Sujeitos eminentes
Hoje amanheci com vontade de elogiar pessoas. Começo com os fulutrecos que merecem elogios, os tais homens públicos, entre os quais estão políticos e os politiqueiros. A presidenta Dilma merece rasgados elogios pela caça que está fazendo aos ladrões e ladronas do Erário, isto é, da nossa grana. Espero também ter motivos para, oportunamente, elogiar o prefeito Gilmar Machado. Tenho que elogiar a CBF pela escolha do Parreira para coordenador da seleção e do Felipão para seu técnico. Com ele, parece que a coisa vai.
Para escrever aqueles trecos, os quais gostaria que fossem amenidades, não dispenso os adjetivos. Para elogiar homens públicos, tive que esquentar a cuca a fim de escolher a palavra mais adequada. Ela é sujeito. Confesso que não sei exatamente como é um homem público. Mas sei o que são mulheres públicas. São as garotas de programa, biscates e prostitutas. Já privei com algumas, embora não tenha sido dentro de privada.
Meu elogio consiste em chamar o homem público, que realmente o merece, de Eminente Sujeito. Além da turma do Mensalão, notável instituição nacional da era Lula, há muitos outros. Eu não conseguiria fazer uma lista de todos. Não há como deixar de citar os nomes de dois Eminentes Sujeitos, os quais não estão entre os que foram condenados pelo STF. Um é o dr. Luiz Inácio; o outro é o dr. Paulo Maluf. Merecem o elogio porque mentiram. O primeiro não sabia da existência do Mensalão; o outro nunca ouviu falar de Paraíso Fiscal.
Se você está pensando que Eminente Sujeito não é elogio, está enganado. Ou seja, não sabe o que é sujeito. Então saiba: sujeito é cocô mole e muito fedido que sai a jato de cano reto impulsionado por violento e retumbante pum.