
Homero Santos é um nome que ficará ligado para sempre, pela boa imagem, com grande parte dos uberlandenses e uberlandinos. Faleceu, recentemente, e pouquíssimas pessoas tiveram o topete de dar testemunho público de sua amizade com este senhor de tantas proezas políticas voltadas para o bem. Tinha um grande mérito (de extrema raridade na fauna política): não deixava de responder a quem quer que o procurasse. Pelo sim, pelo não, o Homero dava uma resposta. Fez disso uma linha política, que seus seguidores não tiveram a perspicácia de assimilar. Em um fato importante de minha vida, HS foi decisivo e construtivo. Não poderia, pois, deixar de registrar no CORREIO minha gratidão para com ele. Meu caso com o Homero foi exemplar. Nunca o tinha visto. Um dia, o saudoso dr. Hélio Lima Santa Cecília, preocupado com minha situação, disse-me: “Olha, vou conversar com meu amigo Homero Santos, nosso deputado federal lá em Brasília, e vamos ver o que ele pode fazer”. Logo, o então deputado federal Homero Santos mandou-me um recado para que comparecesse na capital federal. Fui ao seu escritório pedir ajuda para que minha esposa, funcionária do Banco do Brasil, fosse transferida de Piumhi, lá no sudoeste mineiro, a 450 quilômetros de Uberlândia. Tentamos várias vezes a transferência, procurando a gerência de Uberlândia, que não mexeu em quase nada na questão. Fiquei casado durante seis meses com minha esposa morando lá em Piumhi e eu em Uberlândia. Recebeu-nos com muita pontualidade e gentileza. Passada a situação para ele, eis que o deputado levanta de sua cadeira e fala: “Vamos sair por esta porta do fundo e vamos direto lá na administração do Banco do Brasil”. E fomos. E lá, ele, mineiro matreiro e vivo, mexeu com seus pauzinhos. Na saída, disse-me: “O pedido está feito, agora é aguardar. Pelo sim, pelo não”. Passados três meses, recebi um telefonema, quase à meia-noite. Era o Homero, dizendo: “Conseguimos! Pode ligar para a patroa e dizer que a transferência já foi autorizada. É arrumar a mala e mudar para Uberlândia”. E tudo foi seguindo seu caminho. Homero, com as minhas preces daqui, espero lhe ajudar aí. Até algum dia.
Renzo Sansoni
Primeira experiência...
Na última eleição fui candidata a vereadora, decisão que só tomei depois de analisar muito bem se eu tinha ou não competência para enfrentar e disputar uma campanha eleitoral, coisa que eu nunca tinha feito, embora houvesse os convites em campanhas anteriores. Refleti bastante, se minha bagagem profissional de operadora do Direito já há 25 anos, me possibilitava exercer a vereança representando a cidade na qual moro já há 42 anos. Pensei e repensei sobre minha experiência de vida aliada ao trabalho que sempre exerci no atendimento jurídico às pessoas, enfim, sobre as sementes lançadas já há quase 23 anos como servidora pública municipal, dos quais os 15 primeiros foram dedicados ao Procon, desde a criação do Condecon em 1986. A partir de 2001, passei a trabalhar na Defensoria Pública Estadual, tendo atuado por cinco anos no Juizado Especial Cível e, a partir de 2000, no atendimento na Central da Defensoria onde me encontro até hoje. Pois bem: feito isto, decidi: Literalmente, colocar meu nome à prova. Iniciei a campanha pela busca dos votos dos eleitores. Desde o começo fiz questão de demonstrar a cada pessoa qual era o meu propósito em buscar assumir o peso da responsabilidade de ser vereadora, exercer a função não por profissão, mas por responsabilidade social em honra e nome da advocacia, pautada pela ética, dignidade e respeito às pessoas o que me permitia, sem nenhuma vaidade pessoal, ocupar uma vaga na Câmara Municipal. Fiz uma campanha limpa! Fui à caça dos votos conscientes e, no encerramento dos trabalhos democráticos, colhi, com muita dignidade, 1.433 votos. Contudo, restou uma decepção: a certeza do quanto é difícil disputar uma eleição de forma limpa como fiz, sem comprar votos nem oferecer vantagens. Aos 1.433 eleitores que depositaram em mim sua confiança, minha eterna gratidão, meu afetuoso abraço!
Dra. Rosângela
Advogada
Uberlândia (MG) advrosangelaf@hotmail.com

Quero dizer a Maria Rita Pacheco, leitora do CORREIO, que não são "algumas pessoas" que não gostam do horário de verão e sim a maioria. Somos forçados pelo governo a sair do horário atual que é o certo. Graças a Deus não depende da senhora para mudar esse horário porque eu teria medo de vê-la mudar outras coisas sem necessidade. O horário normal é medido com os movimentos de rotação e translação da terra, e quando estamos em horário de verão comemoramos datas importantes como o Natal e Ano-novo uma hora adiantada. Não é falando bem das coisas para o governo, que ele vai mudar facilmente. O governo não pode interferir nos movimentos da Terra. Esse horário é só mais uma maneira de o governo usar a gente para economizar energia o que, na verdade, não compensa mudar a rotina de milhares de pessoas para economizar muito pouca energia.
Gabriel Augusto dos Santos
Estudante
Uberlândia (MG) gabriel100sk8@yahoo.com.br
Weliton Prado
Nessa última semana fomos bombardeados com notícias do PT. Foram notícias que fogem ao debate político e se encontram perto da vaidade, da luxúria, do orgulho ferido. Pensei que a derrota do PT nas eleições municipais ia ajudar no amadurecimento de políticos como Weliton Prado, mas, ao contrário disso, este ganhou força para tentar denegrir a imagem de um político decente e honesto como o deputado federal Gilmar Machado. Há quatro anos, Weliton e seu grupo, negando toda a base do PT, ficou ao lado de João Bittar e, em momento algum, Gilmar Machado foi à televisão ou a jornais falar mal dele. É claro que após dias e dias na porta do Camaru, abraçando criancinhas, beijando idosas e batendo nas mãos de jovens, não é fácil perder. Afinal, para sair derrotado é preciso muita inteligência e maturidade, coisas que Weliton não parece ter. Se esse político e seus irmãos usassem seu tempo para aprender a fazer política com o Gilmar, seria muito mais proveitoso. Denegrir a imagem de um homem como Gilmar é difícil. Conseguir tirá-lo da História, impossível. Gilmar não vai sair de cena fácil nem quando não tiver mais vida, porque construiu a sua carreira alicerçada em atitudes éticas, decentes, honestas, sempre respeitando os outros.
Aparecida Maria Fonseca
Mestre em Educação
Uberlândia (MG) cidinhaufu@yahoo.com.br
Crédito difícil
Está ficando mais difícil comprar um carro. Na semana passada, eu acompanhei um amigo meu que tem muito mais poder econômico do que eu. Fomos a três bancos para que ele obtivesse um empréstimo para comprar um carro novo, mais barato do que o que eu comprei há três meses. Os bancos fizeram novas exigências e dificultaram o empréstimo. Se continuar assim, as fábricas e as concessionárias vão vender menos automóveis e poderão demitir empregados, o que não vai ser bom para a nossa cidade. Eu acho que o prefeito deve conversar com os gerentes de bancos para reverter esta situação e pedir para que eles facilitem os empréstimos para manter aquecido o comércio de automóveis em nossa cidade.
Fábio Novelli
Vendedor externo
Uberlândia (MG)
Verdão
Depois do empate com o Tupi em Juiz de Fora, nós esperamos que o Verdão saia vitorioso no domingo contra o fraco América, no Estádio João Havelange no Parque do Sabiá e se prepare para o Campeonato Mineiro no ano que vem. Um resultado positivo será importante para nosso time e a torcida.
Liminha Pereira Dias
Torcedor do Verdão
Uberlândia (MG)

Senhor Ivan Santos. Li a sua “Breve História do PMDB” e, realmente, não gostei. O senhor quer porque quer ressuscitar o finado PMDB e os políticos desse partido que o povo expulsou prá bem longe. Pelo que eu tenho lido nas suas reportagens, o senhor não conhece nada de política nem da História de Uberlândia e por isto eu aconselho o senhor a escrever sobre o tempo e o calor que está fazendo na nossa cidade e deixe a política para quem entende. O PMDB não tem história. O PMDB acabou e nunca mais vai voltar para atrasar a cidade com a tal de democracia participativa defendida por gente ignorante que só queria participar do bem-bom no governo.
O tal de orçamento participativo foi uma piada que não serviu pra construir nada em Uberlândia. Foi, sim, uma conversa mole que serviu para atrasar Uberlândia. Fale contra isto. É isto o que as pessoas progressistas esperam que um jornalista que conhece política escreva.
Eu, sinceramente, não gostei da sua “Breve História do PMDB”. Imagine se fosse uma longa história! Ia ser muito desagradável. Quem conhece o PMDB como eu sabe que o tal Ulisses Guimarães foi um subversivo que não deixou a Constituinte fazer boas coisas pra nós. Quem conhece o PMDB não se engana com o pessoal das Diretas Já, que foi um movimento baderneiro a favor do tal de Fidel Castro de Cuba.
As Diretas Já foram um atraso para o nosso Brasil e o PMDB estava atrás daquela baderna com Ulisses Guimarães na frente. Aquilo foi um movimento subversivo que ajudou a criar problemas para o nosso país e criou o banditismo que existe hoje nas nossas cidades porque a Constituição de Ulisses manda soltar todos os presos que têm dinheiro e não deixa a polícia prender político ladrão.
José Elesbão Moreira
Servidor público aposentado
Uberlândia (MG)
Situação do Vasco
Tenho lido, nos últimos dias, diversos lamentos de vascaínos... É um chororô falando que a culpa é do Roberto Dinamite, insinuando que o time precisa “escalar” árbitros que o ajudem a sair dessa situação... Na minha opinião isso tudo é ridículo.
O timinho que o técnico Renato tem à sua disposição é muito fraco, dificilmente disputaria a série B com chances de acesso, portanto, a posição em que se encontra é merecida. O Roberto Dinamite é o primeiro dirigente honesto que passa pelo Vasco nos últimos anos, após a funesta era Eurico, e recebeu esses jogadores de seu antecessor.
Senhores torcedores do Vasco, caso essa equipe seja rebaixada, será muito merecido pela campanha apresentada não só neste ano, mas também pelas campanhas anteriores. Sinto muito se a paixão de alguns suplanta a razão, mas a realidade é que o Vasco merece ser passado a limpo já há muitos anos e, caso aconteça, esse rebaixamento pode vir numa boa hora. Essa é minha opinião.
Wêberti I. de Souza
Empresário
Uberlândia (MG)
souzaimoveis@uber.com.br
Horário de verão
Qualquer pesquisa séria que for feita vai constatar que a maioria da população odeia esse “otário de verão”, digo, horário de verão. Alguns que o adoram alegam poder sair do serviço e tomar umas e outras por aí antes de voltar pra casa. Agora, eu pergunto: e no horário normal isso é proibido fazer? Pensando bem, algumas pessoas têm razão em retardar o retorno à sua residência: ninguém agüenta encarar um ônibus lotado e com o sol “rachando mamona” lá fora. Ninguém merece virar “churrasco”. O certo é que o horário de verão é o maior 171 pra cima da população!
Ozanan da Silva
Juiz de Fora (MG)

Li com atenção o artigo do prof. Gilberto Vieira – “Soldado ao banco”, na edição do dia 23/10. Em termos, concordo com ele pela simplificação da língua e na busca de um novo modo de expressar. Contudo, ele parte de uma premissa que é, em si, utópica, isto é: somos todos iguais. Ao longo de meus quase 82 anos, sendo 36 de professor e 25 como diretor-executivo da Câmara Municipal, senti o enraizamento dos jargões de classes. Entretanto, ninguém chama o reitor da UFU de sr.; você, meu brother, e outros termos mais democráticos. Chamam-no Magnífico Reitor. Se eu começar uma carta a ele, com a expressão: “O! Meu”! Tudo que eu lhe disser, perde o valor. Não posso chamar Lula de “Meu Camarada” ou um general de “Meu Parceiro”, pois seria imediatamente advertido. Se um advogado dirigir-se ao juiz como: “Olá, Companheiro”, minha petição vira piada. O policial sempre usará os termos clássicos de meliante, elemento e outros.
A sociedade convencionou com esses jargãos suspender a igualdade prevista na Constituição. Sempre haverá o rico que, com seu talento fez crescer sua fortuna, e o pobre que se acomodou na sua simplicidade. Se a língua, no entender dos filólogos, é feita pelo povo e o povo se apega a tais expressões, em vão tentaremos democratizar o estilo já cristalizado. Ainda é preciso considerar a lei do menor esforço, responsável pelo sucateamento de palavras, a invasão crescente de anglicismos, o conceito de linguagem oficial.
A novilíngua, pois seria interessante, contudo sua assimilação vai demorar bastante. Mas vale á pena sonhar...
Professor Lucindo
Uberlândia (MG)
prof.lucindo@csmkt.com.br
Caso Eloá
Professora Marília Alves Cunha! As forças de segurança pública precisam de pessoas que tenham visão lógica do óbvio e que realmente saibam valorizar o profissional de segurança, que não é notabilizado pela sociedade brasileira, como deveria. Sim, existem falhas, erros, fatos errôneos que revoltam, mas não se pode generalizar, vale para todas as empresas, todas as profissões, que têm seus bons profissionais e o inverso, e ainda aqueles que ficam no meio termo. Mas algo que julgo ser primordial em meio daqueles que desenvolvem poder de fazer a segurança da sociedade é o caráter e a ação baseada no fiel cumprimento da lei. As cobranças devem existir, por parte da sociedade, dos órgãos diversos em representatividade social de forma a dar continuidade no processo democrático!
Recobrar, criticar são ações bem-vindas em qualquer instituição que queira primar pelo efetivo processo de prestação de serviço à comunidade a que pertence. O caso da jovem Eloá - efetivou um exemplo, a todos. A dissertação da senhora do episódio que marcou negativamente a sociedade contemporânea foi um excelente contexto e colidiu com exemplo de conhecimentos em invólucro em muitos que se julgam entendedores das ações policiais. Todos nós acreditamos e vivenciamos com muita consternação todo o transcorrer daquela trágica situação, que nós como pais pedimos a DEUS que não aconteça jamais com quem quer que seja.
A senhora foi extremamente positiva e feliz quando se expressou sobre as cobranças que poderiam advir, caso o desfecho do caso Eloá tivesse tido outro final. Citou com muita propriedade todos os pontos, com conhecimento de causa.
Nenhuma planta sobrevive sem abluir, não é diferente com as instituições que representam a sociedade em ostentação de segurança, que precisam de confiança da sociedade, reconhecimento e união de esforços de todos. Parabéns!
Diógenes Pereira da Silva
Servidor público militar
Uberlândia (MG) diogenespsilva2006@hotmail.com

Muito tem se falado da crise no sistema financeiro internacional, mas muitas pessoas ainda têm a sensação de que está tudo muito distante da nossa realidade, o que pode trazer graves conseqüências. Isso tem acontecido, pois, ao analisarmos as mudanças em nosso dia-a-dia, parece que nada mudou, mas o importante é sempre nos prepararmos para o futuro.
Acredito que agora seja a hora mais adequada para que você tenha atitudes preventivas, pois a crise que agora prejudica fortemente os bancos e os sistemas financeiros de muitos países logo chegará ao bolso das pessoas “comuns”, o desafio agora é saber como isso vai acontecer. O mais preocupante, do ponto de vista do equilíbrio financeiro, é que estamos para entrar em uma das épocas em que mais se gasta: o feriado do Natal e as férias de fim de ano. Logo as empresas começarão a pagar o 13º salário, em parcelas ou à vista, e a tendência é que o gastemos com presentes e no consumo daquilo que deixamos de lado o ano inteiro, como viagens.
Aconselho que faça diferente neste fim de ano e economize. Para conhecer o que realmente vai sobrar, ou seja, aquilo que pode gastar sem correr o risco de não deixar as contas em aberto, elabore um planejamento e analise o que vai receber e o que vai ter que pagar até fevereiro de 2009.
Quando estiver fazendo isso, pense naquelas contas do início do ano, como IPVA, material escolar dos filhos, matrículas dos mais diferentes cursos etc.
Dessa maneira estará mais bem preparado, caso a crise saia das bolsas e venha atingir nosso cotidiano de maneira mais direta, o que provavelmente vai acontecer nos próximos meses, de modo mais ou menos intenso. Existe a possibilidade da diminuição do crédito disponível hoje, o que faria com que as pessoas tivessem mais dificuldade em sanar suas dívidas, como prestações de carros e outras contas pagas nos famosos “carnês”. Outro ponto importante a ser analisado é a taxa de juros, que pode aumentar rapidamente no curto prazo. Caso isso aconteça, as dívidas já existentes podem “esticar”, ou seja, os valores a serem quitados podem aumentar drasticamente.
Nesse cenário, até quem tem uma dívida sob controle pode enfrentar um grande problema. Vivemos um período em que ter inteligência financeira é mais do que importante, é essencial para quem não quer começar os primeiros meses de 2009 com graves problemas. Faça sua parte e não conte apenas com as medidas dos governos. Acredito que este ano vale a pena economizar nos presentes e viagens e, caso a crise não tome proporções maiores, você ainda terá um dinheiro guardado para ter um ótimo carnaval ou fazer alguns investimentos.
Dora Ramos
Consultora contábil-administrativa
www.fharos.com.br

É com muita indignação que presenciei ontem (22/10) uma das etapas do projeto Selo Uberlândia no Sabiazinho. Uma estrutura super bacana, profissionais de alta qualificação no som, iluminação, filmagem, além dos artistas já conhecidos na cidade por suas altas qualificações. Uma mega estrutura pra quem? Não tinha nem 70 pessoas no local, sendo que metade ficava do lado de fora para fumar ou beber cerveja, já que é proibido dentro do local. Um projeto muito mal divulgado e feito às pressas pra cumprir meta de governo. Um desrespeito aos artistas e ao povo, já que o dinheiro investido nesta estrutura é nosso. Se não era para o povo prestigiar o evento que gravasse este DVD em um estúdio. Como a meta é continuar o projeto por anos seguintes, espero que a partir do ano que vem a prefeitura e a secretaria da cultura trabalhem melhor neste projeto pra não correr o risco de se transformar num Programa “Cidade do Descaso à Música”.
Lição triste
Essa história triste do seqüestro de duas moças em São Paulo por um maluco revelou o retrato do patrulhamento feito no Brasil por ONGs que, supostamente defendem direitos de bandidos. Com medo das criticas do pessoal dos Direitos Humanos, a política agiu de modo a garantir a vida do seqüestrador. O que ficou para mim foi a incompetência da Polícia Paulista, preocupada em proteger bandidos quando seu dever é proteger as vítimas. Vamos meditar sem paixão: se um atirador de precisão tivesse matado o seqüestrador, a imprensa ia cair de pau em cima da polícia., acusar o comandante de precipitado e irresponsável, e ouras bobagens mais. A televisão ia dizer que o namorado apaixonado ia se entregar, etc. e tal. Deu no que deu. Este caso lamentável fica como lição: a polícia deve, em casos semelhantes, agir de acordo com as normas de segurança para proteger a vida das vítimas e nunca dar ouvido a ONGs ideológicas nem à Imprensa sensacionalista. Que fique a triste lição.
Samuel Júlio Contreiras
Servidor público aposentado – UDI - MG
Situação do Vascão
Não dá para entender como foi que a diretoria do Vasco da Gama do Rio de Janeiro deixou o time ficar na triste situação em que se encontra, ameaçado de ir para a Segunda Divisão do Futebol. O novo presidente do Vasco, o tal de Dinamite, é um incompetente que não entende de nada porque deixou o maior time do Brasil que é o Vascão chegar na situação que chegou. Se depender de torcedores como eu, o Dinamite e os outros diretores do Clube de São Januário serão imediatamente demitidos. Nós não merecemos a humilhação de ver o grande Vascão na Segunda Divisão. Não dá nem prá pensar nessa situação.
Getúlio Seixas Filho
Torcedor do Vasco – UFI – MG
Horário de Verão
Algumas pessoas não gostam do Horário de Verão, mas eu gosto e acho bacana porque a gente pode sair do serviço e ir para o shopping curtir a vida sem preocupação em chegar tarde em casa. O dia fica bom para o lazer e a curtição da vida. Eu, sinceramente, não sei por que ainda tem gente no Brasil que não gosta do Horário de Verão. Se dependesse de mim a gente não ia voltar mais para o antigo Horário que não oferece oportunidades para a gente ir a um barzinho, ao clube, antes de voltar para casa depois de um dia cansativo de trabalho. Gente: vamos apoiar o Horário de Verão, e falar bem dele para o Governo fazer ele continuar.
Marina Rita Pacheco
Consultora de Moda – UDI - MG

“Senhor Ivan Santos, na sua coluna de sábado passado, o senhor deu um mau exemplo para a nossa sociedade, principalmente para os jovens, quando escreveu que “caciques políticos, na precisão, fumam qualquer cachimbo”.
Leitor Lauro Parreira - Lutador contra as drogas”.
Realmente, não tem jeito. Qualquer um que “se dispõe” a trabalhar em causa pública no Brasil passa a patrulhar ideologicamente tudo e todos. Uma simples metáfora passa a ser um perigo contra os jovens, mas que jovens são esses incapazes de uma escolha entre o certo e errado? Serão eles eternamente conduzidos pelas mãos daqueles que têm certeza absoluta do que é certo ou o melhor para todos? Assim, queimemos os livros, pois neles existem milhares de outras metáforas com sentido muito mais desencaminhador do que a utilizada pelo Ivan Santos. Lembremo-nos das sociedades queimadoras de cultura e pensemos no que sobra. Nada mais do que uma frase aqui, outra acolá. Todas, porém, donas de uma verdade defensora de um propósito pequeno ou uma opinião fortemente enraizada em senso comum.
André Garcia Cunha
Uberlândia (MG) andregarcia@uber.com.br
Cemitério não é o fim
Nem todos sepultados estão mortos, nem todos que caminham estão vivos. A morte é uma realidade. Não teme as sentinelas do palácio, nem respeita a humildade de um barraco. Porém, devemos silenciar frente à morte? O que haverá além túmulo? A Bíblia mostra a morte como uma ponte que nos liga à eternidade. Não há pavor para quem está preparado. Jesus contou a parábola do fazendeiro que tivera uma próspera colheita. Não agradeceu a ninguém. Não reconhecera a sua fragilidade como pessoa que nasce e perece. E Deus lhe disse: Louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será? O chanceler da Inglaterra disse no seu leito de morte: “Até este momento, pensei que não havia Deus, nem inferno. Agora sei e sinto que existem ambos e estou condenado à perdição pelo julgamento justo do Onipotente”. A mote é bela quando se pensa não como um terminal, mas como início de uma nova vida. Quem tem fé e obras penetra em seus umbrais com alegria. Partiu deixando frutos sazonados. Tobias Barreto, em sua poesia, fala:
“A alma, virgem das paixões mundanas,/ ao céu se eleva sem sentir pavor;/ a terra chora, murmurando preces,/ e os anjos cantam com mais fervor”.
Zidelcy Alves Pereira
Coronel PM
Uberlândia (MG) zidelcyalves@hotmail.com
Com o Vasco, não!
O ex-presidente do Vasco Eurico Miranda, inconformado como eu com a situação do clube, falou na semana passada que o atual presidente, Roberto Dinamite, dinamitou o time. Eurico falou que, se o Flamengo for para a Segunda Divisão, ele vai detonar o Dinamite e vai fazer isto com o apoio da imensa torcida vascaína do Rio de Janeiro, do Brasil e do mundo. Eu, como torcedor vascaíno, não quero nem pensar em ver o Vascão rebaixado.
Faço um apelo para os cartolas da CBF que façam com o Vasco o que eles estão acostumados a fazer com o Urubu-Flamengo: escalem os juízes para fazer o Vasco ganhar os jogos ou então mudem o regulamento do Campeonato na reta final para impedir que o Roberto Dinamite humilhe toda a torcida vascaína. Se o Vasco for desclassificado, vai cair o incompetente Dinamite e nós vamos buscar de volta o Eurico Miranda para comandar o clube. Eu não estou brincando porque não sou bobo. Eu estou falando é sério e muito sério!
José Agostinho Nogueira
Vascaíno da gema
Uberlândia (MG)

Tomei conhecimento do falecimento de meu primo, Fábio Borges Cunha, no fim da semana passado. Fábio foi diretor do Uberlândia Esporte Clube por vários anos e também conselheiro. Foi quem me levou, pela primeira vez, para assistir a um jogo do UEC. Fábio sempre trabalhou para que o Verdão não encerrasse as portas. Na época dele, as dificuldades eram iguais ou piores que as de hoje. Quando fui presidente, sempre tive seu apoio que era, antes de tudo, um torcedor do Periquito Verde da Alta Mogiana. Espero que a atual diretoria tenha levado a bandeira do clube para o cerimonial do seu velório como uma homenagem simples e meritória.
Mário Borges de Oliveira
Goiânia(GO)
Jornalistas do CORREIO
Sou nascido em Uberlândia, morei em São Paulo vários anos e agora voltei para curtir minha aposentadoria aqui. Acompanho diariamente as notícias da cidade pelo CORREIO de Uberlândia. Gosto muito de ler o que escreve o jornalista Rogério Cunha, que é muito bem informado, e leio também as reportagens do Camargo Neto, que fala muito bem sobre futebol. Esse é o máximo! Também gosto de ler a coluna do Alberto Gomide que dá informações sobre os esportes do Praia Clube. Só não gosto de ler notícias que falam dos fracassos do meu time do coração, o UEC. Acho que notícias de derrotas do Verdão vocês não deviam dar para não irritar torcedores como eu. Só fiquei feliz no domingo passado quando o Periquito carimbou o Zebu. Para mim foi sensação igual a ganhar dos argentinos no Estádio da Bombonera!
Mario Eugênio Faria
Metalúrgico aposentado
Uberlândia (MG)
Voto facultativo
Escutei no rádio que o voto nos Estados Unidos é facultativo e o eleitor de lá vai votar se quiser. Achei bacana a liberdade que tem os americanos e defendo essa lei para as eleições no Brasil. Neste ano, eu fui até a urna e anulei o meu voto. Se o voto fosse livre no Brasil, eu não tinha ido votar e assim não tinha causado despesa para o governo.
Mariano Lobato
Eletricista
Uberlândia (MG)
Lula e Bush
O presidente Bush convidou o Lula para saber como é que o presidente do Brasil não deixou a crise entrar em nosso país. O Lula vai contar para o Bush como é que se governa sem medo de crise. O Lula vai falar que a crise não abala o Brasil é só uma marolinha. Bom pra nós.
Graciliano Teles
Aposentado
Uberlândia (MG)
Animais amigos
Por favor, senhores vereadores eleitos e senhoras vereadoras eleitas em Uberlândia, principalmente os novatos que chegam à Câmara com boa vontade: construam um hospital veterinário para dar assistência aos cães e gatos de famílias pobres. Os animais de estimação dos ricos têm assistência em hospitais particulares, mas os dos pobres morrem nas ruas sem assistência. Isto, para mim, é desumanidade.
José Thiago Vasconcelos
Servidor público
Uberlândia (MG)

O homem nasce bom ou a sociedade o corrompe? Ou o homem é o lobo do homem? Morreu a jovem Eloá e nós nos perguntamos: por quê? Seguem nossa vida, param a de seus pais e continuam com uma normalidade forçada. Seis possibilidades declaradas à polícia tive para abater o seqüestrador, mas em nenhuma delas agiu, porque como disse o comandante: “era uma rapaz de 20 anos somente a sofrer a dor do de amor”. Disse ainda que não ordenou um tiro salvador, pois temia a reação da sociedade. Ora, mas o que diz nossa sociedade? Que o jovem era um lobo selvagem? Ao que se sabe, pelas reportagens, ele tinha ciclo de amizades e trabalhava. Então era um agente ativo social e não, vítima. Poderia sobrar a hipótese de ser alguém que agiu sob a responsabilidade de seus atos? Ou defenderá eternamente que o Estado não pode agir em defesa de seus cidadãos reféns de uma idéia de bom selvagem criada há 500 anos! É certo que as polícias devem obedecer a um comando central que respeite uma ordem social definida por todos, mas sem exageros. Talvez aí resida um receio: o de a polícia agir erradamente e com excesso de força, idéia reforçada após o regime militar. Mas do que precisamos na prática? Respeitar a vida de um infrator ou salvar a vida de um inocente? Treinemos, pois nossos policiais e os remuneremos à altura da responsabilidade a eles depositada. A de salvar vidas, mesmo que seja necessário para isso interromper uma vida ou continuaremos a alimentar indefinidamente os lobos selvagens que se voltam contra a sociedade.
André Garcia Cunha
Uberlândia (MG)
Exibicionistas
Sou morador recente em Uberlândia e admiro muito esta bela cidade. Seu povo é acolhedor, a infra-estrutura urbana é bem organizada, destaco o eficiente controle da velocidade dos automóveis nas principais vias. Uberlândia dá exemplo para muitas cidades brasileiras! Entretanto, uma característica que me chama a atenção negativamente e me irrita profundamente é o agressivo nível do volume de som de alguns automóveis dirigidos por jovens inconseqüentes que não têm a mínima noção de vida comunitária. Desfilam pela cidade munidos de potentes equipamentos de som ligados em volume máximo e acham que todos são obrigados a ouvir barulho. Sou plenamente consciente do crescimento das cidades e do aumento do ruído urbano, mas este tipo de barulho não faz parte do desenvolvimento de uma cidade e pode ser totalmente controlável assim como hoje se controla a velocidade dos automóveis. O centro da cidade, pelo menos onde resido nos arredores da praça Rui Barbosa, durante a noite, parece terra de ninguém. Moro num piso elevado de um prédio e o volume dos sons dos autos chega a trepidar as janelas a cada 15 minutos nos fins de semana. Que absurdo! Será isto normal?
Airton Nozawa
Uberlândia (MG) airtonnozawa@yahoo.com.br
Fumar cachimbo
Caro leitor, senhor Lauro Pereira: me sensibilizo com sua luta contra as drogas, pois precisamos de pessoas que realmente assumam posições de combate e tenham discernimento de um e de outro. Mas acredito que o senhor tenha se equivocado ou interpretou de forma errônea a expressão do senhor Ivan Santos, que também abre neste espaço democrático meios de divulgações sobre drogas, inclusive com dezenas de publicações de textos de minha autoria sobre esse assunto. “Fumar cachimbo” foi uma expressão política, conhecida como trégua entre discussões, brigas, alianças e desentendimentos. Isto não é classificado como exemplo e sim como simples citação popular da antiguidade.
Diógenes Pereira da Silva
Uberlândia (MG) diogenespsilva2006@hotmail.com

O Uberlândia Esporte Clube não anda bem das pernas e temo pelo fim do nosso único representante no futebol profissional. Não importa que o time tenha ganhado domingo passado do Uberaba. Explico a razão do meu temor. O UEC tem um time fraco sem jogadores para disputar o Campeonato Mineiro. Também não tem dinheiro para montar um time forte. Com a recessão que a imprensa fala, as empresas, por maiores que sejam, vão calcular os gastos e cortarão as despesas não necessárias. Assim, dificilmente uma empresa da cidade terá disposição de patrocinar o time e dar a ele o dinheiro necessário para poder disputar um campeonato. No passado, nós passamos por situações de crise econômica e o time não morreu. Sabem por quê? Porque a torcida deixava renda substancial na bilheteria a cada jogo, importante ou regular. Agora a torcida fugiu do campo. Com o timinho do Verde, não vai ninguém pagar entrada para ver jogadores pernas-de-pau. Por isto, e com a crise econômica que parece estar chegando, o fim do Verdão pode ser líquido e certo. Daqui a 10 ou 20 anos, alguns abnegados vão poder ressuscitar o que foi e hoje não é mais Furação da Mogiana.
Sérgio Paulo Vaz
Torcedor do Verdão
Uberlândia (MG)
Weliton Prado
Gostei de ler a entrevista do Weliton Prado no CORREIO de domingo passado e saber que ele vai se candidatar a senador de Minas. Acho melhor ele ser nosso senador em Brasília porque assim ele vai trazer muitos benefícios para modernizar a nossa cidade começando com o Restaurante Popular para vender comida de R$ 1 por refeição. Ele também poderá ampliar a concessão de bolsa de estudo para os estudantes pobres que não conseguem entrar na UFU e são obrigados a pagar faculdades particulares.
Ismael Quintino Braga
Estudante de faculdade particular
Uberlândia (MG)
Invasão de propriedade
Eu ando muito preocupado com a ocupação de calçadas no bairro Martins onde moro com a minha família. A cada mês que passa aumenta o número de bares que espalham cadeiras e mesas pelas calçadas e ocupam os espaços e as pessoas são obrigadas a transitar pelas ruas que ficam mais movimentadas à medida que aumentam os automóveis na cidade. Faço um apelo para o vereador que foi eleito pela população dos bairros Martins e Rezende para tomar alguma providência. Por favor, mande retirar as cadeiras e mesas das calçadas porque estas são espaços para o povo caminhar e não para fazer festas todas as tardes, principalmente no horário de verão.
Samuel Carrijo Peixoto
Auxiliar de Logística
Uberlândia (MG)
Eleições e o horário de verão
Ah! Neste momento, como eu gostaria de ser eleitor de Uberlândia. Desde que foi ‘inventado’ o segundo turno, nós estamos encarando tudo em dose dupla: entrevistas, debates, ‘propaganda gratuita’ eleitoral e as urnas. Já o horário de verão, que vai trazer aquela ‘fantástica economia’ de sempre: zero vírgula alguma coisa, é outra aberração. Mesmo que a população passe a economizar muito mais, digamos 20%, 30% no consumo de energia, os caras lá de Brazília (é com ‘z’ mesmo) vão continuar implantando esse horário. Eles estão viciados. Ninguém merece estas duas agressões!
Ozanan da Silva
Juiz de Fora (MG)