Anita Godoy

Fé, esperança e otimismo

Está escrito Coluna dedicada a levar mensagens de fé, esperança e otimismo.

25/06/2011 6:00

Aborto

Palestrante motivacional, escritora e taróloga.

Uma mulher chega apavorada no consultório de seu ginecologista e diz:
- Doutor, o senhor terá que me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e já estou grávida novamente. Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas num espaço grande entre um e outro.

O médico então perguntou:
- Muito bem. O que a senhora quer que eu faça?
A mulher respondeu:
- Desejo interromper esta gravidez e conto com a sua ajuda.

O médico então pensou um pouco e, depois de algum tempo em silêncio, disse para a mulher:
- Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema. E é menos perigoso para a senhora.

A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria seu pedido. Ele então completou:
- Veja bem, minha senhora, para não ter que ficar com dois bebês de uma vez, em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços. Assim, a senhora poderá descansar para ter o outro, terá um período de descanso até o outro nascer. Se vamos matar, não há diferença entre um e outro. Até porque sacrificar este que a senhora tem nos braços é mais fácil, pois a senhora não correrá nenhum risco.

A mulher se apavorou e disse:
- Não doutor. Que horror. Matar uma criança é um crime.
- Também acho minha senhora, mas me pareceu tão convencida disso, que por um momento pensei em ajudá-la.

O médico sorriu e, depois de algumas considerações, viu que a sua lição surtira efeito.

Convenceu a mãe que não há menor diferença entre matar a criança que nasceu e matar uma ainda por nascer, mas já viva no seio materno.

O crime é exatamente o mesmo.

Comentários 1

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  1. Alhures disse:26/06/11 1:45

    Que historinha mais chinfrim, com tal absurda comparação. Se vai equiparar uma criança senciente a um embrião, então não conseguirá discernir nada. Tua opinião se baseia em crença e em retórica.

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