Paralisação de técnicos e professores afeta serviços da UFU
A greve dos técnico-administrativos da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), deflagrada há dez dias, já afetou outros serviços da instituição. Setores como a assessoria jurídica popular e a central do aluno reduziram ou cancelaram o atendimento ao público esta semana. O número de aulas na universidade também é pequeno, por causa da crescente adesão dos professores à paralisação iniciada há poucos mais de um mês, segundo comando de greve da classe.
No dia 11 deste mês, a reportagem do CORREIO de Uberlândia mostrou que vários serviços da instituição, como o das bibliotecas, haviam sido prejudicados nos campi instalados em Uberlândia, Patos de Minas, Monte Carmelo e Ituiutaba. O Hospital de Clínicas da UFU informou que houve redução em 3% dos 6,6 mil atendimentos ambulatoriais (consulta, medicação, enfermagem e outros) prestados normalmente.
Os coordenadores grevistas dos técnico-administrativos e dos docentes avaliam que, no momento, mais de 50% do efetivo de ambos os grupos já paralisaram por tempo indeterminado. A intenção é que a greve seja mantida até que consigam negociar as respectivas reivindicações com o governo federal. Ainda segundo os coordenadores, levantamentos detalhados sobre a adesão devem ser feitos nos próximos dias.
IFTM
Docentes e técnico-administrativos do Instituto Federal do Triângulo Mineiro (IFTM) aderiram ontem à greve nacional. As aulas foram totalmente interrompidas no campus Uberlândia e, segundo a coordenação grevista, setores essenciais, como protocolo, secretarias e pesquisas, continuarão em funcionamento. Segundo o representante em Uberlândia do Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe), João Rocha, as reivindicações dos servidores do IFTM são as mesmas das dos docentes e técnicos federais.
Parte dos alunos volta para casa
Em meio à adesão crescente à greve nacional, parte dos alunos da Universidade Federal de Uberlândia que não mora na cidade, optou por voltar à cidade natal. É o caso de Isabella Rodrigues, de Araguari, que cursa Biologia e voltou para a casa dos pais para economizar. “Metade da minha sala também fez isso”, disse.
Outros alunos preferiram continuar os estudos por conta própria. Matheus Tizo, também estudante de Biologia, está indo frequentemente ao campus Umuarama para estudar com colegas. “Sou a favor da greve. Quero ser docente e, quando entrar, será bom para mim [se as reivindicações da classe forem aceitas]”, afirmou.
Reivindicações
Professores
Gratificações em 13 níveis remuneratórios
Variação em 5% entre níveis
Piso de R$ 2.329,35 para 20h
Porcentuais de acréscimo relativos à titulação
Técnico-administrativos
Reajuste salarial com piso de 3 salários mínimos
Racionalização dos cargos
Reposicionamentos dos aposentados
Mudança de incentivo à qualificação
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Airton Coelho disse:20/06/12 11:02
Essa turma de marajás, baderneiros e bagunceiros, de novo???
Sra Dilma, chama do Choque e o Gate da nossa milícia de Tiradentes que eles darão um jeito nessa gente rapiginho.
Sra. Dilma não reajuste dos salários desses marajás.
Mande eles olherem para o retrovisor, tá???
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Públio Dezopa Parreira disse:20/06/12 17:42
Como o sr. é capaz de escrever tanta baboseira em tão poucas linhas?
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Pe de pano disse:20/06/12 14:37
Nossa, dá pena dessas pessoas que não sabem da real situação pela qual passam os professores das universidades bem como os técnicos, falam tanta besteira, porque não fazem uma visita em um dos campus, antes de falar asneiras.
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Airton Coelho disse:20/06/12 18:28
Uaí!!!!
Tá ruím???? a porta da sala é serventia da casa!!!
Tá ruím, vasem, pois, o mercado tá cheio de pessoas capacitadas para assumirrem os seus cargos com os mesmos salários, tá!!!
O mercado da construção civil tá precisando de serventes, vão pra lá!!!
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Comentários (4)