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	<title>Direto ao Ponto</title>
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	<description>Só mais um site Correio de Uberlândia Online</description>
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		<title>Nem tudo é igual</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jun 2013 10:59:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Tadeu</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desde o dia 31 de maio de 2009, quando o Brasil foi oficialmente confirmado para sediar a Copa do Mundo de 2014, já se passaram 49 meses. Tempo mais do que suficiente para que tudo estivesse como deveria estar: em condições para receber a Copa das Confederações, que, de acordo com a Fifa, deveria servir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde o dia 31 de maio de 2009, quando o Brasil foi oficialmente confirmado para sediar a Copa do Mundo de 2014, já se passaram 49 meses. Tempo mais do que suficiente para que tudo estivesse como deveria estar: em condições para receber a Copa das Confederações, que, de acordo com a Fifa, deveria servir como um teste para o Mundial.</p>
<p>Mas o tempo passou e, se alguém ainda duvidava de que o brasileiro deixa tudo para última hora, agora tem a comprovação. Até porque o que é planejado, apesar de ser mais fácil de ser executado, apresenta um custo menor – entenda possibilidade de ganhos pessoais menores.</p>
<p>E a situação chega a extremos de absurdo. Em Pernambuco, no domingo, o primeiro jogo no estádio reunirá Espanha e Uruguai. Mas, por enquanto, quem ainda desfila pela Arena são os operários, que seguem trabalhando, agora, dia e noite na conclusão das obras.</p>
<h3>Semelhanças</h3>
<p>Lembro-me de 2009, quando desembarquei na África do Sul, na véspera da estreia do Brasil contra o Egito, para cobrir a competição. Impressionou-me muito o Aeroporto Internacional de Johanesburgo. Tanto pela estrutura quanto pela cordialidade dos sul-africanos. Era minha primeira vez na África e esperava encontrar outra situação. Um pouco como o que os europeus esperam ver quando falam em Brasil.</p>
<p>Assim como por aqui, na África do Sul ainda havia muito a ser feito até a Copa do Mundo, até mesmo nos estádios. Outra semelhança era com relação à mobilidade. Assim como será para os estrangeiros que vierem ao Brasil, na África do Sul, o único meio de transporte seguro, eficaz e caro dentro das cidades era o táxi.</p>
<p>No final das contas, com os olhos fechados para alguns problemas, tudo deu certo. E será o que deve acontecer no Brasil também. Com direito a comercial emocionado ao final da última partida de alguma patrocinadora oficial agradecendo o empenho e a superação do povo brasileiro na realização do evento, fato que também aconteceu na África do Sul.</p>
<p>Mas nem só de semelhanças vivem os dois eventos. Na África do Sul, a realização do Mundial e da Copa das Confederações foi abraçada pelo povo. No Brasil, não vejo essa mesma empolgação. Muito por conta da falta de transparência de quem está organizando e também pelas carências do país.</p>
<p>A principal diferença que enxergo é com relação ao tão falado legado. Na África do Sul, a principal obra de mobilidade, um trem que liga Johanesburgo, Pretória e Sandton City, só ficou pronta depois do Mundial, mas, desde 2011, funciona muito bem. Um ganho para a população e também para os turistas que desembarcam no país.<br />
Os estádios, em vez de 12 como no Brasil, lá foram apenas oito e a maioria já existia. Foram apenas reformados e nenhum transformado em elefante branco, além do aeroporto, que hoje é o mais importante e moderno da África.</p>
<p>No Brasil, bem, no Brasil, assim que acabar a Copa será a hora de desfazer os puxadinhos, gastar mais uma fortuna para manter estádios que se tornarão sem uso no Pantanal e na Amazônia e seguir para o trabalho em ônibus lotados ou nos congestionamentos sem fim.</p>
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		<title>O mau exemplo de Marcelinho</title>
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		<pubDate>Wed, 29 May 2013 11:02:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Tadeu</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Marcelinho Machado e Caio Torres, do Flamengo, foram punidos, ontem, preventivamente pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD); pelo menos até esta quarta-feira, quando o recurso deve ser analisado. Os dois jogadores foram os únicos punidos na confusão provocada por Marcelinho na partida de número quatro pelo playoff semifinal do NBB contra o São José.
Para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Marcelinho Machado e Caio Torres, do Flamengo, foram punidos, ontem, preventivamente pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD); pelo menos até esta quarta-feira, quando o recurso deve ser analisado. Os dois jogadores foram os únicos punidos na confusão provocada por Marcelinho na partida de número quatro pelo playoff semifinal do NBB contra o São José.</p>
<p>Para Marcelinho, a punição pouco importa. Machucado, ele tem acompanhado o time rubro-negro do lado de fora da quadra “apoiando” os companheiros. Já a ausência de Caio Torres, se realmente for mantida (o que duvido), será sentida pelo elenco carioca. O ala, ao longo da temporada, foi peça fundamental no esquema de jogo do treinador Fabrício Dazzi.</p>
<p>Outro desfalque provável na equipe flamenguista é o ala-armador Vitor Benite, que sofreu uma contusão na coxa e seguirá como dúvida até o dia do confronto, no sábado, às 10h, em partida que será realizada no Rio de Janeiro.</p>
<p>Do lado do Uberlândia, o técnico Hélio Rubens terá força máxima.</p>
<p>Voltando à confusão, mais especificamente à postura de Marcelinho, só resta lamentar. Primeiro a conduta do jogador, que é reincidente no quesito encrenca. Dono de uma habilidade incrível, ele perde a cabeça com muita facilidade e a cada “ocorrência” o discurso é sempre o mesmo: foi provocado ou reagiu a uma provocação a algum companheiro. Na maioria dos casos, uma grande mentira.</p>
<p>Em segundo lugar, é preciso destacar a inoperância da Justiça Desportiva, que nada mais é do que um reflexo de nossa Justiça Comum. Nos dois casos, sempre há um jeitinho para tudo. Há sempre a possibilidade de uma liminar e de um recurso. E mesmo quando o caso é transitado em julgado, a penalização é convertida em alguma punição alternativa. Enfim, a receita perfeita para alimentar e dar força a comportamentos semelhantes aos de Marcelinho, pois se sabe que faça o que fizer, a punição será tão branda que não intimida.</p>
<p>Uma pena, pois quem perde com isso é o esporte.</p>
<h3>Para ser mito</h3>
<p>Depois de muita especulação, enfim foi concretizada a negociação de Neymar com o futebol internacional. Vai jogar no Barcelona (infelizmente) nas próximas cinco temporadas. Chegou finalmente o momento de vermos se Neymar está mais para Messi ou para Robinho.</p>
<p>Robinho surgiu no Santos como um prodígio, foi comparado a Pelé, mas, ao sair do Brasil, se perdeu no próprio ego, brigou em todos os clubes por onde passou e virou apenas mais um no mundo da bola.<br />
Agora é a vez de Neymar. Na Espanha, terá que fazer muito mais do que mostrou pelo Santos e pela seleção brasileira nos últimos meses.</p>
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		<title>Show de basquete e público</title>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 11:07:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Tadeu</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Show. Não há outra palavra para expressar com maior fidelidade o desempenho da equipe de Uberlândia na semifinal do Campeonato Nacional de Basquete, o NBB. O sonoro 3 a 0 na série semifinal contra o Bauru carimbou com propriedade a passagem da equipe para a decisão da edição 2012/2013 da competição.
Flamengo e São José, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Show. Não há outra palavra para expressar com maior fidelidade o desempenho da equipe de Uberlândia na semifinal do Campeonato Nacional de Basquete, o NBB. O sonoro 3 a 0 na série semifinal contra o Bauru carimbou com propriedade a passagem da equipe para a decisão da edição 2012/2013 da competição.</p>
<p>Flamengo e São José, que fazem a outra semifinal, se enfrentam amanhã, em São Paulo, para tentar fechar a série, que está 2 a 1 em favor dos cariocas. A torcida é para que a disputa pela última vaga na final se arraste até o quinto jogo, aumentando assim o desgaste das duas equipes. </p>
<p>Comparando o elenco e o desempenho ao longo da competição, os rubro-negros são favoritos, mas bem que a senhora zebra poderia dar as caras e aprontar das suas. Para o Uberlândia, enfrentar o São José seria melhor por dois motivos. O primeiro é pela qualidade técnica inferior dos paulistas; e segundo pelo fato de que a decisão – jogada em apenas uma partida &#8211; seria no Sabiazinho, com o apoio total da torcida, um espetáculo à parte na fase semifinal.</p>
<p>Mais de 10 mil pessoas, nas duas partidas contra o Bauru, muito mais do que o público total do Uberlândia Esporte durante as cinco partidas no Módulo II do Campeonato Mineiro de 2013, quando a média nos confrontos pela primeira fase não superou 1,5 mil torcedores pagantes. O que mostra que aquela velha história contada para boi dormir de que o torcedor de Uberlândia não apoia o Verdão é uma grande balela. </p>
<p>Assim como no restante do Brasil, torcedor precisa de motivação para ir ao campo ou ao ginásio, ou seja, basta o Uberlândia Esporte montar um time forte que as arquibancadas do Parque do Sabiá passarão a receber um bom público. Agora, crucificar o torcedor porque ele não foi apoiar o time no empate contra a Patrocinense é um baita desaforo. </p>
<p>Voltando ao basquete, o time de Uberlândia aguarda a definição de seu adversário na final de um jogo só. Um absurdo, do ponto de vista esportivo, exigência da TV que tem o direito de transmissão, para acomodar melhor o evento na sua grade. Falta de pensar um pouco. Ou alguém vai dizer que uma final entre Uberlândia e Flamengo (caso seja confirmado o favoritismo), disputada nos mesmos moldes da semifinal (melhor de cinco jogos), não se mostraria, em todos os jogos da série, um evento altamente rentável?!  Parafraseando uma pessoa muito próxima: “vamos brincar de pensar um pouco.”</p>
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		<title>Aposta na juventude</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 11:23:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Tadeu</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ronaldinho Gaúcho estava voando em campo neste primeiro semestre com a camisa do Atlético. Tanto na Copa Libertadores quanto no Campeonato Mineiro – sobretudo no primeiro jogo da decisão contra o Cruzeiro –, o jogador voou baixo e fez o torcedor lembrar, em vários momentos, do Ronaldinho dos tempos do Barcelona.
Pelo que fez nas últimas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ronaldinho Gaúcho estava voando em campo neste primeiro semestre com a camisa do Atlético. Tanto na Copa Libertadores quanto no Campeonato Mineiro – sobretudo no primeiro jogo da decisão contra o Cruzeiro –, o jogador voou baixo e fez o torcedor lembrar, em vários momentos, do Ronaldinho dos tempos do Barcelona.<br />
Pelo que fez nas últimas partidas, principalmente, merecia estar na lista de Luiz Felipe Scolari, anunciada ontem para a Copa das Confederações. Mas esta não foi a única surpresa da convocação. Outro nome que era certo, inclusive como titular, era o de Ramires. O meia do Chelsea foi lembrado por Felipão em todas as convocações de estrangeiros.  </p>
<p>Durante a coletiva, Felipão evitou falar das ausências. Mas a justificativa é que ele se irritou com a indisciplina dos dois jogadores e, por isso, os deixou de fora. Ambos se apresentaram com atraso em amistosos.</p>
<p>Já vi essa história antes. Em 2010, por pirraça, Dunga deixou de convocar Ganso e Neymar para a Copa do Mundo da África, mesmo com o Brasil todo pedindo. Ganso vivia seu melhor momento na carreira. Como resultado, caiu sobre a cabeça dura de Dunga a responsabilidade pela eliminação precoce diante da Holanda.<br />
Agora, Felipão faz uma opção clara por um time mais jovem, visando muito mais à Copa do Mundo do que, necessariamente, à Copa das Confederações. Pressão total em cima de Neymar, que terá a última chance para finalmente desabrochar com a camisa da seleção ou murchar e cair em descrédito absoluto aos olhos do torcedor.</p>
<p>Enfim, foi uma escolha arrojada de Felipão. Pois, se tivesse convocado alguns medalhões, na hipótese de o time naufragar, poderia ele promover uma renovação e assim mexer com o ânimo do torcedor e do time. É esperar para ver até que ponto tantos garotos vão fazer a diferença.  </p>
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		<title>É o fim da era Ney Franco?</title>
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		<pubDate>Wed, 08 May 2013 12:31:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Tadeu</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A quarta-feira deve significar um pouco mais do que o fim da Copa Libertadores para o São Paulo. Caso a eliminação diante do Atlético seja confirmada, hoje, no Estádio Independência, o técnico Ney Franco não deverá seguir à frente do navio tricolor.
A eliminação frente aos mineiros, a segunda em menos de cinco dias, já que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A quarta-feira deve significar um pouco mais do que o fim da Copa Libertadores para o São Paulo. Caso a eliminação diante do Atlético seja confirmada, hoje, no Estádio Independência, o técnico Ney Franco não deverá seguir à frente do navio tricolor.</p>
<p>A eliminação frente aos mineiros, a segunda em menos de cinco dias, já que no domingo o São Paulo caiu diante do Corinthians na semifinal do Paulistão, não será digerida com facilidade pelos mandachuvas tricolores. Não haverá antiácido que dê jeito.</p>
<p>E perder o treinador após a dupla eliminação, caso realmente aconteça, a dias da estreia no Brasileirão, não é para o tricolor o fundo do poço. Estes fatos servem para deixar claro que o São Paulo – que sempre se gabou por ser um clube de planejamento – segue em formação e sem uma base consistente para quem chegará, ou mesmo para Ney, caso continue.</p>
<p>E olha que a desculpa não pode ser a falta de dinheiro. No segundo semestre de 2012, o clube encheu os cofres após vender o meia-atacante Lucas por R$ 108 milhões e receber, à vista, R$ 81 milhões. A diferença ficou com o jogador e com seus representantes. O dinheiro foi muito mal aproveitado. Comprou Ganso, trouxe o veterano e grosso zagueiro Lúcio, e outros nomes de menor expressão.</p>
<p>Ganso chegou, não foi bem recebido pelo restante do plantel, demorou para engrenar e mesmo agora, quase oito meses após ter chegado, ainda não convenceu. Lúcio, em seu último suspiro na carreira, não só não ajudou como deveria o São Paulo, como foi determinante para a derrota em casa, na última semana, por 2 a 1, ao ser expulso ainda no primeiro tempo. Alguém deveria ter contado a ele que “muito ajuda quem não atrapalha”.</p>
<p>Enfim, o combalido barco tricolor de Ney Franco está a 90 minutos – como esteve antes da última rodada da primeira fase – para ganhar mais um soprinho de esperança ou naufragar de vez e se enterrar junto com o primeiro semestre de 2013 e em águas bastante profundas.</p>
<h3>Euforia</h3>
<p>Do lado do Atlético, a euforia não poderia ser maior. Por Belo Horizonte, ontem, na véspera do jogo, já era possível ver a confiança do torcedor ganhando as ruas e as casas, seja pela empolgação do taxista ao ser perguntando sobre o jogo, pelo grande número de torcedores uniformizados ou pelas muitas bandeiras já hasteadas em várias casas.</p>
<p>Mas é preciso ter cautela. Já assisti, ao vivo, não faz muito tempo uma história bem parecida acontecer nesta mesma cidade, e pela mesma competição sul-americana, quando um certo Estudiantes chegou a Minas Gerais derrotado e saiu consagrado.</p>
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		<title>Faltou um gol para ser o melhor do mundo</title>
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		<pubDate>Wed, 01 May 2013 11:05:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Tadeu</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um gol separou o atacante português Cristiano Ronaldo de conquistar pela primeira vez o título de melhor jogador do Mundo. Ontem, o Real Madrid foi eliminado pela terceira vez consecutiva na fase semifinal da Liga dos Campeões, deixando o luso bem distante do título individual.

Como Messi e o Barcelona devem cair hoje diante do Bayern [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um gol separou o atacante português Cristiano Ronaldo de conquistar pela primeira vez o título de melhor jogador do Mundo. Ontem, o Real Madrid foi eliminado pela terceira vez consecutiva na fase semifinal da Liga dos Campeões, deixando o luso bem distante do título individual.</p>
<p><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/diretoaoponto/files/2013/05/real.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-121" title="" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/diretoaoponto/files/2013/05/real.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></p>
<p>Como Messi e o Barcelona devem cair hoje diante do Bayern de Munique – uma vez que precisa vencer por 4 a 0 para levar a decisão para os pênaltis –, seria a chance de ouro para o português conduzir o Real até o título da Liga e do Mundial e, em janeiro, na Suíça, deixar Messi na plateia, assistindo a sua coroação absoluta e indiscutível.</p>
<p>Agora, com a queda do Real, a disputa seguirá aberta até o final do ano. Cristiano Ronaldo tem a seu favor os bons números conquistados na temporada, com média de praticamente um gol por jogo. Mas, contra o português, pesa o fato de o Real, nesta temporada 2012/2013, disputar com chances de título apenas a Copa do Rei. Para piorar, pela seleção portuguesa, Cristiano Ronaldo anda sumido. O time é apenas o terceiro colocado no grupo F das Eliminatórias Europeias e, por enquanto, está sem vaga garantida na Copa do Brasil em 2014.</p>
<p>Soberano na condição de melhor do Mundo há quatro temporadas, Lionel Messi, mesmo eliminado na semifinal da Liga dos Campeões – espero que um milagre possa acontecer no Camp Nou –, ficará em vantagem em relação ao rival luso.</p>
<p>Está a dias de comemorar com o Barcelona o título espanhol e na seleção argentina finalmente assumiu a condição de maestro e o time é o líder isolado das Eliminatórias Sul-americanas. O que não garante que o título esteja definido e garantido ao argentino.</p>
<p>O futebol alemão vem dando show e, no Bayer de Munique, o que não falta são candidatos com condições extremamente reais para destronarem o príncipe Ronaldo e o rei Messi.</p>
<h3>Real</h3>
<p>Quanto ao Real, a eliminação de ontem na Liga significa muito mais do que o fim das chances de reconquistar a Europa – o que não ocorre desde a temporada 2001/2002. Significa o fim de mais um ciclo sem títulos importantes no clube. Era esta, comandada por Mourinho, que já está com a passagem – só de ida – assegurada para a Inglaterra, onde retornará ao Chelsea no início da temporada 2013/2014, que começa em agosto.</p>
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		<title>A invenção do Gênio Neymar</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Apr 2013 11:23:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Tadeu</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não pesa de jeito de nenhum. É a nossa profissão. Estamos fazendo o que mais gostamos e amamos. É uma responsabilidade grande, mas é responsabilidade gostosa.” A resposta de Neymar à pergunta sobre o fato de a maioria dos torcedores brasileiros depositar nele a esperança de que ele seja o maestro da seleção na Copa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não pesa de jeito de nenhum. É a nossa profissão. Estamos fazendo o que mais gostamos e amamos. É uma responsabilidade grande, mas é responsabilidade gostosa.” A resposta de Neymar à pergunta sobre o fato de a maioria dos torcedores brasileiros depositar nele a esperança de que ele seja o maestro da seleção na Copa das Confederações, é cheia de confiança por parte do jogador, mas não reflete a realidade desde que ele vestiu pela primeira vez a amarelinha.</p>
<p>O jogador do Santos, que já foi comparado a Pelé e a Messi, é inconstante, muito suscetível ao que ocorre fora das quatro linhas. Dentro de campo, ele some quando enfrenta equipes europeias e não consegue render, pela seleção, nem perto do que ele costuma apresentar quando veste a camisa do Santos, desde que esteja inspirado.</p>
<p>O fato é que Neymar é um grande jogador, de uma habilidade incrível, mas sofre de um mal terrível: “escondidismo” conveniente, cujo principal sintoma é se deixar levar pela onda em momentos de grande tensão. Não é do perfil do jogador fazer como fez, por exemplo, seu ex-companheiro e compadre Ganso na final do Paulista de 2010, quando ele se negou a deixar o campo, após Dorival Júnior determinar sua substituição. </p>
<p>Quando a bola rola, Neymar é ilimitado no quesito recurso técnico. Inteligente e criativo, sabe driblar e fazer gols como poucos. Mas não é só de habilidade que vive um gênio. Saber lidar com pressão e ser decisivo não apenas em momentos de tranquilidade para o time é tão ou mais importante quanto ser habilidoso. Afinal, uma coisa é decidir é fazer quatro gols contra a União Barbarense. Outra coisa é, mesmo machucado, sair do banco aos 30 minutos do segundo tempo, como fez Messi, e ser decisivo contra um time do quilate de um PSG, em um confronto válido por uma fase de quartas de final de uma competição continental, tal como a Liga dos Campeões. </p>
<p>Desta maneira, é preciso parar de tentar fazer de Neymar algo que ele não é. Manter sobre ele esta responsabilidade que ele próprio não consegue suportar só o deixará ainda mais pressionado, com a obrigação constante de ser sempre decisivo. Quando esta responsabilidade for retirada de suas costas, ele, com certeza, será muito mais útil à seleção e, certamente, vai decidir em muitos jogos. </p>
<p>Já dizia o dito popular: “contra fatos não há argumentos”. E hoje, pelo histórico de Neymar, na seleção e no próprio Santos – basta lembrar o desastre que foi a final do Mundial contra o Barcelona, quando os brasileiros foram massacrados por 4 a 0 &#8211; , ele não tem atribuições suficientes para ser o gênio, substituto de Pelé, que o torcedor e parte da imprensa insistem que ele seja.  </p>
<p>Infelizmente, o Gênio Neymar é uma invenção de marketing. Só o Craque Neymar é real. E é com este Neymar que o Felipão poderá contar.</p>
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		<title>Trabalho no Verdão precisa prosseguir</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Apr 2013 11:05:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Tadeu</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Calejado por fracassos anteriores, o torcedor do Uberlândia Esporte terá que amargar por mais uma temporada o Módulo II do Mineiro. Eliminado ainda na primeira fase, o Verdão tem que, mais uma vez, juntar os cacos e lamentar o fato de a cidade ser tão grande e o time seguir se mostrando tão pequeno.
Responsabilidades à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Calejado por fracassos anteriores, o torcedor do Uberlândia Esporte terá que amargar por mais uma temporada o Módulo II do Mineiro. Eliminado ainda na primeira fase, o Verdão tem que, mais uma vez, juntar os cacos e lamentar o fato de a cidade ser tão grande e o time seguir se mostrando tão pequeno.</p>
<p>Responsabilidades à parte, no entanto, agora é preciso deixar a emoção de lado, avaliar as circunstâncias em que o insucesso ocorreu e levantar o que pode ser aproveitado de tudo o que foi feito.</p>
<p>Houve sim uma falha da diretoria em manter o técnico Zé Humberto, mas que foi corrigida com a chegada de Wellington Fajardo, que fez sim uma boa campanha, conseguindo quatro vitórias, dois empates e duas derrotas – coincidentemente em sua estreia e na despedida do time na primeira fase. </p>
<p>Do elenco que disputou o campeonato, pelo menos dez jogadores, entre eles os zagueiros Martony e Cristiano, o lateral direito Nego, os volantes Álvaro e Thiago Mariano, os meias Leandro Diniz e Moreno, e o atacante Daniel Morais, devem ser mantidos para que o trabalho não retorne a zero. </p>
<p>Ainda com relação ao insucesso nesta temporada, é preciso considerar que os quatro times que chegaram à ultima rodada da primeira fase com chances de se classificar tinham um elenco muito parelho. Fizeram campanhas muito próximas e as duas vagas foram decididas nos detalhes. </p>
<p>Pelo lado do Uberlândia, o detalhe que faltou ao grupo de Fajardo foi o empate contra a Patrocinense em casa. Uma vitória ali colocaria o Verdão na última rodada, dependendo apenas de suas forças para seguir adiante.</p>
<p>Por tudo isso é que não faz sentido buscar um novo treinador neste momento. É preciso não só manter Fajardo para o segundo semestre, mas projetá-lo à frente do time no Módulo II de 2014. Assim, Fajardo teria condições para preparar com calma, ao lado da diretoria, um elenco muito forte, testado, pensando em médio prazo.</p>
<p>Não se pode inverter a ordem lógica dos fatos. Em um time de futebol, assim como em um empreendimento, o que se faz de última hora corre-se um sério risco de naufragar. O que aconteceu com a Patrocinense, que só montou o time a 20 dias da estreia, não é regra. É exceção.</p>
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		<title>A mala vai viajar</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Apr 2013 11:01:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Tadeu</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O domingo será de decisão para o Uberlândia Esporte. Vale o primeiro semestre de 2013. É vencer a URT, dentro do Parque do Sabiá, e torcer para que a Patrocinense arranque pelo menos um empate contra o Mamoré em Patos de Minas.
É claro que agora o assunto mala – seja branca ou preta – é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O domingo será de decisão para o Uberlândia Esporte. Vale o primeiro semestre de 2013. É vencer a URT, dentro do Parque do Sabiá, e torcer para que a Patrocinense arranque pelo menos um empate contra o Mamoré em Patos de Minas.</p>
<p>É claro que agora o assunto mala – seja branca ou preta – é proibido nos clubes, sobretudo quando câmeras e gravadores estiverem ligados. Mas, nos bastidores, o assunto certamente vai ganhar destaque. Detalhe interessante: Patrocinense e Uberlândia têm o mesmo patrocinador máster.</p>
<p>E ingênuo quem não levar em conta esta possibilidade e duvidar que ela não irá circular pelo Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba no fim de semana.</p>
<h3>Regulamento</h3>
<p>Agora, falando desta segunda fase do Módulo II do Campeonato Mineiro, que até duas temporadas atrás era um hexagonal, a mudança na regra foi um grande tiro no pé, na época, encabeçada pelas diretorias do Verdão e o ex-Ipatinga, hoje Betim.</p>
<p>No arbitral do ano passado, os presidentes destes dois clubes defenderam que em vez de seis, apenas quatro times passassem à fase final do Módulo II. No ano passado, o Verdão foi o terceiro colocado de sua chave, um ponto atrás do vice-líder, Araxá. Ironicamente, em 2013, o UEC corre o sério risco de terminar a primeira fase em terceiro lugar novamente.</p>
<p>Acredito que para 2014, o Módulo II voltará a ter três classificados em cada grupo na primeira fase.</p>
<h3>Seleção brasileira</h3>
<p>O técnico Felipão convocou ontem os 18 jogadores que disputarão o amistoso contra a Bolívia no próximo sábado, em Santa Cruz de la Sierra. A exemplo do “Clássico das Américas” – confronto que reúne Brasil e Argentina, mas apenas com jogadores que atuam nos dois países -, do ponto de vista técnico, esta partida vai pouco acrescentar.<br />
A justificativa para o amistoso é que o jogo terá a renda revertida para a família do garoto Kevin Espada (morto no dia 20 de fevereiro durante jogo entre San José e Corinthians, pela Libertadores, após ser acertado por um sinalizador disparado pela torcida corintiana) e também para os ex-jogadores campeões da Copa América de 1963 pelos bolivianos.</p>
<p>O que tem a ver a seleção brasileira – que está a três meses de estrear na Copa das Confederações – com o crime cometido por um grupo de torcedores corintianos. O Corinthians foi multado em R$ 400 mil pelo incidente. Então, que este dinheiro, que foi para os cofres da Conmebol, seja destinado à família do garoto, posi a instituição é a responsável pelo incidente, afinal é a promotora do evento.</p>
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		<title>Verdão: matar ou morrer</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Mar 2013 10:49:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Tadeu</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Oempate com o Mamoré fora de casa na última rodada não pode ser considerado um resultado ruim para o Uberlândia Esporte, quando analisamos apenas o jogo em si. Mas considerando os demais jogos da rodada, o empate em Patos de Minas deixa o Verdão em alerta total. Hoje, contra a Patrocinense, é matar ou morrer.
Com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Oempate com o Mamoré fora de casa na última rodada não pode ser considerado um resultado ruim para o Uberlândia Esporte, quando analisamos apenas o jogo em si. Mas considerando os demais jogos da rodada, o empate em Patos de Minas deixa o Verdão em alerta total. Hoje, contra a Patrocinense, é matar ou morrer.<br />
Com 11 pontos na tabela, na quarta colocação do grupo A do Módulo II, o Uberlândia tem que vencer e torcer por um tropeço de Mamoré e URT, que enfrentam, respectivamente, Uberaba e Democrata de Sete Lagoas.</p>
<p>A situação do Uberlândia inspira cuidados, mas as rédeas ainda estão nas mãos do clube. Pensando numa condição ideal, se vencer as três partidas, mesmo estando na quarta colocação, não dependerá de mais ninguém para chegar à próxima fase, em função dos confrontos diretos que terá quem seguir para frente.</p>
<p>E não adianta cobrar do time neste momento que apresente um bom futebol. A receita é botar o coração na ponta da chuteira, mas chutar até a mãe, se for preciso. 1 a 0, a partir de agora, é goleada, e atenção mais do que dobrada para todos os setores é o que deve pregar o técnico Wellington Fajardo.</p>
<p>Para o confronto de hoje, dois jogadores estão fora de ação. O zagueiro Martony e o atacante Joãozinho receberam o terceiro cartão amarelo contra o Mamoré. Trocando em miúdos, trata-se de uma notícia boa e outra ruim. Martony vinha atuando bem e a saída dele pode desestabilizar o sistema defensivo do Verdão. Cristiano deve ser a opção do treinador, que esteve em campo apenas no primeiro turno, quando o UEC pegou o Mamoré no Parque do Sabiá.</p>
<p>Já a outra ausência é, na realidade, um verdadeiro “reforço”. Joãozinho não vem jogando bem há muito tempo e a entrada de Pedro Paulo, um jogador bem mais forte e experiente, poderá ajudar bastante o Verdão neste momento.</p>
<h3>Seleção</h3>
<p>E a seleção brasileira continua sem mostrar um futebol vistoso que empolgue o torcedor e afaste o medo geral de que o time não consiga fazer bonito em casa no Mundial do próximo ano.</p>
<p>Contra a Rússia, não houve um grande destaque. Mesmo Fred, autor do gol de empate, só se apresentou para empurrar a bola para dentro. Isso, num grupo tão apagado, já é o bastante para garanti-lo pelo menos até a Copa das Confederações.</p>
<p>A grande decepção continua sendo Neymar. Não porque ele tenha jogado muito pior que os companheiros, mas em função de a esperança que se deposita nele seja extremamente grande.</p>
<p>Esperança esta a que, até agora, ele não correspondeu e, infelizmente, não tenho fé de que ela se tornará realidade algum dia. Pelo menos, não vestindo a amarelinha.</p>
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