Policiais rodoviários federais de Uberlândia aderem à greve
Policiais rodoviários federais começam uma greve da categoria nesta segunda-feira (20). De acordo com a Federação Nacional da Polícia Rodoviária Federal (FenaPRF), parte do país iniciou a paralisação a 0h de hoje, mas em alguns Estados os funcionários devem parar no decorrer desta semana.
Segundo a inspetora Jane Santos os policiais de Uberlândia aderiram à paralisação e serão feitos somente atendimentos de urgência, como acidentes ou interrupções na pista. “Os funcionários vão trabalhar, mas não serão feitas operações nem blitz ou atendimento ao público na parte administrativa, como recurso de multa”, disse.
A presidente do Sindicado dos Policiais Rodoviários de Minas Gerais, Maria Inês Miranda, disse que as principais reivindicações são o aumento do número de efetivos e reconhecimento nível superior para carreira. “Cerca de 800 policiais em todo o estado aderiram à greve, que não tem data para terminar.” É solicitado também o pagamento de adicional noturno e insalubridade e reestruturação da carreira. Segundo Miranda, o Ministério do Planejamento marcou uma reunião na próxima quinta-feira (23) para discutir o assunto. “Se eles entrarem em acordo, voltamos ao trabalho normal”, afirmou.
A federação nacional afirma que a defasagem chega a 4.000 policiais no país.
Estados em greve
Pela lei, os grevistas precisam notificar a Superintendência da PRF e publicar um informe sobre a greve na imprensa, além de aguardar 72 horas antes de iniciar a paralisação. Por isso, São Paulo e Rio Grande do Norte preveem que seus policiais parem apenas na sexta-feira.
O Distrito Federal deve aderir à greve na quinta-feira. Já Maranhão e Paraná devem se juntar ainda esta semana, mas os sindicatos não souberam precisar a data.
Alagoas, Bahia, Minas Gerais, Santa Catarina, Pernambuco, Mato Grosso do Sul e Paraíba estão entre os Estados que começaram a greve nesta segunda-feira. Já o sindicato da categoria do Rio Grande do Sul informou que a paralisação de seus policiais começou na última sexta-feira.
A orientação é que os policiais mantenham ao menos 30% do efetivo policial das rodovias federais, conforme a lei prevê.
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@MarceLLoMarcos disse:20/08/12 18:01
A turma da pesada agradece, e vão fazer a festa.
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Leandro Xhadem disse:20/08/12 19:02
Eles já fazem a festa… Não viajo pouco e a única vez que fui parado pela PRF foi há (sem exagero) 17 (dezessete) anos atrás.
Esse país não prioriza segurança. Esses policiais podem até ter a banda podre, mas tem muito policial comprometido e não faz o que gostaria porque não tem estrutura, não tem condições para fazê-lo, porém, greves como essa só pioriam a nossa situação.
Imaginem 2014.
Brasil, Terra de Alice!
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Leandro Xhadem disse:20/08/12 19:00
Desculpem, mas existe algum atendimento no que se refere à segurança que não seja urgente?
Se sim, gostaria de saber qual…
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Tiago disse:20/08/12 19:52
Então não vai mudar nada. Porque a única coisa que essa PRF faz é atender acidentes. Rodo as Brs do triângulo diariamente e você simplesmente não vê a policia trabalhando. só sai do posto da PRF para atender acidente.
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Rogério J D S disse:20/08/12 21:17
Querem mudar seus salários inicial de 7.500 reais para 18.800,00. Como diz o Boris: esse país é uma vergonha!! Só para multar os caminhoneiros que não ganham a metade deles!!
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ricardo disse:20/08/12 21:37
Com o efetivo que tem, vc queria o quê? Dá uma olhada dentro dos postos (aqueles que não estão fechados) e veja quantos policiais têm. Todos têm o direito de reivindicar melhorias. Quem não corre atrás do que almeja é covarde. Parabéns a PRF e a todos o servidores federais que estão expondo a podridão deste governo Dilma.
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Airton Coelho disse:20/08/12 20:35
Engraçado!!!
Até o ano de 1990 e 1998 as rodovias BR-050 (trecho Uberlândia/Araguari – Div. MG/GO); BR-365 (trecho Uberlândia – Montes Claros) e BR-452 (trecho Uberlândia – Araxá) eram de jurisdição da PRE/PM e não existiam problemas de falta de efetivo policial e viaturas. E, principalmente, bandidos não tinham vez.
Porém, dentro da “gana expansionista” da tal PRF, criada em 1988 na Constituinte, (antes eram apenas uma patrulha do DNER sem poderes de polícia. Portanto, não conta como tempo de polícia), as PM estaduais “dormiram” e deixaram a referida patrulha que já estava extinta pelo Decreto Federal nº 667, se ressuscitarem das cinzas com a benevolência dos senhores Constituintes (via lobby fortíssimo e muito dinh…) transformarem-se em Polícia no Art. 144 juntamente com a PF, num verdadeiro golpe contra a sociedade.
Até aquela ocasião a Segurança Pública nesse país estava sob a responsabilidade das Polícias Estaduais e as FA. As outras duas eram apenas coadjuvantes sem nenhuma expressão. Sendo que a Patrulha Rod. Federal já estava extinta, como já dito acima.
Nesta época a paz reinava nas rodovias da região. Querem uma prova: sugiro a este conceituado jornal que faça uma enquete entre os caminhoneiros e usuários das rodovias federais que eram delegadas à PRE/PM, máxime naquelas acima mencionadas e verão o resultado. Depois iremos debater.
A propósito, sugiro à PRF que, se não estão dando conta de patrulhar as rodovias federais da região – aquelas referidas acima –, passe a jurisdição das mesmas para a PRE/PM em vez de ficarem reclamando.
Sabe por quê??? Porque a nossa PRE/PM tem “café no bule”, ou seja, tem competência, meios logísticos, pessoal suficiente e motivado, mesmo ganhando um salário correspondente apenas a 1/3 daqueles pagos aos marajás da PRF e PF, para enfrentar a bandidagem e prendê-los.
Essa turma da PRF e PF, mesmo já ganhando altos salários ainda quer mais. Acorda sociedade!!!
A vista do exposto, a esses PRF e PF, deixo apenas um simples e respeitoso recadinho e para tal me va-lho de um velho ditado popular, que traz consigo: “Quem não pode com a mandinga, não carrega patuá.”
Ora, se a PRF, em 1990, não tinha competência para assumir as rodovias federais delegadas a PRE/PM naquela oportunidade, porque então se arvoram em buscar para si um trabalho que não tinha condições de executar??? Só para jogar para plateia e se alto afirmar como “poliça”.
Em face dessa ganância da PRF por poder, agora, quem está pagando o alto preço da falta de segurança nas rodovias federais é a população.
Tem solução em curto prazo??? Claro que sim!!! É só devolver a jurisdição da maior parte das rodovias federais para as PRE/PM, como era feito antes da Constituinte da de 1988.
Sociedade reflita. Mas reflita, mesmo!!! Com o salário de um PRF e PF se paga 03 (três) policiais estaduais, inclusive com curso superior, para se fazer o mesmo trabalho dessa gente.
Acorda sociedade. Quem avisa amigo é. Depois não venha dizer de que não avisei.
Olha!!! Que este signatário sabe perfeitamente daquilo que está aqui escrevendo e sugerindo. -
Antonio Augusto dos Santos disse:20/08/12 20:52
Isso mesmo gente! Tem que entrar em greve mesmo…(Salário inicial em torno de R$ 7.000,00). Vamos parar o País… Policial Rodoviário Federal ganha pouco mesmo.Isso é Brasil…Isso é “PT”…
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Airton Coelho disse:21/08/12 11:03
KKKKKKKKK
Desde quando salário de R$7.000,00 é pouco???
Nossos heróis policiais estaduais ganham menos da metade desse valor e nem por isso deixam a população sem segurança.
Sociedade: pra que manter essas duas parasitas – PRF e PF – com salários de marajás, se a nossa polícia estadual pode fazer o mesmo trabalho por muito menos e com competência???
Para tal basta apenas os nossos parlamentares aprovarem uma PEC, extinguindo as duas, e em seguida transferindo a jurisdição das mesmas para as polícias estaduais.
Alguns serviços que hoje a PF desempenha, como por exemplo: emissão e fiscalização de passaportes em aeroportos e bagagem em RX, além de outros podem ser tercerizados.
E as investigações pelas polícias estaduais.
Portanto, pra que essa estrutura monstruosa para nada. Manter essa gente é dinheiro jogado fora. Acorda sociedade!!!
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Gabiroba disse:20/08/12 21:14
“Com a greve, policiais só vão atender casos de urgência, como acidentes”. Ué, e eles servem pra alguma coisa além disso? Não fazem praticamente nada, ninguém os vê nas rodovias, a não ser indo a certo posto perto de UDI na 365 pra almoçar de graça…
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Bel. Sebastião Alves de Araújo disse:20/08/12 22:04
POLÍCIA – No passado era uma profissão bonita, respeitada, cheia de adrenalina e emoção! Hoje muito desgastada por ter no seu seio inúmeros policiais envolvidos na prática dos mais diversos crimes, principalmente no de extorsão. O policial honesto se vê acuado, triste e desanimado, e o pior, chateado por se ver obrigado a ter que desaconselhar os seus filhos a não seguir a sua profissão!
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Bel. Sebastião Alves de Araújo disse:21/08/12 8:29
Digo: Ter que aconselhar os seus filhos…
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Locumelo disse:21/08/12 6:42
Ilario, acredito que lá muitos não merecem o salario que possuem, ate mesmo porque estou cansado de ver todos os dias pessoas muito mais competente que adorariam ter os salarios da PRF.
Cada nação possui o governo que merece ,… fato !!!
Enquanto isso muitos morrem de fome, não falta de vontade de estudar, trabalhar, acrescentar,… é oportunidade (Quem indica, networking) se dá melhor.
A UFU tem processos fraudulentos ,… Imaginem a PRF ???
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Airton Coelho disse:21/08/12 9:18
Engraçado!!!
Até o ano de 1990 e 1998 as rodovias BR-050 (trecho Uberlândia/Araguari – Div. MG/GO); BR-365 (trecho Uberlândia – Montes Claros) e BR-452 (trecho Uberlândia – Araxá) eram de jurisdição da PRE/PM e não existiam problemas de falta de efetivo policial e viaturas. E, principalmente, bandidos não tinham vez.
Porém, dentro da “gana expansionista” da tal PRF, criada em 1988 na Constituinte, (antes eram apenas uma patrulha do DNER sem poderes de polícia. Portanto, não conta como tempo de polícia), as PM estaduais “dormiram” e deixaram a referida patrulha que já estava extinta pelo Decreto Federal nº 667, se ressuscitarem das cinzas com a benevolência dos senhores Constituintes (via lobby fortíssimo) transformarem-se em Polícia no Art. 144 juntamente com a PF, num verdadeiro golpe contra a sociedade.
Até aquela ocasião a Segurança Pública nesse país estava sob a responsabilidade das Polícias Estaduais e as FA. As outras duas eram apenas coadjuvantes sem nenhuma expressão. Sendo que a Patrulha Rod. Federal já estava extinta, como já dito acima.
Nesta época a paz reinava nas rodovias da região. Querem uma prova: sugiro a este conceituado jornal que faça uma enquete entre os caminhoneiros e usuários das rodovias federais que eram delegadas à PRE/PM, máxime naquelas acima mencionadas e verão o resultado. Depois iremos debater.
A propósito, sugiro à PRF que, se não estão dando conta de patrulhar as rodovias federais da região – aquelas referidas acima –, passe a jurisdição das mesmas para a PRE/PM em vez de ficarem reclamando.
Sabe por quê??? Porque a nossa PRE/PM tem “café no bule”, ou seja, tem competência, meios logísticos, pessoal suficiente e motivado, mesmo ganhando um salário correspondente apenas a 1/3 daqueles pagos aos marajás da PRF e PF, para enfrentar a bandidagem e prendê-los.
Essa turma da PRF e PF, mesmo já ganhando altos salários ainda quer mais. Acorda sociedade!!!
A vista do exposto, a esses PRF e PF, deixo apenas um simples e respeitoso recadinho e para tal me va-lho de um velho ditado popular, que traz consigo: “Quem não pode com a mandinga, não carrega patuá.”
Ora, se a PRF, em 1990, não tinha competência para assumir as rodovias federais delegadas a PRE/PM naquela oportunidade, porque então se arvoram em buscar para si um trabalho que não tinha condições de executar??? Só para jogar para plateia e se alto afirmar como “poliça”.
Em face dessa ganância da PRF por poder, agora, quem está pagando o alto preço da falta de segurança nas rodovias federais é a população.
Tem solução em curto prazo??? Claro que sim!!! É só devolver a jurisdição da maior parte das rodovias federais para as PRE/PM, como era feito antes da Constituinte da de 1988.
Sociedade reflita. Mas reflita, mesmo!!! Com o salário de um PRF e PF se paga 03 (três) policiais estaduais, inclusive com curso superior, para se fazer o mesmo trabalho dessa gente.
Acorda sociedade. Quem avisa amigo é. Depois não venha dizer de que não avisei.
Olha!!! Que este signatário sabe perfeitamente daquilo que está aqui escrevendo e sugerindo.

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