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	<title>Correio de Uberlândia Online &#187; Cidade e Região</title>
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		<title>Academia, sob o comando de 7 sócios, quase triplicou número de alunos em 9 anos</title>
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		<pubDate>Sun, 19 May 2013 15:49:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João P. Feliciano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidade e Região]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>A academia Personal e Cia foi fundada em 2004 por 15 educadores físicos que trabalhavam como personal trainner em um clube de Uberlândia e decidiram montar o próprio negócio. Ao longo de quase dez anos no mercado, o empreendimento mudou de endereço, passou por ampliações e a disponibilizar mais modalidades fitness, para atender os alunos,  &#8230; <a onclick="ClickTaleTag('CTContinueLendo')" href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/cidade-e-regiao/academia-sob-o-comando-de-7-socios-quase-triplicou-numero-de-alunos-em-9-anos/">Continue lendo </a></p><p>O post <a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/cidade-e-regiao/academia-sob-o-comando-de-7-socios-quase-triplicou-numero-de-alunos-em-9-anos/">Academia, sob o comando de 7 sócios, quase triplicou número de alunos em 9 anos</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br">Correio de Uberlândia Online</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_197517" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/05/Emp2.jpg"><img class="size-full wp-image-197517 " title="Marcos Ribeiro" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/05/Emp2.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Leandro Pina, Stênio Ramos, Wilson de Lima, Ueldra Couto, Rafael Elias, Ricardo de Lima e Fábio Silvestri gerenciam academia</p></div>
<p>A academia Personal e Cia foi fundada em 2004 por 15 educadores físicos que trabalhavam como personal trainner em um clube de Uberlândia e decidiram montar o próprio negócio. Ao longo de quase dez anos no mercado, o empreendimento mudou de endereço, passou por ampliações e a disponibilizar mais modalidades fitness, para atender os alunos, que eram 250, inicialmente, neste ano são 650. A empresa funciona desde 2008 nos fundos do estacionamento do antigo Ubershopping, no bairro Jardim Karaíba, zona sul da cidade, sob o comando de sete sócios proprietários.</p>
<p>De acordo com o educador físico e sócio proprietário da academia, Stênio Ramos, que é responsável pelo setor administrativo, quando ele entrou na sociedade, em 2006, havia um pouco de discordância em relação às ideias por conta do número de pessoas incluídas na empresa, o que não dificultou o processo de ampliação. “Agora, quase não temos discussão, geralmente [as ideias] têm aprovação de todos”, disse.</p>
<p>Ainda segundo Ramos, cada sócio cuida de determinado segmento do negócio. Para ele, a divisão facilita na hora de administrar o empreendimento, uma vez que a afinidade com a área auxilia na hora de tomar decisões, como contratações ou melhorias estruturais. Mensalmente, os sócios fazem ao menos uma reunião para balanço e prestação de contas.</p>
<p>Para a construção da atual sede da academia foram investidos cerca de R$ 750 mil. O valor possibilitou a ampliação do espaço físico, antes um estúdio de 220 m², usado exclusivamente para aulas de musculação, para uma locação de 610 m², com pelo menos quatro ambientes destinados a vários tipos de atividades físicas. São oferecidas aulas de zumba, boxe aeróbico, body jump, body pump, ginástica localizada, personal cycling (modelo de spinning criado por um dos professores da academia) e pilates. “Houve a necessidade de ampliação porque os alunos procuravam outras modalidades fora da nossa academia”, afirmou.</p>
<p>Para ministrar as modalidades, foram contratados 12 profissionais de educação física, todos atuam como personal trainner, além dos sete sóciosproprietários. Ainda compõem a equipe da academia, dois profissionais no setor administrativo, quatro recepcionistas e três responsáveis pela limpeza.</p>
<div id="attachment_197518" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/05/Emp1.jpg"><img class="size-full wp-image-197518 " title="Marcos Ribeiro" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/05/Emp1.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Stênio Ramos: “sócios fizeram curso de gestão empresarial”</p></div>
<h3>Busca contínua por capacitação dos profissionais reflete no atendimento</h3>
<p>A academia Personal e Cia, há nove anos no mercado fitness de Uberlândia, possui sete sócios proprietários. Todos são formados em Educação Física e especializados em determinada área. Alguns optaram por fazer uma nova graduação, como Fisioterapia e Nutrição, para aprimorar os conhecimentos. Além de agregar maior conhecimento, os donos do empreendimento focam na capacitação dos funcionários, com o intuito de garantir um atendimento melhor ao público.</p>
<p>Segundo o educador físico e sócio proprietário da academia, Stênio Ramos, os sete donos fizeram curso de gestão empresarial com duração de um ano e meio para gerenciar melhor o negócio e, a partir do conhecimento adquirido, passaram a instruir os funcionários em relação ao atendimento aos alunos. “Nosso foco é a excelência em atendimento. O aluno se sente em um ambiente familiar”, disse. Conforme Ramos, a presença dos proprietários como instrutores também faz os clientes se sentirem mais à vontade por estreitar a proximidade.</p>
<p>Outra estratégia adotada pelos sócios da academia é o investimento em equipamentos e metodologias aliados a uma carga horária menor. Segundo Ramos, os profissionais trabalham cerca de quatro horas por dia, o que garante maior dedicação e retorno. “Eles dão aula com mais vontade”, afirmou.</p>
<h3>Número de alunos deve dobrar</h3>
<p>Com a instalação de um complexo hospitalar nas imediações da academia Personal e Cia, onde funcionava o Ubershopping, o empreendimento fitness aproveitará para ampliar sua estrutura. O espaço que funciona em uma área de 610 m², com capacidade para 650 alunos, deverá passar a contar, a partir de julho do ano que vem, com pelo menos 1 mil m², ampliando o atendimento para até 1,2 mil alunos. O investimento necessário é estimado em R$ 500 mil.</p>
<p>De acordo com o educador físico e sócio proprietário da academia, Stênio Ramos, a ampliação de espaço físico possibilitará, além de atender a um número maior de matriculados, estender as modalidades físicas oferecidas. Dois novos tipos de aula já são previstos, cross fit (ginástica aeróbica) e modalidades circenses, como malabarismo e acrobacia aérea em tecidos.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/05/Arte-Personal1.jpg"><img class="size-full wp-image-197528 aligncenter" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/05/Arte-Personal1.jpg" alt="" width="600" height="383" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Italiano se torna uberlandense de coração depois da Segunda Guerra Mundial</title>
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		<pubDate>Sun, 19 May 2013 15:18:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João P. Feliciano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidade e Região]]></category>
		<category><![CDATA[2ª Guerra]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_197509" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/05/italiano1.jpg"><img class="size-full wp-image-197509 " title="Cleiton Borges" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/05/italiano1.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Giuseppe Urzeta nasceu na Itália e veio para o Brasil com 10 anos; desde 1961, vive em Uberlândia</p></div>
<p>O italiano Giuseppe Urzeta, de 74 anos, reúne memórias de uma Uberlândia em seu auge de desenvolvimento urbano, que deu os primeiros passos rumo ao progresso nas décadas de 70 e 80. Ele é mais conhecido como Mordomo, no âmbito esportivo de Uberlândia, e Cardoso, pelos vizinhos do bairro Lídice, na região central da cidade, onde vive desde 1961.</p>
<p>Segundo ele, na época, havia mais incentivos às equipes esportivas do que nos dias atuais, e os atletas se preocupavam mais com o hobbie do que com o salário. Para Urzeta, hoje não existe tanta participação de empresas e do poder público em relação a algumas modalidades, como o futebol.</p>
<p>De acordo com o italiano, o progresso de Uberlândia foi positivo, mas fez com que o aspecto interiorano da cidade fosse perdido. Segundo ele, as pessoas não conversam mais como antes, não se cumprimentam na rua e vivem com pressa, dedicando-se muito às tecnologias. “O progresso acabou com aquilo de interior, foi ruim porque as pessoas se afastaram”, disse.</p>
<p>Mesmo interagindo mais no passado, para Urzeta, os moradores de Uberlândia eram um pouco “desconfiados” e ficavam mais resguardados. Segundo ele, a estratégia para se aproximar era ser bem-humorado. “Sempre puxava conversa para fazer amizade, como um bom italiano que gosta de conversar.”</p>
<p>O apelido Mordomo veio pela ocupação de roupeiro que Urzeta assumiu no time de basquete de Uberlândia. Ele cuida desde 1998 dos equipamentos, uniformes e itens de assistência, como gelo e água, durante os treinos e partidas da equipe. A origem da função se deu pelo desempenho profissional do italiano no Cajubá Country Club, de 1987 a 1989; no Praia Clube, de 1989 a 1991; e no Uberlândia Tênis Clube (UTC), de 1991 a 2001. “Eu organizava muito campeonato e, pelo bom trabalho, fui diretor nos três clubes”, disse.</p>
<p>Ainda sobre os clubes, quando chegou a Uberlândia, Urzeta afirma se lembrar que existia apenas o Praia e ele teve que pagar um valor alto para poder trabalhar como fotógrafo pelo estúdio do sogro, Foto Cardoso, responsável pelo outro apelido, Cardoso. “Eu lembro quando nem existia o Cajubá, era mato, e depois, quando tinha uma piscina só.”</p>
<p>A vinda do italiano para Uberlândia ocorreu após um período de 12 anos no bairro Brás, na capital paulista, para onde Urzeta se mudou com a mãe após sair da Itália, em 1949, aos 10 anos, por conta das más condições de vida devido à Segunda Guerra Mundial. Foi um tio com boas condições financeiras que buscou os parentes na Itália. Em São Paulo, ele trabalhou em empresas da família, mas saiu de casa e foi morar sozinho, após se envolver com uma mulher mais velha. Tempos depois, aos 20 anos, Urzeta conheceu a esposa, natural de Uberlândia, e, a convite do sogro, se mudou para o Triângulo Mineiro. “Minha vida começou depois que eu vim para Uberlândia. Em São Paulo, não tinha expectativa de nada, era uma pessoa só, sem destino, sem nada. Uberlândia foi meu porto seguro”, disse.</p>
<h3>Guerra</h3>
<p>Com o fim da Segunda Guerra Mundial, segundo Giuseppe Urzeta, viver na Itália tornou-se difícil, pois o país sofria com as conse-quências de um combate que durou seis anos. Segundo ele, faltava comida e os “órfãos da guerra”, designação dada às crianças que perderam os pais no conflito, como Urzeta, eram encaminhados a um tipo de castelo para receber cuidados, onde ele ficou por seis meses. “Lembro que, na época, perdi um dente e escondi em uma árvore para pegar depois, coisa de criança.”</p>
<p>A mãe de Urzeta nesse período se afastou do filho e tomou conta do sítio de propriedade do marido. A renda vinha da plantação de uvas. Ainda segundo Urzeta, por conta das dificuldades, as famílias andavam muito no campo e comiam as frutas que encontravam. “A gente ficava com a boca inchada de comer figo. Escorria aquele caldo que queimava”, disse.</p>
<h3>Adaptação</h3>
<p>Quando chegou ao Brasil, em 1949, o italiano Giuseppe Urzeta se mudou para a casa do tio que o buscou na Itália. Com a vinda do menino, que na época tinha 10 anos, e a mãe, a família erradicada na capital paulista passou a contar com nove membros, uma vez que o tio vivia com a esposa e cinco filhos.</p>
<p>Na escola, Urzeta não teve dificuldade para aprender a língua portuguesa, ainda mais com os reforços oferecidos pelos primos em casa. O único problema era o relacionamento com os colegas. Segundo ele, havia muitas brigas. “Eles me implicavam porque eu era o único estrangeiro da escola.”</p>
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		<title>Taxa de partos na adolescência cai para 14,6%, índice menor que o do país</title>
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		<pubDate>Sun, 19 May 2013 13:29:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniela Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidade e Região]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Há poucos dias, a estudante Jéssica Maria Rodrigues Atamasio, de 15 anos, se mudou para a casa do namorado, um jovem de 20 anos, para que o companheiro ajude a cuidar do filho Victor Hugo, que nasceu em março deste ano. Para se dedicar integralmente ao bebê, a adolescente deixou a escola de lado. “É  &#8230; <a onclick="ClickTaleTag('CTContinueLendo')" href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/cidade-e-regiao/taxa-de-partos-na-adolescencia-cai-para-146-indice-menor-que-o-do-pais/">Continue lendo </a></p><p>O post <a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/cidade-e-regiao/taxa-de-partos-na-adolescencia-cai-para-146-indice-menor-que-o-do-pais/">Taxa de partos na adolescência cai para 14,6%, índice menor que o do país</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br">Correio de Uberlândia Online</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_197486" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/05/gravida221.jpg"><img class="size-full wp-image-197486 " title="Marcos Ribeiro" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/05/gravida221.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Bárbara Antonioli diz que políticas públicas ajudaram a reduzir as gravidezes na adolescência</p></div>
<p>Há poucos dias, a estudante Jéssica Maria Rodrigues Atamasio, de 15 anos, se mudou para a casa do namorado, um jovem de 20 anos, para que o companheiro ajude a cuidar do filho Victor Hugo, que nasceu em março deste ano. Para se dedicar integralmente ao bebê, a adolescente deixou a escola de lado. “É tudo muito difícil. Como ele ainda é muito novo, eu não tenho coragem de deixar com ninguém. Mas pretendo voltar a estudar no meio do ano. Aí vou ter que deixá-lo com a minha sogra”, disse.</p>
<p>Quase 15% dos bebês nascidos na rede pública de saúde em Uberlândia são de mães entre 10 e 19 anos, segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde. Mas esse índice vem caindo ao longo dos anos. A redução da taxa de partos na adolescência em Uberlândia durante a última década é maior do que a registrada no país. Enquanto os dados nacionais apontam queda de quatro pontos percentuais de 2000 para 2010, Uberlândia apresentou uma redução de quase oito pontos percentuais no mesmo período.</p>
<p>Em 2000, dos 8,6 mil partos realizados na cidade, 1,9 mil foram de mães entre 10 e 19 anos, o que representa 22,31%. Essa porcentagem reduziu para 14,69% dez anos depois. No país, 23,3% dos partos realizados em 2000 foram de mães adolescentes, taxa que caiu para 19,3% em 2010, de acordo com estatísticas do Ministério da Saúde.</p>
<p>Após a queda expressiva registrada em uma década, em Uberlândia, a taxa de maternidade na adolescência seguiu estável nos dois últimos anos. Em 2011, dos 8561 partos feitos na rede pública, 1206 (14,08%) foram de mães com até 19 anos. No ano passado, o número total de partos subiu para 8.799 e o de mães adolescentes para 1.291 (14,67%).</p>
<p>As políticas públicas de prevenção e de planejamento familiar foram as principais responsáveis por essa queda, segundo a coordenadora do Programa Saúde da Mulher em Uberlândia, Bárbara Cunha Melo Lazarini Antonioli. “Desde 2009 nós temos programas municipais voltados especificamente para adolescentes nas unidades de saúde de Uberlândia. As jovens podem fazer consulta com ginecologista mesmo desacompanhada, podem receber anticoncepcionais orais e injetáveis mesmo sem a presença dos responsáveis e fazemos entrega de preservativos mesmo para menores de idade. Isso, para adolescentes acima de 14 anos, que foi o que o conselho de ética autorizou”, afirmou.</p>
<p><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/05/Arte-Parto.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-197483" title="" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/05/Arte-Parto.jpg" alt="" width="600" height="205" /></a></p>
<h3>Agente leva orientação sobre a vida sexual às escolas</h3>
<p>Além da distribuição de contraceptivos em unidades de saúde de Uberlândia, agentes de saúde escolar orientam os adolescentes quanto à vida sexual. Segundo a coordenadora do Programa Saúde da Mulher em Uberlândia, Bárbara Lazarini Antonioli, existe uma agente de saúde escolar em cada escola municipal da cidade.</p>
<p>“O adolescente não tem medo. Ele se sente poderoso e acha que nunca vai acontecer com ele. Ele tem informação, mas tem uma sensação de poder que o deixa corajoso para não usar o preservativo nem o anticoncepcional. Tem uma série de mitos em que o adolescente acredita e que os agentes ajudam a desfazer”, afirmou.</p>
<p>Algumas adolescentes acreditam que se tornar mãe é um status, segundo Bárbara Antonioli. “Elas entendem que ser mãe é uma ascensão social perante as outras mulheres”, disse.</p>
<p>A gravidez da dona de casa Patrícia Lima, de 19 anos, por exemplo, foi planejada. “Eu e meu marido [de 25 anos] nos casamos no ano passado e queríamos um bebê. Agora, a expectativa é grande para a chegada da nossa menininha”, afirmou. Em poucos dias nascerá Sara Sofia.</p>
<p>Para Bárbara Antonioli, é preciso mostrar para as adolescentes que existem outras formas de ascensão. “Nós trabalhamos com elas o estudo, a profissionalização e a cultura. Isso nos auxilia a mostrar para essas jovens que existem outras saídas, que elas não precisam ascender socialmente por meio de uma gestação.”</p>
<div id="attachment_197484" class="wp-caption alignleft" style="width: 610px"><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/05/gravida11.jpg"><img class="size-full wp-image-197484" title="Daniela Nogueira" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/05/gravida11.jpg" alt="" width="600" height="912" /></a><p class="wp-caption-text">Juliene Alves Moreira tem 18 anos e está grávdia de oito meses</p></div>
<h3>Gravidez pode ter complicações</h3>
<p>A gravidez na adolescência acarreta mais riscos tanto para a mãe quanto para a criança, de acordo com a coordenadora do Programa Saúde da Mulher em Uberlândia, Bárbara Lazarini Antonioli. “A mãe tem mais chances de sofrer aborto e eclampsia, por exemplo. Já a criança corre os riscos de nascer prematura, com peso baixo e até de chegar ao óbito”, afirmou.</p>
<p>A atendente Juliene Alves Moreira, de 18 anos, por exemplo, teve que ficar algumas horas internada em observação durante a 36ª semana de gestação. “Eu estou sentindo muita cólica, estou com anemia e preciso tomar sulfato ferroso”, disse.</p>
<p>Antes de completar oito meses de gestação, Juliene Moreira teve de tirar licença do trabalho. “Eu não consigo mais ficar em pé por muito tempo e nem agachar, movimentos que preciso fazer o dia todo no serviço.” Apesar desses contratempos, Geovana está bem e ainda deve ficar mais um mês na barriga da mãe.</p>
<h3>Filhos de mães adolescentes estão morrendo menos</h3>
<p>A mortalidade infantil de filhos de mães adolescentes também caiu nos últimos três anos em Uberlândia. Além disso, de 2010 a 2012 não houve registros de morte de filhos de mães entre 10 e 14 anos na cidade. Em 2010, 25,2% da mortalidade de crianças de até um ano era de filhos de mães de 15 a 19 anos, o que representa 24 óbitos, segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde. O índice foi reduzido em 2011 para 20,9% (19 mortes) e em 2012 para 13,3% (10 óbitos).</p>
<p>“As famílias dessas jovens de 10 a 14 anos costumam acolher os filhos delas. Nesses casos é praticamente a avó que cuida da criança. Já na faixa etária de 15 a 19 anos elas precisam se virar para cuidar do bebê. Muitas vezes, elas ficam abandonadas, sem experiência e sem preparo emocional, por isso a mortalidade é maior”, afirmou a coordenadora do Programa Saúde da Mulher em Uberlândia, Bárbara Lazarini Antonioli.</p>
<p>Segundo ela, a redução do número de óbitos registrada entre 2010 e 2012 se deve à estratégia para redução de mortalidade infantil no município. “A assistente social cadastra a jovem e a enfermeira acompanha todo o pré-natal. Se faltar a alguma consulta ou deixar de fazer algum exame, o agente comunitário de saúde vai atrás dessa mãe. Se precisar de uma consulta de alto risco não vai ficar esperando na fila. E mesmo depois de sair da maternidade nós continuamos acompanhando o desenvolvimento da criança.”</p>
<p><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/05/Arte-Mortalidade-infantil.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-197485" title="" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/05/Arte-Mortalidade-infantil.jpg" alt="" width="600" height="157" /></a></p>
<p>O post <a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/cidade-e-regiao/taxa-de-partos-na-adolescencia-cai-para-146-indice-menor-que-o-do-pais/">Taxa de partos na adolescência cai para 14,6%, índice menor que o do país</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br">Correio de Uberlândia Online</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Cágados saem do rio e são atropelados em período de reprodução</title>
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		<pubDate>Sun, 19 May 2013 12:52:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniela Nogueira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[reprodução]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Os cágados, da mesma ordem das tartarugas, reproduzem-se no período de abril a outubro e é, nesta época, que aumenta o índice de atropelamento desses animais nas proximidades do Parque Linear do rio Uberabinha, na altura do bairro Jaraguá, zona oeste de Uberlândia. Cerca de 20% dos cágados atropelados na zona urbana são levados ao  &#8230; <a onclick="ClickTaleTag('CTContinueLendo')" href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/cidade-e-regiao/cagados-saem-do-rio-e-sao-atropelados-em-periodo-de-reproducao/">Continue lendo </a></p><p>O post <a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/cidade-e-regiao/cagados-saem-do-rio-e-sao-atropelados-em-periodo-de-reproducao/">Cágados saem do rio e são atropelados em período de reprodução</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br">Correio de Uberlândia Online</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_197474" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/05/cagado11.jpg"><img class="size-full wp-image-197474" title="Cleiton Borges" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/05/cagado11.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">André Quagliatto diz que cicatrização de ferimentos em cágados pode demorar meses e até anos, dependendo da gravidade</p></div>
<p>Os cágados, da mesma ordem das tartarugas, reproduzem-se no período de abril a outubro e é, nesta época, que aumenta o índice de atropelamento desses animais nas proximidades do Parque Linear do rio Uberabinha, na altura do bairro Jaraguá, zona oeste de Uberlândia. Cerca de 20% dos cágados atropelados na zona urbana são levados ao Hospital Veterinário da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e apenas 5% se recuperam, de acordo com o professor responsável pelo setor de animais silvestres do hospital, André Quagliatto.</p>
<p>“A maioria dos animais atropelados que não são levados ao Hospital Veterinário morre no asfalto. Uma pequena parcela volta para o rio tentando se refugiar e morre na água”, afirmou. Ainda segundo ele, 100% dos cágados machucados que chegam ao hospital são fêmeas e a maior ocorrência de atropelamento desses animais é no inverno.</p>
<p>Segundo a professora de Biologia da UFU especialista em répteis Vera Lúcia Brites, durante o período de reprodução, as fêmeas saem da área do Parque Linear procurando locais adequados para colocar os ovos. “Elas não conseguem ovipor na área do parque porque só tem rocha e concreto, então elas saem. Nos canteiros próximos também não colocam porque elas não conseguem cavar na grama fechada. Elas acabam indo para as casas ou lugares mais distantes ou morrem atropeladas no meio do caminho”, disse Vera Brites.</p>
<p>Cercar a área para os cágados não chegarem ao asfalto poderia ser uma solução para reduzir a mortalidade desses animais por atropelamento, segundo a bióloga. “Contudo, para esse cercamento ser feito precisaria fazer também áreas apropriadas para a oviposição.”</p>
<div id="attachment_197476" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/05/cagado22.jpg"><img class="size-full wp-image-197476" title="Daniela Nogueira" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/05/cagado22.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Ovo de cágado é encontrado à margem do rio Uberabinha</p></div>
<h3>Recuperação</h3>
<p>Assim como os passos dos cágados, o metabolismo dessa espécie também é lento e a recuperação em caso de acidentes é mais demorada, segundo André Quagliatto. “Enquanto a cicatrização em mamíferos leva cerca de duas semanas, em tartarugas, jabutis e cágados são meses e até anos dependendo da gravidade do ferimento”, afirmou.<br />
Ainda de acordo com ele, após os tratamentos e curativos feitos no animal, a carapaça recebe um remendo, que é selado com resina acrílica – a mesma utilizada por dentinas. Os curativos, bem como a resina, são trocados de tempos em tempos dependendo da necessidade.</p>
<h3>Estudo da ufu monitora comportamento dos animais</h3>
<div id="attachment_197475" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/05/cagado33.jpg"><img class="size-full wp-image-197475" title="Daniela Nogueira" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/05/cagado33.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Vera Lúcia Brites e Victor Rodovalho monitoram os cágados</p></div>
<p>Para conhecer melhor o comportamento dos cágados que vivem na área urbana do rio Uberabinha, a professora especialista em répteis da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) Vera Lúcia Brites e o estudante de Biologia Victor Barbosa Rodovalho estão monitorando os animais. O estudo pretende apontar quanto tempo esses cágados permanecem no sol e se há diferenciação nesse comportamento entre fêmeas e machos.</p>
<p>“Nós sabemos que, por voltas das 9h, os cágados vão para as pedras ou para a vegetação tomar sol e quando aquecem voltam para a água. Agora trabalhamos com a hipótese de que as fêmeas passam mais tempo no sol do que o macho, já que encontramos algas nos cascos dos machos e não encontramos nas carapaças das fêmeas”, disse Vera Brites.</p>
<p>Segundo Victor Rodovalho, 20 cágados foram capturados, medidos e pesados em laboratório, identificados com códigos nos cascos e uma espécie de bandeira numerada foi acoplada nas carapaças. “Durante um ano, vamos monitorar esses animais, fazer anotações e, ao final, conseguiremos informações mais detalhadas sobre o comportamento deles”, disse o estudante.</p>
<h3>Degradação de habitat ‘expulsa’ bichos para a cidade</h3>
<p>Cágado, capivara, teiú, coruja buraqueira, quero-quero, cascudo, tilápia e carpa são algumas das espécies que vivem no Parque Linear e no leito do rio Uberabinha no trecho que fica no bairro Jaraguá, zona oeste de Uberlândia. De acordo com a professora especialista em répteis da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) Vera Lúcia Brites, alguns animais silvestres estão migrando da zona rural para a urbana por causa da poluição.</p>
<p>“Quanto mais natural o ambiente, melhor. Mas a área rural está tão devastada e poluída pelos produtos químicos agrícolas que os animais silvestres estão ficando sem lugar e acabam vindo para a cidade”, disse.</p>
<p>Segundo a professora, a vida na área urbana pode ser prejudicial para esses animais. “Eles se acostumam com a presença humana e se aproximam demais. As pessoas dão comidas que não são adequadas e outras até matam esses animais.”</p>
<p>Alguns animais já têm até local preferido na zona urbana, como é o caso das capivaras que ficam concentradas na área do rio Uberabinha que corta o Praia Clube. “Elas preferem ficar por lá por ser um local mais preservado e também pelo fato de as pessoas jogarem alimentos para elas”, afirmou Vera Brites.</p>
<p><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/05/Arte-Cágados1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-197477" title="" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/05/Arte-Cágados1.jpg" alt="" width="600" height="266" /></a></p>
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		<title>Mega-Sena acumula mais uma vez e próximo sorteio deve pagar R$ 24 milhões</title>
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		<pubDate>Sun, 19 May 2013 01:43:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Da Redação</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Caixa Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[mega sena]]></category>
		<category><![CDATA[números sorteados]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio acumulado]]></category>
		<category><![CDATA[R$ 24 milhões]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Não foi desta vez que o Brasil ganhou mais um milionário. Ninguém acertou as seis dezenas sorteadas no concurso 1.495 da Mega-Sena, realizado neste sábado em Rio Claro (RJ). Com isso, o prêmio ficou acumulado e, no próximo concurso, na quarta-feira, deve pagar R$ 24 milhões.
Os números sorteados neste sábado foram: 04 &#8211; 13 &#8211;  &#8230; <a onclick="ClickTaleTag('CTContinueLendo')" href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/cidade-e-regiao/mega-sena-acumula-mais-uma-vez-e-proximo-sorteio-deve-pagar-r-24-milhoes/">Continue lendo </a></p><p>O post <a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/cidade-e-regiao/mega-sena-acumula-mais-uma-vez-e-proximo-sorteio-deve-pagar-r-24-milhoes/">Mega-Sena acumula mais uma vez e próximo sorteio deve pagar R$ 24 milhões</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br">Correio de Uberlândia Online</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não foi desta vez que o Brasil ganhou mais um milionário. Ninguém acertou as seis dezenas sorteadas no concurso 1.495 da Mega-Sena, realizado neste sábado em Rio Claro (RJ). Com isso, o prêmio ficou acumulado e, no próximo concurso, na quarta-feira, deve pagar R$ 24 milhões.</p>
<p>Os números sorteados neste sábado foram: <strong>04 &#8211; 13 &#8211; 14 &#8211; 44 &#8211; 49 &#8211; 57.</strong></p>
<p>De acordo com informações da Caixa Econômica Federal, 140 apostas acertaram a Quina e cada uma vai receber R$ 16.899,84. Outras 9.828 apostas acertaram a Quadra e cada uma receberá R$ 343,91.</p>
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		<title>Compulsão por compra é uma doença que atinge seis milhões de brasileiros</title>
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		<pubDate>Sun, 19 May 2013 00:42:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amanda Célio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidade e Região]]></category>
		<category><![CDATA[compulsão por compra]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>A cada Réveillon, a promessa é renovada: comprar menos no próximo ano, economizar algum recurso e, com isso, trocar o carro modelo 98 por um zero km. Mas, ano após ano, o objetivo fica pelo caminho por conta dos inúmeros calçados, roupas e acessórios comprados compulsivamente e que mal cabem nos três guarda-roupas da casa  &#8230; <a onclick="ClickTaleTag('CTContinueLendo')" href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/cidade-e-regiao/compulsao-por-compra-e-uma-doenca-que-atinge-seis-milhoes-de-brasileiros/">Continue lendo </a></p><p>O post <a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/cidade-e-regiao/compulsao-por-compra-e-uma-doenca-que-atinge-seis-milhoes-de-brasileiros/">Compulsão por compra é uma doença que atinge seis milhões de brasileiros</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br">Correio de Uberlândia Online</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_197420" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/05/delegada.jpg"><img class="size-full wp-image-197420 " title="Rede Globo/Divulgação" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/05/delegada.jpg" alt="" width="300" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Personagem vivida por Giovanna Antonelli na novela Salve Jorge sofre de oneomania</p></div>
<p>A cada Réveillon, a promessa é renovada: comprar menos no próximo ano, economizar algum recurso e, com isso, trocar o carro modelo 98 por um zero km. Mas, ano após ano, o objetivo fica pelo caminho por conta dos inúmeros calçados, roupas e acessórios comprados compulsivamente e que mal cabem nos três guarda-roupas da casa de uma mulher de 43 anos, que não quer ser identificada.</p>
<p>A contadora, que já chegou a acumular mais de 50 pares de botas &#8211; vários deles nunca foram usados. “Tento sempre me comprometer a gastar menos, principalmente quando um novo ano vai entrar, mas fico só na promessa. Adoro comprar roupas, sapatos e acessórios para mim, para meu marido e meus filhos, e sempre dou um jeito de pagar depois”, disse.</p>
<p>Um dos guarda-roupas de seis portas, conta ela, é utilizado apenas para colocar roupas de inverno. Ela não faz ideia de quantas peças possui. “Minhas sobrinhas, cunhadas e primas sempre se beneficiam por conta do meu excesso. Acabo dando para elas várias peças de roupas e sapatos que nunca foram usadas”, disse.</p>
<p>A situação relatada não é exclusividade da contadora. Ela faz parte de um grupo que representa 3% da população brasileira, ou seja, 5,7 milhões de pessoas, que sofrem de um distúrbio chamado oneomania.</p>
<p>A doença é um transtorno psiquiátrico marcado pela vontade excessiva de comprar, conforme foi retratado na novela “Salve Jorge”, da TV Globo, pela a atriz Giovanna Antonelli, que teve seu último capítulo reprisado neste sábado (18). Sua personagem, a delegada Helô, passa por problemas pessoais em casa, tem um trabalho estressante e, usa como a válvula de escape, o shopping e as lojas.</p>
<p>Na trama, Helô, sempre chega em casa com uma sacolinha e até esconde as compras em armários ou embaixo da cama, para nem olhar as mercadorias. Esses sintomas são sinais de compradores excessivos, segundo a psicóloga Adriana Silvestre. “A maioria das pessoas que sofrem desse distúrbio compra por impulso e depois se arrepende. É um transtorno que vem para suprir um vazio interior da pessoa”, disse a psicóloga.</p>
<p>A contadora, que já procurou tratamento médico, disse que não consegue parar de comprar. Sempre gasta mais que seu salário e tem que pedir ajuda para o marido. “Eu gasto mais do que posso e acabo me endividando, principalmente com o cartão de crédito”, afirmou.</p>
<div id="attachment_197421" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/05/adriana.jpg"><img class="size-full wp-image-197421" title="Marcos Ribeiro" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/05/adriana.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Adriana Silvestre alerta para o sentimento de culpa após compras</p></div>
<p><strong>Transtorno é aceito socialmente</strong></p>
<p>De acordo com a psicóloga Adriana Silvestre, o distúrbio da oneomania é um problema social. “Se você está triste ou ansiosa e pergunta para uma amiga o que você deve fazer para amenizar o problema, certamente ela vai te responder: Vai fazer compras, que passa. Essa é uma reação normal e imperceptível, que faz parte do comportamento humano, porém, dar esse conselho para um comprador excessivo gera sofrimento, pois depois da compra vem o sentimento de culpa: por que comprei? Nem preciso desse item, nem combina comigo e, normalmente a compra é descartada e pode até se tornar um presente para um amigo ou outra pessoa”, disse.</p>
<p>Outro fator que contribui para o transtorno são as promoções. Elas são alvos certos do oneomaníacos, que normalmente ficam sem o controle sobre a situação quando veem uma placa indicando descontos nas mercadorias. Eles perdem várias horas dentro de lojas e deixam até compromissos importantes de lado para adquirir produtos que nem precisam. “Esses consumidores podem gastar sem controle, principalmente se forem bem atendidos pelos vendedores e, às vezes, nem têm dinheiro para quitar as compras”, afirmou a psicóloga.</p>
<p><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/05/arteconsumo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-197424" title="" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/05/arteconsumo.jpg" alt="" width="600" height="631" /></a></p>
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		<title>Crianças do bairro São Jorge brincam durante evento neste sábado</title>
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		<pubDate>Sat, 18 May 2013 17:05:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João P. Feliciano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidade e Região]]></category>
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		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[são jorge]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O estudante do 6º ano do ensino fundamental Eduardo Matheus Alves Moreira, de 10 anos, é uma das cerca de 500 crianças que participaram da primeira edição do “Brincando e Educando no Bairro” neste sábado (18), no bairro São Jorge, zona norte de Uberlândia. O evento é uma iniciativa da Fundação Uberlandense de Turismo, Esporte  &#8230; <a onclick="ClickTaleTag('CTContinueLendo')" href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/cidade-e-regiao/criancas-do-bairro-sao-jorge-brincam-durante-evento-neste-sabado/">Continue lendo </a></p><p>O post <a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/cidade-e-regiao/criancas-do-bairro-sao-jorge-brincam-durante-evento-neste-sabado/">Crianças do bairro São Jorge brincam durante evento neste sábado</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br">Correio de Uberlândia Online</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_197375" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/05/gin1.jpg"><img class="size-full wp-image-197375" title="Marcos Ribeiro" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/05/gin1.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Bambolês marcaram uma das atrações para as crianças no bairro São Jorge durante o evento “Brincando e Educando no Bairro”</p></div>
<p>O estudante do 6º ano do ensino fundamental Eduardo Matheus Alves Moreira, de 10 anos, é uma das cerca de 500 crianças que participaram da primeira edição do “Brincando e Educando no Bairro” neste sábado (18), no bairro São Jorge, zona norte de Uberlândia. O evento é uma iniciativa da Fundação Uberlandense de Turismo, Esporte e Lazer (Futel) e pretende proporcionar recreação e lazer aos moradores de bairros de periferia.</p>
<p>Para o estudante de 10 anos, que tem dois irmãos, o evento foi divertido por promover o contato com outras crianças. “Durante a semana eu brinco de bola em casa, mas mais sozinho”, disse o garoto após explicar sua estratégia para ser vencedor em uma das baterias da corrida de saco, uma das brincadeiras que tomou parte da avenida Serra do Espinhaço no sábado. Amarelinha, bambolê, damas, vôlei e futebol também fizeram parte das atividades do evento.</p>
<p>Outra criança que se divertiu durante o primeiro “Brincando e Educando no Bairro” foi a estudante do 1º ano do ensino fundamental Dara da Silva Rocha, de 6 anos. Segundo a menina, algumas brincadeiras foram novidade, como o jogo de pebolim. Contudo, ela disse não se arriscar na brincadeira, pois o bambolê foi o grande companheiro. Para a mãe de Dara Rocha, a dona de casa Divânia Cândido da Rocha, o evento atendeu à carência da população do bairro por lazer e contou com segurança. “Aqui a gente não tem uma praça direito para se divertir”, afirmou.</p>
<p>De acordo com o diretor geral da Futel, Zezinho Mendonça, o evento será realizado no penúltimo sábado de cada mês em outros bairros ao longo do ano. As famílias do Morumbi são as próximas contempladas com o projeto, no dia 22 de junho. “Ver a alegria no rosto das crianças e proporcionar algo a mais para elas é gratificante”, disse.</p>
<p><a title="“Brincando e Educando no Bairro” " href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/fotos/?wid=1468&amp;wpage=1">veja galeria de fotos da primeira edição do “Brincando e Educando no Bairro”</a></p>
<p>O post <a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/cidade-e-regiao/criancas-do-bairro-sao-jorge-brincam-durante-evento-neste-sabado/">Crianças do bairro São Jorge brincam durante evento neste sábado</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br">Correio de Uberlândia Online</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Feirão da Casa Própria fecha 1º dia com R$ 94,7 mi em negócios</title>
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		<pubDate>Sat, 18 May 2013 14:27:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Layla Tavares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidade e Região]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[casa própria]]></category>
		<category><![CDATA[feirão]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Aberto nesta secta-feira (17), o 9º Feirão Caixa da Casa Própria em Uberlândia contou com a presença de 4.378 visitantes, e os 857 negócios fechados ou encaminhados no primeiro dia somaram R$ 94.737.080. Durante o feirão, que acontece até amanhã no Center Convention, serão oferecidos mais de 13,6 mil imóveis com valores de R$ 70  &#8230; <a onclick="ClickTaleTag('CTContinueLendo')" href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/cidade-e-regiao/feirao-da-casa-propria-fecha-1o-dia-com-r-947-mi-em-negocios/">Continue lendo </a></p><p>O post <a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/cidade-e-regiao/feirao-da-casa-propria-fecha-1o-dia-com-r-947-mi-em-negocios/">Feirão da Casa Própria fecha 1º dia com R$ 94,7 mi em negócios</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br">Correio de Uberlândia Online</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_197336" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/05/feirao11.jpg"><img class="size-full wp-image-197336" title="Cleiton Borges" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/05/feirao11.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Visitantes foram ontem ao Feirão realizado em Uberlândia em busca de um imóvel para comprar</p></div>
<p>Aberto nesta secta-feira (17), o 9º Feirão Caixa da Casa Própria em Uberlândia contou com a presença de 4.378 visitantes, e os 857 negócios fechados ou encaminhados no primeiro dia somaram R$ 94.737.080. Durante o feirão, que acontece até amanhã no Center Convention, serão oferecidos mais de 13,6 mil imóveis com valores de R$ 70 mil a R$ 700 mil.</p>
<p>Segundo o superintendente regional da Caixa, José Geraldo Sales, o feirão é uma oportunidade para que as pessoas consigam encontrar o imóvel que procuram com mais facilidade. “Aqui, reunimos em um único ambiente todos os atores da construção civil. Além da Caixa, que financia, temos as construtoras, as imobiliárias e, agora, também as empresas que vendem os móveis e os eletrodomésticos”, disse. Na edição deste ano, o feirão conta com 16 construtoras e 14 imobiliárias.</p>
<p>Para o vice-presidente de Atendimento, Distribuição e Negócios da Caixa, José Henrique Marques, com as taxas de juros reduzidas, a possibilidade de financiamento dos móveis e a amortização das prestações, ficou mais fácil comprar a casa própria. “Acho que hoje só fica no aluguel quem quer. É possível financiar 100% o imóvel, usar o Fundo de Garantia no negócio e quem comprar durante o feirão vai começar a pagar apenas em janeiro do ano que vem”, afirmou Marques.</p>
<p>A expectativa da Caixa é que, neste ano, as negociações somem R$ 330 milhões, superando os R$ 313,7 milhões movimentados no evento em 2012. Geovane Peixoto da Silva, proprietário de uma imobiliária e expositor no feirão, disse que espera comercializar pelo menos 20% a mais do que no ano passado. “Vendemos 40 imóveis no feirão de 2012. Este ano queremos vender mais”, disse ele, que conta com 16 corretores.</p>
<div id="attachment_197337" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/05/feirao22.jpg"><img class="size-full wp-image-197337" title="Cleiton Borges" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/05/feirao22.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Geovane Peixoto da Silva espera vender 20% a mais neste ano</p></div>
<h3>Visitantes buscam imóvel financiado</h3>
<p>A possibilidade de encontrar uma casa para viver com o casal de filhos, de 6 e 10 anos, fez com que a atendente de telemarketing Sandra Souza Carneiro esperasse quase três horas na fila para entrar no 9º Feirão Caixa da Casa Própria, que começou ontem em Uberlândia. Ela foi a primeira a chegar e pretendia conseguir melhores condições de financiamento.</p>
<p>“Fiz uma simulação (de compra) há algum tempo, mas a entrada era muito alta e ficava inviável. Resolvi vir ao feirão para tentar uma condição mais acessível. Quero um imóvel que eu consiga financiar pelo Minha Casa Minha Vida”, disse.</p>
<p>Já os noivos Alexandre Pereira, administrador, e Tatiana Garcia, enfermeira, procuravam, no Feirão, um apartamento de até R$ 250 mil. “Estamos estudando as condições de financiamento. Pensamos em um apartamento de três quartos que fique em uma região mais centralizada, como no bairro Martins”, afirmou Pereira.</p>
<p><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/05/arte-feirao1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-197338" title="" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/05/arte-feirao1.jpg" alt="" width="600" height="1190" /></a></p>
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		<title>Número de bolsas de auxílio na UFU aumenta 165% em quatro anos</title>
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		<pubDate>Sat, 18 May 2013 13:30:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Boente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidade e Região]]></category>
		<category><![CDATA[bolsas]]></category>
		<category><![CDATA[instituição]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>O número de bolsas de assistência estudantil oferecidas aos alunos na Universidade Federal de Uberlândia (UFU) aumentou 165% em quatro anos. O crescimento, em percentual, é superior à elevação da quantidade de estudantes existentes nos sete campi instalados em Uberlândia e região (Santa Mônica, Umuarama, Educação Física, Glória, Pontal, Monte Carmelo e Patos de Minas),  &#8230; <a onclick="ClickTaleTag('CTContinueLendo')" href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/cidade-e-regiao/numero-de-bolsas-de-auxilio-na-ufu-aumenta-165-em-quatro-anos/">Continue lendo </a></p><p>O post <a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/cidade-e-regiao/numero-de-bolsas-de-auxilio-na-ufu-aumenta-165-em-quatro-anos/">Número de bolsas de auxílio na UFU aumenta 165% em quatro anos</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br">Correio de Uberlândia Online</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_197328" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/05/heldson1.jpg"><img class="size-full wp-image-197328" title="Marcos Ribeiro" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/05/heldson1.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Heldson da Silva foi beneficiado com bolsas para alimentação e transporte e pôde se manter na UFU</p></div>
<p>O número de bolsas de assistência estudantil oferecidas aos alunos na Universidade Federal de Uberlândia (UFU) aumentou 165% em quatro anos. O crescimento, em percentual, é superior à elevação da quantidade de estudantes existentes nos sete campi instalados em Uberlândia e região (Santa Mônica, Umuarama, Educação Física, Glória, Pontal, Monte Carmelo e Patos de Minas), que foi de 53% neste período.</p>
<p>Dados da Divisão de Assistência ao Estudante (Diase) da instituição revelam que, em 2009, 2.178 auxílios a discentes foram concedidos e, em 2013, até abril, o total chegou a 5.779 auxílios, com elevação gradativa ao longo destes anos (veja mais na arte nesta página). São subsídios fornecidos nas áreas de alimentação, moradia e transporte urbano e intermunicipal, que visam impedir a evasão dos alunos dos cursos.</p>
<p>Já o total de alunos na instituição, que há quatro anos, era de 13.327 graduandos, em 2013, deverá alcançar os 20,5 mil, conforme levantamento preliminar da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd-UFU).</p>
<p>Dessa forma, a representatividade dos bolsistas perante o número de discentes mostrou evolução desde aquela época, saindo de 16,3% do total de matriculados anteriormente para 28% atualmente. Para o reitor da UFU, Elmiro Santos Resende, esse panorama de crescimento está pautado pela política mantida pelo governo federal com a universidade em tentar, por meio da Diase, atender a todos os alunos com condição socioeconômica precária.</p>
<p>“Agora, com a implantação das cotas, mais pessoas nessas condições irão ingressar. Por isso, vamos providenciar um estudo para saber qual a proporção ideal de bolsas em relação ao total de alunos”, afirmou o reitor. Situação que, no intuito de impedir o abandono dos estudos, já estava prevista pela gestão passada da instituição, ainda na época da discussão da implantação ou não do sistema de cotas de forma integral. Àquele momento, a universidade já havia pleiteado mais recursos para bolsas ao Ministério da Educação (MEC) antecipadamente.</p>
<h3>Apoio diminui a evasão universitária</h3>
<p>As bolsas de assistência estudantil distribuídas pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU) têm cumprido o papel de diminuir a saída dos alunos dos cursos. Em dezembro de 2012, reportagem do CORREIO de Uberlândia mostrou que o índice de evasão dos discentes da graduação caiu de 10% para 6,6% do total de matriculados entre 2010 e 2011, último período calculado.</p>
<p>O estudante do 7º período de Ciências da Computação Heldson Luiz da Silva é um dos que ajudaram a melhorar a estatística ao não deixar o curso por ter conseguido o auxílio para alimentação e transporte. “Na época, entre 2009 e 2010, meus pais estavam desempregados e essas bolsas foram imprescindíveis, já que, sem elas, eu não conseguiria me manter no curso integral, pois teria que ir trabalhar”, disse. No entanto, lembra Silva, devido à burocracia, ele teve que tentar a assistência duas vezes antes de conseguir.</p>
<h3>Instituição tem 4 tipos de assistência</h3>
<p>Existem quatro tipos de bolsas disponibilizadas mensalmente aos alunos da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). A alimentação, em Uberlândia, garante refeições gratuitas no Restaurante Universitário e, fora da cidade, beneficia os estudantes com tíquetes que vão de R$ 180 a R$ 250. Com o auxílio moradia, o estudante recebe um valor de R$ 300 para se manter na cidade.</p>
<p>E as duas assistências restantes são relativas ao transporte. O urbano garante R$ 50 em passes de ônibus para os alunos de Uberlândia, R$ 50 para os de Patos de Minas (MG) e R$ 60 para os de Ituiutaba (MG). E o intermunicipal tem valor entre R$ 90 e R$ 170, dependendo da distância do município origem do discente em relação ao campus de estudo.</p>
<h3>Ministério cria programa permanente</h3>
<p>O Ministério da Educação (MEC) publicou, no “Diário Oficial da União” da última segunda-feira (13), a portaria que cria o Programa Nacional de Bolsa Permanência. Trata-se de um auxílio financeiro voltado para estudantes das universidades federais em situação de vulnerabilidade socioeconômica. A bolsa é de R$ 400 por mês para os alunos de baixa renda e, no caso de indígenas e quilombolas, o valor deve chegar a R$ 900 mensais.</p>
<p>As universidades federais do país já estão aptas a começar a triagem de interessados. Os alunos precisam entregar a declaração do Imposto de Renda e comprovantes de rendimentos. Indígenas e quilombolas precisam de declarações da Fundação Nacional do Índio (Funai) e da Fundação Cultural Palmares, respectivamente.</p>
<p><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/05/arte-bolsas1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-197329" title="" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/05/arte-bolsas1.jpg" alt="" width="600" height="957" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/cidade-e-regiao/numero-de-bolsas-de-auxilio-na-ufu-aumenta-165-em-quatro-anos/">Número de bolsas de auxílio na UFU aumenta 165% em quatro anos</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br">Correio de Uberlândia Online</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Homem é baleado no rosto e na coxa, em discussão, no bairro Tubalina</title>
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		<pubDate>Sat, 18 May 2013 12:06:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Da Redação</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ferido]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Na madrugada de sábado, por volta das 4h40 um homem efetuou dois disparos de arma de fogo depois de discussão no bairro Tubalina, zona sul de Uberlândia.
De acordo com a Polícia Militar (PM) dois homens iniciaram uma discussão na rua Real Grandeza. Um deles sacou a arma e disparou contra o outro, identificado pela PM  &#8230; <a onclick="ClickTaleTag('CTContinueLendo')" href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/cidade-e-regiao/tentativa-de-homicidio-na-madrugada-de-sabado-no-bairro-tubalina-zona-sul/">Continue lendo </a></p><p>O post <a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/cidade-e-regiao/tentativa-de-homicidio-na-madrugada-de-sabado-no-bairro-tubalina-zona-sul/">Homem é baleado no rosto e na coxa, em discussão, no bairro Tubalina</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br">Correio de Uberlândia Online</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na madrugada de sábado, por volta das 4h40 um homem efetuou dois disparos de arma de fogo depois de discussão no bairro Tubalina, zona sul de Uberlândia.</p>
<p>De acordo com a Polícia Militar (PM) dois homens iniciaram uma discussão na rua Real Grandeza. Um deles sacou a arma e disparou contra o outro, identificado pela PM como Edicarlos de Jesus Silva, que foi ferido no rosto e na coxa.</p>
<p>A vítima foi encaminhada ao Pronto Socorro do Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) sem risco de morte e o estado de saúde atual é estável, segundo a assessoria de comunicação do Hospital.</p>
<p>O autor do crime não foi identificado e o caso será investigado.</p>
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