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	<title>Revisão na Net</title>
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	<description>Revisão na Net</description>
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		<title>É proibido entrada / É proibida a entrada</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Sep 2012 23:31:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marie Campos e Ilma de Moraes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Qual na sua opinião é a forma correta?
Fruta é bom / A fruta é boa
Quando o sujeito for tomado em sua generalidade, sem qualquer determinante, o verbo ser &#8211; ou qualquer outro verbo de ligação (estar, parecer, ficar, permanecer, continuar) &#8211; ficará no singular, e o predicativo do sujeito, no masculino, singular.
Se o sujeito vier [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Qual na sua opinião é a forma correta?</p>
<p>Fruta é bom / A fruta é boa</p>
<p>Quando o sujeito for tomado em sua generalidade, <span style="color: #ff0000">sem qualquer determinante</span>, o verbo ser &#8211; ou qualquer outro verbo de ligação (estar, parecer, ficar, permanecer, continuar) &#8211; <span style="color: #ff0000">ficará no singular</span>, e o predicativo do sujeito, <span style="color: #ff0000">no masculino, singular</span>.<br />
Se o sujeito vier determinado, ou seja, <span style="color: #ff0000">acompanhado por artigo</span><span style="color: #ff0000">, adjetivo ou qualquer outra palavra que o modifique,</span> a concordância do verbo e do predicativo será regular, ou seja, <span style="color: #ff0000">tanto o verbo quanto o predicativo concordarão com o determinante</span>.</p>
<p>Por exemplo:<br />
Caminhada é bom para a saúde. (Não há determinante, por isso o verbo ficou no singular e o predicativo no masculino, singular)<br />
<span style="color: #ff0000">As</span> minhas caminhadas são <span style="color: #ff0000">boas</span>. (Há determinante, por isso o verbo e o predicativo concordaram com o sujeito)</p>
<p>É proibi<span style="color: #ff0000">do</span> entrada de crianças.</p>
<p>É proibi<span style="color: #ff0000">da</span> <span style="color: #ff0000">a</span> entra<span style="color: #ff0000">da</span> de crianças.</p>
<p>Pimenta é bom?</p>
<p><span style="color: #ff0000">A</span> pimenta é <span style="color: #ff0000">boa</span>?</p>
<p>As duas formas estão corretas. Atente apenas para a concordância, quando existir o artigo determinante.</p>
<p>fonte: <a href="http://www.gramaticaonline.com.br">www.gramaticaonline.com.br</a></p>
<p>Até a próxima!<br />
______________________</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Preferir uma coisa “a” outra, e não “do que” outra.</title>
		<link>http://www.correiodeuberlandia.com.br/revisaonanet/2012/08/12/preferir-uma-coisa-%e2%80%9ca%e2%80%9d-outra-e-nao-%e2%80%9cdo-que%e2%80%9d-outra/</link>
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		<pubDate>Sun, 12 Aug 2012 20:04:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marie Campos e Ilma de Moraes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[PREFERIR A
1 - A regência do verbo preferir é feita com a preposição “a”, e não com a locução “do que”.
“Preferir afeto a presentes” (e não “preferir afeto do que presentes”)
“Os pais preferem jogar futebol a praticar atletismo” (e não “preferem jogar futebol do que praticar atletismo”)
2 - Também é incorreto usar “preferir” com “em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff0000"><strong><span style="color: #ff0000">PREFERIR A</span></strong></span></p>
<p><strong>1 -</strong> A regência do verbo preferir é feita com a preposição “<span style="color: #ff0000"><strong><span style="color: #ff0000">a</span></strong></span>”, e não com a locução “<span style="text-decoration: underline">do que</span>”.<br />
“Preferir afeto <span style="color: #ff0000"><strong><span style="color: #ff0000">a</span></strong> </span>presentes” (e não “preferir afeto <span style="text-decoration: underline">do que</span> presentes”)<br />
“Os pais preferem jogar futebol <span style="color: #ff0000"><strong><span style="color: #ff0000">a</span></strong></span> praticar atletismo” (e não “preferem jogar futebol <span style="text-decoration: underline">do que</span> praticar atletismo”)</p>
<p><strong>2 </strong>- Também é incorreto usar “preferir” com “em vez de”<br />
“O lateral prefere jogar no Brasil <strong><span style="color: #ff0000">a</span> </strong>ir para a Argentina” (e não &#8220;prefere jogar no Brasil <span style="text-decoration: underline">em vez de</span> ir para a Argentina&#8221;)</p>
<p><strong>3 </strong>– Como preferir já tem valor absoluto, são inadmissíveis frases como:<br />
“Preferir <span style="text-decoration: underline">antes</span> morrer a renunciar”<br />
“Os times preferem <span style="text-decoration: underline">mais</span> atacantes e defensores”<br />
“Preferia <span style="text-decoration: underline">cem vezes</span> brincar a estudar”.<br />
O “antes”, o “mais” e o “cem vezes” estão sobrando nas frases.</p>
<p><strong>4 </strong>– Com preferível, proceda da mesma forma:<br />
“Achou preferível sair <strong><span style="color: #ff0000">a</span></strong> ficar”</p>
<p><em><span style="color: #ff0000">Até a próxima!</span></em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Saiba mais sobre acentuação</title>
		<link>http://www.correiodeuberlandia.com.br/revisaonanet/2012/07/04/saiba-mais-sobre-acentuacao/</link>
		<comments>http://www.correiodeuberlandia.com.br/revisaonanet/2012/07/04/saiba-mais-sobre-acentuacao/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 Jul 2012 01:05:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marie Campos e Ilma de Moraes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
VEJA O TÍTULO
&#8220;Voo rasante de caça da aeronáutica destrói fachada do STF em Brasília&#8221;
Nele encontramos duas palavras que merecem atenção. São elas: voo e destrói.
Elas dizem respeito ao tema acentuação do novo acordo ortográfico.
VOO
As terminações verbais que possuem a dobra de vogais como voo, leem, abençoo, coroo, amaldiçoo entre outros perderam o acento.
ENTÃO, ATÉ PARECE [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p>VEJA O TÍTULO</p>
<p><span style="color: #ff6600"><strong><span style="color: #ff6600">&#8220;Voo rasante de caça da aeronáutica destrói fachada do STF em Brasília&#8221;</span></strong></span></p>
<p><span style="color: #ff6600"><strong>Nele encontramos</strong> </span>duas palavras que merecem atenção. São elas: <strong>voo e destrói.</strong><br />
Elas dizem respeito ao tema acentuação do novo acordo ortográfico.</p>
<p><strong>VOO</strong></p>
<p>As terminações verbais que possuem a dobra de vogais como voo, leem, abençoo, coroo, amaldiçoo entre outros perderam o acento.</p>
<p><span style="color: #ff6600"><strong><span style="color: #ff6600">ENTÃO, ATÉ PARECE QUE A VELOCIDADE DO CAÇA LEVOU O ACENTO DO VOO. </span></strong></span></p>
<p><span style="color: #ff6600"><strong>DESTRÓI</strong></span></p>
<p>Os <strong>ditongos abertos</strong> <strong>ói</strong> e <strong>éi</strong> estão <strong>livres dos acentos </strong>em palavras <strong>paroxítonas</strong> como jiboia, joia, estreia, ideia, assembleia e outras.<br />
Porém, quando se trata de palavras <strong>oxítonas ou monossílabas</strong>, a dupla <strong>ói</strong> e <strong>éi</strong> <strong>terá acentos</strong> como dói, papéis, cruéis, fiéis, destrói, corrói, herói etc.    </p>
<p><span style="color: #ff6600"><strong><span style="color: #ff6600">E APESAR DO GRANDE IMPACTO, O VOO RASANTE DA AERONAVE NÃO CONSEGUIU DESTRUIR O ACENTO DO DESTRÓI.</span></strong></span></p>
<p><span style="color: #000000">Assistam também ao vídeo sobre novo acordo ortográfico produzido pelo pessoal alegre do Volpinéis da Faculdade Presbiteriana Machenzie de Jornalismo/ SP </span></p>
<p><span style="color: #000000"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=ui1Hx8mRgsI">http://www.youtube.com/watch?v=ui1Hx8mRgsI</a></span></p>
<p><span style="color: #000000">Até mais!</span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>H e R após super pedem hífen</title>
		<link>http://www.correiodeuberlandia.com.br/revisaonanet/2012/06/08/h-e-r-apos-super-pede-hifen/</link>
		<comments>http://www.correiodeuberlandia.com.br/revisaonanet/2012/06/08/h-e-r-apos-super-pede-hifen/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Jun 2012 18:35:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marie Campos e Ilma de Moraes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[UM SUPER-HOMEM SUPER-RICO
São duas as situações em que o hífen é usado com o prefixo super: apenas diante de substantivo ou adjetivo que começa com r ou com h. Nem mesmo diante de palavra iniciada por vogal ou por s o hífen é necessário – a ligação aí é direta.
Palavras-lembrete: super-homem e super-rico.
Escreva, portanto: revista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #ff0000">UM SUPER-HOMEM SUPER-RICO</span></strong><br />
São duas as situações em que o hífen é usado com o prefixo <em>super</em>: apenas diante de substantivo ou adjetivo que começa com <strong><em>r</em></strong> ou com<em> </em><strong><em>h</em></strong>. Nem mesmo diante de palavra iniciada por vogal ou por <strong>s</strong> o hífen é necessário – a ligação aí é direta.</p>
<p>Palavras-lembrete: <strong>super-homem </strong>e <strong>super-rico</strong>.<br />
Escreva, portanto: revista <strong>superinteressante</strong>, pessoa <strong>superdinâmica</strong>, trabalho <strong>superdidático</strong>, ar <strong>supersaturado</strong>, avião<strong> supersônico</strong>. E admita que você é um <strong>superpai</strong>, uma <strong>supermãe</strong>, um filho <strong>superamado</strong> ou uma avó <strong>superlegal</strong>!</p>
<p><em>Fonte: linguabrasil.com.br</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em><span style="color: #ff0000">Uma supersemana a todos e até a próxima!</span></em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Estava lá &#8220;HAVIA&#8221; (e não &#8220;HÁ&#8221;) muito tempo.</title>
		<link>http://www.correiodeuberlandia.com.br/revisaonanet/2012/04/16/estava-la-havia-e-nao-ha-muito-tempo/</link>
		<comments>http://www.correiodeuberlandia.com.br/revisaonanet/2012/04/16/estava-la-havia-e-nao-ha-muito-tempo/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 23:31:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marie Campos e Ilma de Moraes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Há = FAZ  / Havia = FAZIA
Quando o verbo que acompanha o verbo haver estiver no imperfeito ou no mais-que-perfeito, deve-se usar havia, e não há.
Exemplos:
Ele estava ali havia (e não há) muito tempo.
Ele estivera ali havia (e não há) muito tempo.
Regra prática. Substitua haver por fazer, que ficará clara a forma a usar.
Ele estava ali [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Há = FAZ  / </strong><strong>Havia = FAZIA</strong></p>
<p>Quando o verbo que acompanha o verbo haver estiver no <strong>imperfeito ou no mais-que-perfeito</strong>, deve-se usar <strong>havia</strong>, e não <strong>há</strong>.</p>
<p><strong>Exemplos:</strong></p>
<p>Ele <span style="text-decoration: underline">estava</span> ali <strong>havia</strong> (e não há) muito tempo.</p>
<p>Ele <span style="text-decoration: underline">estivera</span> ali <strong>havia</strong> (e não há) muito tempo.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000">Regra prática</span></strong>. Substitua haver por fazer, que ficará clara a forma a usar.</p>
<p>Ele <span style="text-decoration: underline">estava </span>ali <strong>fazia </strong>muito tempo (e não <em>faz </em>muito tempo).</p>
<p>Ele <span style="text-decoration: underline">estivera </span>ali <strong>fazia</strong> (e não <em>faz</em>) muito tempo. (Repare que a ação se encerrou).</p>
<p><span style="text-decoration: underline">Estava</span> sem dormir <strong>havia</strong> horas.</p>
<p><span style="text-decoration: underline">Está</span> sem dormir <strong>há</strong> horas. (O &#8220;há&#8221; indica que a ação prossegue).</p>
<p><strong>Havia</strong> muito tempo <span style="text-decoration: underline">estava</span> tentando encontrá-lo.</p>
<p><strong>Há </strong>muito tempo <span style="text-decoration: underline">está </span>tentando encontrá-lo. (Há = a ação prossegue)</p>
<p><span style="text-decoration: underline">Tinha</span> chegado <strong>havia </strong>pouco tempo.</p>
<p><strong>Havia</strong> (fazia) muitos anos que o time não <span style="text-decoration: underline">era</span> campeão. (Quer dizer que o time venceu e conquistou o título &#8211; a ação se encerrou)</p>
<p><strong>Há</strong> (Faz)<strong> </strong>muitos anos que o time não <span style="text-decoration: underline">ganha </span>nenhum campeonato. (Quer dizer que o time continua perdendo &#8211; ação não se encerrou).</p>
<p><span style="color: #ff0000"><strong><span style="color: #ff0000">Forma incorreta:</span></strong></span></p>
<p>O jovem havia cumprido, <span style="color: #ff0000">há </span>dois meses, medida socioeducativa por envolvimento com o tráfico de drogas.</p>
<p><span style="color: #339966"><strong><span style="color: #008000">Forma correta:</span></strong></span></p>
<p>O jovem <span style="text-decoration: underline">tinha</span> cumprido, <span style="color: #008000">havia</span> (fazia) dois meses, medida socioeducativa por envolvimento com o tráfico de drogas.</p>
<p><strong>HÁ = FAZ</strong> = Tempo verbal = presente do indicativo</p>
<p><strong>HAVIA = FAZIA</strong> = Tempo verbal = pretérito imperfeito do    indicativo</p>
<p><em><span style="color: #ff0000">Até a próxima!</span></em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como usar o pronome indefinido</title>
		<link>http://www.correiodeuberlandia.com.br/revisaonanet/2012/04/11/como-usar-o-pronome-indefinido/</link>
		<comments>http://www.correiodeuberlandia.com.br/revisaonanet/2012/04/11/como-usar-o-pronome-indefinido/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Apr 2012 01:38:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marie Campos e Ilma de Moraes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Os pronomes substituem os nomes
Chamam-se pronomes indefinidos aqueles que se aplicam à 3ª pessoa gramatical, quando considerada de um modo vago e indeterminado. Eles classificam-se em pronomes indefinidos substantivos e adjetivos.
 
PRONOMES INDEFINIDOS SUBSTANTIVOS
São aqueles pronomes que fazem a função de substantivos na frase. Ex.: E se alguém fosse avisar o policial?
PRONOMES INDEFINIDOS ADJETIVOS
São aqueles pronomes usados com a função de qualificar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Os pronomes substituem os nomes</strong></p>
<p>Chamam-se pronomes indefinidos aqueles que se aplicam à 3ª pessoa gramatical, quando considerada de um modo vago e indeterminado. Eles classificam-se em pronomes indefinidos substantivos e adjetivos.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>PRONOMES INDEFINIDOS SUBSTANTIVOS<br />
</strong>São aqueles pronomes que fazem a função de substantivos na frase. Ex.: E se <strong>alguém </strong>fosse avisar o policial?</p>
<p><strong>PRONOMES INDEFINIDOS ADJETIVOS</strong><br />
São aqueles pronomes usados com a função de qualificar o substantivo na frase.</p>
<p>Ex.: <strong>Certos</strong> homens ergueram a bandeira em favor da causa.</p>
<p>Os pronomes indefinidos recebem classificação quanto ao uso.</p>
<p><strong>VARIÁVEIS</strong></p>
<p>São aqueles que fazem flexão de gênero (masculino e feminino) e número (singular e plural).<br />
Algum (s)(a), nenhum (s)(a), todo (s)(a), outro (s)(a), muito (s)(a), pouco (s)(a), certo (s)(a), vário (s)(a), tanto (s)(a), quanto (s)(a) etc.</p>
<p><strong>INVARIÁVEIS</strong></p>
<p>São aqueles que não aceitam flexão.<br />
Alguém, ninguém, tudo, outrem, nada, cada, algo.</p>
<p><strong>Locuções pronominais indefinidas</strong></p>
<p>São grupos de palavras que equivalem a pronomes indefinidos.<br />
Cada um, cada qual, quem quer que, todo aquele que, seja quem for, seja qual for etc.</p>
<p><span style="color: #ff6600"><strong><span style="color: #ff0000">Crônica sobre o emprego dos pronomes indefinidos</span></strong></span></p>
<p>Era uma vez quatro indivíduos que se chamavam<br />
<strong>todos</strong>, <strong>alguém,</strong> <strong>cada um</strong> e <strong>ninguém.</strong></p>
<p>Existia um importante trabalho a ser feito,<br />
e pediram a <strong>todos</strong> para fazê-lo.<br />
<strong>Todos</strong> tinham certeza de que <strong>alguém</strong> o faria.<br />
<strong>Cada um</strong> poderia tê-lo feito, mas na realidade <strong>ninguém</strong> o fez.</p>
<p><strong>Alguém</strong> se zangou, pois era trabalho de <strong>todos</strong>!<br />
<strong>Todos</strong> pensaram que <strong>cada um</strong> poderia tê-lo feito<br />
e <strong>ninguém</strong> duvidava de que <strong>alguém</strong> o faria.</p>
<p>No fim das contas, <strong>todos </strong>fizeram críticas a <strong>cada um<br />
</strong>porque <strong>ninguém</strong> tinha feito o que <strong>alguém </strong>poderia ter feito.</p>
<p>*** Moral da história***<br />
Sem querer recriminar a todos,<br />
seria bom que cada um<br />
fizesse aquilo que deve fazer<br />
sem alimentar esperança de que<br />
alguém vá fazê-lo em seu lugar&#8230;<br />
A experiência mostra que<br />
lá onde se espera alguém,<br />
geralmente não se encontra ninguém.</p>
<p>Até a próxima!</p>
<p>Fontes: Nova Gramática do Português Contemporâneo - Celso Cunha e internet.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>É correto dizer &#8220;Obrigada, eu&#8221;?</title>
		<link>http://www.correiodeuberlandia.com.br/revisaonanet/2012/03/27/e-correto-dizer-obrigada-eu/</link>
		<comments>http://www.correiodeuberlandia.com.br/revisaonanet/2012/03/27/e-correto-dizer-obrigada-eu/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Mar 2012 13:55:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marie Campos e Ilma de Moraes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.correiodeuberlandia.com.br/revisaonanet/?p=412</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Obrigada, eu” ou &#8220;Obrigada a você&#8221;? 
Se há dúvida quanto ao uso correto dessas expressões, leia as explicações a seguir do professor Claudio Moreno.

O emprego de obrigado, a nossa mais tradicional fórmula de agradecimento, é o campeão entre as perguntas formuladas pelos leitores. Uns querem saber se o vocábulo tem masculino e feminino, ou se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #ff6600">&#8220;Obrigada, eu” ou &#8220;Obrigada a você&#8221;? </span></strong></p>
<p><strong>Se há dúvida quanto ao uso correto dessas expressões, leia as explicações a seguir do professor Claudio Moreno.<br />
</strong></p>
<p>O emprego de <strong>obrigado</strong>, a nossa mais tradicional fórmula de agradecimento, é o campeão entre as perguntas formuladas pelos leitores. Uns querem saber se o vocábulo tem masculino e feminino, ou se é uma forma cristalizada, invariável; outros não sabem se ele concorda em gênero com a pessoa que está falando ou com a pessoa a quem está sendo dirigido o agradecimento; outros, ainda, perguntam qual a fórmula para responder a quem nos disse <strong>obrigado</strong>. Este artigo esclarece todos esses pontos.</p>
<p><strong>Do ponto de vista de quem agradece</strong> — A palavra <strong>obrigado</strong> é, na verdade, a parte que aparece de uma frase bem maior, que geralmente fica subentendida quando agradecemos a quem nos atendeu ou nos fez um favor. Quando eu agradeço dizendo <strong>obrigado</strong> a alguém, estou dizendo, na verdade, que eu me sinto obrigado para com ele, isto é, que passei a ter uma<strong> obrigação</strong> de gratidão para com o outro. Como vemos, o simples <strong>obrigado</strong> implica um &#8220;<strong>fico-lhe muito obrigado</strong>&#8220;, &#8220;<strong>tenho uma obrigação para com você</strong>&#8220;. Os ingleses fazem algo parecido, quando dizem &#8220;<em>I am <strong>obliged </strong>to you for</em>&#8230;&#8221;. Nosso povo, muito acertadamente, às vezes diz a mesma coisa com o expressivo &#8220;Te devo uma&#8221;.  <strong>Obrigado</strong> funciona, pois, como um <strong>adjetivo</strong>, flexionando em gênero e número: <strong>obrigado, obrigada, obrigados, obrigadas</strong>. Assim sendo, um <span style="color: #ff0000">homem</span> fica <strong>obriga<span style="color: #ff0000">do</span></strong>, uma <span style="color: #ff0000">mulher</span> fica <strong>obriga<span style="color: #ff0000">da</span></strong>. Isso fica bem claro quando usamos outras fórmulas de agradecimento que também deixam subentendida parte da frase. <span style="color: #ff0000">Homem</span> falando: [fico-lhe] <strong>grat<span style="color: #ff0000">o</span></strong>, [fico-lhe] <strong>agradecid<span style="color: #ff0000">o</span></strong>; <span style="color: #ff0000">mulher</span> falando: [fico-lhe] <strong>grat<span style="color: #ff0000">a</span></strong>, [fico-lhe] <strong>agradecid<span style="color: #ff0000">a</span></strong>.</p>
<p><strong>Do ponto de vista de quem responde ao agradecimento</strong> — Quando respondo, posso dizer : &#8220;por nada&#8221;, &#8220;de nada&#8221;, &#8220;não há de quê&#8221; — que são, na verdade, respostas à frase completa, pois estou afirmando que o outro não me deve nada pelo que fiz, ou seja, ele não tem por que se sentir obrigado a mim.   Outros preferem acrescentar que eles próprios é que têm de agradecer — como os garçons britânicos, que dizem &#8220;<em>thank you</em>&#8221; quando<strong> eles</strong> nos trazem o cardápio, o talher extra ou o sal que nós acabamos de pedir. Parece um pouco sem lógica, mas esse costume, que certamente torna o convívio social mais agradável, já chegou a nosso país tropical. Nesse caso, diremos &#8220;<strong>obrigado a você</strong>&#8221; (subentenda-se: &#8220;eu é que fico obrigado a você&#8221;), ou ainda &#8220;<strong>obrigado, eu</strong>&#8221; (subentenda-se: &#8220;obrigado fico eu&#8221;). Acho que não preciso lembrar que <strong>obrigado </strong>sempre vai concordar com o sexo de quem está falando; portanto, uma <span style="color: #ff6600">mulher</span> diria &#8220;<span style="color: #000000">obrigad</span><strong><span style="color: #ff6600">a</span> a </strong>você&#8221; ou &#8220;<strong>obrigada, </strong>eu&#8221;.</p>
<p>Fonte:  www. <a href="http://wp.clicrbs.com.br/sualingua/2009/04/28/o-emprego-de-obrigado">http://wp.clicrbs.com.br/sualingua/2009/04/28/o-emprego-de-obrigado</a></p>
<p><em><span style="color: #ff6600">Então, espero que não haja mais dúvidas nesta questão.</span></em></p>
<p><em><span style="color: #ff6600">Obrigada, eu / Obrigada a você, internauta, e até a próxima!</span></em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Verbo Impessoal não tem sujeito</title>
		<link>http://www.correiodeuberlandia.com.br/revisaonanet/2012/03/20/verbo-impessoal-nao-tem-sujeito/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Mar 2012 14:35:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marie Campos e Ilma de Moraes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[VERBOS IMPESSOAIS E ORAÇÕES SEM SUJEITO
As orações sem sujeito são formadas pelos verbos chamados ‘impessoais’.
Exemplos:
Há bons professores nesta faculdade.
(Veja que bons professores é objeto direto do verbo haver, que é impessoal, isto é, não tem sujeito.)
Havia muitos doces na mesa do bufê.
(Idem, muitos doces é o objeto direto do verbo haver
Mas, quando substituímos o verbo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><span style="color: #ff0000"><strong><span style="color: #ff0000">VERBOS IMPESSOAIS E ORAÇÕES SEM SUJEITO</span></strong></span></p>
<p>As orações sem sujeito são formadas pelos verbos chamados ‘impessoais’.</p>
<p>Exemplos:</p>
<p>Há bons professores nesta faculdade.</p>
<p>(Veja que bons professores é objeto direto do verbo haver, que é impessoal, isto é, não tem sujeito.)</p>
<p>Havia muitos doces na mesa do bufê.</p>
<p>(Idem, muitos doces é o objeto direto do verbo haver</p>
<p>Mas, quando substituímos o verbo &#8216;haver&#8217; por &#8216;existir&#8217;, tudo muda:</p>
<p>Existem <span style="text-decoration: underline">bons professores</span> nesta faculdade.</p>
<p>A única subclasse desses verbos em que se pode reconhecer algum perfil é a dos que denotam ‘fenômenos da natureza’, como anoitecer, ventar e chover.</p>
<p>A “Gramática Houaiss da Língua Portuguesa”, de José Carlos de Azeredo,  ao abordar os VERBOS IMPESSOAIS, na pág. 234, esclarece:</p>
<p>a)      O <strong>verbo haver</strong> (ou ter, no uso coloquial brasileiro) empregado nas acepções de existir e de “acontecer”:</p>
<ul>
<li><span style="text-decoration: underline"><strong>Não havia</strong></span> alunos suficientes para a formação de uma turma.</li>
<li><span style="text-decoration: underline"><strong>Houve</strong></span> pelo menos dois acidentes na estrada.</li>
</ul>
<p>Obs.: A impessoalidade é da oração, logo o <span style="text-decoration: underline"><span style="color: #ff0000">verbo auxiliar também fica no singular</span></span>:</p>
<ul>
<li>“<span style="text-decoration: underline"><strong>Deve haver</strong></span> alguns entre vocês que ainda se lembram do tempo em que  se falava em reformas de base.&#8221;</li>
</ul>
<p>*********************************************************************************</p>
<p>A “Nova Gramática do Português Contemporâneo”, de Celso Cunha e Lindley Cintra, pág. 444, sobre VERBOS IMPESSOAIS, explica que:</p>
<p>Não tendo sujeito,  os <strong>VERBOS IMPESSOAIS</strong> são invariavelmente usados na 3ª pessoa do singular.</p>
<p>O <strong>verbo haver</strong> na acepção de “<strong>existir</strong>” e o <strong>verbo “fazer</strong>” quando indica tempo decorrido:</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline">Houve</span> </strong><span style="text-decoration: underline"><strong>momentos</strong> </span>de pânico (<em>e não:</em> Houveram momentos de pânico)</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline">Faz cinco </span>anos</strong> que não o vejo (<em>e não:</em> Fazem cinco anos que não o vejo)</p>
<p>*****************************************************************************</p>
<p>O gramático Celso Pedro Luft, no “Dicionário Prático de Regência Verbal”, cita, na pag.321, que é  <strong>inaceitável na linguagem culta</strong> <strong>formal a pluralização do verbo</strong>, em concordância com o substantivo, assim transformado em sujeito:</p>
<p><strong>Houve</strong> <span style="text-decoration: underline">heróis</span> (<em>e não</em>: Houveram heróis)</p>
<p><strong>Haverá</strong> <span style="text-decoration: underline">exceções </span>(e não: Haverão exceções)</p>
<p>Se <strong>houver</strong> <span style="text-decoration: underline">problemas </span>(<em>e não</em>: Se houverem problemas)</p>
<p>Talvez <strong>haja</strong> <span style="text-decoration: underline">dificuldades</span> (e não: Talvez hajam dificuldades)</p>
<p>********************************************************************************</p>
<p>Ainda, segundo Celso Luft, se houver auxiliar, fica este no singular:</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline">Está</span></strong><span style="text-decoration: underline"> </span>havendo <span style="text-decoration: underline">problemas</span>, <span style="text-decoration: underline"><strong>tinha</strong> </span>havido <span style="text-decoration: underline">acidentes</span>,<strong> deve haver</strong> <span style="text-decoration: underline">exceções</span> etc.</p>
<p>*****************************************************************************</p>
<p>A “Gramática Houaiss da Língua Portuguesa”, de José Carlos de Azeredo,  ao abordar os VERBOS IMPESSOAIS, na pág. 234, esclarece:</p>
<p>b)      O <strong>verbo haver</strong> (ou ter, no uso coloquial brasileiro) empregado nas acepções de existir e de “acontecer”:</p>
<ul>
<li><span style="text-decoration: underline">Não <strong>havia</strong></span> alunos suficientes para a formação de uma turma.</li>
<li><span style="text-decoration: underline"><strong>Houve</strong></span> pelo menos dois acidentes na estrada.</li>
</ul>
<p>Obs.: A impessoalidade é da oração, logo o verbo auxiliar também fica no singular:</p>
<ul>
<li>“<span style="text-decoration: underline"><strong>Deve haver</strong></span> alguns entre vocês que ainda se lembram do tempo em que  se falava em reformas de base.</li>
</ul>
<p>*********************************************************************************</p>
<p>Segundo escreveu o jornalista Eduardo Martins, no “Manual de Redação e Estilo”,  do jornal “O Estado de S. Paulo”,  quando “haver” puder ser substituído por “ter” e não “existir”, a concordância é a normal:<em> </em></p>
<p>Ainda não <strong>haviam</strong> sido feitas as correções (ou Ainda não <strong>tinham</strong> sido feitas as correções)</p>
<p>Eles <strong>haveriam</strong> de sair da sala (ou Eles <strong>teriam</strong> de sair da sala)</p>
<p><strong>Hão</strong> de cumprir o prazo, custe o que custar (ou <strong>Terão</strong> de cumprir o prazo, custe o que custar)</p>
<p><em>Construções como as citadas a seguir, escritas por alguns escritores da língua portuguesa, especialmente do século passado, não devem ser hoje imitadas, como constatamos em várias gramáticas e manuais de redação e estilo.</em></p>
<p><em> </em><em>“Houveram muitas lágrimas de alegria” (C. C. Castelo Branco)</em></p>
<p><em>“Ali haviam vários deputados que conversavam de política” (Machado de Assis)</em></p>
<p><em><span style="color: #ff0000">Até a próxima!</span></em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>&#8220;Houve&#8221; ou &#8220;houveram&#8221; ideias geniais?</title>
		<link>http://www.correiodeuberlandia.com.br/revisaonanet/2012/03/15/houve-ou-houveram-ideias-geniais/</link>
		<comments>http://www.correiodeuberlandia.com.br/revisaonanet/2012/03/15/houve-ou-houveram-ideias-geniais/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Mar 2012 23:45:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marie Campos e Ilma de Moraes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Eis a questão: havia dúvidas ou haviam dúvidas? 
O verbo haver, no sentido de existir, é impessoal, isto é, não tem sujeito. O verbo ficará na 3ª pessoa do singular.
Exemplos:
Havia (e não haviam) muitos políticos a favor do projeto.
Nunca houve (e não houveram) tantos partidos novos.
Sempre haverá (e não haverão) perguntas sem respostas.
Se houvesse (e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #ff0000">Eis a questão: havia dúvidas ou haviam dúvidas? </span></strong></p>
<p><strong></strong>O verbo haver, no sentido de <span style="color: #ff0000"><strong>existir, </strong></span><strong>é impessoal</strong>, isto é, não tem sujeito. O verbo ficará na 3ª pessoa do singular.</p>
<p><strong>Exemplos:</strong></p>
<p><strong>Havia</strong> (e não haviam) muitos políticos a favor do projeto.</p>
<p>Nunca<strong> houve</strong> (e não houveram) tantos partidos novos.</p>
<p>Sempre <strong>haverá </strong>(e não haverão) perguntas sem respostas.</p>
<p>Se <strong>houvesse </strong>(e não houvessem) mais tolerância e paciência, o mundo seria melhor.</p>
<p><strong>Pode haver</strong> (e não podem haver) muitas ideias geniais.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000">Verbo haver </span></strong></p>
<p><span style="color: #000000">Quando o haver puder ser substituído por <strong>ter</strong> e<strong> não por existir</strong>, a concordância será a normal.</span></p>
<p><span style="color: #000000"><strong>Exemplos:</strong><br />
</span></p>
<p>Eles <strong>haverão</strong> (ou terão) de pagar por tudo.</p>
<p>Teriam obtido sucesso, se <strong>houvessem</strong> (ou tivessem) escutado os conselhos.</p>
<p><em><span style="color: #ff0000">É comum <span style="text-decoration: underline">haver dúvidas</span> com relação ao uso do verbo haver (na 3ª pessoa do plural) quando sinônimo de <span style="text-decoration: underline">existir</span>,  espero que, após as explicações,  não <span style="text-decoration: underline">haja</span> mais problemas.</span></em></p>
<p><em><span style="color: #ff0000">Até a próxima e boa sorte!</span></em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Onde ou aonde, eis a questão.</title>
		<link>http://www.correiodeuberlandia.com.br/revisaonanet/2012/03/06/onde-ou-aonde-eis-a-questao/</link>
		<comments>http://www.correiodeuberlandia.com.br/revisaonanet/2012/03/06/onde-ou-aonde-eis-a-questao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 Mar 2012 01:02:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marie Campos e Ilma de Moraes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Vamos recordar quando empregar &#8220;onde&#8221; e &#8220;aonde&#8221;?
Onde
O dissílabo indica lugar. Quer dizer em que lugar: Onde (em que lugar) você nasceu? Onde (em que lugar) estamos? Onde (em que lugar) eles trabalham?
Aonde
O aonde vai além. Também indica lugar. Mas faz uma exigência — pede verbo de movimento regido pela preposição &#8220;a&#8220;.
É o caso de ir, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos recordar quando empregar &#8220;onde&#8221; e &#8220;aonde&#8221;?</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000">Onde</span></strong><br />
O dissílabo indica lugar. Quer dizer em que lugar: Onde (em que lugar) você nasceu? Onde (em que lugar) estamos? Onde (em que lugar) eles trabalham?</p>
<p><strong>Aonde</strong></p>
<p>O aonde vai além. Também indica lugar. Mas faz uma exigência — pede <strong>verbo de movimento</strong> regido pela preposição &#8220;<strong>a</strong>&#8220;.</p>
<p>É o caso de ir, chegar, dirigir-se:</p>
<p>Quem vai vai <strong>a</strong> algum lugar: Vou a Belô. Foi à piscina. Iremos a Brasília.</p>
<p>Quem chega chega <strong>a</strong> algum lugar: Cheguei ao trabalho cedo. O avião chegou pontualmente a Uberlândia. A turma chega à competição com duas horas de antecedência.</p>
<p>Quem se dirige se dirige <strong>a </strong>algum lugar: Ao desembarcar, dirigiu-se imediatamente ao hotel. Todos se dirigem ao estádio. Dirige-se ao presidente da empresa sem cerimônia.</p>
<p><strong>A cilada </strong></p>
<p>Moleza, não? Por que, então, tantos tropeços? O maior problema reside nas perguntas. Se o verbo preenche as duas condições — ser de movimento e exigir a preposição a — dá passagem ao aonde: Aonde você vai? Aonde eles foram ontem? Aonde o avião chegou? Ao desembarcar, aonde ele se dirigiu?</p>
<p>A regra se mantém nas perguntas indiretas e nas respostas: Gostaria de saber aonde você vai. Não sei aonde ele quer chegar. Talvez ele saiba aonde se dirigir ao desembarcar.</p>
<p><em><span style="color: #ff0000">Até a próxima!</span><br />
</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Fonte: blog da dads</em></p>
]]></content:encoded>
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