Enxurrada de verdades, bestagens e brincadagens
De bobo, bobagem; de político, politicagem; de veado, viadagem; do papa, santidade; do Lula, bondade. Ter apenas qualidade não me satisfaz: há qualidade ótima, boa, ruim, péssima… O pior comentarista de jogos de futebol é o melhor. Creio que você prefere ter cara de ladrão que de jegue. Que bondade ser ministro da Pesca! Ganha bem apenas para aprender a vestir anzol com minhoca e dar banho nela. E não é preciso pescar nada de pesca. “Deus ajuda a quem trabalha”.
Nós, meninos lá da roça, completávamos: ”E a quem fica à toa também”. As mentiras de alguns políticos têm pernas tão curtas que não saem da moita. O ex-presidento Lula, em matéria de finanças, entende pra burro de gastanças. Ele é o cara do mundo porque, segundo o genial e saudoso Millôr Fernandes, o Luiz Inácio fala português em todas as línguas. Bom mesmo foi namorar a esposa boa e bonita bissurdo (BBB) de um cientista.
Enquanto ele estudava no escritório, eu a namorava no alpendre. Melhor ainda foi quando passamos a namorar na cama, enquanto ele fazia pesquisas na Serra da Caiana. De vez em quando, xingar é preciso. É o melhor modo de desabafo. Conforme a situação, basta uma banana, a qual pode ser dada discretamente.
Para xingar brabamente recomendo o son of a bitch, muito usado pelos americanos. Já que existe sigla para tudo, use apenas s o b, cuja pronúncia é esse ou bi. Aqui no Brasil, o PQP é muito jeitoso. Da burrice com a hipocrisia resultou neste incrível paradoxo: no Cassino Brasil, dirigido pela Caixa Econômica Federal, o jogo é proibido.
“Lá vai a garça voando com as penas que Deus lhe deu. Contando pena por pena, mais penas padeço eu”. Yes! Porque sou aposentado pelo INSS. E mais isso aqui: quem no furtou nem herdou vive sempre no cocô. Não fí-lo porque não quí-lo, como dizia Jânio Quadros. Mas eu não filo porque não fumo.
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