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Opinião do Leitor

A crise e o PT

Li, ontem, no CORREIO de Uberlândia, que o prefeito Gilmar Machado poderá deixar o PT para se candidatar a deputado federal em 2018 por outro partido. Para mim, a informação foi surpreendente. Sempre tive simpatia por políticos do PT, entre eles os deputados Gilmar Machado e Weliton Prado, que seriam uma renovação na política local que sempre foi dominada por coronéis da elite. Nunca fui do PT, mas, por causa da história de vida e de lutas do Lula, sempre tive esperança em ver o PT mudar o Brasil para melhor. Weliton já deixou o PT. Se Gilmar também sair, o PT, em Uberlândia, vai acabar.

Mariana Boaventura Lima
Professora aposentada

Tática de Berlusconni

Não é ameaça, é previsão pura e simples: do jeito que está fervendo a revolta e o descontentamento do povo como um todo contra a corrupção que levou a essa crise imensa, se o projeto do Renan for aprovado, num lance contra a Lava Jato e a favor dos corruptos, a população vai virar a mesa. Não duvidem! Tática de Berlusconi para cima de nós, não!

Mara Montezuma Assaf
Professora
montezuma.scriba@gmail.com

À espera de um milagre

Não sou assinante, mas sou leitora assídua do CORREIO de Uberlândia. Com pesar, li a notícia do encerramento de suas atividades no dia 31/12 deste ano. De fato, ao longo de mais de 30 anos, desde a década de 80 quando elegi Uberlândia para viver, é sempre um prazer renovado abrir o jornal e ler as diversas partes. Leio coisas sérias, como a situação política em nosso município, país e até no mundo; mais leio notícias do mundo artístico também, e até o obituário; para vocês terem uma ideia! Destaco os pontos de vista sempre lúcidos, dos jornalistas e colunistas: Celso Machado, William Stutz, Kelson Venâncio, Alexandre Henri, Ivone de Assis; dentre outros. Parafraseando outros que já disseram o que vou dizer, entendo as dificuldades financeiras para se manter este veículo impresso, os custos cada vez mais altos dos materiais etc. Sou filha de tipógrafo e cresci vendo as dificuldades que meu pai enfrentou para manter uma gráfica, tentando fazer serviços de qualidade frente à concorrência cada vez mais acirrada, em que qualidade não era bem o essencial.

Além disso, as facilidades da internet poderão dizer que “torna obsoleto o jornal impresso…”
Discordo disso. Reconheço, evidentemente, a importância cada vez maior da tecnologia no mundo atual: a facilidade de recursos como WatsApp, por exemplo, é inegável. Mas nada se compara ao prazer de se folhear um bom jornal ou um livro! Nunca li um formato digital, não tenho paciência. E olha que sou leitora “voraz”; perdi a conta de quantos livro já li! Por isso torço para que alguma solução seja encontrada, um milagre mesmo, e o jornal não precise ser fechado. Eu creio em milagres, azar de quem não crê, pois eles existem! Até porque, imagino a apreensão de dezenas de funcionários que ali trabalham, conhecidos e anônimos, e diariamente dão o melhor de si para que o jornal seja bem-feito. Tomara que, no próximo ano, ainda tenhamos o prazer de continuar lendo o “CORREIO de Uberlândia”, tomara!

Marta Ribeiro de Souza
Funcionária aposentada da Universidade Federal de Uberlândia
Moradora do bairro Roosevelt

Batedores de panela

Somos uma nação jovem e, por consequência, melhoramos lentamente. Mas acho que, felizmente, temos melhorado sob todos os aspectos. Mas a melhora é muito lenta. Na política, avançamos mais lentamente. Nossa elite política é lamentável, do ponto de vista de formação e capacidade gerencial. Atuam com visão de curto prazo sempre voltada aos interesses relacionados ao próximo pleito. Não querem mudanças de verdade. Basta lembrar que durante e mesmo pós as manifestações populares de 2013 (estas sim populares por serem contra tudo e todos e não somente contra uma parte dos políticos) nossas “lideranças” prometeram reformas estruturais. Balela para enganar a massa. O maior câncer que temos é o Poder Legislativo. Defendem os próprios interesses e são subservientes ao Executivo. Com este Congresso Nacional, não sairá nenhuma reforma de verdade. No máximo, sairão remendos que irão punir, única e exclusivamente, a classe trabalhadora. Uma vergonha. Só manifestações populares como as de 2013 para fazer este bando se mexer lá em Brasília. Conclusão inevitável: os batedores de panelas são os reis da hipocrisia.

Athaides Alter Carmim
Representante comercial

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