? Que ele lembre-se a todo instante de você.

No celular: mude o nome do seu ex por uma mensagem como: “chamada não permitida”, “não atender essa chamada”, “deixe tocar até que ele se canse”, “esse é o maldito que me deixou” ou coisas desse estilo, dependendo do grau de sua dor. Mas para que isso? Para que você resista à tentação de atendê-lo e depois possa retornar as ligações dizendo: “vi algumas chamadas suas não atendidas no meu celular, houve alguma coisa?”.

MSN: Hoje em dia quase todas as mulheres têm MSN, ou qualquer outro tipo de mensagem instantânea pela Internet. Nem pense em bloqueá-lo, isso seria dar importância demais a um homem que não merece tanto. Além do mais, existem programas que permitem detectar se alguém o bloqueou. O melhor a fazer é eliminá-lo da sua lista, com isso evita de uma vez por todas a tentação de falar com ele.

Música: Toda vez que escutar uma música que a faça recordar dele, escute, cante, grite, chore, desabafe com uma amiga. Depois você vai rir de tudo isso.

Presenteie-se mais do que nunca: Por favor, não descuide de sua aparência física. Compre muitos presentes, fique linda e eleve sua auto-estima.

Fale sobre o que acontece: Desabafe com suas amigas, chore, fale sobre o que aconteceu até que essa história não tenha mais sentido. Mas cuidado, pois isso não é o tipo de coisa que se conta para todas as pessoas do mundo, somente para as mais confiáveis. Esse cuidado deve ser tomado para que você não se passe por ridícula e, principalmente, para que não chegue rumores até o seu ex.

Há casos piores: Nessa situação é sempre bom pensar que há casos mais dramáticos. Imagine ficar louca por causa de um homem? Ou então, ser deixada no altar? Isso sim é que dói. Pelo menos que isso lhe sirva de consolo.

O grande erro: Não tente esquecer um homem nos braços de outro. Entenda de uma vez por todas que outro homem não é a solução. Dê tempo ao tempo que, em breve, você encontrará o parceiro ideal, ou pelo menos, o mais indicado.
Fonte: site Terra

Homem, mal necessário.

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Vi essa frase em um dos comentários e resolvi filosofar com ela. Existe algo mais verdadeiro? Sofremos, choramos, xingamos, reclamamos do sexo oposto, mas não adianta: sempre que aparece uma “novidade” no pedaço, estamos lá, prontas para a luta.  Sim, porque eu sou da opinião de que, enquanto houver salto alto, maquiagem e baladinha, a batalha não está vencida. Acredito que as mulheres inteligentes têm um dom muito aflorado de permanecerem jovens. Não digo isso pela aparência, mas pela mente.   

E nem me venham com a clássica historinha que “estou muito bem sem homem”, ou “não quero homem na minha vida”, porque isso não existe. Podemos até ficar um tempo “fechadas para balanço”, querendo curtir vida de solteira. Porém, quem já passou por vários bocados sabe que ninguém vive sem amor. Nada de despeito ou dependência de sexo. A necessidade feminina vai além disso, e as mulheres espertas que lerem esse texto vão saber do que estou falando. 

Enfim, os homens realmente são um mal necessário. Nos decepcionamos com alguns, admiramos outros, mas pelo menos eu tenho boas lembranças de ex-namorados. Lembranças boas que o tempo tratou de tirar a tristeza implícita por causa do fim do relacionamento. E eu sei que virão outros. Até que eu encontre o homem certo que vai por fim a essa procura.

Desculpas esfarrapadas

Caras mulheres do boteco.

Se, como eu, vocês já ouviram os homens contarem milhares de “historinhas” para nos enrolar, vão gostar dessa matéria. Vale a dica para todas nós.

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Você não tem motivo algum para aceitar impassível as desonestas desculpas esfarrapadas, mesmo que morra de amores por ele. Portanto, veja quais são as mais freqüentes e, justamente por isso, menos criativas.

Minha mãe passou mal
Como contestar contra um argumento tão forte? Eles adoram arrumar uma tragédia na família para cancelar o encontro em cima da hora.

Agora no momento não quero me envolver
O homem posa de frágil e dize sentir medo de mergulhar em uma nova paixão, porque têm algum tipo de trauma do relacionamento anterior. Entenda que ele simplesmente não quer nada a sério com você.

Vou viajar com urgência
Geralmente, ele associa esta mentira deslavada a uma urgência no trabalho. Quando ouvir esta desculpa, traduza: vou dar um sumiço de alguns dias.

Estou muito cansado hoje
Para tentar ser mais convincente, ele lista uma série de problemas ocorridos durante o exaustivo dia. Portanto, o sono o impedirá de encontrá-la. Saiba que esta é a estratégia usada quando ele está louquinho para ir à balada.

Vou jogar futebol com os amigos
Uma vez por semana, tudo bem. Mas quando os dias começam a aumentar para dois, três, quatro… É hora ficar alerta! O namorado pode estar querendo somente ficar um pouco sozinho, mas há também a possibilidade de ele ir à caça com os amigos.

Estou só olhando o movimento
Na balada, no shopping ou no restaurante ele não resiste e olha para aquele mulherão que acabou de passar. Você irritada com a situação, pergunta o que ele está olhando. E então: “Nada, só estou vendo o movimento”.

Tem que me aceitar do jeito que sou
Tal argumento é infalível quando o homem quer terminar a relação e não sabe como. Então, ele lança mão do radicalismo. Como você, certamente, não vai se submeter a todas as vontades e manias dele, esta é uma boa saída para acabar com tudo.

Além desta, há outra tática para ele deixá-la repentinamente. O namorado diz que você é ‘tudo de bom’ e por isso se sente inferiorizado ao seu lado.

Texto e foto: site Terra

Difícil Felicidade

Pessoal, esse texto é da Danuza Leão e é PERFEITO! Confiram!

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Existem momentos -raros, é verdade- em que tudo está bem. Bem, não: ótimo. A casa finalmente ficou pronta, os gatos estão com saúde, os filhos bem e felizes, faltam só 15 dias para a viagem marcada há seis meses -e a passagem parcelada já está paga-, a saúde em forma total e, como se não bastasse, uma proposta de trabalho nova e sedutora -e sem ter que deixar o atual trabalho. A vida está tão boa que chega a dar uma agonia. E isso é normal? Não, diria a maioria das pessoas. Sim, afirmam os mais habituados a conviver com as profundezas da alma.

É bem verdade que esses tempos são raros, e normalmente, até bobagens como a máquina de lavar roupa que está com defeito é um estresse. Mas quando eles acontecem são difíceis de suportar. A palavra é essa mesma: suportar.

É uma aflição, um medo de que nada dê certo, que você está sonhando, vai acordar e ver que não é nada daquilo, que a realidade não é assim, que existem problemas de todos os tipos o tempo todo e que nem o direito ao silêncio de sua casa você tem. Quando chega tem que ver os recados da secretária eletrônica, abrir o computador para ver os e-mails, e o mais normal é receber uma notícia que pode não ser péssima, mas será suficiente para perturbar sua santa paz. Que o ar-condicionado do quarto não está funcionando, por exemplo.

Mas tudo isso é normal, tão normal que não chega a causar nenhum abalo maior. Faz parte do dia-a-dia, faz parte de todos os dias, isso sem falar de uma dor de coluna, do brinco que sumiu, do lençol que manchou com água sanitária.

Mas tem aqueles dias maravilhosos em que tudo dá certo, e que o futuro, tudo indica, vai ser melhor ainda do que o presente. É curioso que esses dias nunca têm a ver com um homem maravilhoso que você conheceu na véspera. Esse tipo de encontro não costuma trazer paz, e sim angústia, ansiedade, insegurança, taquicardia, aflição. Não, esses grandes momentos acontecem apenas com nós mesmos, na nossa mais profunda -solidão? Não, solidão não é a palavra certa. É um sentimento de você com você mesmo, que não é compartilhado com nenhum ser humano e que prova que, apesar do que dizem, ninguém precisa de ninguém para ser feliz de verdade. Para ir a um cinema, comer uma pizza, trocar uma idéia sobre as infidelidades públicas dos políticos americanos, até aí se vai. Mas para ser feliz mesmo, para se ser profundamente feliz, não se precisa de ninguém, e o que pode parecer uma tragédia para alguns, é uma liberação para outros.

Não que só você seja feliz o tempo todo, mas existem aqueles momentos em que se é totalmente feliz, e é aí que as coisas se complicam. Como nada é fácil, você começa com a culpa, claro. Como ser feliz com tanta gente sofrendo? E aí começa o medo, o grande medo, aquele de perder a felicidade que está sentindo.

Para isso se apela para tudo: fazer uma aula de ginástica, tomar um tranqüilizante ou não fazer rigorosamente nada e ficar deitado na cama olhando para o teto, só sendo feliz e mais nada. Mas isso não dá porque os pensamentos não deixam, e a vontade é que aconteça alguma coisa que traga você de volta para o mundo imperfeito em que vive; a televisão quebrar já seria o suficiente. Ser infeliz é muito ruim, mas ser feliz é muito difícil.

Texto: Danuza Leão

Foto: Google imagem

Honestidade é uma virtude em extinção

 

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Se formos parar para pensar nos acontecimentos nos acontecimentos políticos no Brasil (mensalão, CPIs inúteis e tudo mais), é até fácil constatar que a honestidade realmente é uma virtude que está em extinção. Mas o “tapa na cara” vem mesmo quando você sente na pele essa situação.

Ontem eu fui a um show aqui em Uberlândia e perdi meu celular. Devo tê-lo deixado cair. Detalhe: o aparelho era novo, acabei de pagar caro por dele.

Se eu, Manuella Rabelo Garcia, encontrasse um celular e que ele me desse condições de encontrar a pessoa que perdeu, eu não pensaria duas vezes e devolveria. Basta vasculhar um pouco os contatos da agenda, fazer alguns telefonemas e pronto! A pessoa ficaria agradecida por eu devolver e eu me sentiria bem por ajudar. É claro que a situação seria outra caso eu encontrasse um objeto sem nenhuma forma de identificar o dono.

O problema é que nem todos pensam como eu. Eu contei o acontecimento à uma amiga, e ela me disse que o problema é que estamos no Brasil, onde tem muitas pessoas “malas” por aí. Se a pessoa devolvesse, seria uma exceção. Faz sentido. Pode ser. Porém, eu não acredito muito que seja assim. Acho que honestidade é questão de índole.

Já uma outra amiga me falou que não devolveria de jeito nenhum. Que arrancaria o chip e aproveitaria o aparelho. Motivo? É que ela já teve os documentos roubados e não devolveram. Ainda assim eu não concodo, porque a pessoa que perdeu o objeto que você encontrou, provavelmente não é a mesma que agiu de má fé e não te ajudou na ocasião. Portanto, não é tem essa de pagar na mesma moeda. Enfim, cada um tem sua opinião, e o que podemos fazer é aceitar, não é?

Agora, levando o tema para os relacionamentos amorosos. Creio que nesse quesito as coisas sejam piores. Afinal, uma pessoa honesta não despertaria na outra um sentimento com o qual ele não se sinta capaz de corresponder; não mentiria apenas para satisfazer seu desejo; não tentaria iludir alguém somente para se divertir.

E não é de ver que ontem aconteceu isso comigo também? É como alguém já falou: desgraça pouca é bobagem. A minha sorte é que eu estou aprendendo a ser menos crédula (com uma ajuda imensa dos meus amigos, confesso), mas fica sempre aquela velha pergunta: PARA QUE fazer isso?

Agora eu posso dizer com mais propriedade que honestidade está mesmo em extinção. O motivo eu não sei dizer. Só sei que eu vou manter a minha conduta, porque foi assim que aprendi com meus pais e é esse sentimento que eu quero passar aos meus filhos. Honestamente.

Nós… complicadas?

Meninas, achei um texto que é perfeito para contribuir com a nossa filosofia de boteco cor-de-rosa. Afinal, o que eles querem de nós?

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Se a gente se insinua, é atirada.
Se fica na nossa, está dando uma de difícil;
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Se aceita transar no início do relacionamento, é mulher fácil. Se não quer ainda, está fazendo doce;
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Se põe limitações no namoro, é autoritária; Se concorda com o que o namorado diz, é sem opinião;
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Se batalha por estudos e profissões, é uma ambiciosa. Se não está nem aí pra isso, é dondoca;
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Se adora falar em política e economia, é feminista. Se não se liga nesses assuntos, é desinformada;
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Se corre pra matar uma barata, não é feminina; Se corre de uma barata, é medrosa.
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e??
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‘Mulheres existem para serem amadas, não para serem entendidas.’
Autora: Fátima Nazareth

Foto: Blog Cópia Perfeita

Chamem “Os caça-fantasmas”

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PASSADO. No dicionário Houaiss existem várias de definições para essa palavra. Mas seja como subjetivo, substantivo ou tempo verbal, a essência é a mesma e está em claro e bom tom: significa “o tempo que passou”. Simples, não é? Para mim nem tanto. 

Talvez a dificuldade não esteja na denotação do termo. Acredito que o problema esteja em enquadrar ao nosso passado as situações, os sentimentos, e principalmente as pessoas, e seguir em frente. Sabe quando você está ciente de que não compensa mais “dar murro em ponta de faca”, mas não consegue parar? Ou sente que aquele “ser” há muito já se tornou um fantasma na sua vida, mas você insiste em permitir que ele a assombre? Eu já fiz isso diversas vezes. E acho que não sou a única. 

Creio que todos já ouviram falar no site de relacionamentos “Orkut”. Àqueles que participam, eu convido a fazer uma busca nas comunidades que mencionam a palavra passado. O resultado é mais de mil. E as que têm maior número de membros são as mais previsíveis (pelo menos pra mim): “Quem vive de passado é museu”; ou “Cure o passado, viva o presente”; e até uns títulos mais óbvios, como “Eu deletei meu passado” ou “Um brinde aos erros do passado”. 

As repetições não são mera coincidência. Em meus momentos de “filosofia de bar” (ou melhor, de boteco cor-de-rosa), percebo que esse é um grande desafio, não só para as mulheres, mas para o ser humano. É deixar para trás aquilo (ou aquele), que visivelmente já se tornou obsoleto. É “tentar tirar da cabeça o que não sai do coração”, ou qualquer chavão do gênero. 

Complicado, não? Por isso, lanço aqui o desafio: qual a melhor forma de se livrar dos fantasmas do passado? Qual a receita para realmente deletar aquele “carinha” que talvez um dia tenha sido importante, mas que hoje é um atraso de vida? E o pior. Como ter certeza de que o melhor é realmente “enterrar” aquele sentimento? 

Foto: Site GP desenhos

Final (ou começo) feliz!

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Preciso dividir uma coisa com vocês. Estou muito feliz por dois amigos que, depois de muitas idas e vindas, começaram a namorar. O interessante da história é que o desenrolar foi meio atípico. Pelo menos para mim. É que estou acostumada a conhecer homens que têm medo de assumir relacionamentos, enquanto a mulher sofre. Com João* e Maria* aconteceu o contrário. 

João se apaixonou perdidamente por Maria, que por causa do fim de um namoro trágico, não queria se prender. Por várias vezes, Maria afirmou a João que não podia ficar mais com ele, mas sempre que ela o procurava, eles acabavam juntos. A alegria não durava mais de três dias, porque esse era o tempo que ela precisava para se afastar de novo. 

E João sofria. E como sofria. Ele passava horas comigo ao telefone ou no MSN lamentando sua paixão não correspondida. Eu costumava dizer que ia do inferno ao paraíso em poucas horas. Por outro lado, Maria ficava perdida, sem saber o que fazer. Afinal, pela primeira vez ela se sentia livre para desfrutar da vida de solteira. 

Entre a cruz e a espada, eu tentava falar a coisa certa para ambos, mas nem sempre isso era possível. Eu entendia a situação de cada um. Porém, tinha a plena convicção que somente eles poderiam resolver a situação. A única certeza que eu tinha era de que um gostava do outro, cada um do seu jeito. Este foi um fim de semana especial para o casal.

Cansado de tentar, João decidiu se afastar. Foi aí que Maria sentiu o quanto ele era importante em sua vida e mesmo com medo de sofrer de novo, resolveu ouvir seu coração e se permitir viver um grande amor. A mudança está nos olhos, no sorriso e até na forma de andar. Os dois estão radiantes, encantados com a história que começaram a construir juntos. Se vai dar certo, só Deus sabe, mas acredito que só depende deles para manter viva essa felicidade.  São histórias como a de João e Maria que me inspiram a continuar minha busca. Não a busca por um homem perfeito ou por um príncipe encantado, mas por um homem de carne e osso e, sobretudo com sentimento, sensibilidade e disposição. Disposição para caminhar ao meu lado. Disposição para dividir comigo suas escolhas. Disposição para relevar meus defeitos e elevar minhas qualidades. Enfim, muita disposição para me amar e me fazer feliz. E vice-versa. 

Um brinde a João e Maria! E que eles nunca deixem essa disposição sair de suas vidas. 

*Os nomes foram trocados para preservar a identidade do casal. 

Leandro Rodrigo ou Rodrigo Leandro?

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Muito se ouve falar sobre a força do sexto sentido das mulheres. Eu, entretanto, apesar de já ter sentido um “aviso” algumas vezes – daqueles que o coração aperta e uma voz interior fala pra você tomar cuidado com algo, não tinha plena convicção sobre esse sentimento. Não tinha até a minha amiga passar por uma situação a qual comprova que certas coisas não acontecem somente em novelas.  Ela conheceu um rapaz na noite, que dizia morar em outra cidade, e que se apresentou como Leandro. Trocaram telefones, se falaram e se encontraram outras vezes, quando ele “voltou” a Uberlândia. Estava tudo caminhando perfeitamente, mas minha amiga me dizia que ele a intrigava. Falava que alguma coisa nele soava mistério, e por isso, agia com cautela e devagar.  Sorte a dela. No último encontro, eles estavam em um barzinho quando uma amiga em comum chegou. Como fazia muito tempo que a moça não encontrava o tal “Leandro”, começou a perguntar se ele havia se separado, já que tinha ouvido dizer que ele estava casado. Infelizmente eu não tive a oportunidade de presenciar essa cena, mas segundo a minha amiga, ele não sabia o que fazer, o que falar, como agir e para onde olhar. Ficou literalmente desconcertado. Enfim, foi uma situação constrangedora. 

Assim que a moça se afastou, minha amiga só olhou para ele e foi direta: “Você me leva em casa ou eu peço um táxi?”, ela perguntou e logo emendou: “Você me leva, né? Afinal, somos pessoas civilizadas, e acho que não tem necessidade de eu me levantar e lhe deixar sozinho à mesa”.  No caminho para sua casa, o “Leandro” ainda tentou se explicar. Disse que nunca se casou, que tinha sido um mal entendido. O que ele não contava era com a perspicácia da minha amiga, que, para o azar do “mentiroso”, percebeu que tinha a marca de uma aliança na mão esquerda dele. Com isso, fim de papo. 

Curiosa, no outro dia minha amiga foi até a tal moça e descobriu ainda mais: o nome do sujeito não é Leandro, e sim Rodrigo. Agora, convenhamos. Uma pessoa que mente até o nome, deve ser capaz de tudo. É como a minha própria amiga comentou. Ver uma situação como essa, dá tristeza. Decepção por conhecer uma capacidade deplorável do ser humano.  Moral da história 1: sexto sentido existe! Confie no que a sua voz interior tenta lhe dizer. Você pode se livrar de roubadas. 

Moral da história 2: cuidado com quem você se relaciona. Algumas coisas não acontecem somente em novelas. 

MULHER

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Gabriel Garcia Marques escreveu: “Não chore porque já terminou, sorria porque aconteceu”. Só que ele se esqueceu de ensinar qual o caminho para colocar esse pensamento em prática.


Por diversas vezes eu tentei pensar assim, mas confesso que me faltou competência. Ou quem sabe a palavra certa seria maturidade? Talvez seja isso. Maturidade.


Por outro lado, sinto orgulho de mim. Porque mesmo com tanta complexidade, impetuosidade e até mesmo infantilidade em alguns aspectos, eu consigo me superar a cada dia. Na verdade, quando eu digo isso não me refiro somente a mim. Mas sim à maioria das mulheres.


Muitos escritores, poetas, filósofos e até meros admiradores já nos descreveram de inúmeras formas. Já tentaram nos entender, nos dividir, nos pormenorizar, nos definir. Acontece que isso é impossível.


Somos tudo em um só ser: amantes, companheiras, amigas e necessárias; fortes e ao mesmo tempo frágeis; inteligentes, mas sem a pretensão de sermos onipotentes; falastronas na mesma proporção que minuciosas observadoras; choronas, mas capazes de sorrir frente ao sofrimento.
Enfim, somos únicas. Somos simplesmente MULHERES.

Não sei se amanhã ou depois vou aprender a lição que Garcia Marques quis ensinar. É claro que seria bem mais simples se eu (ou todas nós) pensasse assim. Mas, quem disse que a vida seria fácil?

Foto: Jornal do FCO