Um imposto para a saúde
A presidente Dilma, nesta semana, condicionou a aprovação da Emenda 29 que dispõe sobre mais recursos para a saúde pública no Brasil, a uma nova fonte de financiamento. Traduzindo para todos os brasileiros entenderes: a presidente mandou os deputados e senadores recriarem a CPMF com outro nome e em caráter definitivo, para financiar a saúde. A saída vista pelo Governo é criar novo imposto para custear despesas com saúde. Os jornais noticiaram ontem que em uma reunião do Conselho Político, a presidente observou que a Emenda 29, que fixa porcentuais mínimos para investimento na saúde pública, só pode ser aprovada se houver novos recursos. Mensagem clara como a luz do dia. O presidente da Câmara Federal, deputado Marco Maia, manifestou a intenção de programar a votação da Emenda 29 para o dia 28 de setembro. A decisão foi negociada com os líderes dos partidos com representação na Câmara. Maia não tem apoio do Governo, que pode vetar uma Resolução do Congresso que aprove a Emenda 29 sem indicar fonte de financiamento. Na Câmara e no Senado, parte dos parlamentares da Base Aliada que está insatisfeita com o Governo, tenciona aprovar projetos que possam criar dificuldades administrativas para a presidente da República. Cresce entre os parlamentares o entendimento de que é preciso criar novo imposto para financiar a saúde que piora diariamente em todo o País. Nova CPMF está na plataforma de lançamento.
PARCERIA
Até os governadores dos Estados já estão a pregar a recriação da CPMF – o importo do cheque com outro formato. O governador de Minas Gerais, Antônio Anastasia, é um deles. O Planalto repassou ao presidente da Câmara uma missão para tentar ganhar o apoio dos governadores antes de criar novo importo. A saúde está na UTI e precisa de atendimento.
CLAREZA
O líder do PMDB na Câmara Federal, deputado Henrique Eduardo Alves, procura uma alternativa para encaminhar a questão sem maiores desgastes ou comoção e não encontra. Na segunda-feira passada ele deixou bem claro o problema ao dizer: “Temos um mês para encontrar uma alternativa”. Um mês para decidir criar novo imposto sim, senhor.
HABILIDADE
Ladino, habilidoso, com muitos anos de janela parlamentar, o líder do PMDB prega uma solução associada ao respaldo dos governadores, para que o desgaste de criar novo imposto não fique só com os congressistas. Sem encontrar uma saída palatável, o líder do PMDB diz simplesmente: “Precisamos levar uma resposta responsável ao governo”.
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Diógenes Pereira da Silva disse:31/08/11 8:01
Caro Ivan, se realmente os recursos dos governos fossem utilizados como deveriam, ou seja, de forma transparente, com gestão responsável e bem equilibra, e principalmente sem desvios. Os recursos que são arrecadados daria e sobraria.
Presente de grego
Foi com esta expressão que a presidente da República Dilma Rousseff, manifestou-se contrariedade, contra projeto que amplia gastos com à saúde e à Segurança Pública para o governo federal. Pelo jeito, as coisas mudaram mesmo, além de analisar os projetos, parece que a presidente dá uma atenção muito grande na leitura atenta desses documentos normativos. Mas deixou claro também que sem CPMF, o dinheiro deverá ser remanejado de algum outro sistema dentro das diretrizes do governo. Vem chumbo grosso por aí.
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Xadem disse:31/08/11 8:54
Minas sai sempre na frente quando o assunto é impostos. Diga-se de passagem a “taxa de licenciamento” e a “taxa dos bombeiros”.
E lance da nova CPMF já está previsto desde que a última foi “extinta”, só que o povo não quis acreditar.
Continuaremos a financiar a corrupção… Até quando?
Tem que ir pro Congresso e quebrar essas quadrilhas no cacetete.
Xadem
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PADRE AMAURI PAIXAO disse:31/08/11 9:05
VIVA UBERLANDIA, PARABENS PARA TODOS AQUELES, QUE DE MANEIRA DISCRETA COLABORAM PARA O DESEMVOLVIMENTO ECONOMICO E SOCIAL DESSA QUERIDA CIDADE DO TRIANGULO MINEIRO E ALTO PARANAIBA. APROVEITANDO O MOMENTO PARA PARABENIZAR, AS REFLEXÕES QUE MUITO TEM NOS AJUDADO, A COMPREENDER O JOGO DO PODER, NESSES TANTOS ANOS DE JORNAL CORREIO.
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Mário Borges disse:31/08/11 9:09
Ivan Santos, quem sabe uma lei como aquela lá da China não daria o suficiente para cobrir as despesas com a saúde no Brasil, já pensou nos mensaleiros devolvendo todo o dinheiro surripiado ? nos contratos do Denit ? nos contratos da Petrobras ? entre outros , ai sim, a saúde no Brasil seria de 1º mundo.
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Luismar Alves disse:31/08/11 9:29
EMENDA 29, PEC 300 de toda forma os recursos sairão do bolso dos brasileiros. Com a aprovação do novo imposto para custear a Saúde, abre se a porta para NOVOS impostos para vir a custear SEGURANÇA, EDUCAÇÃO, HABITAÇÃO, MEIO AMBIENTE, e tudo mais que é Dever do Estado e de direito ao CIDADÃO. Culpados nao são dos atuais congressistas, e sim dos que ja passaram porlá e nada fizeram, apenas asseguraram seu poder.a
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Marta disse:31/08/11 10:43
NUNCA VI TAMANHO ABSURDO INVENTAR MAIS IMPOSTO PARA O POVO BRASILEIRO, Q JA PAGA POUCO IMPOSTO NÉ DILMA!SE ESTA FALTANDO DINHEIRO PARA A SAUDE,ENTÃO PAREM DE INVENTAR OBRAS Q N VAI NOS LEVAR A LUGAR NENHUM COMO POR EXEMPLO, A REFORMA DO ESTÁGIO PARA A COPA.ENQUANTO ISSO O POBRE MORRE NA FILA DO HOSPITAL.
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mario macedo disse:31/08/11 11:40
Caro Sr. Ivan Santos, o Sr. que é tão intímo e defensor….sabe explicar o por quê, do desprestígio do governador Anastasia ao prefeito Odelmo e ao povo de Uberlândia?
Pela democracia, publique e responda!!!! Parabéns UBERLÂNDIA, terra próspera pelos braços daqueles que aqui nasceram e daqueles que para cá vieram fazer o seu progresso!!!!!
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PAULO MELGAÇO disse:31/08/11 14:25
Já não bastam os impostos existentes: É só empregar bem as arecadações que sobraram recursos para as demais áreas.
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Denilson Nunes Rodrigues disse:31/08/11 15:23
A verdade é que rico paga pouco imposto no nosso pais. A nossa elite comparada com a dos paises centrais paga muito menos impostos. Claro Pais sempre governado pela/em favor das elites.
A classe média e pobre desse pais merece sim uma nova CPMF dentro requisitos propostos pela Presidenta.
Comentários (10)