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	<title>Novo Som</title>
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		<title>Lana del Rey</title>
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		<pubDate>Sat, 18 May 2013 09:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adreana Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O CD de Lana Del Rey “Born to die – The paradise edition” (Universal Music, duplo, R$ 34,90) ficou um bom tempo do lado do CD player, em casa. Isso por conta de uma resistência a mais uma cantora pop apresentada ao mundo com todos os clichês de praxe ainda em 2012: um videoclipe (“Born [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1204" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/05/lana1.jpg"><img class="size-full wp-image-1204" title="Divulgação" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/05/lana1.jpg" alt="" width="600" height="435" /></a><p class="wp-caption-text">Degustação em pequenas doses</p></div>
<p>O CD de Lana Del Rey “Born to die – The paradise edition” (Universal Music, duplo, R$ 34,90) ficou um bom tempo do lado do CD player, em casa. Isso por conta de uma resistência a mais uma cantora pop apresentada ao mundo com todos os clichês de praxe ainda em 2012: um videoclipe (“Born to die”) que abusa da sensualidade, busca causar impacto e o embate entre a santa e a pecadora.</p>
<p>A voz aveludada e empostada conta pontos para a essa nova-iorquina que completará 27 anos no próximo dia 21 de junho. Dá a ela um ar de diva. Em algumas músicas, como “Born to die”, “Blue Jeans” e “Carmem”, convence, principalmente por estar acompanhada por arranjos primorosos, mesmo que, por alguns instantes, as músicas pareçam ter pouca variação. O álbum tem mais de uma hora e meia. Por isso é recomendável, se chegar lá pela metade dele e tiver a impressão de que está ouvindo a mesma música, é hora de parar e voltar depois. Deguste o disco em pequenas doses.</p>
<p>Em alguns momentos como “Off to the races” e “Dark paradise”, Lana Del Rey soa como uma menina ainda dependente de grandes produtores.</p>
<p>É indiscutível que “Born to die” é um sucesso. A edição dupla chegou com oito canções inéditas para aproveitar o momento em que Lana Del Rey é assunto em várias rodas, seja pela música, seja pelos ensaios sensuais que tem feito.</p>
<p>É difícil imaginar que caminho ela vai tomar daqui para frente e ainda é cedo para definir o papel dela na música pop. Afinal, atualmente ídolos são esquecidos na mesma velocidade em que são criados. Se Lana Del Rey vai entrar neste grupo ainda não sei, mas ela realmente acertou a mão em algumas canções.</p>
<h3>Giro Indie</h3>
<p><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/05/giro1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1205" title=" ADREANA OLIVEIRA" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/05/giro1.jpg" alt="" width="600" height="180" /></a></p>
<h3>Leave me Out</h3>
<p>A banda uberlandense Leave Me Out termina hoje uma fase e começa outra. Logo mais será lançado o EP “Mirror of insanity”, o terceiro de uma trilogia que tem ainda “Leave me out” e “Junkhead”. Ao todo, são 16 composições próprias já lançadas. Agora, eles voltam todas as atenções para a gravação do primeiro CD full length. O show acontece no Open House (rua Santos Dumont, 803, Centro), a partir das 22h e tem entrada franca. Todas as músicas podem ser ouvidas por aqui: https://soundcloud.com/leavemeout.</p>
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		<title>Bling Pigs</title>
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		<pubDate>Sat, 11 May 2013 09:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adreana Oliveira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Ufuzuê]]></category>

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		<description><![CDATA[Jamais subestime a falta de ambição e a falta do que fazer dos adolescentes. De repente, 20 anos depois, aqueles moleques estarão em turnê, comemorando as duas décadas a serviço de uma arte que para muitos é marginal, para outros, estilo de vida. Jamais subestime o que uma banda pode fazer por você. De repente, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1195" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/05/som1.jpg"><img class="size-full wp-image-1195" title="CRISTIANO MARTINS/DIVULGAÇÃO" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/05/som1.jpg" alt="" width="600" height="309" /></a><p class="wp-caption-text">Hobbie levado a sério</p></div>
<p>Jamais subestime a falta de ambição e a falta do que fazer dos adolescentes. De repente, 20 anos depois, aqueles moleques estarão em turnê, comemorando as duas décadas a serviço de uma arte que para muitos é marginal, para outros, estilo de vida. Jamais subestime o que uma banda pode fazer por você. De repente, 20 anos depois, você será, pela primeira vez, pego pela ansiedade antes de uma apresentação.</p>
<p>Depois de cinco anos sem tocar “em casa”, o Blind Pigs volta nesta noite a São Paulo, com show em um dos lugares mais badalados da capital paulista, o Cine Joia. “É a primeira vez que fico tão ansioso antes de um show”, disse o vocalista Henrike, na tarde de ontem, durante uma entrevista por telefone à Novo Som.</p>
<p>O nervosismo não é gratuito. O show desta noite, além de marcar a reta final da turnê dos 20 anos da banda, destaca o lançamento do novo disco, “Capitânia”, e da discografia do grupo em vinil. Eles vão aproveitar a oportunidade e o calor dos fãs ávidos por esse retorno à Pauliceia, para gravar mais um videoclipe. A música escolhida é “União”. “Essa noite vai ser especial”, disse Henrike. E na ocasião, a banda de rockabilly Folgatos também se apresenta. Foi com eles que o Blind Pigs dividiu o palco no primeiro show, em 1993.</p>
<p><strong>Legado</strong></p>
<p>Ao lado de Henrike sobem ao palco Gordo e Fabiano nas guitarras, Galindo no baixo e Arnaldo na bateria. Henrike afirma que, ao olhar para trás, o mais marcante é o legado construído pelo Blind Pigs. “Era uma brincadeira de um bando de moleque entediado que resolveu montar uma banda de punk rock e hoje é uma das mais representativas no Brasil”, disse o músico.<br />
Apesar de ter praticamente toda a discografia lançada por selos gringos, o Blind Pigs ainda não embarcou em uma turnê internacional e, segundo Henrike, esse nunca foi um objetivo. “É bacana divulgar nossa música lá fora, mas nosso foco sempre foi o Brasil. A gente canta em português porque nosso lance é aqui e o Blind Pigs é nosso hobbie levado a sério.”</p>
<p><strong>Fãs</strong></p>
<p>Por mais que tenha dado algumas pausas na carreira, o Blind Pigs sempre esteve no inconsciente coletivo dos fãs do punk rock nacional, o que é comprovado pelo público que tem acompanhado os shows dessa turnê comemorativa. “É uma doideira, tem fã que hoje já leva os filhos, quem era muito novo quando começamos e hoje está na casa dos 16 anos também tem comparecido. Bizarro isso”, afirmou o vocalista Henrike.</p>
<p><strong>Evolução</strong></p>
<p>Por ironia do destino, mesmo com 20 anos de serviços prestados ao punk rock nacional, o Blind Pigs ainda é atração inédita em muitas cidades, como Uberlândia. Sinal de que o mercado não seguiu o mesmo ritmo da evolução da banda. “Tem produtor local que não dá valor para bandas nacionais. Não temos conseguido levar nosso show a Belo Horizonte, nem a Porto Alegre, por exemplo. Muitos promotores oferecem um cachê que não cobre nada, mesmo com garantia de que a casa vai encher. É uma pena não ter uma rede maior de produtores independentes”, disse Henrike.<br />
Não que a banda faça questão de luxo. Preza pelo justo. Afinal, quem não se preocupa com uma estrutura decente não demonstra respeito ao público. E quem primeiro deve valorizar o próprio trabalho é a banda. “Para que este cenário melhore é preciso mais imposição por parte dos músicos”, disse Henrike.</p>
<p><strong>Capitânia</strong></p>
<p>Depois de seis anos sem gravar, o Blind Pigs retornou ao estúdio e presenteou os fãs com o CD “Capitânia” (R$ 22, Sweet Fury Records), também disponível em uma tiragem limitada de 250 cópias em vinil de 10 polegadas, cor transparente (Zona Punk), disponível apenas nos shows.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/05/capitania1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1196" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/05/capitania1.jpg" alt="" width="600" height="342" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/05/som2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1197" title="" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/05/som2.jpg" alt="" width="600" height="245" /></a><br />
<strong>Giro Indie</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/05/ufuzue1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1198" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/05/ufuzue1.jpg" alt="" width="600" height="297" /></a></p>
<p><strong>Ufuzuê</strong></p>
<p>No início desta semana, foram selecionados os aprovados no edital do UFUzuê, da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Em breve serão divulgadas as datas e atrações de música, teatro e dança para os campi. A convite da Diretoria de Cultura participei da seleção das bandas ao lado de Jorge Henrique Murati &#8211; músico e professor do Conservatório Cora Pavan Capparelli- e Cássio Ribeiro &#8211; técnico de som do Instituto de Artes da UFU. Dos 37 trabalhos inscritos foram escolhidos sete e três suplentes. Como avaliadora, vale aqui um conselho para as bandas e cantores que se inscrevem para qualquer edital. É importante que mandem um material de qualidade e coeso com a proposta do grupo. Muitas vezes o que se lia não correspondia ao que se via ou ouvia. Fica a dica.</p>
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		<title>ETINOCIDIO</title>
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		<pubDate>Sat, 04 May 2013 08:11:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adreana Oliveira</dc:creator>
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&#8220;Nunca foi tão difícil entrevistar uma banda.” Foi isso que me disse o baterista da banda punk uberlandense Etinocidio, Heduardo Botelho, pouco tempo depois que cheguei para acompanhar um ensaio deles. Nem de longe foi difícil essa tarefa. Não me incomodou nem um pouco o espaço apertado, a temperatura alta nem os choques da guitarra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/05/Etinocidio.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1185" title="Adreana Oliveira" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/05/Etinocidio.jpg" alt="" width="600" height="373" /></a></p>
<p>&#8220;Nunca foi tão difícil entrevistar uma banda.” Foi isso que me disse o baterista da banda punk uberlandense Etinocidio, Heduardo Botelho, pouco tempo depois que cheguei para acompanhar um ensaio deles. Nem de longe foi difícil essa tarefa. Não me incomodou nem um pouco o espaço apertado, a temperatura alta nem os choques da guitarra do Everto Agostinho.</p>
<p>Luxo para quê? Naquele espaço, o Etinocidio improvisou uma sala de ensaios onde originalmente era uma cozinha. Ali, eles têm o que precisam para fazer com que as músicas &#8211; árduos gritos contra desigualdade social e as mazelas que corrompem a sociedade – continuem a fluir. Além de Heduardo e Everto, completam a banda o simpático baixista Maxuel e o vocalista Rogério, também conhecido como Verme.</p>
<p>É com essa formação que o Etinocidio gravou, dois dias depois desta entrevista, o segundo CD, que sairá novamente de forma independente e não será vendido, como o primeiro CD também não foi. “Vamos distribuir nos shows para quem comparecer. Ninguém está nessa banda por conta de sucesso ou grana. Emprego a gente tem. O Etinocidio é o nosso jeito de falar verdades que precisam ser ditas”, disse o vocalista.</p>
<p>Apesar das críticas que faz nas letras, a banda, que completa 10 anos em 2013, tem apoiadores. “Os discos só gravamos porque tem quem acredite na gente, só temos um banner bacana por isso também”, afirmou Rogério. O primeiro disco, lançado em 2005, teve cerca de 400 cópias distribuídas durante as apresentações da banda, adepta das coisas simples, porém verdadeiras.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>GREEN ROOM</strong></span></p>
<p>É sob uma luz verde em uma casa no bairro Nossa Senhora das Graças que o Etinocidio faz seus ensaios. Assim, se livram de uma despesa média de R$ 40 para ensaios em algum estúdio. E o espaço não é só deles. “Ensaia muita gente aqui e, sempre que possível, a gente cede o espaço”, disse o baterista Heduardo. Pelas paredes de toda a casa, que eles carinhosamente chamam de “squat”, a arte improvisada aparece em xilogravuras, pinturas e pôsteres dos Ramones. E sempre aparecem os amigos para acompanhar as novidades. “Já chegou a ter cinco bandas ensaiando aqui”, disse Maxuel. Heduardo, na verdade, mora na casa dos fundos, mas passa a maior parte do tempo ali, no espaço sem regras do Etinocidio. Ou melhor, tem uma regra: o barulho não passa das 22h, afinal, eles não querem extrapolar a política da boa vizinhança.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>ATRASADO</strong></span></p>
<div id="attachment_1188" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/05/arte-abre-ok.jpg"><img class="size-full wp-image-1188" title="arte-abre-ok" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/05/arte-abre-ok.jpg" alt="" width="300" height="169" /></a><p class="wp-caption-text">Divulgação</p></div>
<p>Em breve, sai o segundo CD da Etinocidio, “O Abismo”. São dez músicas e todas foram mostradas durante o ensaio de quinta-feira à noite para a Novo Som. Uma das faixas aborda um problema cada vez mais sério nas grandes cidades, o crack. “É uma forma de alertar a garotada que vai aos nossos shows, que ouve nosso som, que isso pode acabar com a vida deles”, disse Rogério.</p>
<p>Quando se trata de assuntos como a violência policial, em “Solavanco”, não é difícil ser subentendido. “Nem sempre as pessoas entendem que ali não tem uma crítica aos policiais, a crítica é à repressão em si”, afirmou o vocalista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #ff0000;"><strong>Giro Indie</strong></span></h2>
<p><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/05/giro-indie-1.jpg"><img class="size-full wp-image-1187 aligncenter" title="giro-indie-1" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/05/giro-indie-1.jpg" alt="" width="600" height="470" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/05/giro-indie-2.jpg"><img class="size-full wp-image-1186 aligncenter" title="giro-indie-2" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/05/giro-indie-2.jpg" alt="" width="600" height="1066" /></a></p>
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		<title>7 Kinds of Monkeys</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Apr 2013 09:10:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adreana Oliveira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[7 KINDS OF MOnKEYS]]></category>
		<category><![CDATA[Adreana Oliveira]]></category>
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		<description><![CDATA[A situação do cantor e compositor brasileiro Amaro Lima, em 2011, era a seguinte: “tenho algumas músicas prontas e quero gravar no exterior”. A vontade de gravar fora veio após cinco turnês pela Europa e Estados Unidos em trabalhos solo ou com a banda Mahnimal. Veio então o momento de escolher um produtor para a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1175" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/04/rock1.jpg"><img class="size-full wp-image-1175" title=" FÁBIO SEIDL/DIVULGAÇÃO" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/04/rock1.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Rock americano com tempero capixaba</p></div>
<p>A situação do cantor e compositor brasileiro Amaro Lima, em 2011, era a seguinte: “tenho algumas músicas prontas e quero gravar no exterior”. A vontade de gravar fora veio após cinco turnês pela Europa e Estados Unidos em trabalhos solo ou com a banda Mahnimal. Veio então o momento de escolher um produtor para a nova empreitada. O guitarrista Ricardo Mendes sugeriu&#8230; Jack Endino.</p>
<p>O músico, produtor e engenheiro de som de Seattle foi guitarrista da banda Skin Yard entre 1985 e 1993, uma das primeiras a despontar na cena de Seattle pela qual passaram músicos como os bateristas Matt Cameron (Soundgarden/Pearl Jam) e Barrett Martin (Screaming Trees/Mad Season/Walking Papers), entrevistado da Novo Som da semana passada.</p>
<p>Por mais que estivesse disposto a investir no disco, o norte-americano parecia inalcançável para o brasileiro. “Quando o Ricardo sugeriu o nome do Jack a primeira coisa que veio à minha cabeça foi ‘você está louco?’”, disse Amaro Lima, em entrevista por telefone já de volta à sua casa em Vitória (ES).</p>
<h3>VAI ARRISCAR?</h3>
<p>Com dezenas de bandas no currículo, como produtor, Jack Endino tem assinatura marcante em trabalhos como o disco “Bleach” (1989), do Nirvana, o EP “Screaming Life” (1987), do Soundgarden, “Superfuzz Bigmuff” (1988), do Mudhoney, entre outros. O cara é simplesmente uma das maiores referências para o rock mundial.</p>
<p>A seu favor, Amaro Lima contava com a ligação que Jack Endino já tem com o Brasil há alguns anos. Portanto, o país deve ter um lugar especial na sua agenda. Entre outros, Jack produziu o “Titanomaquia” (1993) “Domingo” (1995), “A Melhor Banda de Todos os Tempos da Última Semana” (2001), dos Titãs; mixou “One Million Dollar Surf Band” (2008), do Dead Rocks, banda de São Carlos e recentemente produziu mais um disco de Nando Reis, “Sei” (2012). Será que Amaro Lima entra na Lista?</p>
<h3>MELHOR QUE ENCOMENDA</h3>
<p>Por mais que não estivesse completamente convencido se deveria ou não contatar Jack Endino, Amaro Lima não perderia nada por tentar, afinal, ele sabia que tinha uma boa matéria-prima. Muitos e-mails e arquivos de áudio depois, Jack Endino não só topou produzir o disco como também participar dele tocando baixo, acabou que o plano saiu melhor do que encomenda. “Ele foi muito receptivo e, no decorrer da troca de e-mails, a sintonia entre a gente aumentou. Porém, para viajar e gravar com uma banda não teria condições financeiras para bancar e ele mesmo sugeriu que tocaria baixo”, disse Amaro Lima.</p>
<p>Alguns meses depois, Amaro Lima e o guitarrista Ricardo Mendes embarcaram para Seattle, Washington, nos Estados Unidos para gravar um álbum de rock em inglês. Jack Endino indicou um baterista, Barrett Martin, que já havia gravado e excursionado com Nando Reis. “Durante as gravações houve um consenso de que não fazia sentido gravar o álbum com o meu nome”, disse o músico. Nascia o 7 Kinds of Monkeys.</p>
<h3>“SEARCH FOR GOLD”</h3>
<p>O CD “Search for gold” do 7 Kinds of Monkeys foi gravado em 2011 no estúdio de Jack Endino em Seattle. A banda então ficou com Amaro Lima (guitarra e vocal), Ricardo Mendes (guitarra), Jack Endino (baixo) e Barrett Martin (bateria). “O disco está sendo lançado agora porque para artista independente tudo demora um pouco mais. Também concilia com o lançamento de um documentário feito por dois amigos que nos acompanharam e já está sendo liberado, em capítulos, no site da banda”. A cada semana, um capítulo é colocado no site. São 12 no total, quatro deles já estão no ar e mostram o processo de criação e gravação.</p>
<p>Entre cerca de 20 músicas, 11 entraram em “Seach for gold”, que também é a música que abre o álbum. Outros dois destaques são as faixas “Sweet Surrender” e “Get Away”. “Separamos as que tinham mais energia. Eu cheguei com nove músicas prontas, uma eu fiz lá e a outra que entrou foi uma jam que fizemos no estúdio”, disse Amaro Lima. A sonoridade deve agradar aos fãs do rock mais puro, sem muita frescura.</p>
<p>O disco está disponível para download gratuido no site da banda. “Fizemos algumas prensagens para distribuir e tornar o projeto mais conhecido porque o CD já não tem mais tanto apelo para venda, então optamos por deixar lá para o pessoal conhecer, baixar, ouvir onde quiser”. Pelo site, também ele mede a popularidade do trabalho, que tem registrado um bom número de acessos no Brasil e no exterior.</p>
<h3>INFLUÊNCIAS</h3>
<p>Amaro Lima não é o que pode se chamar de um músico influenciado somente pelo grunge. Pelo contrário. “Eu cresci com uma infinidade de sons e ritmos ao redor. Meu pai foi DJ nos anos 70. Então, eu costumava acordar com discos do Jimmy Hendrix, Tim Maia, do Luiz Gonzaga, do Iron Maiden, do Beethoven&#8230; por isso tenho influências tão diversas”, disse o músico.<br />
Para ele, todas essas referências ajudaram na hora de gravar com Jack Endino. “O rock acabou ficando com um sotaque diferente, o Barrett mesmo falou isso, o híbrido do rock norte-americano com o swing brasileiro”, disse Amaro Lima.</p>
<h3>SHOWS</h3>
<p>Um projeto como o 7 Kinds of Monkeys esbarra no número de projetos e distância geográfica dos envolvidos quando o assunto é entrar em turnê. “Os shows são uma possibilidade. Não existe nada concreto porque eu queria mesmo fazer com o Barrett e o Jack. Já recebi proposta para fazer com outros músicos mas não tem nada fechado ainda”, disse Amaro Lima, que segue com seu trabalho solo pelo Brasil.</p>
<h3>Saiba mais</h3>
<p>Baixe o disco “Search for gold” e assista o documentário da banda 7 Kinds os Monkey no site</p>
<p>www.7kindsofmonkey.com</p>
<h3>Giro Indie</h3>
<h3>Chris Cornell</h3>
<p><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/04/giro11.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1176" title="ADREANA OLIVEIRA" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/04/giro11.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></p>
<p>Chris Cornell voltará novamente ao Brasil sem o Soudngarden, que continua como atração inédita no país e está em turnê com o disco “King Animal”. Ele se apresentará no dia 13 de junho no WTC Golden Hall, em São Paulo, no Festival Best of Blues, com ingressos entre R$ 250 e R$ 1,2 mil. Ele deve fazer ainda uma apresentação acústica no Rio de Janeiro, no dia 15 de junho, com ingressos que variam de R$ 250 a R$ 750. No dia 17 de junho ele toca em Porto Alegre, com ingressos de R$ 250 a R$ 900.</p>
<h3>Bruce</h3>
<p><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/04/bruce1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1177" title="Divulgação" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/04/bruce1.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></p>
<p>O cantor Bruce Springsteen, que se apresentará no Brasil no dia 21 de setembro durante o Rock in Rio, arrumou mais um trabalho. Ao lado do também cantor Pete Seeger, ele foi anunciado nesta semana como um dos 198 novos membros da Academia de Artes e Ciências dos Estados Unidos. Ele fará parte do grupo de Artes Cênicas – Crítica e Prática ao lado de outros nomes como Herbie Hancock, Robert De Niro e Sally Field. A posse é no dia 12 de outubro na sede da Academia, em Cambridge, Estados Unidos. Por enquanto, Springsteen e sua Street Band segue com a turnê “Wrecking Ball” na Europa.</p>
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		<title>Barrett Martin</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Apr 2013 09:18:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adreana Oliveira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Barrett Martin]]></category>
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		<description><![CDATA[Barrett Martin é um homem ocupado. Baterista e produtor de Seattle, acaba de completar 46 anos, mais da metade deles dedicada à música. Prestes a cair novamente na estrada com um novo projeto, o Walking Papers, e em meio ao furor ocasionado pela chegada ao mercado da edição de luxo de “Above”, do Mad Season, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1166" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/04/barret1.jpg"><img class="size-full wp-image-1166" title="Charles Petersen/divulgação" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/04/barret1.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">O baterista incansável</p></div>
<p>Barrett Martin é um homem ocupado. Baterista e produtor de Seattle, acaba de completar 46 anos, mais da metade deles dedicada à música. Prestes a cair novamente na estrada com um novo projeto, o Walking Papers, e em meio ao furor ocasionado pela chegada ao mercado da edição de luxo de “Above”, do Mad Season, originalmente lançado há 18 anos, ele encontrou um tempo na agenda para atender ao CORREIO de Uberlândia. Na quarta-feira (10), conversamos por aproximadamente 20 minutos por telefone. Do escritório em Seattle, o músico deixou clara a paixão pelo Brasil, onde esteve em turnê com Nando Reis. “Quase me mudei para o seu país.”</p>
<p>Mestre em Antropologia e Etnomusicologia pela Universidade do Novo México, Martin é um entusiasta da música e colabora com tantos artistas de diferentes estilos, que fica até difícil para a “Wikipedia” se atualizar. Para aqueles que ouvem rumores sobre uma possível turnê do Mad Season, Martin afirma que não vai acontecer. Porém o Walking Papers deve aparecer por aqui em dezembro ou janeiro.</p>
<p>CORREIO DE UBERLÂNDIA: Como foi para vocês, 18 anos depois, se reunirem para esta reedição do “Above”?</p>
<p>BARRETT MARTIN: Foi uma experiência prazerosa. Eu e Mike McCready passamos um bom tempo juntos revendo todo o material antigo, gravações em áudio e vídeo e encontramos canções que não havíamos terminado. Mark Lanegan estava inspirado para concluir três dessas músicas que estão na edição de luxo de “Above”. No geral foi um processo muito bacana e, agora, nós colocamos no mercado tudo o que temos. Dessa forma prestamos um grande tributo à banda, especialmente a Layne Staley e John Baker Sounders.</p>
<p>CORREIO DE UBERLÂNDIA: Esse processo não foi doloroso para vocês, que, além de terem perdido companheiros de banda (Staley e Sounders), perderam dois amigos?</p>
<p>Um pouco de dor sempre vai ter. Mas também faz tanto tempo que eles morreram e acredito que, quando você fica mais velho, começa a ver as coisas de um jeito diferente. O mais importante agora é preservar a memória da banda e das pessoas que nela estiveram da melhor maneira possível. Portanto, não foi uma experiência dolorosa, foi uma experiência muito introspectiva.</p>
<p>CORREIO DE UBERLÂNDIA: Já começaram a ventilar alguns rumores de uma possível turnê do Mad Season com Mark Lanegan nos vocais&#8230;</p>
<p>Sem turnê para o Mad Season. Nós temos nossas bandas&#8230; Pearl Jam do Mike, Walking Papers comigo e Mark tem seu trabalho solo. É assim que tem que ser.</p>
<p>CORREIO DE UBERLÂNDIA: Fale-me sobre o álbum de estreia do Walking Papers.</p>
<p>Nosso primeiro disco saiu no ano passado, mas será relançado pela Sony. Temos recebido ótimas resenhas e vamos estar em turnê mundial pelo resto deste ano e em 2014. Em 2013 vamos três vezes à Europa. Devemos ir ao Brasil e em alguns outros países da América Latina em dezembro ou janeiro. Também estou conversando com um Nando Reis sobre a possibilidade de o Walking Papers fazer alguns shows com ele também.</p>
<p>CORREIO DE UBERLÂNDIA: E foi com o Nando Reis que você esteve no Brasil. Lembra–se de quando foi? Uma das turnês passou pela minha cidade e os vi tocar no London Pub, em Uberlândia, Minas Gerais. Seria bom se voltasse com o Walking Paper.</p>
<p>Estive em 2000 e 2003 em turnê com o Nando Reis. Recentemente, ele esteve aqui gravando o novo disco com o Jack Endino (produtor) e eu gravei percussão em algumas faixas. Ou seja, ainda estou trabalhando com o Nando Reis. E, sim, eu me lembro de Uberlândia! Eu sei que todos no Walking Papers querem muito tocar no Brasil. Eu falei para eles que é um país maravilhoso e divertido. Duff (McKagan) já esteve aí algumas vezes (com o Guns n’ Roses, Velvet Revolver e Loaded) e sabe como os brasileiros são maravilhosos. A gente vai de um jeito ou de outro.</p>
<p>CORREIO DE UBERLÂNDIA: Você morou alguns anos no Novo México também. Como foi esta experiência? Está definitivamente de volta a Seattle?</p>
<p>Sim, continuo morando em Seattle. Fiquei no Novo México entre 2001 e 2009. Foi lá que trabalhei com o Nando no disco “A Letra A”, para o qual também gravamos no Brasil em 2003. Também voltei para a faculdade e fiz mestrado em Antropologia e Etnomusicologia. Essa estadia por lá me proporcionou experiências musicais maravilhosas.</p>
<p>CORREIO DE UBERLÂNDIA: E como isso interfere no seu trabalho?</p>
<p>Tive uma imersão em ritmos tribais e em uma world music muito antiga que se tornou mais interessante para mim do que o rock, porque eu percebi que são músicas que sempre estiveram aqui, fazem parte da terra. Rock é divertido, eu amo fazer rock and roll e estou fazendo de novo como Walking Papers.</p>
<p>CORREIO DE UBERLÂNDIA: Você está sempre colaborando com vários artistas, seja na produção, seja na bateria, e, aos 46 anos, está prestes a embarcar em mais uma turnê mundial. Como você costuma lidar com o passar dos anos?</p>
<p>Essa é uma boa pergunta. Na verdade eu estou curtindo essa onda de envelhecer, porque me proporciona uma perspectiva diferente sobre a vida e sobre o trabalho que fiz durante toda a vida. Por exemplo, nos meus 20 anos, eu estava tocando em bandas de hard rock das primeiras bandas grunge de Seattle, como Skin Yard, Screaming Trees e até mesmo o Mad Season. Quando gravamos o “Above”, eu tinha 27 anos, era muito jovem. Agora eu estou 20 anos mais velho, viajei pelo mundo, vi muita música diferente. Acredito que o melhor que vem com a idade é que você se torna mais paciente, tem mais compaixão pelas pessoas e você se importa muito sobre como a sua música afeta as pessoas. Quando você é jovem faz aquilo pela energia, pela diversão, pelo caos, mas você não tem sabedoria para entender o efeito disso tudo. Com a idade, você entende o quanto a música é poderosa.<br />
CORREIO DE UBERLÂNDIA: E você tem pique para sair à noite, acompanha o que está acontecendo na cena musical de Seattle? Tem algo que chame a sua atenção?</p>
<p>Eu saio bastante para ver novas bandas e, agora, tem muitos estilos diferentes de música rolando. Você deve ter ouvido algo sobre a cena folk, com a maior parte das bandas da Sub Pop, como Fleet Foxes e Band of Horses. Também tem uma cena de hip-hop forte. Tem um cara aqui, Macklemore, cujo álbum é número um nos Estados Unidos, é um grande sucesso. E sempre haverá bandas de rock em Seattle! Seattle é uma cidade do rock. Muitos músicos me procuram para pedir conselhos e tento ajudar como posso. Portanto, se você vive em uma cidade como Seattle, quando há tanta música rolando o tempo todo, seria idiotice não sair de casa para vivenciar isso.</p>
<p>CORREIO DE UBERLÂNDIA: Sei que interatividade acontece também em outros países.</p>
<p>Quando eu estava no Rio de Janeiro, por exemplo, eu saía toda noite para ouvir música. E era tanto artista incrível. Vi grupos brasileiros de jazz, fui a clubes na Rocinha e ouvi todo o tipo de hip-hop, sem contar que eu nem sabia o que era, porque eram ritmos tão brasileiros, tão novos para mim, que eu não conhecia. Seattle é muito diferente de qualquer cidade que eu tenha conhecido no Brasil, mas temos isso em comum: musicalmente temos essa similaridade na forma como nos aventuramos a criar música.</p>
<p>CORREIO DE UBERLÂNDIA: Realmente, o Brasil parece ser muito especial para você.</p>
<p>Eu morei no seu país por muitos meses, viajei em turnê com o Nando Reis e eu amo o Brasil. Eu quase me mudei para aí por amar tanto essa terra. Mas eu percebi que, por ser de Seattle e representar o rock de Seattle, eu deveria ficar fazendo meus discos por aqui. Mas eu voltarei ao Brasil com o Walking Papers, que é uma banda incrível ao vivo, muito boa e, provavelmente, com outras bandas também. Então, eu voltarei!</p>
<p><strong>Veja Walking Papers Jet City Stream Session na Capitol Hill Block Party</strong></p>

<p><strong>Assista ao videoclipe de “River of deceit”, do Mad Season</strong></p>
<p><br />
<strong>Quartetos</strong></p>
<p><strong>Mad Season</strong></p>
<p><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/04/mad1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1167" title="Divulgação" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/04/mad1.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></p>
<p>Em 1994, depois de um tempo em uma clínica de reabilitação, o vocalista do Alice in Chains, Layne Staley, o guitarrista do Pearl Jam, Mike McCready, e o baixista John Baker Saunders (baixo) se juntaram a Barrett Martin (bateria), do Screaming Trees, naquele que é considerado um dos primeiros supergrupos do rock. Mark Lanegan, vocalista do Screaming Trees, fez uma participação especial no disco “Above”, lançado originalmente em 1995 e uma das obras-primas do chamado grunge de Seattle. Encerraram definitivamente as atividades como Mad Season após a morte de Saunders (1999) e Staley (2002). “Above” foi relançado recentemente em uma edição de luxo com dois CDs e um DVD. O disco ganhou quatro novas músicas: “Interlude”, “Locomotive”, “Black Book Of Fear”, “Slip Away” e “I Don’t Wanna Be A Soldier” (remix).<br />
<strong>Walking Papers</strong></p>
<p><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/04/papers1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1168" title="Charles Petersen/divulgação" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/04/papers1.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></p>
<p>No ano passado, o baterista Barrett Martin, após alguns shows em duo com o vocalista e guitarrista Jeff Angell, recrutou o baixista Duff McKagan (Guns n’ Roses/Velvet Revolver/Loaded) e o tecladista Ben Anderson e formaram o Walking Papers. O primeiro disco, que traz o nome da banda, saiu pelo selo Sunyata Records/Boredom Killing em 2012 e, neste ano, será relançado pela major Sony Music. A gravadora não está dando um tiro no escuro. Barrett Martin me mandou o máster deste álbum, que não decepciona. São 11 faixas que catalisam os talentos individuais dos músicos em canções de rock com uma pegada blues, denso, mas limpo em canções como “Already dead” e “The Butcher”. A experiência nas composições reflete em canções como “I’ll stick around”, que leva a história para dentro da cabeça do ouvinte. A percussão de Martin é marcante em “A place like this”. A banda entra em turnê mundial neste mês. Você pode ouvir todo o disco na página deles no Facebook.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>The Cure Live</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Apr 2013 09:10:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adreana Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em 1976, eu comecei a conhecer a vida como ai está, foi o ano em que fui apresentada a este mundo. Enquanto isso, aqui em Uberlândia, o outono foi conturbado para minha mãe, com a inquieta primogênita, era primavera na Inglaterra, que via surgir uma banda liderada por um cara branquelo, de cabelos desgrenhados e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1157" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/04/som.jpg"><img class="size-full wp-image-1157" title="ADREANA OLIVEIRA" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/04/som.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">“Just like heaven”</p></div>
<p>Em 1976, eu comecei a conhecer a vida como ai está, foi o ano em que fui apresentada a este mundo. Enquanto isso, aqui em Uberlândia, o outono foi conturbado para minha mãe, com a inquieta primogênita, era primavera na Inglaterra, que via surgir uma banda liderada por um cara branquelo, de cabelos desgrenhados e que tinha o hábito de rebocar a boca com batom vermelho. O talentoso e inquieto Robert Smith dava os primeiros passos com a banda The Cure.</p>
<p><a title="The Cure Live" href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/fotos/?wid=1418&amp;wpage=1">Veja Galeira de Fotos do Show</a></p>
<p>No último sábado (6), na Arena Anhembi, em São Paulo, eles fizeram o segundo show de uma breve passagem pelo Brasil, onde não se apresentavam há 17 anos. O setlist do Rio de Janeiro, que recebeu o grupo na mesma semana, deixou os fãs animados: 40 músicas em pouco mais de três horas de show. Era como o paraíso.</p>
<p>E isso se repetiu em São Paulo. Apenas três músicas, do primeiro bis, foram diferentes das executadas no Rio de Janeiro. E por algumas horas, cerca de 30 mil pessoas viram que o tempo só fez bem à banda.</p>
<p>SATURDAY I´M IN LOVE</p>
<p>Robert Smith é a cara e a alma do The Cure. Com quase 40 anos de carreira, tende a ter a sua imagem de frontman mais desgastada do que a dos companheiros de banda. Mas ele vai bem, obrigado. Pelo menos do local de onde eu vi o show, o som estava perfeito e comprovou-se que a voz dele continua a mesma, impecável, bem cuidada. Falou pouco, agradeceu com seu tímido “obrigado” e brincou, quando voltaram para o primeiro bis, que a pausa foi apenas para ir ao banheiro.</p>
<p>E não era só ele que parecia um menino no palco, que ensaiava umas danças engraçadas em alguns momentos para entreter a plateia. Se você já pegou um baixo, sabe que o instrumento é muito pesado. Porém, para Simon Gallup, parecia leve como uma pluma. O baixista não parou por um minuto. Nos teclados, Roger O’Donnell tinha um frescor na expressão só justificado pela paixão pela música que faz.</p>
<p>O baterista Jason Cooper, concentrado, lembrava um pouco o imponente e classudo Charlie Watts, do Rolling Stones. O guitarrista Reeves Gabrels, excepcional, mantinha-se discreto à direita de Smith e nem por isso teve seu brilho ofuscado.</p>
<p>CLOSE TO ME</p>
<p>Em um repertório de 40 músicas se percebe quantas boas canções o The Cure lançou ao longo dos anos. Pelo vício das rádios, programas de TV e discotecagens é possível que você se recorde de cinco ou seis como “Close to me”, “Just like heaven”, “Boys don´t cry”, “Inbetween days”&#8230; mas The Cure tem mais, muito mais.</p>
<p>Além da fase das canções mais românticas tem as mais pesadas como “One hundred years”, para mim um dos melhores momentos da noite com “A forest” e “The hungry ghost”. A ligação emocional com a música mais a tecnologia usada no telão do palco fez a experiência ao ar livre trazer uma certa nostalgia e, ao mesmo tempo, confirmou que, quando a música é benfeita, é para sempre.</p>
<p>Fãs de Sorte</p>
<div id="attachment_1158" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/04/som2.jpg"><img class="size-full wp-image-1158" title="Divulgação" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/04/som2.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Ira Margarido e Robert Smith</p></div>
<p>O profissional de Tecnologia da Informação Ira Margarido estava no grupo de cerca de 20 fãs em frente ao hotel em que o The Cure estava hospedado em São Paulo na noite de domingo. Ali também estavam fãs da pop star Fergie, hospedada no mesmo lugar. “Sorte dos fãs do The Cure que ela foi embora um pouco antes de a banda descer, desanimando as pessoas que a esperavam e fazendo com que elas saíssem do local”, disse o paulistano. Para sorte dele e dos outros fãs, quando os integrantes da banda desceram para entrar na van e seguir para o aeroporto, foram gentis e atenciosos. “Quando a banda desceu, atendeu os fãs com muita simpatia e ainda recebeu presentes como bonecas feitas por uma das fãs, Ana Paula Reis. Todos integrantes deram autógrafos e tiraram fotos”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">SETLIST (SP)</p>
<p><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/04/dre1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1156" title="dre1" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/04/dre1.jpg" alt="" width="600" height="549" /></a></p>
<p>Giro Indie</p>
<p>LIVE N´LOUDER</p>
<p>Acontece amanhã no Espaço das Américas, em São Paulo, a terceira edição do festival Live N´Louder Live n Louder. A atração principal é a banda norte-americana Twisted Sister (foto), liderada pelo simpático Dee Snider, que encerra a noite. A partir das 17h30, apresentam-se, na sequência: Molly Hatchet, Sodom, Loudness, Metal Church, Angra e Twisted Sister.</p>
<p><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/04/giro1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1159" title="Divulgação" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/04/giro1.jpg" alt="" width="600" height="338" /></a><br />
RERIGUERI FESTIVAL</p>
<p>Começou ontem e continua hoje em Araguari o Rerigueri Festival. As atrações de hoje são: Flocos em Blocos (MG), Tarso Miller and the Wild Comets (MG), Revolta Blues (MG), AcidoGroove (MG), Uganga (MG) (foto), Os Dinamites (DF) e Hellbenders (GO). Os shows, com entrada franca, começam às 15h30 na praça Getúlio Vargas. À noite, às 22h, o encerramento é no Vitrola com o classic rock da banda Red Dogs e discotecagem do DJ Seven com ingresso a R$ 10.</p>
<p><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/04/giro2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1160" title="ADREANA OLIVEIRA" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/04/giro2.jpg" alt="" width="600" height="391" /></a></p>
<p>BARRETT MARTIN</p>
<p>Na última quarta-feira (10), entrevistei o baterista e produtor Barrett Martin para falarmos sobre o relançamento do disco “Above” do Mad Season e de sua nova banda, The Walking Papers. O resultado você confere na coluna da próxima semana.</p>
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		<title>Lollabrasil 2013</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Apr 2013 08:52:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adreana Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Lollapalooza 2013]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[Pearl Jam]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160;
Quando me perguntam se eu fui ao Lollapalooza penso um pouco antes de responder. Porque, na real, eu não fui ao Lollapalooza, fui ver o show do Pearl Jam. E, enquanto esperava com fãs brasileiros, chilenos e argentinos, que se espremiam na grade, assisti ao que estava naquele palco, o Cidade Jardim.
Por mais que não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Quando me perguntam se eu fui ao Lollapalooza penso um pouco antes de responder. Porque, na real, eu não fui ao Lollapalooza, fui ver o show do Pearl Jam. E, enquanto esperava com fãs brasileiros, chilenos e argentinos, que se espremiam na grade, assisti ao que estava naquele palco, o Cidade Jardim.</p>
<p>Por mais que não seja o tipo de bandas que eu ouça, Baia e Lirinha + Eddie fizeram apresentações pautadas pelo profissionalismo e um pouco de simpatia, por isso tiveram o respeito do público.</p>
<p>O Puscifer parece ser uma banda interessante para ouvir, já coloquei na minha lista. Liderada por Maynard James Keenan, o homem também à frente do Tool e A Perfect Circle, o som é, ao vivo, como uma mistura de industrial com metal e interferências eletrônicas. Mas, mesmo com Eddie Vedder no palco tomando um vinho com o grupo, durante uma música, a recepção continuou morna.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1149" title="Adreana Oliveira" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/04/Untitled-2.jpg" alt="" width="600" height="400" /></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">O MESTRE DA NOITE</span></strong></p>
<p>Depois de nove horas na espera, eis que surge uma banda que surpreendeu e levantou o público do Cidade Jardim, ansioso pelo Pearl Jam. The Hives fez uma apresentação digna de um festival como o Lollapalooza. Se você quer ser lembrado por algo bom tem que merecer. Um repertório enxuto e acertado e uma performance impecável. Com um figurino classe A, eles fizeram com que o público deixasse o cansaço de lado. Foi no show do Hives que vi Perry Farrell pela primeira vez no Cidade Jardim naquela tarde. O criador do festival parecia orgulhoso do que via.</p>
<p>Per Almqvist, o vocalista do Hives, era o mestre de cerimônias e soube entreter a multidão. Seus companheiros Niklas, Mikael, Mattias e Christian não deixaram por menos, ficava até difícil escolher para onde olhar, cada um tem sua porção showman. Os caras foram feitos para isso. E viva o rock and roll.</p>
<p><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/04/Untitled-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1148" title="Divulgação" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/04/Untitled-1.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>SAVE THE BEST FOR LAST</strong></span></p>
<p>Exatamente 11 horas e 50 minutos depois de eu ter chegado ao Jockey Club, que abrigou, pelo segundo ano consecutivo, o Lollapalooza, o Pearl Jam subiu no palco. “Elderly woman behind a counter in a small town” abriu o show, que durou começou às 20h50 e terminou às 23h sob os acordes de “Yellow Ledbetter”.</p>
<p>Pela oitava vez assisti ao Pearl Jam ao vivo e pela oitava vez constatei o quanto eles são comprometidos com a música que fazem e, principalmente, como respeitam os fãs. E ali, no palco, percebe-se que dão sempre um pouco além do que podem.</p>
<p>Eddie Vedder desejou Feliz Páscoa, agradeceu a presença dos fãs, falou sobre a importância da legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo antes de cantar “Better man” e falou o quanto se lembra dos Ramones sempre que toca na América do Sul antes de cantar “I believe in miracles”. Claro, quando não falava em português, também se desculpava.</p>
<p>Os guitarristas Mike McCready e Stone Gossard são de um entrosamento invejável. O baixista Jeff Ament e o baterista Matt Cameron conduzem seus instrumentos com maestria e tem o arremate com o tecladista e pianista Boom Gaspar.</p>
<p>A lua foi testemunha de um concerto e tanto, daqueles pelo qual se espera muito e passa assustadoramente rápido, mas que provoca uma catarse de emoções em cada um que se propõe a estar ali pela música do Pearl Jam, mesmo que tenha que aturar o aperto e a falta de educação e respeito de alguns membros da plateia. Mas para equilibrar, sempre há pessoas boas ali embaixo, compartilhando a mesma paixão e deixando-se levar pela trilha sonora de suas vidas.</p>
<h1><strong><span style="color: #ff0000;">Giro Indie</span></strong></h1>
<p><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/04/Untitled-giro-indie-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1150" title="Divulgação" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/04/Untitled-giro-indie-1.jpg" alt="" width="600" height="462" /></a></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>THE CURE</strong></span><br />
Depois de encantar os fãs no Rio de Janeiro hoje é dia do The Cure se despedir do Brasil com show em São Paulo, na Arena Anhembi. Com Robert Smith, Roger O’Donnell, Jason Cooper e Reeves Gabrels, a formação clássica, a banda promete mais de três horas de show. Na semana que vem conto para vocês como foi.</p>
<p><strong style="color: #ff0000;">METAL CARNAGE</strong><br />
A banda uberlandense Metal Carnage voltará às atividades em breve. Segundo Jonathan Clifford &#8211; vocalista que enveredou por outros estilos durante – a nova formação da banda lançará um EP em maio, quando também gravará de um CD.</p>
<p><strong style="color: #ff0000;">SOUL STONE</strong><br />
E já que o assunto é metal, mais uma banda local está na reta final da produção de um novo CD. A Soul Stone divulgou um teaser nesta semana que comprova que a pegada continua feroz.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>PARAMORE</strong></span></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/04/Untitled-giro-indie-2.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-1151" title="Divulgação" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/04/Untitled-giro-indie-2.jpg" alt="" width="480" height="320" /></a><br />
Quem se prepara para uma extensa turnê no Brasil é o Paramore, uma das bandas mais queridinhas dos adolescentes. Eles estarão no Rio de Janeiro (25/7), Belo Horizonte (26/7), Brasília (28/7), São Paulo (30/7), Curitiba (2/8) e Porto Alegre (4/8). A venda de ingressos começa no dia 24.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>ANIVERSÁRIO</strong></span></p>
<p><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/04/Untitled-ok.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1152" title="Adreana Oliveira" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/04/Untitled-ok.jpg" alt="" width="600" height="306" /></a><br />
O programa “Cultura Rock”, da Cultura HD, comemora um ano no ar. Na edição de hoje, às 18h, estarão no estúdio bandas uberlandenses que participaram da programação nesse período, entre elas Antauen, Killer Klowns, Leave me Out (foto), e o vocalista Stryke.</p>
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		<title>Grindhouse Hotel</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Mar 2013 12:06:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adreana Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Black Star Riders Giro Indie]]></category>
		<category><![CDATA[Grindhouse Hotel]]></category>

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		<description><![CDATA[Fúria do rock vermelho


Gustavo Cardoso é baterista. Quando está em turnê leva cerca de 25 quilos só em ferragens de seu instrumento, fora o restante da bagagem. Gustavo Cardoso também é web designer e, para sair em turnê, tem que negociar as folgas no trabalho, assim como seus amigos e companheiros na banda paulistana Grindhouse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Fúria do rock vermelho</strong></p>
<p><strong></strong><br />
<a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/03/NOVOS-SOM-GRINDHOUSE.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1140" title="Divulgação" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/03/NOVOS-SOM-GRINDHOUSE.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a><br />
Gustavo Cardoso é baterista. Quando está em turnê leva cerca de 25 quilos só em ferragens de seu instrumento, fora o restante da bagagem. Gustavo Cardoso também é web designer e, para sair em turnê, tem que negociar as folgas no trabalho, assim como seus amigos e companheiros na banda paulistana Grindhouse Hotel, o vocalista Leandro Carbonato (sócio de uma casa noturna em São Paulo), o baixista Róger Max (tatuador) e o guitarrista Luiz Natal (corretor de seguros).</p>
<p>A história não é nova e bandas como a Grindhouse Hotel se proliferam pelo mundo contando com o próprio talento e muito suor para alcançar, quem sabe um dia, o objetivo de viver da música e para a música. Mas, se você pensa que Gustavo reclama do trampo que é transportar a bateria ou do cansaço provocado por uma semana dentro de um ônibus pelas estradas do Brasil, está enganado. “Quando a gente sobe no palco são os melhores 50 minutos de nossas vidas, faz tudo valer a pena”, afirmou o baterista, durante a entrevista realizada por telefone na tarde de terça-feira.</p>
<p>O Grindhouse Hotel está para fechar a primeira turnê no Nordeste e os músicos já começam a pensar na agenda. A turnê passada contou com Uberlândia, em julho de 2012. Por aqui eles se apresentaram no Vinil em noite dividida com a banda uberlandense Leave me Out. “A gente trabalha muito para conseguir viabilizar essas turnês e com uma equipe pequena deixar tudo legal para quem vai ver o show. E quando o palco é nosso, a gente tira energia de onde não tem”, disse o baterista. É a magia do rock and roll&#8230;<br />
<strong>Carreira</strong></p>
<p>Para uma banda com aproximadamente três anos de carreira, a Grindhouse Hotel tem feito barulho. No ano passado, foi escalada para o 18º Goiânia Noise Festival após miniturnê pelo Cerrado que passou por Uberlândia, Goiânia, Brasília e Anápolis (GO). O tempo dos ensaios marcados por clássicos de bandas como Ramones e The Clash, passando por Black Sabbath (a banda favorita do baterista Gustavo Cardoso) não demorou a ser dedicado às composições próprias.</p>
<p>Eles não precisaram se esforçar muito para entrar no hall das bandas de stoner rock brasileiras. “As músicas foram surgindo naturalmente, não que a gente pretendesse soar stoner. Aconteceu. No fim das contas, a gente é mesmo uma banda de rock and roll”, afirmou o baterista.</p>
<p><strong>Lançamento</strong></p>
<p>O segundo EP do Grindhouse Hotel, “Chosen One”, chega em um lindo vinil vermelho de sete polegadas, via Monstro Discos. A escolha do formato é uma realização para a banda. “Para nós, é uma honra ter um trabalho lançado neste formato. Meu pai tinha loja de discos e eu sou colecionador”, disse Gustavo Cardoso. A ideia foi discutida com a gravadora. “A Monstro pedia um produto físico e a gente sabe que hoje em dia vender CDs está cada vez mais difícil, então, já que era para lançar, que fosse nesse formato, que agrada a banda e para quem adquire vira um souvenir.”</p>
<p>A música “Monkey Rule”, lado B do EP, foi a escolhida para ganhar o primeiro videoclipe do trabalho. “Chosen One”, que está no lado A, será a próxima. Além disso, a banda gravou “Red Pill”, que sairá apenas para download. A se julgar pela qualidade do trabalho, vale quanto pesa, independentemente do número de faixas. Às vezes, menos é mais.</p>
<p><strong>Intercâmbios</strong></p>
<p>Bandas que não têm uma estrutura mainstream para circular precisam se virar na hora de fechar os shows e algo que funciona bem é o intercâmbio com bandas de outros estados e até de outros países. “A gente faz a correria para receber uma banda de outro Estado em São Paulo e eles fazem a correria no Estado deles. Assim, conhecemos mais pessoas, chegamos a um público maior e a música gira”, disse o baterista da Grindhouse Hotel.</p>
<p>Por cantarem em inglês, a possibilidade de eles chegarem ao mercado externo existe, mas, por hora, o foco está no Brasil. “Temos contatos com uma banda alemã e uma argentina e sabemos que existe muito espaço para bandas brasileiras lá fora, mas, por enquanto, estamos só conversando, é uma expectativa que pode se concretizar”, disse o baterista.</p>
<p><strong>GRINDOUSE HOTEL:</strong><br />
Gustavo Cardoso (baterista)<br />
Leandro Carbonato (vocal e guitarra)<br />
Luiz Natal (guitarra)<br />
Róger Max (baixo</p>
<p><strong>Giro Indie</strong></p>
<div id="attachment_1142" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/03/GIRO-INDIE-BLACK-STAR-RIDER1.jpg"><img class="size-full wp-image-1142" title="Mattia Zoppllaro/Divulgação" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/03/GIRO-INDIE-BLACK-STAR-RIDER1.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Black Star Riders</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Super grupo</strong></p>
<p>Para os amantes do bom e velho rock and roll vem aí um projeto que promete chamar a atenção. Trata-se do Black Star Riders formado por Ricky Warwick, Damon Johnson, Scott Gorham e Marco Mendoza (Thin Lizzy) e o baterista Jimmy DeGrasso (Alice Cooper/Megadeth). O primeiro álbum, “All Hell Breaks Loose” será lançado no Brasil em maio via Nuclear Blast. A produção é de Kevin Shirley, que já trabalhou com Led Zeppelin, Iron Maiden, Aerosmith e Rush, entre outros. A banda já tem datas agendadas em festivais europeus em junho e novembro.</p>
<p>Veja um vídeo dos bastidores da gravação do disco do Black Star Riders em Los Angeles.</p>
<p>www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=JEx9gD8RPz8</p>
<p><strong>Paul em BH</strong><br />
Os ingressos disponibilizados para pré-venda para o show de Paul McCartney em Belo Horizonte, que acontecerá no dia 4 de maio, estão esgotados. Não duraram nem 24 horas. A venda para o público em geral começa à meia-noite de amanhã (de domingo para segunda-feira) pelo www.ingressso.com e a partir das 10h do dia 1º nas bilheterias do Mineirão. Os preços variam de R$ 80 a R$ 600.</p>
<p><strong>Lolla Brasil</strong><br />
O Lollapalooza segue em São Paulo até amanhã, quando o show de encerramento será do Pearl Jam, no Jockey Club de São Paulo.</p>
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		<title>CAPITAL INICIAL</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Mar 2013 08:04:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adreana Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Capital Inicial]]></category>
		<category><![CDATA[novo cd]]></category>
		<category><![CDATA[Paul McCartney]]></category>

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A gente queria guitarras com maior densidade”. A frase de Flávio Lemos, baixista do Capital Inicial resume a pegada do disco mais recente da banda, “Saturno” (Sony Music, R$ 24,90), lançado no final do ano passado, que me surpreendeu, de forma positiva. Pelos últimos três álbuns da banda eu não esperava que, agora, eles sairiam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/03/capital2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1134" title="Divulgação" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/03/capital2.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></p>
<p>A gente queria guitarras com maior densidade”. A frase de Flávio Lemos, baixista do Capital Inicial resume a pegada do disco mais recente da banda, “Saturno” (Sony Music, R$ 24,90), lançado no final do ano passado, que me surpreendeu, de forma positiva. Pelos últimos três álbuns da banda eu não esperava que, agora, eles sairiam da cômoda posição de uma das bandas pop mais queridinhas do país para voltar às raízes do punk rock e assim, assumir o risco de não emplacar uma série de novos hits nas rádios e perder um maior apelo popular.</p>
<p>“O som mais pesado foi ganhando ênfase durante as gravações e isso aconteceu de forma natural. A música que escolhemos para abrir o disco tem algo meio épico. Achei legal fazer essa abertura diferente antes de entrar no rock literalmente”, disse Flávio Lemos.</p>
<p>Ele se refere ao “O bem, o mal e o indiferente”, faixa que abre caminho para outras dez canções que trazem nas letras e no instrumental três décadas de experiência. Eles passaram por tudo que uma grande banda passa: mudanças na formação, momentos bons, momentos ruins, separações, retornos, mas como uma grande banda, se mantêm na ativa com integridade.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>VOLTA AO COMEÇO</strong></span></p>
<p>A turnê de “Saturno” começou neste mês pelo território nacional. Hoje, o show será apresentado no Credicard Hall, em São Paulo. Durante entrevista ao CORREIO de Uberlândia, por telefone, no início do ano, Flávio Lemos comentou que começariam a turnê só depois do Carnaval. “A gente sabe que até então nada funciona direito no Brasil”.</p>
<p>E tem muita coisa que não funciona direito no país durante todo o ano. É para isso que chama atenção a música “Saquear Brasília”, que já tem o videoclipe disponível para televisão e internet. “As letras estão muito bem trabalhadas, o momento político do Brasil inspira as músicas, não tem como fechar os olhos. Mas nada disso é crítica gratuita”, afirmou Flávio Lemos. O mesmo tom crítico está também em “Cristo Redentor”, baseada em fatos reais. “Os políticos conseguiram avacalhar as coisas por aqui de uma forma que nunca vi”, comentou o baixista que afirmou ainda que o Capital está mais próximos do que foi o primeiro disco, lançado em 1986.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>SEM CONCESSÕES</strong></span></p>
<p>Flávio Lemos sabe que será difícil eles emplacarem cinco faixas de “Saturno” nas rádios. E não está nem aí, porque, segundo ele, não fizeram o CD pensando nisso. “Esse disco foi feito da forma mais desencanada possível, naquele espírito pé na porta mesmo, e se não gostarem, problema deles”. “O lado escuro da lua” já tem algum espaço, mas as mais pesadas devem ficar mesmo para as apresentações ao vivo.</p>
<p>“No rádio parece que não gostam de guitarras. Reclamam e pedem para fazer uma ‘versão’ mais leve. E muita gente faz esse tipo de concessão. Isso não está certo”. O que não significa que o rock não tenha sua audiência. “Exemplos temos aos montes, como o Slipknot, por exemplo, no Rock in Rio, há dois anos, tocando para 100 mil pessoas. Não entendo como o espaço para o rock pode ter diminuído tanto dentro das rádios, assim como diminuíram as emissoras que mais apoiam o estilo”, disse o baixista.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>O MELHOR DE TUDO</strong></span></p>
<p>“Eu amo o que eu faço e estar em turnê é o melhor momento para qualquer banda”, disse o baixista Fábio Lemos, na estrada ao lado dos seus companheiros Dinho Ouro Preto nos vocais, o irmão Fê Lemos na bateria e Yves Passarel na guitarra. Outros dois integrantes se juntam ao Capital Inicial na estrada, Fabiano Carelli nas guitarras e backing vocals e Robledo Silva no teclado e backing vocals.</p>
<p>A banda quer levar a turnê de “Saturno”, com todo o cenário e iluminação especialmente produzidos para ele ao maior número de cidades possível. É no palco que, para Flávio Lemos, eles recebem a cereja do bolo: o feedback imediato e a energia do público. “A gente se diverte muito e quando a galera está curtindo isso da um gás a mais e não tem como fazer um show burocrático ou ficar entediado.”</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>CAIU NA REDE</strong></span></p>
<p>Outra forma de ter o feedback do público e manter contato com os fãs é por meio das redes sociais como Twitter, Facebook e o site da banda. “Tem pessoas que interagem tanto que quando chegamos às cidades em que moram até reconhecemos. E eu sei que o pessoal curte isso. Imagina se na nossa adolescência a gente conseguisse trocar uma ideia com os músicos que a gente admirava, como a tecnologia permite hoje? Seria demais”, disse o músico que não se considera diferente ou acima de qualquer mortal. “Não existe separação artista/público. Eu vejo a galera indo lá assistir nossos shows e lembro de quando eu comecei a tocar e eu estava ali. E, pelo menos no Capital Inicial, nós não nos isolamos nessas paranoias da fama.”</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>AGENDA</strong></span></p>
<p>O público do Capital Inicial em Uberlândia é grande e Flávio Lemos lembra com carinho da cidade. “Temos que voltar a tocar ai”. Por enquanto, nada de data. Em Minas Gerais, até ontem, estavam confirmadas apresentações em Uba (6/4), Divinópolis (26/4), Campo Belo (4/5), Patos de Minas (31/5) e Juiz de Fora (22/6). A banda também é uma das principais atrações do Rock in Rio, e se apresenta na Cidade do Rock dia 14 de setembro.</p>
<p><strong>Veja o videoclipe da música &#8220;Saquear Brasília&#8221; do Capital Inicial</strong></p>

<p style="text-align: center;"><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/03/arte-novo-som.jpg"><img class=" wp-image-1135 aligncenter" title="CORREIO Infografia" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/03/arte-novo-som.jpg" alt="" width="480" height="344" /></a></p>
<h1><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #ff0000; text-decoration: underline;">Giro Indie</span></span></h1>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Sir Paul na terra do pão de queijo</strong></span></p>
<p>Paul McCartney dá indícios de ter realmente caído de amores pelo Brasil. Mais uma turnê do Beatle está confirmada para maio. Pela primeira vez, Sir Paul tocará em terras mineiras. A turnê mundial “Out There!” passará por Belo Horizonte. Outras cidades que receberão o músico pela primeira vez são Goiânia (GO) e Fortaleza (CE). A informação foi divulgada pela produtora Planmusic Entretenimento na tarde de ontem. As datas, locais exatos e preços dos ingressos, assim como a data de início das vendas, devem ser anunciadas na próxima semana.</p>
<p><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/03/sir-elton.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1136" title="Divulgação" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/novo-som/files/2013/03/sir-elton.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A persistência que fez a diferença</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Mar 2013 09:15:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adreana Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Banda O Berço]]></category>
		<category><![CDATA[Patos de Minas]]></category>

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		<description><![CDATA[Podemos comparar nossas vidas a pequenas ruas que, de repente, vão se encontrar em uma mesma estrada. A partir daí, as diferentes experiências dividirão um mesmo espaço e terminarão, ou começarão, um novo projeto.
A música se beneficia desses encontros. Para a banda mineira O Berço, de Patos de Minas, esse parece o momento ideal para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/03/aa.jpg"><img src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/03/aa.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Banda O Berço</p></div>
<p>Podemos comparar nossas vidas a pequenas ruas que, de repente, vão se encontrar em uma mesma estrada. A partir daí, as diferentes experiências dividirão um mesmo espaço e terminarão, ou começarão, um novo projeto.</p>
<p>A música se beneficia desses encontros. Para a banda mineira O Berço, de Patos de Minas, esse parece o momento ideal para a convergência das vidas e da arte de Biel Faria (guitarra, violão, banjo e voz), Ciro Nunes (bateria, flauta e voz), Lucas de Paulla (guitarra, violão, banjo e voz) e Timonha Jr. (baixo e voz).</p>
<p>Via Skype, conversei com Biel, Ciro e Lucas. ”Todos nós já participamos de outros projetos. Patos de Minas tem muitos músicos bons e parece que esse nosso encontro n’O Berço aconteceu na hora certa”, disse Lucas de Paulla. ”Todo mundo está disposto e pronto para encarar essa nova fase”, afirmou Biel Faria.</p>
<p><strong>A CIDADE</strong></p>
<p>O baterista Ciro Nunes afirma que Patos de Minas tem se profissionalizado no cenário independente desde 2007, ano chave para a banda Vandaluz, que também está no DNA de Ciro. ”A partir daí nos organizamos por meio do Coletivo Peleja, fazemos nosso próprios festivais, como o Marreco, e temos nosso estúdio”, disse o baterista.</p>
<p>De 2007 até os dias de hoje, eles viram muitas bandas começarem e acabarem. A persistência é o que faz a diferença na hora de seguir em frente.</p>
<p><strong>A FAZENDA</strong></p>
<p>O primeiro disco da banda O Berço está em processo de produção. Segundo Biel Faria, a atmosfera ideal para a concepção desse trabalho tão importante vem de uma fazenda traquila em Patos de Minas, onde eles se reúnem e a criatividade aflora por entre as cercas e o mato. ”Queremos lançar este disco até o meio deste ano e por aqui a cada sessão de pré-produção surge algo diferente”, disse o guitarrista.</p>
<p>Para Lucas, o mais importante é a convivência entre eles, o compartilhamento de experiências. ”No fim das contas é isso que vai dar a cara do disco, a nossa cara”, disse.</p>
<p><strong>RÁDIO (UN) FRIENDLY</strong></p>
<p>O Berço tem um EP lançado no ano passado com quatro músicas. Todas com potencial para tocar na rádio, em um trabalho que teve a participação especial do trompetista Lustosa.</p>
<p>Porém, ainda está difícil o acesso a esse meio de comunicação tão importante para bandas de qualquer estilo. ”Ainda tem o jabá, que limita muito na hora de novas bandas conseguirem um espaco no rádio, o que não impede que a gente continue tentando”, afirmou o baterista Ciro Nunes. Enquanto isso, na internet, você pode ouvir e baixar todo o EP.</p>
<p><strong>TEMPERO MINEIRO</strong></p>
<p>Folk, rock, blues, bluegrass, tudo isso e um pouco mais está no som da banda O Berço, com aquele tempero do interior mineiro, mas sem o sotaque carregado. Instrumentalmente rico, com melodias vocais agradáveis, a banda tem tudo para conquistar um público cada vez maior. Muito disso, claro, vai depender da curiosidade do ouvinte, porque, sem ela, as novas bandas continuarão em uma estrada sem destino certo.</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong></strong>Ouça: www.oberco.tnb.art.br<br />
Baixe: www.soundcloud.com/oberco<br />
Contato: bandaoberco@gmail.com<br />
<strong>Giro Indie</strong></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/03/mad.jpg"><img class="aligncenter" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/03/mad.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></p>
<p><strong>MAD SEASON</strong></p>
<p><strong></strong>Lançado originalmente em 14 de março de 1995, o álbum ”Above”, do Mad Season <strong>(foto acima)</strong>, ganha uma reedição especial prevista para sair dia 21 de abril. Formada em Seattle, a banda trazia na formação um dos membros do Pearl Jam, Mike McCrea, nas guitarras, o vocalista do Alice in Chains, Layne Staley (1967-2002), o baixista John Baker Saunders (1954-1999) e o baterista do Screaming Trees, Barret Martin.</p>
<p>Colaborador em três músicas da edição original do disco, Mark Lanegan, vocalista do Screaming Trees, é o responsável também pela letra inédita e voz em ”Locomotive”, que entra na versão 2013 e será oferecida a todos que comprarem o disco em pré-venda no iTunes. ”Estou empolgado pelos fãs poderem ouvir ‘Locomotive’ pela primeira vez. Mark fez um trabalho maravilhoso nessa faixa”, disse McCready ao site do Pearl Jam. Mais que recomendo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>LOLLAPALOOZA</strong></p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/03/lolla1.jpg"><img class="aligncenter" src="http://www.correiodeuberlandia.com.br/wp-uploads/2013/03/lolla1.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></p>
<p><strong></strong>Contagem regressiva para o Lollapalooza, que acontece de 29 a 31 de março no Jockey Club de São Paulo. Ainda há ingressos para os três dias. Headliner do dia 31, o Pearl Jam <strong>(foto acima)</strong> está finalizando um novo álbum de estúdio. Será que vão mostrar algumas canções novas? Não perdemos por esperar.</p>
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