Não se cria retidão
As imposições das leis vieram em decorrência da necessidade de oferecer um ordenamento às sociedades. A demanda surgia nos aglomerados urbanos “Polis”, cuja função legislativa recaia para grupos ora militares, ora econômicos, elaborando leis com o perfil da classe dominante e suas características.
Platão defendia que senhores propedêuticos da Grécia Antiga é que poderiam criar livremente as leis, que, imaginava ele, seriam criteriosas e moderadas. Filosofia não é poesia.
Ficamos a refletir se o excesso de leis é decorrente de uma desordem social-moral-ética atual ou a sociedade-caos – entendam-se violências diversas – é decorrente desta “sopa” de leis e de sua fragilidade jurídica. É incrível que tenhamos que criar estatutos para proteger crianças e idosos quando isso deveria ser consequência de uma sociedade equilibrada e moralmente justa.
Já não entendemos que os preceitos básicos da convivência humana devam nascer em decorrência de uma postura correta, ou se são moldadas pelas possíveis penalidades que o não cumprimento delas e suas consequenciais nos atingirão. Na simplicidade do seu pensamento, o filósofo alemão Leibniz (1646-1716) determinava três preceitos morais básicos para a busca do equilíbrio social: i) não prejudicar ninguém, ii) imputar a cada indivíduo o que lhe é necessário iii) e viver honestamente. Será que nós temos trabalhado estes aspectos com os nossos? Não gerar causa para não gerar consequências, muito simples.
Ou seguimos este caminho ou teremos que nos render a John Dewey e seu pragmatismo: “Somente pensamos quando nos defrontamos com um problema”. Um problema, uma lei. Outro problema, outra lei. Não se trabalham os fatos geradores das possíveis causas, dos possíveis problemas. Forçar a sociedade a agir corretamente criando leis – estreitando a liberdade – nos levará a um caminho de estagnação moral. É importante citar que a crítica é colocada não se opondo a Leis que se fazem realmente necessárias e cuja demanda é de natureza equilibrada.
“A filosofia progride não ao se tornar mais rigorosa, mas ao se tornar mais imaginativa”, coloca o filosofo Richard Rorty.
Oswaldo Barros Junior
Acadêmico de Filosofia
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Xadem disse:09/04/12 21:15
Caro Mário Borges, não sei se acredita, mas o processamento do pedido de desfiliação do PMDB não aconteceu.
Para que aconteça, não poderei fazê-lo por AR para o presidente do partido e para o juiz como fiz, mas somente indo até Uberlãndia.
Imagine. Continuo filiado, mesmo tendo doido muito o pedido de desfiliação.
Bem, estou muio disposto a sair de Minas Gerais. Eu penso que somente saindo do Estado para eu fugir da política. Estou manchado em Minas e tenho perdido negócios por isso, além do que, não consigo ver tantas tramaioas e mentiras no meu nariz e ficar calado.
Estou pensando em ir para bem perto de tí caro Mário.
Escrevi isso só para ficar claro para os colegas que não consegui sair do partido e continuo filiado, antes que de repente, na minha insiginificância alguém diga que menti, mas fiz o que até pouco tempo era o normal ser feito, porém, as regras mudaram.
Obra Divina? Vai saber… A verdade é que estou com 1 pé e meio fora de Minas Gerais, mas sendo, cada dia mais sedendo por justiça e vontade de ter orgulho do meu Brasil em TODOS os sentidos.
Grande Abraço!
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dr fernando vital disse:10/04/12 7:58
Tem segredo desfiliar não. Basta enviar uma AR ao partido solicitando exclusão dos quadros partidários e comunicar ao juiz eleitoral de sua zona eleitoral solicitando exclusão e providências.
Segue modelo:
http://waldirjf.wordpress.com/2007/06/20/modelo-de-comunicacao-ao-juiz-de-desfiliacao-partidaria/
É coisa muito simples de fazer…-
Xadem disse:10/04/12 14:14
É Dr. Fernando, assim como o eu estava desatualizado, o Sr. também está.
Recebi uma ligação da secretária do PMDB e de um funcionário do Cartório Eleitoral.
Já havia feito como o senhor sugeriu, mas, não foi suficiente.
http://www.facebook.com/media/set/?set=a.134602183334983.23125.100003556077220&type=3
Talvez seja eu deva ter que repensar minha desfiliação e colocar meu nome na disputa.
De todo modo, obrigado pela atenção.
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Xadem disse:10/04/12 14:24
Dr. Fernando, só para ficar muito claro: eu estava decidido a me desfiliar e isso já era para ter se consumado. Isso não aconteceu, mesmo eu sendo o protocolo convencional que, como disse, mudou.
Não acredito em acaso.
Diante disso, vou repensar minha decisão.
Estou, como sempre, sendo absolutamente sincero e verdadeiro, além do que, levo a cabo o hino: “verás que um filho teu não foge a luta”, ainda que eu esteja dirigindo uma kombi e vestido de palhaço… hehehe…
Grande Abraço!
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Mário Borges disse:10/04/12 16:59
Olá Xaden, não se preocupe, o que vale mesmo é a sua intenção de sair do partido das “boquinhas”. e isto voce já declarou várias vezes, em outro estado ou cidade , voce pede a transferência de seu titulo eleitoral, e ai…ponto final, voce já é um eleitor livre. Goiás é um estado com o coração muito grande, sempre cabe mais um.
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Xadem disse:10/04/12 18:32
Mário, é Xadem com M, DeM de Demétrio e não de Demóstenes, hahaha…
Então, peço ao Ivan que lhe encaminhe essa mensagem, já que não tem nada a ver ela ficar aqui. É que quero seu e-mail ou senão que me envie um para que eu entre em contato contigo.
Jà meio que defini a cidade que quero morar, mas estou em dúvida entre 6, então gostaria que emitisse sua opinião.
Ivan, faça-me esse favor, se possível.
Grande Abraço e obrigado!
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cialis disse:22/06/12 20:31
Nice site)
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Comentários (7)