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Cidade e Região

Juliano Modesto faz acordo e MPT encerra ação civil contra o vereador

O Ministério Público do Trabalho (MPT) em Uberlândia desistiu de prosseguir com uma ação civil pública, ingressada em abril deste ano na Justiça do Trabalho, que pedia a destituição do vereador Juliano Modesto (SDD) do cargo de presidente do Sindicato dos Empregados em Empresas de Segurança e Vigilância de Uberlândia e Região (Sindeesvu).

A promotoria do Trabalho decidiu dar baixa no processo, oficiado no dia 26 de novembro, pois Modesto assinou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) em que se comprometeu em sair voluntariamente do posto sindical. Com a extinção da ação, o vereador também se livrou de pagar uma indenização por dano moral no valor de R$ 443,6 mil.

Juliano Modesto aceitou sair voluntariamento da presidência do sindicato (Foto: Cleiton Borges)

Juliano Modesto aceitou sair voluntariamento da presidência do sindicato (Foto: Cleiton Borges)

A ação civil do MPT foi elaborada pelo procurador Paulo Veloso, na ocasião, quando uma investigação apontou que o vereador teria recebido doação de empresa do ramo de vigilância para o financiamento de sua campanha eleitoral em 2012, ano em que Juliano Modesto já era presidente da entidade sindical. Para o procurador, esse financiamento seria irregular e afrontaria a liberdade sindical ao retirar a isenção e imparcialidade do beneficiado.

O ingresso da ação pelo MPT, que veio a público em maio deste ano, gerou repercussões na época. Um mês depois, o procurador Paulo Veloso divulgou que havia acionado a Polícia Federal (PF) ao ter sofrido ameaças de morte que provavelmente teriam ocorrido devido ao procedimento aberto. Esta situação chegou a provocar a vinda à cidade do procurador-geral do Ministério Público do Trabalho (MPT), Luís Antônio Camargo de Melo.

Uma equipe de procuradores de Belo Horizonte também foi designada para investigar a fundo o caso de Modesto. Com o inquérito da PF finalizado e apontando que Modesto não teria nenhuma relação com as ameaças, fato divulgado pelo CORREIO de Uberlândia em setembro, a equipe formada para investigar o caso dele resolveu optar por um acordo com o vereador.

Já saiu

O vereador Juliano Modesto (SDD) disse ao CORREIO, nesta terça-feira (1), que já efetivou a saída da presidência do Sindicato dos Empregados em Empresas de Segurança e Vigilância de Uberlândia e Região (Sindeesvu). “Assinei o TAC. Percebi que realmente não tem nada a ver eu me manter no cargo sindical, sendo que o que me interessa e é minha responsabilidade é a vereança”, disse.

Modesto continua alegando não haver qualquer má fé ou ilicitude da doação que recebeu da empresa de segurança durante a sua campanha em 2012. Segundo o vereador, como já havia informado anteriormente, ele estava licenciando do sindicato na época e a doação foi legal ao ser totalmente declarada.

Comentários

7 Responses to “Juliano Modesto faz acordo e MPT encerra ação civil contra o vereador”

  1. Se acredita não dever porque assinou o TAC então???? Capaz que o MP tinha prova suficiente para a condenação né senhor Juliano Modesto.
    Parabéns por abandonar a categoria sob o argumento de que vai se dedicar a vereança. Está acabará agora em 2016 e do jeito que vai as repercussões do senhor acho difícil ser reeleito vereador.

  2. O MP queria aparecer encima de um politico iniciantes e passou vergonha. MP honre o salário que eu ajudo pagar para vcs e investiga o Lúcio, Leão, Arnaldo, Attiê………………………..Mexe com os magnatas pare de ser celetistas.

  3. Este foi mais um caso de extrema injustiça e perseguição política.
    O que fizeram em noticiar antes da verificação e julgamento dos fatos foi um ABSURDO.
    Como agora a família e o vereador serão reparados moralmente pelo que foi feito?
    Isto mostrou a fragilidade do sistema e da mídia. Merece Reparação.

  4. João Severino, qual a parte que você não entendeu que não houve provas. Foi uma denuncia falsa que não houve comprovação. Só pode ter problema de interpretação de texto: Leia, quem optou por acordo foi o próprio MPT: “Com o inquérito da PF finalizado e apontando que Modesto não teria nenhuma relação com as ameaças, fato divulgado pelo CORREIO de Uberlândia em setembro, a equipe formada para investigar o caso dele resolveu optar por um acordo com o vereador.”

  5. Conheço a vida do Vigilante Juliano Modesto. E ele nunca abandonou e nem abandonará os Vigilantes. Pelo contrário, o seu licenciamento do cargo de presidente do SINDEESVU estava programado desde o início do mandato.
    O Vereador precisa dedicar ao mandato pra foi por meio dele que foram realizadas diversas conquistas, inclusive referente ao terreno onde está sendo construída a sede definitiva da categoria.
    Parabéns Juliano Modesto pela transparência que sempre foi a marca da sua história, não se deixe abater por aqueles que te invejam.
    Estamos com você!

  6. Daniel Rodrigues, acho que tu não ta lendo a mesma reportagem que é, qual linha fala que o MP não encontrou provas?? Pelo contrário, o próprio Juliano Modesto decidiu sair do cargo voluntariamente temendo ser condenado a indenização e a destituição do cargo, como ele saiu por si própria a ação perdeu o objeto, A promotoria do Trabalho decidiu dar baixa no processo, oficiado no dia 26 de novembro, pois Modesto assinou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) em que se comprometeu em sair voluntariamente do posto sindical.Além disso tem uma outra ação do MP por usar funcionários fantasmas no gabinete, nota-se que com estas denúncias anjo ele não é né??!

  7. Joao Severino, eu colei o trecho em que informa que não houve provas e que foi uma perseguição política. Novamente vou colar o texto.:“Com o inquérito da PF finalizado e apontando que Modesto não teria nenhuma relação com as ameaças, fato divulgado pelo CORREIO de Uberlândia em setembro, a equipe formada para investigar o caso dele resolveu optar por um acordo com o vereador.”
    Mas não vou perder o tempo porque já ví que você é do tipo que finge que não entende e que não vê. Houve uma injustiça com um político iniciante como disse o Lelis acima. Isso poderia ser com qualquer pai de família e acabar com a vida e a familia de uma pessoa. Merece retratação. E que isso volte pra quem fez a denuncia injusta.

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