Dólar contra a inflação
O dólar despencou na semana passada. O Governo ficou preocupado? Nem um pouco. O Governo vê o dólar desvalorizado como aliado no combate à inflação. Só os agentes econômicos que produzem para exportar é que se desesperam. O governo quer segurar a inflação que voltou com força por causa da gastança patrocinada pelo Governo passado que fez de tudo para anular os efeitos da “marolina” no Brasil e ganhar as eleições. O resultado é o crescimento da inflação que agora o Governo de Dona Dilma tenta controlar para não reduzir o poder de compra do Salário Mínimo e não descontentar a Tigrada que vai votar em 2012. No Brasil, os principais atos dos governantes giram em torno das próximas eleições. O dólar barato facilita as importações e os manufaturados da China ajudam a segurar os preços dos bens de consumo no Brasil e, assim, impedem que a inflação suba como foguete em noite de São João. Hoje a inflação crescente é a principal preocupação do governo. A política cambial está em segundo plano. O governo está em uma encruzilhada difícil. Se conseguir valorizar o dólar desvalorizando real, agradará às indústrias que exportam e pode reaquecer ainda mais a inflação. Se deixar o dólar despencar poderá apressar a desindustrialização no País com uma brutal redução de empregos no setor industrial e nas empresas que exportam. A situação indica que, se ficar, o bicho pega e, se correr, o bicho come. É hora de apelar à Nossa Senhora Desatadora de Nós.
Facilidade
O câmbio facilita importações de insumos para a produção industrial. Algumas indústrias usam hoje, na fabricação, componentes importados e se transformaram em montadoras. Outras preferem importar similares produzidos no exterior, principalmente da China, que vende produtos mais baratos do que similares encontrados no mercado nacional.
À deriva
O governo aumentou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) de 1,5% para 3% ao ano no crédito à pessoa física. É ação para aumentar a arrecadação e não conter a inflação através da restrição a empréstimos. Para frear o consumo, o Governo poderá encurtar os financiamentos a 12 ou 18 meses. O governo parece à deriva.
Festa maúscula
A Rede Dystak’s de Comunicação, equipes de produções, sociedade e parceiros reúnem-se hoje para comemorar 26 anos da “Revista Dystak’s” e dois anos de “Dystak’s na TV”, com o lançamento de um bufê exclusivo no Palácio de Cristal. A festa promete ser inesquecível para convidados especiais. No comando, o jornalista Mauro Mendonça.
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Roberto Rocha disse:12/04/11 19:02
O Ivan tem razão. A batata quente que a Dilma recebeu do Lula está apenas assando. Além dos 280 bi de restos a pagar, o Lula deixou uma dívia interna de 1,78 tri; uma divida externa de 300 bi;as rodovias e ferrovis destruidas; os portos e aeroportos estrangulados;a saúde, a educação e a segurança na UTI; as fronteiras abertas e o tráfico correndo solto, atrelado ao crime organizado; o dolar em queda e a indústria nacional perto do sucateamento pelos importados da China; a equipe econômica incompetente e sem rumo; a inflação em alta e os juros também. A batata está assando e o barco está a deriva.
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Roberto Rocha disse:12/04/11 19:06
A herança maldita do Lula está apenas no início. Será sobre qual tema o Lula está dando palestras? Será que é como enganar um mundo de tigres, como disse o Ivan? A Dilma não vai conseguir segurar a barra. Não tem gente competente para enfrentar a situação.Vamos chegar ao final do ano em uma situação deplorável.Um ministério inchado e incompetente, sem opinião própria e perdidos nesta economia globalizada.
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Roberto Rocha disse:12/04/11 19:14
A Dilma quer uma vaga permanente no Conselho de Segurança da ONU, para que? Se não consegue nem fechar as fronteiras do país. Não tem armas,nem aviões e navios para proteger o nosso Brasil.Não há segurança interna,onde os nossos jovens estão morrendo nas drogas e pelo crime organizado; as pessoas morrem nas filas dos hopitais públicos e não há escola para as crianças. Será o que a Dilma quer fazer no Conselho? Enquanto o nosso país não tiver amplas condições de manter a seguirança de nosso país e de nossos vizinhos,não teremos assento permanente no Conselho.O que o nosso país pode oferecer, se o Hugo Chaves tomou as nossas refinarias e o Lula agradeceu, porque não armas e nem coragem de enfrentar.Neste ponto o Brasil ainda é criança.
Comentários (3)