Filho de Sônia Lima fala sobre o trabalho na televisão
Nascer em uma família de artistas pode ser fator decisivo na escolha da profissão. Filho do apresentador Wagner Montes e da atriz Sônia Lima, Diego Montez sempre soube que seguiria a carreira artística. Mas não tinha certeza de como e por onde começar.
Com os exemplos dentro de casa, o ator começou a fazer teatro aos oito anos, após insistência da mãe. ”Ela queria que eu extravasasse a minha energia extra. Esse lado sempre me chamou a atenção. Afinal, cansei de acompanhá-la nos estúdios”, afirmou. Hoje, aos 22 anos, Diego interpreta o confiante filhinho de papai Murilo na segunda temporada de ”Rebelde”, da Record. Na trama de Margareth Boury, Murilo é um rapaz mimado e manipulador que deseja ser um grande administrador de empresas.
Formado em Rádio e Televisão, Diego sempre apresentou um interesse pela escrita, além da carreira de ator. ”Eu gostava de escrever. Fosse para televisão ou livro. Mas a atuação me seduziu primeiro”, disse o ator, que tem quatro livros não publicados voltados para o público adolescente. Além disso, Diego também investe em uma produtora que criou há dois anos com quatro amigos da faculdade. ”Quero ver a Raiz Produções funcionar. Temos duas web séries para estrear ainda esse semestre.”
Raio X
Nome: Diego Lima Montez.
Nascimento: Em 27 de novembro de 1990, São Paulo.
O primeiro trabalho na tevê: ”Amor e Revolução”, do SBT, em 2011.
Atuação inesquecível: Afonso, no musical ”Se Essa Rua Fosse Minha – O Amor nos Anos de Chumbo”.
Interpretação memorável: Michael C. Hall na série ”Dexter”.
Momento marcante: ”Entrar em uma novela com sucesso estabelecido, como ‘Rebelde”’.
Ao que gosta de assistir: Séries de tevê.
O que falta na televisão: ”Deveriam investir mais em séries nacionais. É um produto que funciona muito bem lá fora”.
O que sobra na televisão: ”Muito programa de fofoca”.
Ator favorito: Robert Downey Jr.
Atriz predileta: Scarlett Johansson.
Com quem gostaria de contracenar: Johnny Depp.
Se não fosse ator, o que seria: Músico.
Novela preferida: ”Betty, A Feia”, versão colombiana exibida pela RedeTV!, em 2002.
Cena inesquecível na tevê: ”A sequência inicial de ‘Capitu’, da Globo, em 2008”.
Vilão marcante: Soraya Montenegro, de ”Maria do Bairro”, exibida pelo SBT, em 1997.
Personagem mais difícil de compor: ”Eu já interpretei Romeu, na peça ‘Romeu e Julieta’. Era um papel com uma história muito dramática”.
Papel que mais teve retorno do público: Murilo de ”Rebelde”.
Melhor bordão da Tevê: ”Escracha”, do apresentador Wagner Montes.
Que novela gostaria que fosse reprisada: ”Tiro e Queda”, da Record, em 1999.
Que papel gostaria de representar: ”Um serial killer”.
Com quem gostaria de fazer par romântico: Kirsten Dunst.
Filme: ”Corra, Lola, Corra”, de Tom Tykwer, em 1998.
Livro de cabeceira: ”Histórias Extraordinárias”, de Edgar Allan Poe.
Autor: Edgar Allan Poe.
Diretor: Sophia Coppola.
Vexame: ”Já chamei nome errado em premiação do colégio”.
Uma mania: ”Não consigo conversar de porta aberta”.
Um medo: ”Não me realizar na vida”.
Projetos: ”Eu quero que a minha produtora, Raiz Produções, comece a funcionar, dê certo e faça sucesso”.

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