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	<title>Correio de Uberlândia Online &#187; Conexão Correio</title>
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		<title>A chave: uma breve história de amor</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Jun 2011 22:57:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Internauta CORREIO</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conexão Correio]]></category>
		<category><![CDATA[dia dos namorados]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Estávamos almoçando, isso na casa de meus pais, a campainha tocou&#8230;. não, bateram palmas&#8230;.. Era a nova secretária, ela veio buscar a chave do escritório, que ficava em frente. Calça branca, blusinha “tomara que caia” , quando a vi senti uma tremenda pontada em meu estomago, “pontada na boca do estomago”, é bem mineiro, mas  &#8230; <a onclick="ClickTaleTag('CTContinueLendo')" href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/conexao-correio/a-chave-uma-breve-historia-de-amor/">Continue lendo </a></p><p>O post <a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/conexao-correio/a-chave-uma-breve-historia-de-amor/">A chave: uma breve história de amor</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br">Correio de Uberlândia Online</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2011/06/JM.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-34777" title="Divulgação" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2011/06/JM-199x300.jpg" alt="" width="199" height="300" /></a>Estávamos almoçando, isso na casa de meus pais, a campainha tocou&#8230;. não, bateram palmas&#8230;.. Era a nova secretária, ela veio buscar a chave do escritório, que ficava em frente. Calça branca, blusinha “tomara que caia” , quando a vi senti uma tremenda pontada em meu estomago, “pontada na boca do estomago”, é bem mineiro, mas foi isso mesmo o que aconteceu. Primeiro a paquera, o trabalho, os desencontros, os namoros com outros &#8211; ela – e outras – eu. Se passaram 4 anos. O que é o amor&#8230;. Num simples convite para um “churrasquinho”, na primeira vez&#8230;. uma gravidez&#8230;. O problema recai diretamente sobre a chave&#8230;. se não fosse ela, a chave&#8230; nada disso teria acontecido&#8230;.</p>
<p>Agora, depois do incidente do bebê, desentendimentos para valer, fugas, desencontros, irresponsabilidade&#8230; tudo capricho do amor, e é claro, da chave. A chave que abre, a chave que fecha, que esconde, que tranca, que destranca, a chave que socorre, que corre e que some&#8230;.. o amor pode sim ser obra de uma chave. Veio Juliano, veio Maria Laura e veio Ana Carolina, o que deveria se fechar abriu&#8230;. Uma fábrica de crianças lindas&#8230;. já viram filho da gente ser feio?</p>
<p>Vejam só a importância da chave na vida da gente. Agora, hoje, chave do carro, da moto, chave do portão, da sala, da cozinha, do cadeado e da janela, chave do escritório, da fábrica, do estoque e do caixa, nem sei onde guardo tudo isso&#8230;. mas o que importa mesmo para a secretária, aquela, é que ela tem a CHAVE DO MEU CORAÇÃO&#8230;.</p>
<p>Oswaldo e Luciení, Juliano, Maria e Ana ( a Laura e Carol ) .</p>
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		<title>Uma história de amor</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Jun 2011 22:53:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Internauta CORREIO</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conexão Correio]]></category>
		<category><![CDATA[dia dos namorados]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Bom&#8230; Tudo começou quando eu cursava o 1º ano do segundo grau em uma escola estadual. Era um ano como qualquer outro&#8230;
Bem,eu achava que seria!Eu chegava todas as manhãs e me sentava a frente de toda aquela bagunça,na época eu ainda conseguia estudar.
Como um dia qualquer cheguei e me sentei,derepente do nada,uma garota que sentava  &#8230; <a onclick="ClickTaleTag('CTContinueLendo')" href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/conexao-correio/uma-historia-de-amor/">Continue lendo </a></p><p>O post <a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/conexao-correio/uma-historia-de-amor/">Uma história de amor</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br">Correio de Uberlândia Online</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bom&#8230; Tudo começou quando eu cursava o 1º ano do segundo grau em uma escola estadual. Era um ano como qualquer outro&#8230;</p>
<p>Bem,eu achava que seria!Eu chegava todas as manhãs e me sentava a frente de toda aquela bagunça,na época eu ainda conseguia estudar.</p>
<p>Como um dia qualquer cheguei e me sentei,derepente do nada,uma garota que sentava mais ao fundo da sala veio falar comigo,ela nunca havia falado comigo, e eu achava que nem teria motivos para começar naquele dia&#8230;</p>
<p>Como quem não queria nada,foi chegando e tomou conta do meu coração,eu não queria sentir aquilo,mas era mais forte do que eu,nos apaixonamos e estavamos vivendo um lindo e grande amor&#8230;Proibido!Cada dia aumentava mais,eu nem entendia de onde vinha toda aquela loucura,todo aquele sentimento,foram 2 anos até que os pais dela descobrissem,e ela sempre me falava como era a crença e a ignorancia da familia dela.</p>
<p>Mas não era por isso que nós iriamos renúnciar ao nosso sentimento,estavamos cada vez mais interligadas e apaixonadas.<br />
Como sabiamos que um dia aconteceria,a bomba estourou,os pais dela ficaram sabendo.Foi um verdadeiro inferno,tivemos que nos esconder,quase não nos viamos,tentamos até fugir,na verdade fugimos,mas devido as circunstâncias não conseguimos nos esconder por muito tempo,tivemos que voltar.Os pais dela chegaram a me fazer ameaças,e nós duas sabiamos que não era brincadeira.</p>
<p>Estava tudo tão dificil,estamos sofrendo,tinhamos que nos encontrar escondidas,sempre olhando para traz pra ter certeza de que não estavamos sendo seguidas,não tinhamos paz.Devido a isso isso nós fomos deixando que a vontade deles se fizesse,quase não tinhamos mais forças pra lutar, mas permanecemos juntas,entre momentos bom e ruins ficamos por muito tempo.</p>
<p>Por: Barbara Canedo</p>
<p>O circulo estava se fechando,já estamos nós desentendendo por tamanha complicação,por falta de paz, por não poder viver o que sempre sonhamos.Mesmo assim,ficamos por mais de 4 anos juntas,entre idas e voltas,mas sempre com aquele amor que juramos eternizar.</p>
<p>Hoje faz apenas alguns meses que já não estamos juntas,mas mesmo longe sei que um dia nós poderemos finalmente viver o que sempre sonhamos,e mesmo não a tendo ao meu lado hoje nesse dia dos namorados mandarei flores,e em todos os anos isso farei,até o dia em que finalmente eu possa construir ao lado dela todo o nosso futuro desejado! Feliz dia dos namorados a todos!</p>
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		<title>Tudo começou na internet</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Jun 2011 22:46:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Internauta CORREIO</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conexão Correio]]></category>
		<category><![CDATA[dia dos namorados]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Por: Leandro Luiz Rosa Pajuaba
A história começa em meados do ano de 2003, não me lembro o mês, estava navegando na internet em casa, no bate papo da UOL. Nisto, começei a conversar com a pessoa de nome Cláudia, aqui na cidade de Uberlândia.
Aí conversa vai, conversa vem, e ela me perguntou qual era minha  &#8230; <a onclick="ClickTaleTag('CTContinueLendo')" href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/conexao-correio/tudo-comecou-na-internet/">Continue lendo </a></p><p>O post <a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/conexao-correio/tudo-comecou-na-internet/">Tudo começou na internet</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br">Correio de Uberlândia Online</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por: Leandro Luiz Rosa Pajuaba</p>
<p>A história começa em meados do ano de 2003, não me lembro o mês, estava navegando na internet em casa, no bate papo da UOL. Nisto, começei a conversar com a pessoa de nome Cláudia, aqui na cidade de Uberlândia.</p>
<p>Aí conversa vai, conversa vem, e ela me perguntou qual era minha idade, nome, signo e o que eu fazia da vida.</p>
<p>Falei que eu era do signo de aquário e ela me disse que era signo de peixes, e se o peixe poderia entrar no meu aquário.</p>
<p>Através disso, trocamos telefones e pegamos os nossos endereços, mas, diante da conversa não disse a ela que eu chamava Leandro, e sim Luiz. Não falei que era Leandro, pois, estava com medo de falar o meu nome de verdade.</p>
<p>Num domingo, dia 10 de abril de 2003, por volta das 17h, fui na casa dela, na cidade jardim, fiz uma surpresa, achei fácil o nome da rua e o número da casa.</p>
<p>Cheguei, e no entanto, os sobrinhos da Cláudia estavam brincando na rua, e foram chamá-la, dizendo que o Leandro estava chamando ela.</p>
<p>Daí ele veio ao meu encontro, com aquele sorriso cativante nos lábios e espantada com a surpresa.</p>
<p>Ela não esperava que eu iria aparecer em sua casa naquele domingo. Aí, no dia seguinte, numa segunda feira, convidei a Cláudia para irmos juntos na faculdade, já que ela cursava turismo e hotelaria e eu direito.</p>
<p>Fomos todos os dias de carro, pegava ela em casa às 18:30 hs, mas nada ainda havia rolado entre nós.</p>
<p>Num belo dia, a noite na faculdade, fui despedir dela, pois eu não tinha mais aula naquela noite, aí dei um beijo nela num canto da boca.</p>
<p>Foi aí que rolou a química entre nos, e depois convidei a Cláudia para namorar.</p>
<p>Ela aceitou, e hoje somos casados há 3 anos, ela está gravida de 2 meses e somos uma família unida e feliz, com a benção de deus.</p>
<p>Então, resumindo conheci a minha esposa Cláudia M. A. Pajuaba pela internet, num bate papo num dia de domingo.</p>
<p>Esta é minha história de como conheci a minha esposa, que eu admiro a cada dia e minuto que passa, ela é um raio de luz em minha vida, luz que me mostra o caminho correto da vida e da felicidade.</p>
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		<title>Fiel Uberlândia arrecada doações para a Campanha SOS Rio e Minas</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Feb 2011 02:11:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Da Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conexão Correio]]></category>
		<category><![CDATA[chuva]]></category>
		<category><![CDATA[fiel]]></category>
		<category><![CDATA[torcida]]></category>
		<category><![CDATA[Vítimas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Faço parte da Fiel Uberlândia que é a Torcida Organizada do Corinthians aqui na cidade e resolvemos arrecadar doações para ajudar as vítimas das chuvas no RJ e Sul de Minas e graças a Deus a campanha foi um sucesso e conseguimos arrecadar uma grande quantidade de doações. Como não tinhamos a logística para enviar  &#8230; <a onclick="ClickTaleTag('CTContinueLendo')" href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/conexao-correio/fiel-uberlandia-arrecada-doacoes-para-a-campanha-sos-rio-e-minas/">Continue lendo </a></p><p>O post <a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/conexao-correio/fiel-uberlandia-arrecada-doacoes-para-a-campanha-sos-rio-e-minas/">Fiel Uberlândia arrecada doações para a Campanha SOS Rio e Minas</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br">Correio de Uberlândia Online</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Faço parte da Fiel Uberlândia que é a Torcida Organizada do Corinthians aqui na cidade e resolvemos arrecadar doações para ajudar as vítimas das chuvas no RJ e Sul de Minas e graças a Deus a campanha foi um sucesso e conseguimos arrecadar uma grande quantidade de doações. Como não tinhamos a logística para enviar as doações aos locais afetados, levamos-as a um dos pontos de coleta(Bretas Supermercados &#8211; João Naves). Ficamos muito felizes em poder ajudar na campanha e mostrar que torcida organizada não pensa só em futebol. Temos o lado social também e quero compartilhar com os leitores do CORREIO.<em>Lurana Glória Guimarães<br />
Departamento Social Fiel Uberlândia</em></h3>
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		<title>Ela diz: adoro você</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Feb 2011 02:05:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Da Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conexão Correio]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[sentimento]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>“Mas esse cara/Tem a língua solta/A minha carta/Ele musicou/ Tava em casa/A vitamina pronta/Ouvi no rádio/A minha carta/De amor&#8230;/” bem ao estilo da música E. C. T de Cássia Eller, uma amiga pediu para que eu divulgasse a seguinte carta que ela escreveu. Tal carinha especial, nas linhas abaixo está uma declaração dos mais complexos  &#8230; <a onclick="ClickTaleTag('CTContinueLendo')" href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/conexao-correio/ela-diz-adoro-voce/">Continue lendo </a></p><p>O post <a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/conexao-correio/ela-diz-adoro-voce/">Ela diz: adoro você</a> apareceu primeiro em <a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br">Correio de Uberlândia Online</a>.</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Mas esse cara/Tem a língua solta/A minha carta/Ele musicou/ Tava em casa/A vitamina pronta/Ouvi no rádio/A minha carta/De amor&#8230;/” bem ao estilo da música E. C. T de Cássia Eller, uma amiga pediu para que eu divulgasse a seguinte carta que ela escreveu. Tal carinha especial, nas linhas abaixo está uma declaração dos mais complexos sentimentos que ela não conseguiu falar pessoalmente.</p>
<p>“Sabe aquela pessoa com quem você sonha enquanto dorme e te faz suspirar acordada?! Então, da maneira mais bizarra que existe, em meio a uma brincadeira inocente e que não era pra ter repercussão alguma, eu encontrei um grande companheiro, aquele com o qual os meus segredos mais obscuros tornam-se transparentes, os meus medos são aguçados e os mais variados sentimentos experimentados.</p>
<p>Sem rótulos, sem pressão e, muito menos, sem explicação alguma. Mas, principalmente, sem rotina, pois ele é do tipo to cara que brinco ter medo de sair para algum programa e amanhecer no Acre no outro dia, já que resolve as coisas de última hora e eu acato as suas loucuras. Sim, parece que ele é o dono do Tico e eu do Teco, pois as idéias e as vontades se misturam (isso quando não são as mesmas), ou seja, puro sinônimo para companheirismo e cumplicidade.</p>
<p>Pensa em uma pessoa que conhece a sua alma, as suas vontades e todas as suas expressões. Assim, tentar fingir uma situação ou ocultar uma verdade é impossível, pois ele sabe ler a mensagem escrita em meu olhar ou no tom da minha voz. Ele mudou muita coisa em mim, principalmente nas minhas atitudes, em que sofri tal metamorfose não simplesmente para querer agradá-lo, mas acho que foi pela maneira como o fez, ele soube ter o seu papel na minha vida e tornar-se fundamental nela. Dou valor nisso.</p>
<p>Parece que não tentando agradá-lo, com o maior medo de fazer a coisa certa e me envolver mais que poderia, eu voltei a ser eu mesma, sem aquela postura de inabalável que destilava e passei a ser uma garota careta novamente. Mais estranho ainda foi que eu gostei disso.</p>
<p>Sempre fui aquele tipo de pessoa que não gostava de dar satisfação, de compartilhar sentimentos, que sofria uma profunda aversão a palavra namoro e que se encantava fácil por alguém, mas que não gostava de verdade. Para quebrar todos os meus paradigmas, além de passarmos a semana juntos durante as manhãs e alguns dias a noite, sempre arrumamos algum programa para o final de semana, desde pequenas coisas até viagens. Não interessa se são situações elaboras ou algo mais simples, tudo é bom simplesmente por estar em sua companhia e só eu sei o quanto sinto sua falta ao voltarmos à realidade, dormir sem seu abraço e acordar sem o seu beijo de bom dia. Fazer o que, se hoje tenho algum vício é ele, minha overdose diária de felicidade.</p>
<p>Com ele aprendi que posso chorar que eu não preciso ser forte vinte e quatro horas. Assim, me ensinou que não existe problema em ser gente, em transparecer os sentimentos, pois não há vergonha nisso. Mas o melhor é saber que por pior que a situação seja ele estará ao meu lado, se eu cair ele me dará à mão e me ajudará a levantar e caso várias lágrimas sejam derramadas outros diversos sorrisos serão provocados por ele para compensar.</p>
<p> Não interessa à hora ou o lugar, nos entendemos e cuidamos um do outro a nossa maneira. Ele desperta uma fera em mim que não permite que nenhum comentário maldoso referente à sua pessoa seja feito, o que faz com que eu me meta em brigas que nem minhas são. Isso tudo por qual motivo mesmo? Ainda não sei, mas acho que pelo simples fato do olhar dele me acalmar, dele provocar um sentimento que nenhuma outra pessoa conseguiu até hoje, por ele me fazer sentir segura em sua companhia ou pelo simples fato de eu ser feliz ao seu lado. E olha que eu nem gostava dele. Pensa em duas pessoas que conviveram diariamente por mais de dois anos e o máximo que falaram um ao outro foi um simples “oi”. Metidos e chatos eram exemplos dos adjetivos atribuídos a ambos, derivados de rótulos, de estereótipos que não remetem a realidade, as simples barreiras imaginárias dos cidadãos. Mas acho que a graça do que vivemos está justamente nisso, porque é algo que ninguém nunca imaginou que poderia acontecer, mas ainda bem que acontece. Uma única palavra descreve toda a situação, surreal.</p>
<p>O beijo, o cheiro e o toque. Tudo é bom, muito bom. As conversas infinitas, pois assunto é o que não falta, a preguiça compartilhada, as dores musculares dos treinos, as piadas e a família dele. Tudo me faz sentir bem, algo natural, não precisa forçar nada. Ele me completa e sua família me diverte, ou seja, sou realmente feliz quando estou entre eles. Sabe aquela sensação acolhedora que provoca um frio na barriga?! Então, com eles me sinto assim. Não sei ao certo a explicação para isso, só tenho a certeza que é um sentimento muito bom.</p>
<p>Ninguém entende a nossa situação, mas não tem problema, pois nem os dois protagonistas dessa história entendem. Todos perguntam o que somos um do outro e falamos que somos amigos. Acima de qualquer coisa, somos ótimos amigos e companheiros como numa vi igual. Então que façamos um acordo, quando eu descobrir o que está acontecendo, qual é a nossa situação eu conto aos outros, mas enquanto isso eu vou vivendo a nossa maneira que está muito bom.</p>
<p>Meu companheiro, meu amigo, um grande amor. A união de todos esses elementos em um único ser. Assim, quem diria que em meio a uma brincadeira de verdade ou conseqüência eu encontraria uns dos maiores companheiros da minha vida, o cara que mais gostei, que realmente gostei&#8230; Se não for o único, pelo qual chego a perder a respiração. Obrigada por me fazer sentir feliz, realizada e especial.<br />
 Adoro você”</p>
<p>As pessoas são engraçadas, para transmitir os sentimentos usam dos mais variados recursos, a fala, a escrita ou a música, por exemplo. No fundo, acho que não interessam os meios, pois o importante é expressar ao outro a importância desse. Assim, seja bizarro, ame, chore, decepcione-se, ria muito, mas nunca tema ser feliz.</p>
<h3><em>Mariana Tannous Dias Batista<br />
Estudante de Jornalismo</em></h3>
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