Anita Godoy

Fé, esperança e otimismo

Está escrito Coluna dedicada a levar mensagens de fé, esperança e otimismo.

8 de maio de 2013 7:03

Gorgeta

Palestrante motivacional, escritora e taróloga.

Sempre se lembre daqueles que te serviram. Numa época em que um sorvete custava muito menos do que hoje, um menino de 10 anos entrou na lanchonete de um hotel e sentou-se a uma mesa.
Uma garçonete colocou um copo de água na frente dele. – “Quanto custa um sundae?” ele perguntou.
- “50 centavos” – respondeu a garçonete.
O menino puxou as moedas do bolso e começou a contá-las.
- “Bem, quanto custa o sorvete simples?” ele perguntou.
A essa altura, mais pessoas estavam esperando por uma mesa e a garçonete perdendo a paciência.
- “35 centavos” – respondeu ela, de maneira brusca.
O menino, mais uma vez, contou as moedas e disse:
- “Eu vou querer, então, o sorvete simples”.
A garçonete trouxe o sorvete simples, a conta, colocou na mesa e saiu.
O menino acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu.
Quando a garçonete voltou, ela começou a chorar a medida que ia limpando a mesa, pois ali, do lado do prato, tinham 15 centavos em moedas – ou seja, o menino não pediu o sundae porque ele queria que sobrasse a gorjeta da garçonete.

7 de maio de 2013 7:03

Bom-dia

Palestrante motivacional, escritora e taróloga.

Três pequenos exemplos para inspirar sua alma a partir de agora:

Certa vez, o povo de um vilarejo decidiu se reunir no centro do lugar para rezar pedindo por chuvas. Mas apenas um garoto trouxe guarda-chuva. Isso é fé;

Quando você joga um bebê de um ano de idade para o alto, ele gargalha porque sabe que na queda alguém irá segurá-lo.
Isso é confiança;

A cada noite, antes de dormir, não temos garantia nenhuma de que estaremos vivos na manhã seguinte, mas, ainda assim, colocamos o despertador para tocar.
Isso é esperança.

Que nunca lhe falte fé, confiança e esperança!

5 de maio de 2013 6:47

Desalento

Palestrante motivacional, escritora e taróloga.

Quando floresce o ideal, tudo se colore e o entusiasmo planeja realizações edificantes.

Pela imaginação transitam esperanças em programação feliz e os sentimentos se rejubilam.

Esforço, sacrifício, renúncia transformam-se em combustível e claridade para o labor.

Os equívocos são tolerados e todos parecem aureolados por valores morais e títulos de vitória.

Passado algum tempo, todos ambientados, os de temperamento ardente debandam, queixosos, magoados, dizendo-se decepcionados.

Outros reagem em oscilações complexas.

Um número expressivo persevera, mas padece de sutil e grave interferência: o desalento!

Aqui é um cansaço que disfarça desinteresse.

Ali são aparentes necessidades de ocupações remuneradas, objetivando provisões domésticas.

Acolá são insatisfações com pessoas e ideais.

Quando passes a perceber as limitações alheias, a censurar, a pensar em fuga, reconsidera a tua posição e persiste.

O homem se faz pelo que produz, não pelo em que crê nem pelo que admira.

Joanna de Ângelis/Divaldo Franco