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4/03/2011 7:29

Teatro Grande Otelo

Ao se avaliar a reação de algumas pessoas sobre a reconstrução total (e necessária) do Teatro Grande Otelo, parece até que se propôs demolir a Capela Sistina e o magnífico afresco de Michelangelo que adorna seu teto. Menos pessoal, menos. Sou seguramente contra a demolição de qualquer monumento de real valor histórico, por mais insignificante que possa parecer a muitos, disso ninguém duvide. Mas no que diz respeito ao teatro em questão, venhamos e convenhamos não há nada, absolutamente nada que justifique reações tão iradas, nervosas e intempestivas.

William H. Stutz 
Veterinário Sanitarista
whstutz@gmail.com

TIRIRICA NA EDUCAÇÃO

Um palhaço na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados é o retrato fiel da falta de respeito à classe dos professores. Não é que um palhaço não seja capaz de educação, mas, de acordo com aquela máxima: “quanto mais burro e sem cultura o brasileiro, mais fácil é de ele ser controlado pelos espertos que por meios ilícitos chegam ao comando do Brasil”. É por isto que os brasileiros elegeram um Lula, um Zé Dirceu, um Ibrahim, um Anthony, um Maluf na esfera federal. E outros nas esferas estadual e municipal.

Luiz Antonio Borges
Uberlândia
luizantonioconsultorimobiliario@hotmail.com

PALESTRA DE LULA
 
O ex-presidente Luiz Inácio fez, em São Paulo, a sua primeira palestra na Expo – Transamérica. Recebeu, segundo informações extraoficiais, R$ 200 mil. O tema foi de livre escolha do palestrante que não falou de mensalão, nem de crucifixo. Também não falou de herança maldita do Plano Real, de aloprados, sobre recursos nem de não contabilizados. Compareceram somente convidados especiais. O jornalista Ivan Santos não deve ter sido convidado.

Mario Borges
Empresário
Goiânia (GO)

SEM NOTA FISCAL

Se os impostos arrecadados fossem mais bem aplicados e não tivesse tantos desvios de verbas, tantos políticos corruptos e, principalmente, se não houvesse tantos encargos sociais. A população seria a primeira a colaborar.

Roberta Tannus
Via CORREIO Online

CRIANÇAS E A SODA CÁUSTICA

Gostei muito da reportagem sobre acidentes envolvendo crianças com soda caústica. Vocês foram bastante claros e objetivos. Grata pela colaboração nessa luta em defesa das crianças.

Mariza R. Faria
Via CORREIO Online

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  • ANA disse:4/3/2011 08:33:26

    O POVO BRASILEIRO ESTA CANSADO DE TANTA BANDIDAGEM ,A FORMA DE REVOLTA FOI A VITORIA DE TIRIRICA ESTA ESTAMPADA NA CARA DO POVO A FIGURA DO PALHAÇO QUE A MUITOS ANOS ESTAMOS REPRESENTANDO NESTE PAIS,AGORA O PALHAÇO TIRIRICA ESTA LA NA COMISSÃO DE EDUCAÇÃO,QUEM SABE NE?
    FOMOS ENGANADOS DECADAS POR HOMENS LETRADOS,ESTUDADOS,COM FALA DECORADA PARA NOS ENGANAR.
    AGORA O PALHAÇO SEM LETRAS ESTA LA QUEM SABE NÃO TEREMOS UMA SURPRESA PORQUE EU ACREDITO DE FALTA DE LETRAS NÃO SIGNIFICA OBRIGATORIAMENTE QUE A PESSOA NÃO SAIBA DESTINGUIR AS COISAS,CULTURA E UMA COISA INTELIGENCIA E EXPERIENCIA DE VIDA E OUTRAS.

    VAMOS VER NO QUE DA

    Responder
  • Ana Valéria ZM disse:4/3/2011 08:33:53

    Stutz, o que vc escreveu me lembra o que o Reinaldo Azevedo escreveu sobre os petistas: “A educação e a cultura se tornam, então, as duas praças de guerra onde tentam testar as suas teses do século retrasado.”

    Responder
  • Mário Borges disse:4/3/2011 09:49:16

    O Dr.William H. Stutz tem inteira razão, o antigo Cine Vera Cruz foi construído em 1.996 pelo Engenheiro Nilson Gonçalves do Prado, e em 1.977 foi desativado, foi adquirido pela Prefeitura em 1.984, reformado, e em 1.985, após várias adaptações,transformou-se em Teatro, e em homenagem ao Grande Uberlândense Grande Otelo, foi dado o nome Dele ao Teatro, fala-se que Ele não compareceu na inauguração.

    Responder
    • Mário Borges disse:4/3/2011 15:05:18

      corrigindo informações…. foi construído em 1.966 e desativado em 1.977 -

      Responder
      • Aline disse:19/5/2011 12:40:08

        O grande Otelo não veio a inauguração pq além de estar doente não recebeu as passagens da secretária de cultura da época. A Homenagem no fim das contas não foi ao artista e a arte, pois o teatro nunca foi respeitado como Teatro. Serviu apenas para o momento da inauguração, onde Uberlândia se apropia da imagem do Artista Grande Otelo para ter visibilidade nacional. O resto é preconceito e desrespeito a arte e aos artístas, típicos dessa cidade!

        Responder
  • AGOSTINHO PAGANINI disse:4/3/2011 12:49:18

    Dr.Willian H.Stutz, concordo plenamente com a reforma ou reconstrução do nosso Teatro Grande Otelo, mas o texto que enviei ao Correio e não foi publicado trata do problema dos tapumes que, sob minha ótica, colocam o transeute em risco, haja vista que estão instalados rentes ao passeio e não há nenhuma proteção para a passagem de pedestres. Além do mais não proibiram estacionar naquele trecho da Av.João Pinheiro e nem na R.Monte Alegre. Faltou responsabilidade!

    Responder
  • José F Pires disse:4/3/2011 19:25:53

    Caro William H. Stutz, você está corretíssimo, aquela edificação em ruínas nada significa. Agora, discordo dos que acham que no local deva ser construído outro teatro. Basta concluir o ora em obras e dar-lhe o mesmo nome. Com os avanços tecnológicos na área do entretenimento os teatros ficaram obsoletos, servindo quase que somente como oficina de homossexualismo, exceto Rio e São Paulo.

    Responder
    • José F Pires disse:4/3/2011 19:27:46

      corrigindo “homosexualismo”

      Responder
      • Aline disse:19/5/2011 12:45:29

        Você deveria corrigir todo esse seu comentário escroto! E homossexualismo se escreve assim, conheça mais antes de falar qqr coisa.

        Responder
    • Emilliano Freitas disse:18/5/2011 21:53:04

      Caro Sr. José F Pires, sinto muita pena de você quando leio sua opinião. Me dói pensar que ela pode refletir muito o que pensam os governantes do país sobre a cultura.
      Primeiramente não entendo como que o que você chama de “aquela edificação em ruínas” não significar nada. O que você entende por identidade cultural? O que você entende por espaços públicos culturais? O que você entende de patrimônio cultural material e imaterial? Além disso você fala um grande absurdo que é terminar o teatro municipal e dar o mesmo nome, como se isso fosse resolver o problema. O teatro municipal não resolverá praticamente nenhum problema cultural da cidade. Cada vez que um teatro é demolido a cidade perde em diversos setores. Perde cultura, emprego, identidade, etc.
      Teatro não é só entretenimento, e às vezes por você ter uma visão totalmente obsoleta, não consegue distinguir uma coisa da outra. Uberlândia é uma das cidades do interior do país com maior produção teatral, sabia? Sabia que possuímos um dos melhores cursos superiores de teatro do país, formando centenas de professores de teatro e bacharéis em interpretação? Sabia que a cidade conta com mais de 5 festivais diferentes de teatro todos os anos?
      O que mais me choca é você falar que teatro serve “somente como oficina de homossexualismo”, e que existe de fato teatro somente no Rio e São Paulo. Em que ano você vive? Vá ao teatro, visite os grupos locais, passe pelo curso de pós-graduação em Artes na Universidade Federal de Uberlândia.
      É muita indignação pensar que as pessoas se preocupam mais com as vagas para estacionar do que com a cultura de Uberlândia.
      Meus pêsames.
      Emilliano Freitas
      Ator e cenógrafo do curso de Teatro da Universidade Federal de Uberlândia

      Responder
      • Samuel Giacomelli disse:19/5/2011 11:50:17

        Bravo, Emiliano!

        Responder
    • clara bevilaqua disse:18/5/2011 23:15:13

      josé F Pires, é no mínimo triste o seu posicionamento a respeito dos teatros… Viva a liberdade de cada pessoa se expressar da maneira como ela acha e a partir disso inclui nós atores, bailarinos, músicos, enfim ARTISTAS que nos expressamos nas ruas e dentro dos TEATROS que são um dos espaços mais importantes para um ARTISTA. seria interessante você frenquentar um pouquinho desses lugares que você diz ser obsoletos nos dias de hoje e ver que tem muita gente trabalhando, ganhando o seu dinheiro e tendo MUITO orgulho de dizer que somos artistas, vivemos disso, acreditamos na arte e só queremos mais um espaço para TRABALHAR. A propósito essa sexta feira estaremos na praça Tubal Vilela, fazendo uma performance, vai la assistir as 15 horas, quem sabe você não se intera um pouco do movimento cultural que essa cidade tem. Ah e nem vou entrar na questão do homossexualismo que o senhor citou, pois acho que com os avanços tecnológicos que temos, em pleno século XXI não deviam existir esse tipo de discussão com esse grau de preconceito que o senhor expressou.
      Att. Clara, bailarina, atriz, professora e acima de tudo ARTISTA e com muito orgulho!

      Responder
    • Carlos Almeida disse:18/5/2011 23:41:06

      caro Sr. José, vc é uma pessoa que representa a classe grotesca q torna este país um atrazo. O brasil assim como o senhor, n são carente de recursos financeiros, são carentes de intelectualidade e cidadania.

      Responder
  • José F Pires disse:4/3/2011 19:31:02

    Caro William H. Stutz, você está corretíssimo, aquela edificação em ruínas nada significa. Agora, discordo dos que acham que no local deva ser construído outro teatro. Basta concluir o ora em obras e dar-lhe o mesmo nome. Com os avanços tecnológicos na área do entretenimento os teatros ficaram obsoletos, servindo quase que somente como oficinas de homosexualismo, exceto Rio e São Paulo.

    Responder
  • AGOSTINHO PAGANINI disse:5/3/2011 07:23:06

    BOM DIA!

    Responder
  • AGOSTINHO PAGANINI disse:5/3/2011 18:50:53

    EU DISSE “TRANSEUTE”. QUERIA DIZER TRANSEUNTE.

    Responder
  • joao roberto machado disse:9/3/2011 12:20:20

    Deve ter sido convidado sim,Mario Borges.e com uma Deferencia especial.Ivan,é homem inteligente,até para debater com Lula,se fosse preciso,e conseguir,caso fosse lá,muitos beneficios que nossa Uberlandia,merece e tem que conseguir.PT É UM SÓ,CARO MARIO,ANTES QUE VOCE CONTESTE!

    Responder
  • Leka disse:18/5/2011 22:08:07

    Logo se vê que o senhor Willian H. Stulz está na função mais correta a ele, o trato com animais e não esntende nada de ARTE… de se preservar a memória cultural de uma cidade! Volte aos seus cavalos! E vê-se também que o senhor José F. Pires, além de preconceituoso, acha que o teatro de valor só acontece no Rio e São Paulo, eita vizãozinha medíocre,
    alienada.

    Responder
    • Leka disse:18/5/2011 22:51:12

      Corrigindo: “visaõzinha”, no calor da indignação digitei errado!

      Responder
      • Leka disse:18/5/2011 22:52:09

        Opa… “visãozinha”, agora foi corretamente!!!

        Responder
        • Leka disse:18/5/2011 22:54:01

          CORRIGINDO: Logo se vê que o senhor Willian H. Stulz está na função mais correta a ele, o trato com animais e não entende nada de ARTE… de se preservar a memória cultural de uma cidade! Volte aos seus cavalos! E vê-se também que o senhor José F. Pires, além de preconceituoso, acha que o teatro de valor só acontece no Rio e São Paulo, eita “visãozinha” medíocre,
          alienada.

          Responder
  • Marcello Castilho Avellar disse:19/5/2011 07:16:06

    Sr. Stutz, a ideia de patrimônio histórico não está associada à de valor artístico, mas à participação do bem na formação da identidade cultural de uma comunidade ou de grupos ligados a ela. Quem pode falar se aquela edificação é importante ou não são os artistas que nela se apresentaram, ou as pessoas que vivem em seu entorno e que, por longo tempo, tiveram ali seu único espaço cultural.

    Responder
  • Marcello Castilho Avellar disse:19/5/2011 07:21:37

    Sr. Pires, a respeito de “os teatros ficaram obsoletos”, procure se informar um pouco mais. Em todo o mundo, teatro e tecnologia, já que a mencionou, caminham juntos. No Brasil, uma atividade como a dança, de acordo com dados do IBGE, envolve e emprega mais pessoas que a música, o cinema ou as artes visuais. Deveria ir ao teatro com mais frequência antes de especular sobre a orientação sexual dos frequentadores.

    Responder
  • Breilla Zanon disse:19/5/2011 12:02:22

    realmente, a sociedade de uberlândia gosta de palpitar em favor do progresso quando nem ainda entendeu o que é desenvolvimento. O que que a gente faz com um comentário do tipo do seu Zé?? Lamenta. Tanto o comentário quanto a notinha, que diga-se de passagem já é antiga e logo quando postada, o MUdi se mostrou um tanto reflexivo sobre, o que acabou rendendo até alguns esclarecimentos do autor. Mas enfim, todo mundo tá aqui pra aprender, não é? E como já havia declarado, pra mim é muito mais aceitável e digno de comemoração o desmoronamento de um símbolo monumentalista da moral cristã já OBSOLETA, mas ainda sim elitista, do que deixar em ruínas um espaço voltado para a expressão artística e o exercício cultural de uma população que carece não só de entretenimento, mas principalmente de desenvolvimento crítico e reflexivo a respeito de si e de seu meio. A arte e a cultura pode fazer isso, mas acredito que os que proferem absurdos como os acima lançados, não tem a menor noção da perspectiva da cultura no desenvolvimento do senso de cidadania em uma sociedade. Mesmo lamentando a falta de cognição, mais uma vez, ressalto que estamos aqui para aprender :)

    Responder
  • Mariene Perobelli disse:19/5/2011 16:01:08

    Diante das tristes palavras do senhor José F. Pires, resta-me silenciar. Pois creio que não há o que se possa dizer à sujeitos sem sensibilidade de escuta e percepção do mundo para além da realidade que o circunda. Porém, sigo meu trabalho. Pois meu trabalho é a forma que encontrei para ser, estar, compreender as diferenças, interferir e contribuir com o mundo em que todos, cada um a seu modo, vivemos.
    Respeitosamente,
    Mariene Perobelli
    Atriz e professora do Curso de Teatro da Universidade Federal de Uberlândia

    Responder
  • José F Pires disse:19/5/2011 21:25:55

    Milton Nascimento dizia que o artista tem de ir onde o povo está. Não tenho visto grupos de teatro onde tem povo: nas praças públicas, nos terminais de ônibus, nas feiras livres. Só tenho notícias deles em salas geralmente escuras, semi vazias, atuando para platéias também enrustidas e travestidas de intelectuais, na verdade “intelectualóides”. Respeito as opiniões contrárias, mas não vou polemizar sobre arte decadente, sepultada quando da morte do circo no Brasil.

    Responder
    • Guilherme Calegari disse:20/5/2011 09:52:24

      Senhor José, creio que não é usando jargões nem se esquivando dizendo que não fala sobre “arte obsoleta” que o senhor estará com a razão, pois seu comentário a cima mostra que não sabe nada sobre o que está falando, além de ser extremamente preconceituoso.
      Por acaso o senhor já viu médicos, terapeutas, contadores, educadores, enfim, profissionais de diversas áreas em que o povo está carente de informação trabalhando nas ruas, praças e terminais, isto é pra você, onde o povo está? Geralmente as pessoas necessitam de condições físicas adequadas ao seu trabalho, e mesmo o Teatro de Rua e outras formas artísticas executadas em espaço público sofrem sanções e censuras pelos órgãos de gestão pública. Então se lutamos por um espaço a mais é porque temos a necessidade. Vamos sim a onde o povo está, com o difícil apoio das políticas públicas ou subversivo à elas como “mártir da resistência” o problema é que a mídia não notifica isso e para uma parcela da sociedade é bem mais cômodo criar cidadãos que não se arriscam a ser um “povo” que vai nessa “zona de risco” que são as salas de teatro.
      Sinto muito pelo seus comentários que me parecem excludentes, preconceituosos, pouco informado e agora covarde.
      Deus te guie!

      Guilherme Calegari. Ator, músico e educador.

      Responder
    • Samuel Giacomelli disse:20/5/2011 11:33:18

      Teu discurso não condiz com a realidade senhor José. Quando foi ao teatro, ao circo, ou a um espetáculo de dança pela última vez? Pega ônibus quantas vezes por semana? Tem ido passear nas praças de Uberlândia? Se quiser posso juntar as pessoas que estão aqui na lista e só com elas traduzir pra vc uma pequena porcentagem dos trabalhos que estão sim em dialogo com o povo aqui da cidade que escolhemos como nossa. Espetáculos e performances que rolam em praças, terminais de ônibus e outros espaços urbanos já se tornou praxe dos artistas da cidade (só aqui nessa discussão temos representantes dos grupos Coletivo Teatro da Margem, Anjos da Alegria, Uai K Dança, Trupe Tamboril, que tem desenvolvido trabalhos importantíssimos nesse contexto). Se estivesse frequentando atualmente a única sala de teatro do tipo “caixa preta” que existe nessa cidade o senhor saberia que elas não ficam nunca semi-vazias, e sim abarrotadas muitas vezes com pessoas do lado de fora que não conseguem ingressos para assistir aos espetáculos. E quando observo a fila de espectadores não vejo os intelectualóides de que o senhor fala. Só posso crer que eles apenas existem dentro de sua cabeça. E onde é que morreu o circo do Brasil? O senhor que matou? Porque estamos num momento importantíssimo para o circo brasileiro, muitas lonas se formando, familias tradicionais voltando a ativa. Sabia que no bairro Roosevelt um grupo de teatro e circo da cidade conquistou sua propria lona e já estão na ativa trazendo espetáculos e dando cursos de circo? Procure olhar a realidade antes de fazer seus comentários. E só pra constar, o senhor fez comentarios homofóbicos duas vezes, pode ser severamente punido por isso, não conhece o PLC 122/06? Cuidado com a lingua ou vai acabar se enrolando nela!!!

      Responder
      • José F Pires disse:20/5/2011 16:40:05

        Oba! Boa noticia, a grana deve estar sobrando. Por que então não constroem o ninho com os próprios recursos e deixem o tesouro público para o que realmente é importante? Quanto a sua PLC, saiba que grupos bizarros com comportamentos anormais, com papel ou não, com lei ou não, nunca serão “normalmente” aceitos no seio da sociedade dos normais.

        Responder
    • Rodrigo Alves disse:20/5/2011 11:49:39

      Gente, o pseudonimo Sr. Stultz e o tal do Pires devem ser uns cachaceiros à toa e devem gostar um pouquinho de arte sim. Só q como eles estão desocupados ficam postando estas coisas pra ficarem rindo da indignação. Ahahah, tem mto piadista desocupado principalmente aqui por estas bandas de Uberlandia. Fico imaginando eles rindo de pessoas sérias e excelentes artistas e formadores de opinião crítica como vcs são. Esse tipo de opiniao dos srs aí citados não pode ser verdade, eu me recuso a acreditar q existe gente assim hoje q tenha coragem de expressar sua opinião, mesmo usando pseudonimos, … pq gente assim está mais q perdida. Então minha gente não precisa ficar tão brava, isso é pura ficção. Devem estar rachando o bico da gente ahahaha!!

      Responder
      • Rodrigo Alves disse:20/5/2011 11:57:44

        Só pra ficar claro, a necessidade de se manter um teatro é pela falta de espaço, …, se a arquitetura está comprometida, …, duvido q os artistas se preocupariam em demolí-lo desde q fosse provada a necessidade, e desde q fosse construído outro teatro. Tenho muita vergonha do prefeito e de nossa Secretária da Cultura q ficam com aquele QUEJÃO MINERO mofando na Av.Rondon e nao fazem nada. Também com uns salários gordos desses é claro q nao sobra dinheiro pra espaços culturais e educação.

        Responder
  • Breilla Zanon disse:20/5/2011 11:48:34

    Ah, mas é claro, gente. O seu José Pires tá desinformado… bora informar ele??

    O senhor disse que o teatro tem q ir aonde está o povo? é isso?

    dá uma olhada…

    http://grupotamboril.wordpress.com/2010/12/28/ja-que-estamos-falando-em-fazer-parte-da-realidade/

    http://trupetamboril.wordpress.com/diario-de-alice/

    http://grupotamboril.wordpress.com/trupe-tamboril/

    http://grupotamboril.wordpress.com/fotos/

    gente, vamos informar o Seu José! Por favor!

    Responder
  • Mariene Perobelli disse:20/5/2011 13:35:12

    Sim, Rodrigo, isso só pode ser pura ficção. E podem estar certos de que há interesse político por trás desses pseudônimos. Fiquemos atentos, enquanto investimos nosso tempo e energia nesses comentários surreais aqui neste espaço virtual, o que estarão tramando no plano da realidade? Fiquemos espertos!

    Responder
  • José F Pires disse:20/5/2011 14:20:56

    Veja como é a vida e o que o amanhã nos reserva, quando, em 04/03/2011, postei um simples, despretensioso e até mesmo ingênuo comentário sobre a demolição ou não do antigo Cine Vera Cruz, não sabia que me tornaria um benemérito das artes cênicas de Uberlândia. Hoje, mesmo sendo página virada de jornal, serviu para que alguns leitores descobrissem que Jean-Baptiste Poquelin – Molière e George Bernard Shaw, ressussitaram em Uberlândia, e que a cidade conta com grandes artistas mambembes. Por favor não me indiquem para nenhuma honraria, pois sou muito tímido e modesto preferindo passar despersebido.

    Responder
  • Fernanda disse:20/5/2011 19:02:02

    Sr Pires, as novas tecnologias não excluem a construção e reformas de mais teatros numa cidade.
    Quanto a sua observação sobre a arte na rua… Faz-me rir!! Saia na rua Sr Pires,parece-me que o Sr além de nunca ter ido ao teatro, nunca saiu de casa. A rua está cheia, lotada, de artistas de rua com trabalhos muito sensíveis e aqui não caberia a lista enorme desses artistas e grupos de Uberlândia
    que fazem trabalhos nas praças e ruas de Uberlândia!
    Agora , quanto a sua observação homofóbica… pelo amor de Deus, o Sr podia ter dormido sem essa heim??? Isso é simplesmente imoral. Tenho medo disso, muito, pois é exatamente esse tipo de pensamento que provoca violência, guerra e faz com que a desesperança e o pânico continuem imperando!! Mas como diz o Mario Quintana: ” Todos aqueles que ali estiverem, atravancando o nosso caminho… eles passarão… Nós PASSARINHO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    Fernanda Bevilaqua (Artista, arte educadora)

    Responder
    • José F Pires disse:21/5/2011 10:45:00

      Bravo! Bravo!…
      Será que a homofobia não tem o seu lado inverso? Será que a violência e o preconceito não são provocados e estimulados pelo fato de uma minoria querer impor
      a sociedade, que desprezam, uma estranha e anormal regra de conduta, baseada em noção e valores éticos equivocados? Cada um tem o direito de ser o que quiser desde que não envolva terceiros inocentes e não tente limitar o direito do outro ser o que é. A sociedade é “homofóbica” e vocês representam menos de 1% da população brasileira. Esta realidade não será mudada à força. A melhor forma de ser aceito é não querer se impor.

      Responder
      • Maria Inês Mendonça ( Vovó Caximbó) disse:23/5/2011 14:10:17

        Caro Sr José, muito me entristece saber que há pessoas que pensam assim como o Sr. Sei que não são maioria e é por acreditar que podemos mudar esta opinião que sigo trabalhando.
        Há 23 ANOS, sou atriz e contadora de histórias. A primeira vez que subi em um palco foi no Teatro Grande Otelo e no mesmo palco participei de vários projetos que levavam as crianças a assitirem gratuitamente a peças teatrais, onde através do teatro contribuíamos para a formação das mesmas, repassando noções culturais, políticas, ambientais e auxiliando assim na sua educação.
        E é por acreditar no poder do teatro como poderosa ferramenta de mudança e melhoria do ser humano, que sigo trabalhando nos palcos, nas ruas ou onde quer que nos aceitem.
        Bem sabemos que quanto maior o investimento do homem na tecnologia, mais ele necessita de olhar nos olhos, ouvir o som da palavra, presenciar em um palco, dramas e alegrias que são os seus no dia a dia.
        Isto sem falar na música, na dança, que também ocupam os teatros e levam alegria a arte à quem tem a sensibilidade para desfrutá-las.
        Sr José, não sei qual é a sua profissão, mas não desrespeite a minha e a da minha família.
        E quanto ao homossexualismo, pense no quanto é árdua a conquista da liberdade para cada um de nós. E “cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é…”
        Convido o Sr a levar sua família para assistir aos espetáculos teatrais oferecidos nas ruas e praças (inclusive periféricas)pelos artistas de Uberlândia. Garanto que terá uma surpresa!
        E se quiser nos conhecer melhor deixo aqui meu endereço: http://www.grupofazdeconta.org

        Responder
        • José F Pires disse:23/5/2011 16:03:04

          Prezada Maria Inês, tenho ciência de que vocês artistas, tem a sensibilidade à flor da pele, por isso entendo a ira contra o singelo ponto de vista de uma pessoa também muito simples. Não sou a favor de qualquer discriminação, sou totalmente contra a violência, principalmente a que priva a liberdade do ser humano. Só não entendo as pessoas querem ser aceitas a ferro e fogo, impondo aos demais suas características pessoais. No mundo há espaço para todos, sem a necessidade de a todo instante fazer demonstração e apologia do que somos. Se a senhora prestar atenção verá que a violência contra as pessoas homo-afetivos começou quando os políticos, visando tão somente o voto, quiseram implantar leis regulando um assunto que sempre se resolveu por si próprio. Quanto a respeitar sua família, creia, jamais foi minha intenção ofender ou menosprezar quem quer que seja, sendo que o trabalho honesto sempre me impõe o devido respeito, apenas expressei uma opinião.

          Responder
  • Paulinha Tavares disse:24/5/2011 11:23:18

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