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Bem Vinho

Copa do Mundo dos vinhos

Desde o último dia 12 de junho, o mundo esportivo está de olho no Brasil e nas 32 seleções de futebol que disputam a 20ª Copa do Mundo da Fifa. Curiosamente, dos países mais tradicionais que participam do campeonato, quase todos são também grandes produtores de vinhos.

Vamos começar pelas seleções mais importantes, aquelas que já foram campeãs mundiais: Brasil, Uruguai, Argentina, França, Itália, Espanha e Alemanha. Todos possuem tradição na elaboração de vinhos. Dos países que ainda não ganharam uma Copa, são destaque no mundo do vinho o Chile, Estados Unidos, Portugal e Austrália.

Imagine só ter em sua casa um exemplar de cada um desses países, um vinho que simbolizasse a paixão desses povos pelo futebol e pelo vinho? Seria muito legal e fiquei pensando sobre isso quando imaginei a coluna de hoje.

Do Brasil, eu escolheria um merlot. Eu sei que nossos espumantes são grandes produtos e que simbolizam nossa produção com grande qualidade, mas eu gosto muito dos ótimos merlot que são elaborados no Vale dos Vinhedos, especialmente os que têm grande potencial de guarda. São gastronômicos e muito macios.

Do Uruguai, você vai pensar num tannat, aposto. Mas, em nosso vizinho do sul, tenho provado ótimos brancos e tintos e, sinceramente, fico na dúvida se escolheria um elegante sauvignon blanc de lá ou um harmônico cabernet franc. Na dúvida, vou ficar com esse último, mesmo não sendo o vinho mais emblemático de lá.
A Argentina tem excepcionais malbec de suas principais regiões: Mendoza, Salta e Patagônia. Mas nada como um torrontés bem fresco, ideal para acompanhar saladas e frutos do mar. Se for de Salta, então, a chance de ficar bem feliz é muito grande.

França e Itália têm uma imensidão de excelentes vinhos, em inúmeras regiões. Então, fica muito difícil escolher apenas um vinho, mas vou tentar me explicar. Da França, um chablis seria minha escolha, porque esses chardonnay da Borgonha são imbatíveis, minerais, frescos e impactantes. Da Itália, a Toscana é que dita o ritmo de minhas escolhas e de lá gosto muito dos “supertoscanos”, que utilizam uvas internacionais, como a cabernet sauvignon, além da tradicional sangiovese.

Da Alemanha, escolheria um riesling da região de Mosel, seco, mineral e untuoso. Bom até mesmo para acompanhar os embutidos alemães. Da Espanha, eu queria um Ribera del Duero, daqueles que se pode guardar por muitos, muitos anos e bebê-lo apenas quando estiver no seu auge. De lá, a melhor escolha é um tinto da uva tempranillo.

Quanto aos demais países que mencionei lá no começo (Chile, Estados Unidos, Portugal e Austrália), é indiscutível que têm vinhos maravilhosos, mas como ainda não ganharam uma Copa do Mundo, vão ficar para uma outra coluna.

Tim-tim!

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