Professora Sem Classe
O que esperar de um filme que se chama “Professora Sem Classe”? Eu não esperava nada. Mas esta comédia superou minhas expectativas de ser pior do que eu imaginava. É um dos piores filmes que já assisti na vida. Preste atenção na sinopse: Alguns professores simplesmente não estão nem aí. Por exemplo, há Elizabeth (Cameron Diaz). Desbocada, cruel e inapropriada; ela bebe, fica alta e mal consegue esperar para receber seu vale refeição e dar o fora do seu trabalho entediante. Quando ela é abandonada por seu noivo, logo traça um plano para conquistar um professor substituto rico e bonito (Justin Timberlake), mas que tem a atenção disputada por uma colega excessivamente enérgica, Amy (Lucy Punch). Quando Elizabeth também se vê lutando contra os avanços de um sarcástico e irreverente professor de educação física (Jason Segel), as consequências de seus esquemas selvagens e exóticos dão aos seus alunos, colegas de trabalho e até para ela mesma uma lição como nenhuma outra. Este resumo do filme é ridículo. Imagine aguentar essa ladainha durante 1 hora e meia de projeção? Mas como nem só de bons filmes vivem os críticos de cinema, vamos analisar essa aberração cinematográfica. Logo no início somos apresentados à personagem mais fútil da história do cinema, a tal da professora sem classe que de professora não tem nada. E sabe qual é o objetivo dela desde o começo do filme? Ganhar uns trocados para colocar silicone nos seios. Mas como é abandonada pelo marido riquinho, se dedica a um concurso de professores em que o melhor educador ganha uns trocados extras. Para isso, ela teria de ser a melhor, concorda? Mas ela faz questão de não ser. Dorme com as pernas para cima em frente aos alunos, coloca filmes para eles assistirem o tempo todo, bebe e até fuma maconha no estacionamento da escola. E para piorar o show de péssimos exemplos, ela comanda um trabalho “importantíssimo” de sua turma: lavar carros. Deve ser o sonho dos pais desses moleques. Ver seus filhos montando lava-jatos.
Mas ela não se contenta em apenas jogar água nos carros. Ela tem de aparecer seminua mostrando as saliências e com as pernas e barriga de fora toda molhada se debruçando em cima dos automóveis. Ela confessa para amiga gordinha “meu emprego em tempo integral será achar um idiota para me bancar”. E eis que surge o personagem de Justim Timberlake, um cantor que tem se demonstrado um ótimo ator, mas que também faz um papel ridículo nesse filme.
E na luta incansável pelos silicones ela começa uma disputa absurda com outra professora quase tão fútil quanto ela. Rouba coisas da colega para ganhar o concurso e ainda a acusa de ser a ladra. Depois se envolve com o professor substituto que gosta da colega.
Ela faz essas besteiras o filme todo. É um mau exemplo atrás do outro. E no fim, acredite: ela desiste do silicone. Mas para você que pensa que não poderia ser pior, essa professora sem classe, sem educação, pervertida, fútil, alcóolatra e maconheira ainda vira a orientadora de alunos. Chega de perder tempo escrevendo sobre esse filme.
Nota 0
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LAURA disse:09/09/11 9:32
Kelson Venâncio !!
SO PELO NOME JA DAVA PRA IMAGINAR QUE ERA UMA PORCARIA MESMO .. -
DAMDAM. disse:09/09/11 11:47
O TITULO DO FILME DEVERIA SER *FILME SEM CLASSE*
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oasis disse:09/09/11 12:16
como pode colocar um 6 para Os Smurfs que sem duvida e o pior filme que eu assisti neste ano e 0 para professora sem classe, que te saca boas gargalhadas?
Bem que minha vo ja dizia:
“meu filho gosto é igual c*, cada um tem o seu”.
Comentários (3)