A presidenta e os juros
A presidenta Dilma Rousseff parece determinada a obrigar os bancos estatais e privados a baixar os juros. Um dos principais argumentos para este objetivo é manter aquecida a produção econômica com geração de empregos e renda. Depois de defender a redução dos juros em uma rede nacional de TV, a Presidenta reuniu os partidos que apoiam o Governo para, com eles, discutir a adoção de medidas que forcem os bancos a baixar mais as taxas bancárias. Esta intenção é um belo discurso político para encantar a Tigrada. Os bancos podem até ceder, mas também podem reduzir a oferta de crédito num ambiente em que a inadimplência já começou a crescer além dos níveis previstos pelos agentes financeiros. O mercado, em silêncio, espera que a chefe do Governo do Brasil também tome providências para baixar os impostos como ação positiva para manter ativa a atividade empresarial geradora de empregos. Os bancos não aceitarão de braços cruzados a pressão do Governo à atividade privada. Vai ter guerra dissimulada, mas intensa. O Governo também se prepara para promover uma intervenção no regime da Caderneta de Poupança a fim de garantir maior redução de juros. Poucos acreditam que haja mudança na Caderneta com redução da taxa de remuneração, antes das eleições. A iniciativa poderia lembrar o confisco dos depósitos bancários feito pelo presidente Collor e influir negativamente nas próximas eleições municipais.
AÇÃO ARROJADA
No discurso feito na véspera do Dia do Trabalhador, a presidenta Dilma lançou uma arrojada ação de governo para forçar os bancos estatais e os privados a reduzir as taxas de juros reais para, no máximo, 2% ao ano até o final de 2014. Neste sentido, o Governo baixaria os ganhos da Poupança. O mercado espera que o Governo baixe os impostos.
TESTE DE CAMPO
No processo político, os partidos da Oposição que têm representação na CPI Mista do contraventor Cachoeira, talvez para testar o comportamento do Governo, parecem dispostos a convocar o governador Sérgio Cabral (PMDB-RJ), aliado do Planalto, para explicar os contratos da Construtora Delta com o Estado do Rio de Janeiro.
BARRA PESADA
O PT e o PMDB, partidos da Base de Apoio ao Governo, já sinalizaram que estão prontos para agir em uníssono a fim de evitar que o Governador do Rio de Janeiro seja convocado a depor na CPI a respeito de supostas ligações com o contraventor Cachoeira e com Fernando Cavendish, da Construtora Delta, acusada de praticar malfeitos.
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Mário Borges disse:03/05/12 11:00
Alô amigo Ivan Santos, gostaria de saber como foi a recepção lá na Câmara Municipal ontem, dia em que o Frade Filomeno Popiti recebeu o título de cidadão Uberlândense, certamente que o Lucimar e a Aninha estavam lá prestigiando.
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Severo Gomes disse:03/05/12 17:31
Como conhecedor da história de São Francisco, minha sugestão ao frade Filomeno, seria rever as raízes e a razão da vida desse santo. Houve uma atenção aos pobres e um chamado de atenção aos ricos. Com certeza não aceitaria títulos assim, preferiria tomar um cafezinho na no Morumbi III, ou no Lagoinha junto aos mais sofridos. Isso deturpa os conceitos desse grande patrono da ecologia, da verdadeira fraternidade.
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Lourival disse:04/05/12 10:42
Seu comentário sem conhecimento de causa, é simplesmente um lixo. E lugar de lixo é no lixo, senhor invejoso, querendo fazer moral em cima dos grandes.. né? Nem a pau Lourival!!!
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O Sindico disse:03/05/12 11:32
A cobra vai fumar pro lado do PT!!!
Querem acabar com a oposição, mas o próprio PT será o mais sacrificado com as investigações!
O PT vai esturricar no sol, chafurdar na lama, e espatifar no chão! -
jose luiz disse:03/05/12 14:40
LUCIO TRAIRA
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jose luiz disse:03/05/12 14:42
LICIO MUITISSIMO TRAIRA
Comentários (10)