Confidencial

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Confidencial A coluna Confidencial é publicada de terça-feira a sábado.

29/04/2011 6:00

No mesmo palco

Gilmar Machado e os irmãos Prado no mesmo palanque do PT. As únicas vezes que o fato aconteceu em Uberlândia ocorreram em eleições para presidente da República. Em 2006, quando Lula disputou a reeleição, e em 2010, na vez de Dilma Rousseff, também com a presença de Lula. Mas, nas eleições municipais de 2004, quando Gilmar disputou a prefeitura, e de 2008, quando o candidato petista foi Weliton Prado, cada um ficou no seu canto.

Festa petista

Neste sábado, véspera do Dia do Trabalho, Gilmar e os irmãos Prado estarão juntos no palco. Não se trata de um prenúncio de candidatura nem de convenção partidária. Por enquanto. Será na festa que o diretório municipal do PT fará em homenagem aos trabalhadores, à noite, em salão de festas do bairro Pampulha. Além dos deputados Gilmar Machado e dos irmãos Weliton e Elismar Prado, também estarão presentes os três vereadores do PT, Delfino Rodrigues, Neivaldo Lima e Gilmar Prado. O partido quer mostrar à militância que está coeso e unido.

Muito além

A festa petista acontecerá dois dias depois do jantar de confraternização promovido pelo PSDB municipal, mas que acabou não acontecendo ontem. O evento tucano foi cancelado em função do mau tempo. Independente do adiamento, em comum, os dois eventos têm como pano de fundo as eleições municipais. Tanto no caso dos tucanos, como no dos petistas, buscou-se consolidar o clima de união. Principalmente entre as lideranças partidárias. Mas, como água e óleo, dentro do mesmo recipiente as partes não se misturam. A menos que o frasco seja sacudido o tempo inteiro. Era o que aconteceria ontem à noite na festa tucana (adiada). E será o que vai acontecer no sábado no evento do PT. O espírito de mobilização vai falar mais alto que as divergências internas.

Convite

Assim como na festa tucana, o PT também estendeu o convite às lideranças locais de partidos que comungam com os mesmos ideais. A ideia é mobilizar a militância e incentivar a participação política, abrindo espaço para um debate que já se iniciou nos bastidores. Na prática, os partidos querem mostrar que o processo sucessório municipal já começou, mesmo que nomes não sejam apresentados ainda.

Frase

“Primeiro, eu nem apoio nem desapoio (sic), porque eu não sou do Diretório Nacional. Ninguém me consultou e eu não estarei lá para votar”

Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente, sobre a votação na direção nacional do PT do pedido de refiliação do ex-tesoureiro Delúbio Soares.

Assegurado

A decisão do STF de que quem toma posse no lugar de parlamentar licenciado é o suplente da coligação, e não do partido do titular da vaga, salvou o mandato de muito político que alcançou a vaga a partir de indicações de nomes para cargos nos Executivos estaduais e federal. É o caso do deputado João Bittar (DEM), que não corre mais risco de voltar à suplência. Terceiro suplente da coligação — sendo segundo do DEM —, Bittar chegou a fazer um estudo sobre quem entraria e quem sairia da Câmara caso o Supremo declarasse que a vaga deveria ficar com o suplente do partido.

Curtas

A jornalista Karen Kristina de Souza foi exonerada do cargo de assessor de comunicação social CC-2, da Secretaria de Comunicação. O decreto foi publicado ontem, mas com decisão retroativa a 19 de abril. O nome do substituto ainda não foi divulgado.

Projeto que tramita na ALMG exige que os pais apresentem, no ato da matrícula escolar, o cartão de vacinação dos filhos. A ideia, segundo o autor, deputado Elismar Prado (PT), é o fortalecimento das ações de prevenção e o combate às doenças.

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