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12/04/2011 6:00

Progresso

Quem vê os noticiários nos últimos oito anos percebe, numa enxurrada de notícias, que o País cresceu, que as classes D e E viraram classe média e, sobretudo, que o governo se alegra em ver o poder de consumo da população aumentado. Não há dúvida! O brasileiro hoje compra mais. Tem TV de plasma de 42 polegadas, celulares de última geração e carro zero. Mas não gastou um real em curso de idioma nem de música para o filho, um plano de saúde ou previdência privada. Paga um “carnezinho” de 20 parcelas de uma TV de plasma, mas é incapaz de adquirir um bom plano de saúde para a família.

Fernando Vital
Uberlândia (MG)

Tragédia

Com a tragédia ocorrida em uma escola do Rio de Janeiro, volta, com força, a discussão sobre o porte de armas no Brasil. Como a assunto é muito amplo e polêmico, vou me limitar a emitir minha opinião. Arma é ferramenta de trabalho pra bandido ou pra segurança especializada (forças armadas, polícias e seguranças patrimoniais). Se você não ostenta nenhuma dessas funções na sociedade, não deve ter arma. Dito isso, é importante que todos entendam suas responsabilidades no processo de formação de nossos jovens. Armas não!

Wêberti I. de Souza
Corretor e avaliador de imóveis

Realidade

Lembro-me do choro incontido de Lula quando a “sorte” ditou que o Brasil seria a sede da Copa do Mundo de 2014. Quanta emoção e alegria! Mas, depois de vermos o rombo nos cofres públicos com tudo que ele gastou em 2010 para eleger Dilma e ver Joseph Blatter, presidente da Fifa, fazendo duras críticas sobre o atraso das obras para a Copa de Mundo, só nos resta chorar de vergonha!

Mara Montezuma
Professora aposentada

Júlio Bortolato

Nessa hora, talvez o silêncio fosse o melhor gesto de condolências e respeito aos familiares, pois o vazio deixado dificilmente será preenchido. Tive o prazer de ser professor do Júlio na Faculdade Politécnica, onde ele fazia o Curso de Ciências Contábeis. Certa vez, conversando com o Júlio, perguntei: “Júlio você já é um profissional bem-sucedido, porque você está fazendo Contábeis?”. A resposta dele me deixou muito feliz: “Professor Sílvio, sou um servidor público e amo o que eu faço. Preciso que você me ajude a compreender a Contabilidade, pois tenho dificuldades em compreendê-la, e ela é muito importante para minha profissão. Estou aqui para aperfeiçoar meus conhecimentos para que eu possa prestar um melhor serviço à população”. Contudo este meu depoimento tem como fundamento e justificativa relembrar o Júlio de uma maneira muito especial e, principalmente, citá-lo como exemplo aos jovens que estão iniciando a sua vida profissional e até mesmo a tantos outros servidores públicos, para que sigam o exemplo do Júlio, que esbanjava garra, determinação, disciplina, responsabilidade e senso de civismo.

Prof. Sílvio Cardoso
Via Correio Online

Comentários (2)

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  1. Xadem disse:12/04/11 11:14

    Mara Montezuma, parabéns pela lucidez.

    Xadem

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  2. Buster Eberting disse:18/04/11 17:29

    terrible diary you’ve compass

    Responder