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Entretenimento

Laila Zaid reflete no planejamento de sua carreira

Laila Zaid fala sobre personagem em ''Amor Eterno Amor''

O jeito inquieto de Laila Zaid reflete no planejamento de sua carreira. No ar como a advogada Priscila, de ”Amor Eterno Amor”, a atriz procura estar sempre em movimento e em busca de bons trabalhos. ”Eu não tenho um grande objetivo na vida porque quero estar sempre em ação. Para mim, quem consegue viver da arte no Brasil já é um vencedor”, afirma.

A atriz, que estava há três anos na Record, decidiu não renovar seu contrato com a emissora. Devido ao lento ritmo de produção de novelas, Laila ficava muito tempo sem trabalhar. Aos 27 anos, a atriz se considera muito nova para se acomodar na carreira pela garantia de uma estabilidade financeira. ”Você fica ali ganhando um dinheirinho bacana, mas sem trabalhar e sem liberdade. Afinal, eles podem te chamar a qualquer momento. Eu não podia fazer um curso fora, por exemplo”, disse. Na Record, Laila participou das novelas ”Amor e Intrigas” e ”Bela, A Feia”.

Na trama de Elizabeth Jhin, Laila começou a novela como a amiga conselheira de Miriam, de Letícia Persilles. Mas, ao longo da história, seu personagem cresceu e ganhou sustentação própria a partir do romance com o jornalista Pedro, vivido por André Gonçalves. Acostumada a papéis extremamente cômicos e caricatos, Laila sentiu dificuldades ao encarar uma personagem, descrita por ela própria, como ”normal”. De acordo com a atriz, apesar de ser um papel leve, ela não entra necessariamente no humor.

Infância

Desde criança, Laila pensava em ser atriz, mas a ideia não tinha o apoio da família. Aos 18 anos, após passar no vestibular para Publicidade e Propaganda na PUC-Rio, a atriz iniciou, paralelamente, o curso de Teatro na Casa de Cultura Laura Alvim. ”Eu sempre quis fazer teatro, mas minha mãe dizia que só quando terminasse o colégio. Acho que ela já sabia que era um caminho sem volta”, afirmou. Após uma apresentação em seu primeiro ano de curso, Laila foi descoberta pela produtora de elenco Rosane Quintaes, que a levou para ”Malhação”.

Após três anos na novela adolescente, Laila percebeu que seu papel já tinha se desgastado. Logo depois da saída de ”Malhação”, Laila foi chamada para a série ”Mandrake”, da HBO, em que viveu a conturbada Fernanda, uma lésbica roqueira, depressiva e viciada.

Na televisão desde 2004, Laila começou sua incursão no cinema nos últimos dois anos. No segundo semestre de 2012, ela estreia na cinebiografia do cantor Renato Russo, ”Somos Tão Jovens”. No longa, ela vive Ana Claudia, uma mistura de todas as mulheres da juventude de Renato, a conselheira, a melhor amiga, a namorada. ”O bom do cinema é que tem começo, meio e fim. Você sabe o que acontece com seu personagem. Pode viver intensamente o projeto, mastigar o roteiro e fazer um mergulho”, afirma a atriz, que já participou também dos filmes ”Heleno” e ”Tainá 3, a Origem”.

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