Sônia Sampaio

Em Sociedade por Sonia Sampaio A coluna Em Sociedade publicada às segundas-feiras é escrita por Sonia Sampaio.

24/03/2012 6:00

Milton

Colunista social

Repetindo o mesmo boato do ano passado, correm rumores de que o músico Milton Nascimento virá à cidade no próximo dia 31. Alguns sites, sem mais detalhes, confirmam isso, mas na agenda da página eletrônica oficial do cantor, nada consta. Caso o comentário seja verídico, pode ser um show fechado por alguma empresa. De qualquer modo, um artista dessa envergadura, é sempre muito bem vindo! Em outubro, Milton Nascimento faz 70 anos. Canta desde os 13 e é autor de alguns dos maiores clássicos da música popular brasileira. Salve, Milton!

Mãe e filha, Leonor Attie e Ana Silvia, em evento de lançamento de lingeries

Viagem

A carismática Cristiane Lazarinni passa temporada em São Paulo, onde realiza curso de aperfeiçoamento na área de Psicologia. Aproveita a estadia para dar colo à filhota Camila, que cursa administração na capital paulistana.

Violeiros

Falando em música, palmas para o Grupo de Violeiros da Universidade Federal de Uberlândia. A trupe está de malas prontas para uma turnê europeia. A primeira cidade a receber as apresentações é Salzburg, na Áustria, terra natal de Mozart. O concerto, cujo nome é “Que todos os ditadores caiam” tem recursos oriundos do Ministério da Cultura. A estreia aconteceu em Uberlândia, em novembro do ano passado.

Representante jovem da sociedade, o administrador Luiz Fernando Prado

Idade nova

Parabéns ao deputado licenciado Luiz Humberto Carneiro, que celebra seu aniversário hoje. Também comemora a idade nova o comunicador Celso Machado, da holding Algar. Ainda hoje, os parabéns vão também para o fotógrafo Paul Jorge Henrique Paul e o colunista do CORREIO, Alex Henry. Amanhã sopra velinhas a jornalista Stela Masson, a amiga Ana Flávia Ribeiro e a querida Margarida Oliveira. A todos, o meus votos de muitas felicidades e realizações.

Livro

Tive acesso ao “boneco” do novo livro do jornalista Carlos Guimarães Coelho, “Nau à deriva, o teatro em Uberlândia, de 1907 a 2011″. Um primor. Repleto de fotos históricas, a obra traz informações inéditas destes 104 anos de história teatral na cidade. O autor está só aguardando chegar o número de inscrição na Biblioteca Nacional para imprimir a obra. O lançamento, que já está mobilizando artistas da cidade para a realização de performances, deve acontecer no dia 20 de maio. Guimarães editou o livro por meio do Fundo Municipal de Incentivo à Cultura da Prefeitura de Uberlândia.

O empresário Milton Carneiro abre sorriso em evento social

Pimenta refresco

Foi-se o tempo em que as mulheres gostavam de serem “cantadas” em público e que assédio masculino era sinônimo de virilidade. Hoje, esse tipo de situação é grotesca e beira a vulgaridade. Recentemente, presenciei uma cena dessas. Em um evento de extrema elegância, dois jovens senhores, provavelmente penetras, uma vez que a atitude vulgar não combinava com o requinte da ocasião, abordaram uma amiga ao meu lado, mas de forma pouca criativa e direta, fazendo alusão à beleza de suas pernas. Primeira bola fora: a mulher em questão é muito bem casada e não cede espaço a este tipo de abordagem. Segunda bola fora: esse tipo de cantada é muito “démodé”. Em tempos modernos, as mulheres são mais seduzidas pelo charme da inteligência e originalidade do que por apelos sexuais. Terceira bola fora: o conquistador barato e maluco embriagado (chegou a quebrar dois copos de uísque na festa) também é casado e sua esposa, bastante conhecida na sociedade local, estava na mesma festa, em outro ponto do salão. Quarta bola fora: o rapaz não está com essa bola toda. Precisaria passar por um banho de salão e de academia pra poder conquistar uma mulher como aquela.

Tô fora

Desrespeito. Homens que tratam as mulheres como objetos sexuais. Em pleno 2012 não cabe esse tipo de mentalidade limitada.

O fotógrafo Mauro Marques e a esposa Hedi Lamar Albino

Tô dentro

Convivência harmoniosa e em pé de igualdade entre todas as pessoas, independente de gênero sexual, idade, classe social, raça ou credo.

Para refletir

“Eu pinto-me porque estou muitas vezes sozinha e porque sou o tema que conheço melhor”
Frida Kahlo

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