Cidade e Região

Notícias de interesse geral de Uberlândia e região.

10/07/2012 15:52

Cresce o número de denúncias de crimes contra mulheres em 2012

Nos primeiros seis meses de 2012 foram 76 ligações, contra 59 em todo o ano passado

O número de denúncias de crimes contra mulheres computados no primeiro semestre deste ano já superou os relatos feitos nos 12 meses de 2011. De janeiro a junho de 2012 foram 76 ligações, contra 59 em todo o ano passado. Considerando o mesmo período, o número é quase cinco vezes maior – nos seis primeiros meses de 2011, foram 15 denúncias. Os dados são do Disque Direitos Humanos (0800 031 11 19), canal de denúncia gratuito e sigiloso do Governo de Minas. Em Uberlândia, o número para denunciar agressões é o 181. O denunciante não precisa se identificar.

Dos 76 relatos feitos neste ano, 66 (ou 87%) foram para denunciar o crime de agressão e maus-tratos. O crime de ameaça foi o segundo mais denunciado, com cinco ligações. Apesar do aumento no número de relatos de crimes contra mulheres, a subsecretária de Direitos Humanos, Carmen Rocha, acredita que ainda existe uma subnotificação deste tipo de crime. Ela ressalta que as pessoas estão mais encorajadas para denunciar.

As denúncias são encaminhadas para conselhos e delegacias especializadas. Em alguns casos, dependendo da gravidade e urgência, até mesmo a Polícia Militar pode ser acionada. O serviço funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 22h.

Comentários (2)

Ao enviar suas informações de registro, você indica que concorda com os Termos do serviço e leu e entendeu a Política de Privacidade do site do Correio de Uberlândia. Só serão liberados comentários cujos autores estejam identificados por nome e sobrenomes e que não contenham expressões chulas e/ou palavras de baixo calão.

 

  1. udi disse:10/07/12 16:01

    credo, que foto chocante…

    Responder
  2. Liandra Jordão disse:10/07/12 17:30

    Infelizmente na nossa sociedade onde deveria ter somente pessoas civilizadas, ainda encontramos alguma especie de homens que não saíram das cavernas.
    Enquanto houver impunidade, sempre vai ter este tipo de delito.

    Responder