Poucos uberlandenses assistem fora de casa à derrota do Brasil

Fabiano Paiva (segundo da esquerda para a direita) assistiu ao jogo no próprio estabelecimento acompanhado de amigos
Poucos uberlandenses saíram de casa neste sábado (11) para assistir à disputa pelo ouro olímpico no futebol masculino, na qual o México derrotou o Brasil por 2 a 1. O desinteresse dos uberlandenses, revelado na edição de hoje em uma das matérias do CORREIO de Uberlândia, foi percebido outra vez pela reportagem que acompanhou a partida em alguns dos principais bares das regiões oeste e central da cidade.
Em um dos estabelecimentos localizados na avenida Rondon Pacheco, apenas duas pessoas vestiam a camiseta da seleção. Elas sentavam em mesas diferentes. Um dos torcedores uniformizados era o biólogo Eduardo de Freitas. Ele disse que usar a camisa do Brasil foi importante, pois estava em jogo um título que o país ainda não tem. Porém, a superstição do biólogo não foi o suficiente.

Mariana Leonardi e Fernando Camargo se animaram com a reação do Brasil, mas estiveram desanimados durante toda a partida
A outra torcedora era a engenheira Mariana Leonardi que assistiu à partida acompanhada pelo marido, o empresário Fernando Camargo, e um casal de amigos. Os dois estiveram desanimados com o desempenho do Brasil durante a maior parte da partida, enquanto o México mantinha a vitória, quando houve a reação e o único gol brasileiro foi marcado, já nos mais de 40 minutos do segundo tempo, houve um pouco de esperança, mas era tarde demais. “O México teve dois chutes a gol e marcou, o Brasil teve umas 20 chances e nada”, afirmou Camargo.
O empresário Fabiano Paiva, proprietário de outro bar na avenida Rondon Pacheco, estava sentado à mesa no próprio estabelecimento para assistir à disputa. Apesar da pouca movimentação na cidade, havia mais gente no bar de Paiva do que de costume, segundo ele. “Essa hora, geralmente, nem tem cliente, o pessoal está aqui pelo jogo”, afirmou.
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jr disse:11/08/12 16:50
Aos poucos, o povo vai deixando de ser bobo.
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sem noção disse:11/08/12 17:34
Negócio de uberlandense é comer queijo e mostrar quem pode ter dinheiro !
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mano disse:11/08/12 19:29
E uberlandense tem dinheiro ? Salário de 800,00 reais em média. E ainda gostam de aparecer. Fora os filhinhos de pai-pai. Que não trabalham e quando perguntam qual a profissão. “Estudante ou empresário” outra piada. QUE SOCIEDADE PODRE.
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salvia arantes disse:11/08/12 22:25
Pelo contrário, não concordamos com a matéria. Ocorre que a REDE PODRE só pode falar 2 minutos sobre este maior evento do esporte mundial, e tem perdido muita audi~encia em seus programinas sórdidos!
Comentários (4)