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	<title>Scriptease</title>
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		<title>O Massacre da Serra Elétrica – 3D</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 09:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kelson Venâncio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em 1974 surgia no cinema um filme que mudaria para sempre a forma de fazer terror nas telonas. Uma produção que pela primeira vez chocaria o público com realismo cruel ao oferecer cenas de violência explícita, com muito sangue na tela e alto terror psicológico. Uma história que dizem ser baseada em fatos reais e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1974 surgia no cinema um filme que mudaria para sempre a forma de fazer terror nas telonas. Uma produção que pela primeira vez chocaria o público com realismo cruel ao oferecer cenas de violência explícita, com muito sangue na tela e alto terror psicológico. Uma história que dizem ser baseada em fatos reais e que para ser contada gastaram cerca de US$ 150 mil. E com o enorme sucesso na época, o filme rendeu mais de US$ 100 milhões, virou um clássico cult e influencia inúmeras produções posteriores.</p>
<p>Foi então que o mundo conheceu um dos personagens mais famosos do terror, o maníaco Leatherface, considerado por muitos o exemplo perfeito para outros personagens de filmes do gênero. Surgia então “O Massacre da Serra Elétrica”, que apesar de ter sido feito na época com poucos recursos, teve um resultado positivo.</p>
<p>Hoje chega às telas a quinta produção feita sobre esta trama, desta vez mostrando a história de uma jovem da família Sawyer que quando bebê sobrevive a chacina. Após muitos anos ela tenta descobrir suas origens e se depara com a fúria sanguinária de Letherface, que mais velho, ainda vive no porão da mansão herdada pela jovem.</p>
<p>A ideia de colocar uma nova história em torno desta famosa lenda do terror é interessante. Porém, o desenrolar da história não me agrada. No novo filme, apesar de no início da projeção serem mostradas algumas cenas do original e em seguida nos apresentarem à família Sawyer de um modo rápido numa chacina, não sabemos ao certo por que aquela família é assassinada. Também não se sabe por que no meio dela existia um maníaco deformado que matava as vítimas com uma serra elétrica. Isso pode prejudicar e muito os que não conhecem a história.</p>
<p>Mas os furos não acontecem apenas no começo. Durante toda a projeção o roteiro é cheio de furos e instável. Por incrível que pareça, no fim a mocinha acaba passando para o lado do mal e o vilão vira o mocinho, algo difícil de engolir para quem conhece o assassino Letherface.</p>
<p>Com um elenco desconhecido, formado por atores ruins, as interpretações são aquelas de sempre das refilmagens anteriores. Jovens sarados mostrando os corpos. Uma ninfomaníaca gostosona, o corajoso de abdome definido, o maluquinho da turma e a mocinha inocente. E no meio dessa turma uma serra elétrica triturando todo mundo. O filme é isso.</p>
<p>Desta vez quiseram uma estreia da franquia no universo 3D. “O Massacre da Serra Elétrica” aderiu ao formato para repetir o sucesso de longas como “Dia dos Namorados Macabro” e “Premonição 4”, que faturaram mais de US$ 100 milhões nas bilheterias em razão da utilização do 3D. E este efeito tecnológico é a única coisa que vale no novo filme. Se torna um show a parte ver a lâmina da motosserra serra quase encostando no meio do nosso rosto no cinema.</p>
<p>Mesmo com toda essa modernidade os cineastas da atualidade precisam voltar quase 40 anos no passado para aprender que com algo simples e sem muitos recursos se faz um terror de qualidade, se faz um Letherface mais assustador, se faz um filme que preste.</p>
<p>Nota 4</p>
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		<title>“Somos tão jovens”</title>
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		<pubDate>Fri, 10 May 2013 09:04:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kelson Venâncio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há muito tempo venho dizendo que a qualidade do cinema nacional melhorou. Alguns filmes brasileiros fazem mais sucesso que produções hollywoodianas cheias de efeitos especiais. O longa que conta a história do cantor Renato Russo teve a sexta melhor estreia do ano em renda e o sexto melhor fim de semana de abertura de um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há muito tempo venho dizendo que a qualidade do cinema nacional melhorou. Alguns filmes brasileiros fazem mais sucesso que produções hollywoodianas cheias de efeitos especiais. O longa que conta a história do cantor Renato Russo teve a sexta melhor estreia do ano em renda e o sexto melhor fim de semana de abertura de um filme brasileiro em público. Isso comprova a melhoria e mostra que estamos no caminho certo.</p>
<p>Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã de punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.</p>
<p>O bom de “Somos Tão Jovens” é que o roteiro é tão leve e gostoso, que quase não vemos o tempo passar e quando menos esperamos o filme acaba. E o melhor, com aquele gostinho de “quero mais”. E a história, apesar de conhecida pelos mais fanáticos, é cheia de detalhes que muitos admiradores do cantor ainda não sabiam. Resultado do bom trabalho do roteirista Marcos Bernstein, que conta algo que já estava pronto na vida real, mas que precisava de um bom trabalho para ser reunido, após muitas pesquisas e entrevistas, para ser passado nas telonas.</p>
<p>Outro ponto forte do filme é a ótima direção de Antonio Carlos da Fontoura, um diretor pouco conhecido, com poucas obras, mas que faz um brilhante trabalho nesta produção. O cineasta faz a captação de ângulos de uma forma diferente, especialmente nos momentos em que o rock’n’roll rola solto, com movimentos bruscos e algumas vezes desfocados, que passam ao espectador a impressão de que este ritmo é algo meio louco mesmo. Talvez o maior trabalho dele tenha sido dirigir jovens atores, sem muita experiência e com a missão de interpretar personagens tão importantes. E na maioria dos casos, ele conseguiu.</p>
<p>Laila Zaid como Aninha é um bom exemplo. Este é praticamente o segundo filme da atriz e ela se mostra tão à vontade como a amiga inseparável de Renato Russo, que cria uma grande empatia para com o público. Marcos Breda e Sandra Corveloni como pais de Renato, apesar de serem coadjuvantes no filme, mandam bem em seus papéis. Tem Edu Moraes como Herbert Vianna cujo ponto forte é a modulação de voz parecida com a do cantor. Ibsen Perucci é um xerox de Dinho Ouro Preto.</p>
<p>Thiago Mendonça faz a melhor atuação da carreira neste longa. Este jovem ator ficou conhecido no cinema por interpretar o cantor Luciano no filme “Dois Filhos de Francisco”, depois fez uma ponta em “Tropa de Elite” e agora faz uma atuação sem nenhum defeito dando ao personagem Renato Russo praticamente as mesmas características do cantor.</p>
<p>Para completar o filme, tem uma ótima e conhecidíssima trilha sonora da banda Legião Urbana e aborda a forma com que Renato compunha as poesias que se transformavam em música. Com um simples gravador no quarto captando histórias de pessoas desconhecidas, participando de festas estranhas e esquisitas, viajando para Taguatinga, brigando com a melhor amiga e assim vai. Com certeza, em minha modesta opinião, “Somos Tão Jovens” é mais uma obra-prima do cinema brasileiro.</p>
<p>No www.cinemaevideo.tv, você confere um especial que preparamos com bastidores e entrevistas.</p>
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		<title>Homem de Ferro 3</title>
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		<pubDate>Fri, 03 May 2013 08:43:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kelson Venâncio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Homem de Ferro 3]]></category>
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		<description><![CDATA[Depois de dois bons filmes e da participação convincente no grupo dos Vingadores, o Homem de ferro está de volta às telonas e desta vez veio com um armamento mais pesado em sua campanha de marketing. Acho que nunca vi uma divulgação tão forte como a que aconteceu em torno deste herói da Marvel. E [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de dois bons filmes e da participação convincente no grupo dos Vingadores, o Homem de ferro está de volta às telonas e desta vez veio com um armamento mais pesado em sua campanha de marketing. Acho que nunca vi uma divulgação tão forte como a que aconteceu em torno deste herói da Marvel. E sempre quando isso acontece, eu fico com um pé atrás, &#8220;grandes expectativas podem trazer grandes frustrações&#8221;. E de certa forma, isso acontece e “Homem de Ferro 3” é o pior da série.</p>
<p><strong>Spoilers&#8230;</strong></p>
<p>O maior problema está no roteiro escrito pelo diretor Shane Black ao lado de Drew Pearce. Baseado na ótima série “Extremis” dos quadrinhos de Warren Ellis e Adi Granov, a trama ignora alguns de seus melhores detalhes, como as novas capacidades do protagonista. Para começar, essa história de inventaram um vilão que surge do nada, sem nenhuma origem plausível e que se torna uma mistura de Tocha Humana do Quarteto Fantástico com o Lagarto de “Homem Aranha” não deu para engolir. Qual o objetivo da enorme fúria que o Dr. Aldrich Killian tem? O que ele quer com o clã de homens de fogo que ele monta? Conquistar o mundo? Ficar rico? Matar Tony Stark? O filme pouco mostra os interesses reais deste personagem.</p>
<p>O roteiro é cheio de falhas. Como eles transformaram naquelas bombas quentes regenerativas ambulantes? A justificativa superficial seria a suposta experiência feita por Maya Hansen? Se for, não aparece esse experimento a não ser numa planta no início do filme. </p>
<p>Por outro lado, os efeitos especiais estão cada vez melhores. A série chega a seu ápice neste terceiro filme. Porém, chega a ser exagerados demais. São tantas armaduras, tantos artefatos tecnológicos, que fica cansativo em certos momentos. Mesmo assim é um dos pontos positivos da produção. Para quem viu Tony Stark vestir a armadura no segundo filme depois de jogar uma maleta no chão, vai ficar boquiaberto ao ver como as partes de seus trajes voam em direção a ele. Em alguns momentos pensei que estava vendo alguns dos Transformers de Michael Bay.</p>
<p>Mas o pior foi a decepção ao ver em cena o que era para ser o maior vilão da história do Homem de Ferro. Nos quadrinhos o Mandarim se considerava um mestre do karatê. Suas armas mortais eram 10 anéis, que usava um em cada dedo das mãos. Cada um tinha um poder diferente. Nas revistas era &#8220;O Vilão&#8221;. Mas no filme, para a frustração dos fãs, é um palhaço. Fizeram um mistério durante a divulgação do filme em torno do personagem de Ben Kingsley para colocá-lo na pele de um bobão.</p>
<p>E mais uma vez quem salva o Homem de Ferro é o ator Robert Downey Jr. que repete as ótimas atuações dos filmes anteriores e faz de Tony Stark um show à parte. A arrogância do playboy bilionário continua e as piadas sarcásticas que ele nos proporciona ainda agradam. Além disso, a química entre ele e o garotinho Harley (Ty Simpkins), por mais que tenha sido por pouco tempo, é um dos pontos fortes do filme. Acredito que se fosse outro ator interpretando este super herói, a queda do Homem de ferro teria sido bem maior.<br />
Foi bom ver, após os créditos finais, com quem Stark estava conversando e contando toda a história do filme.</p>
<p><strong>Nota 5 </strong></p>
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		<title>“Bates Motel”</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Apr 2013 08:47:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kelson Venâncio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Bates Motel]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Kelson Venâncio]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 1960, o mestre do terror e suspense Alfred Hitchcock lançou o seu mais conhecido filme. Uma produção que custou US$ 800 mil e faturou US$ 50 milhões nas bilheterias. Uma história que recebeu 99% de aprovação no site “Rotten Tomatoes”, que reúne análises de críticos do mundo todo, quase chegando a perfeição.
E depois de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1960, o mestre do terror e suspense Alfred Hitchcock lançou o seu mais conhecido filme. Uma produção que custou US$ 800 mil e faturou US$ 50 milhões nas bilheterias. Uma história que recebeu 99% de aprovação no site “Rotten Tomatoes”, que reúne análises de críticos do mundo todo, quase chegando a perfeição.</p>
<p>E depois de 53 anos Roy Lee, John Middleton Jr e Mark Wolper, com roteiro de Anthony Cipriano, decidem assumir uma enorme responsabilidade criando uma série de televisão que serve como prelúdio da história contada por Hitchcock.</p>
<p>“Bates Motel” mostra como Norman desenvolveu seu lado sombrio e psicótico entre a infância e a adolescência, explicando como o amor de sua mãe ajudou a moldar um dos mais conhecidos maníacos da história do cinema. Diferente de outras negociações entre emissora e produtores, a série não passou pela fase de aprovação do episódio-piloto, recebendo logo uma encomenda de dez capítulos para a primeira temporada, que estreou recentemente.</p>
<p>O seriado tem nomes conhecidos como Max Thieriot que vive Dylan, filho mais velho da família Bates. A ótima atriz Vera Farmiga que encarna Norma Bates com muita perfeição, misturando sensualidade e mistério ao mesmo tempo. Nestor Carbonell (de “Lost e Batman”) faz o xerife sempre desconfiado da pequena cidade.</p>
<p>Mas quem se deu bem mesmo foi Freddie Highmore, o jovem ator escolhido para interpretar o famoso Norman Bates. E com um jeito simples e tímido, ele se destacando no meio de grande elenco garantindo boas atuações e cumprindo a responsabilidade de repetir o bom trabalho que Anthony Perkins fez no passado, com o mesmo papel.</p>
<p>Freddie faz um jovem de coração bom, que está sempre sorrindo e com uma inocência de vida grande para a sua idade. Ele nos mostra uma paixão platônica pela própria mãe que vai se desenvolvendo a cada capítulo de forma assustadora. Além disso, passamos a saber dos motivos que levaram Norman a se tornar o psicopata do grande clássico de Hitchcock, principalmente a dupla personalidade.</p>
<p>Mas além da história que envolve os personagens principais, “Bates Motel” nos apresenta outras tramas paralelas que também são interessantes e acabam amarrando com o tema central, afetando a vida de Norman. E com uma boa audiência e o sucesso que vem tendo, “Bates Motel” já tem a segunda temporada confirmada, para a alegria dos fãs. A série trouxe uma audiência recorde para a emissora A&amp;E: juntando as exibições em múltiplas plataformas, só a estreia conseguiu um total de 4,6 milhões de telespectadores, sendo 1,6 milhões adultos de 18 a 49 anos.</p>
<p>Nota 8</p>
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		<title>“Oblivion”</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Apr 2013 08:16:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kelson Venâncio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Kelson Venâncio]]></category>
		<category><![CDATA[“Oblivion”]]></category>

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		<description><![CDATA[Filmes de ficção científica precisam ter bons elementos para funcionar bem e cair no gosto do público. E “Oblivion” tem praticamente todos e se torna uma das melhores produções que assisti neste gênero.
O filme se passa em 2077. Jack Harper (Tom Cruise) é o responsável pela manutenção de equipamentos de segurança em um planeta Terra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Filmes de ficção científica precisam ter bons elementos para funcionar bem e cair no gosto do público. E “Oblivion” tem praticamente todos e se torna uma das melhores produções que assisti neste gênero.</p>
<p>O filme se passa em 2077. Jack Harper (Tom Cruise) é o responsável pela manutenção de equipamentos de segurança em um planeta Terra irreconhecível, visto que a superfície foi destruída devido a confrontos com uma raça alienígena. O que restou da humanidade vive em uma colônia lunar. Jack irá para este local em duas semanas, já que está perto de terminar seu trabalho na Terra. Só que, um dia, ele encontra uma espaçonave que traz uma mulher. Ao conhecê-la, tudo o que Jack sabe até então é posto em dúvida. É o início de uma jornada onde ele precisará descobrir o que realmente aconteceu no passado.</p>
<p>O primeiro destes elementos fundamentais é o roteiro, que neste caso é interessante. Apesar de parecer um pouco cansativo por estabelecer uma rotina meio sem graça dos personagens principais, passando por confuso e deslocado no início, fica bem explicado no desenrolar da história.</p>
<p>A fotografia feita por meio da composição gráfica de um planeta terra destruído e devidamente mapeado com o caos apocalíptico funciona bem, o que traz um ponto positivo para Claudio Miranda (vencedor do Oscar por “As Aventuras de Pi” e colaborador de Kosinski em “Tron &#8211; O Legado”).</p>
<p>Aliada a essa boa fotografia, vem algo imprescindível para um bom filme de ficção científica: os efeitos especiais. E aqui eles existem a todo momento e apesar de nada extraordinário, são excelentes e nos deixam satisfeitos. A Bubbleship, nave de destaque do longa pilotada por Jack, chama a atenção por seu design e possui características marcantes. O movimento suave e acrobático dela no céu é incrível. Temos também os Drones Defenders que são esferas mortíferas programadas para detectar e exterminar extraterrestres e terráqueos perigosos. E neste caso sempre quando eles surgem com aquela trilha forte e marcante, entramos num clima de tensão. A trilha desta produção é excelente com músicas compostas por Anthony Gonzales da banda eletrônica M83.</p>
<p>O trabalho de direção ajuda. Joseph Kosinski se mostrou apto a comandar um filme tão grande, misterioso e envolvente e se arriscou ao explorar bastante o projeto que tinha em mãos.</p>
<p>O trabalho dos atores Tom Cruise, Olga Kurylenko (Julia) e Andrea Riseborough (Vika) foi bom. Não pode-se dizer o mesmo de outros grandes astros, que tiveram uma participação na trama, apesar de serem excelentes profissionais. É o caso de Morgan Freeman e Nikolaj Coster-Waldau (Sykes).</p>
<p>A palavra oblivion poderia ser traduzida em seu título original como &#8220;Esquecimento&#8221;, mas um filme bom como este será difícil de esquecer. Como é bom ver novamente ótimas ficções científicas nas telonas. Já estava sentindo falta!</p>
<p>Nota 8</p>
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		<title>“MAMA”</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Apr 2013 08:54:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogo Machado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Scriptease]]></category>
		<category><![CDATA[terror]]></category>
		<category><![CDATA[Thiago Lima]]></category>

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		<description><![CDATA[por Thiago Lima
O Terror está sempre em constante renovação. Quando em meados da década de 1990, não se faziam filme com apelo popular como “O Exorcista”, “Halloween” e “Sexta-Feira 13” e achava-se que nada mais poderia acontecer, eis que Wes Craven surge com sua franquia “Pânico”.
Em um ano em que o remake de “Evil Dead [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>por Thiago Lima</em></strong></p>
<p>O Terror está sempre em constante renovação. Quando em meados da década de 1990, não se faziam filme com apelo popular como “O Exorcista”, “Halloween” e “Sexta-Feira 13” e achava-se que nada mais poderia acontecer, eis que Wes Craven surge com sua franquia “Pânico”.</p>
<p>Em um ano em que o remake de “Evil Dead &#8211; A Morte do Demônio” recebeu críticas positivas da imprensa internacional, o cineata Guilhermo Del Toro resolveu apostar no trabalho de Andrés Muschietti, um cineasta argentino que havia realizado um curta-metragem interessante sobre duas crianças que ficam perdidas por anos e são criadas por uma entidade sobrenatural chamada de “Mama”.</p>
<p>O curta metragem foi transformado em um longa de 100 minutos de duração e apesar de pecar em alguns momentos, consegue ser um dos filmes de terror mais interessantes dos últimos anos. Jéssica Chastain – a atriz do momento -, interpreta Annabel, companheira de Lucas (Nikolaj Coster-Waldau), que se torna a responsável por criar as duas garotas.</p>
<p>É interessante a forma com que a menina mais nova se afeiçoa à entidade que a criou e o filme realmente versa sobre isto. A grande lição mostrada é que o amor de mãe supera todos os obstáculos, até mesmo a morte. O roteiro é tipicamente Hollywoodiano e coloca os personagens em situações gratuitas para gerar sustos, além de dar uma explicação humanizada para a existência da “Mama”.</p>
<p>O filme se diferencia nos ângulos de filmagem, na fotografia e nas boas atuações, que seguram o longa. Além disso, por ser sutil ao extremo, saltei da cadeira várias vezes durante a projeção, uma vez que os sustos surgem do nada. O final tem uma reviravolta bem interessante. Nada ali é gratuito, tudo tem seu motivo e os efeitos visuais cumprem bem o seu papel. Entretenimento garantido!</p>
<p><strong>*Programa de Aprimoramento Profissional</strong></p>
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		<title>“The Walking Dead”</title>
		<link>http://www.correiodeuberlandia.com.br/scriptease/2013/04/05/the-walking-dead-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Apr 2013 08:58:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kelson Venâncio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[drama]]></category>
		<category><![CDATA[séries]]></category>
		<category><![CDATA[The Walking Dead]]></category>
		<category><![CDATA[tv]]></category>
		<category><![CDATA[zumbis]]></category>

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		<description><![CDATA[Ultimamente, apaixonados pela sétima arte têm se tornado também fãs de séries. A cada dia que passa os seriados atraem mais pessoas para a frente da TV. Algumas até abandonam o hábito de assistir filmes para ver os capítulos de uma determinada trama. Isso por que a qualidade deste tipo de entretenimento melhorou muito nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ultimamente, apaixonados pela sétima arte têm se tornado também fãs de séries. A cada dia que passa os seriados atraem mais pessoas para a frente da TV. Algumas até abandonam o hábito de assistir filmes para ver os capítulos de uma determinada trama. Isso por que a qualidade deste tipo de entretenimento melhorou muito nos últimos anos.</p>
<p>Diante de tantas tramas interessantes que surgem na TV, é impossível arrumar tanto tempo para seguir todas. E essa qualidade não surge apenas nas milionárias produções como “Game Of Thrones”, “Spartacus” ou “Boardwalk Empire”. Estão nas simples comédias como “New Girl”, “Frasier”, “Modern Family” ou “Cheers”. E estas, apesar da produção barata, se proliferam nos canais de TV e abocanham boa parte do bolo da audiência rendendo muita grana aos seus produtores.</p>
<p>Mas a série do momento, a mais falada pelo menos no Brasil, é “The Walking Dead”. E este seriado, a princípio, pode não atrair muitas pessoas, especialmente as mulheres, que não gostam de zumbis. Mas ele fisga qualquer um que se atreva a assistir um capítulo sequer. É que na trama, o zumbis são coadjuvantes e apenas participam de uma situação de sobrevivência vivida pelos personagens.</p>
<p>Mas nesta terceira temporada, “The Walking Dead” não manteve a qualidade das anteriores. Os produtores estão cometendo os mesmos erros de “Lost”, que ao chegar na 4ª temporada ficou enrolando demais, criando coisas inexplicáveis e sem objetivos plausíveis e parece que tudo para prolongar a duração da série por causa da boa audiência.</p>
<p>Mas, como aconteceu em “Lost”, “The Walkind Dead” pode perder audiência se não seguir o caminho certo. É que quando enrolam demais, até mesmo os fanáticos cansam. E como a concorrência é grande e temos como opções outras inúmeras séries de excelente qualidade, exercemos o poder do controle remoto e damos adeus a algo que não sai do lugar para seguir uma nova trama.</p>
<p>A terceira temporada de “The Walking Dead” começou muito bem com um primeiro episódio cheio de ação, surpresas, ansiedade e com os personagens diferentes. Mas ao longo de 16 capítulos raramente tivemos um episódio que nos tirasse o fôlego. Digamos que foram razoáveis, mesmo com os ótimos efeitos especiais e a maquiagem perfeita.</p>
<p>A presença do Governador melhorou a trama, mas até neste caso poderiam ter explorado mais este personagem. O fato é que criaram um clima de guerra durante toda a temporada e isso gerou expectativa, que para muitos seguidores foi frustrante na “season finale”. O esperado confronto entre Rick Grimes e o Governador ficou para a próxima temporada. E como &#8220;encheram esta linguiça&#8221;? Mostrando a dificuldade de relacionamento dos irmãos Merle e Daryl, o crescimento conturbado de Carl, o namoro de Glenn e Maggie, a morte desnecessária de Lori, as habilidades ninja de Michonne, a indecisão de Andrea e da crise existencial e psicológica de Rick. Saíram do nada para lugar nenhum.</p>
<p>Apesar dos problemas, “The Walking Dead” é uma boa série, mas se os produtores não definirem o caminho certo a seguir este seriado pode ficar vagando entre altos e baixos como se fosse um morto-vivo com fome de audiência.</p>
<p>Nota 6</p>
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		<title>Oz, Mágico e Poderoso</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Mar 2013 08:28:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kelson Venâncio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Kelson Venâncio]]></category>
		<category><![CDATA[Mágico e Poderoso]]></category>
		<category><![CDATA[Oz]]></category>
		<category><![CDATA[sétima arte]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 1939 o diretor Victor Fleming tinha em mãos duas difíceis missões. A primeira delas era adaptar o conhecido livro infantil de L. Frank Baum para as telonas. E a segunda era criar um dos primeiros filmes coloridos da época, e abusar das cores na produção. Dois desafios que ele conseguiu realizar e bem. Assim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1939 o diretor Victor Fleming tinha em mãos duas difíceis missões. A primeira delas era adaptar o conhecido livro infantil de L. Frank Baum para as telonas. E a segunda era criar um dos primeiros filmes coloridos da época, e abusar das cores na produção. Dois desafios que ele conseguiu realizar e bem. Assim surgiu nos cinemas &#8220;O Mágico de Oz&#8221;, o notório clássico da sétima arte que após 74 anos ainda fascina o público que o assiste e passa de geração à geração.</p>
<p>Depois de 74 anos o diretor Sam Raimi (Homem-Aranha) resolve fazer um novo filme baseado nesta história, agora contando as origens do grande mágico numa espécie de prequel do filme antigo.</p>
<p>O longa conta a história de Oscar Diggs (James Franco) que trabalha como mágico em um circo itinerante, é egoísta, mas é seu envolvimento com mulheres que o leva para uma mágica aventura na Terra de Oz. Chegando lá, ele conhece a bruxa Theodora (Mila Kunis), que o apresenta para a irmã Evanora (Rachel Weisz). Acreditando que estaria fazendo um bem para a população local, ele enfrenta a bruxa Glinda (Michelle Williams), mas descobre que ela lembra um amor do passado e seu comportamento em nada se assemelha ao de alguém malvado. Dividido entre saber quem é do bem e quem é do mau, Oscar se depara com um lugar rico em belezas, cheio de riquezas, estranhas criaturas e mistérios. Vivendo este conflito, o ilusionista vai usar a criatividade para salvar o tranquilo povo de Oz das garras de um poderoso inimigo.</p>
<p>Como a antiga produção, este novo filme também é uma adaptação do romance &#8220;The Wonderful Wizard of Oz&#8221;, de 1900, de L. Frank Baum. E o fato do bom diretor Sam Raimi ter tomado as rédeas do projeto, dessa vez não teve um resultado totalmente satisfatório. Desta vez este grande cineasta nos passa a impressão de que trabalhou apenas na parte visual da produção e sem grandes comprometimentos. Esta nova versão é apenas mediana e possui altos e baixos ao longo da projeção.</p>
<p>O início do filme é legal e como no anterior, tem boa parte ainda em preto e branco para destacar a beleza e o colorido da Terra de Oz em seguida. E quando Oscar Diggs chega a este reino encantado o filme passa a ser um show de efeitos especiais, fotografia e figurino, mas um desastre em outros quesitos importantes para que um filme seja bom. O primeiro é o roteiro que fica bem infantil, fraco e bobinho às vezes. É por isso que talvez as crianças gostem mais.</p>
<p>Outro fator negativo é o quesito interpretação. Apesar de o filme ter um bom elenco, aqui nada se passa de nomes famosos apenas. Ninguém trabalha bem neste longa. Tudo é superficial e parece que até mesmo os diálogos foram decorados para uma apresentação de jogral.</p>
<p>No fim o longa &#8220;pega no tranco&#8221; e nos proporciona algo melhor nos apresentando como surgiu a famosa máquina de mágicas do grande e poderoso Oz.<br />
Para uma sessão em família, “Oz Mágico e Poderoso” é uma ótima pedida. Mas para os adultos sem filhos, netos, sobrinhos, afilhados e afins, é um filme bem mamão com açúcar.</p>
<p>Nota 5</p>
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		<title>Oz, mágico  e poderoso</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Mar 2013 08:10:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rogério Tadeu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[kelson venâcio]]></category>
		<category><![CDATA[Oz]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1939 o diretor Victor Fleming tinha em mãos duas difíceis missões. A primeira delas era adaptar o conhecido livro infantil de L. Frank Baum para as telonas. E a segunda era criar um dos primeiros filmes coloridos da época, e abusar das cores na produção. Dois desafios que ele conseguiu realizar e bem. Assim surgiu nos cinemas “O Mágico de Oz”, o notório clássico da sétima arte que, após 74 anos, ainda fascina o público que o assiste e passa de geração à geração.</p>
<p>Depois de 74 anos, o diretor Sam Raimi (Homem-Aranha) resolve fazer um novo filme baseado nesta história, agora contando as origens do grande mágico numa espécie de prequel do filme antigo.</p>
<p>O longa conta a história de Oscar Diggs (James Franco) que trabalha como mágico em um circo itinerante, é egoísta, mas é seu envolvimento com mulheres que o leva para uma mágica aventura na Terra de Oz. Chegando lá, ele conhece a bruxa Theodora (Mila Kunis), que o apresenta para a irmã Evanora (Rachel Weisz). Acreditando que estaria fazendo um bem para a população local, ele enfrenta a bruxa Glinda (Michelle Williams), mas descobre que ela lembra um amor do passado e seu comportamento em nada se assemelha ao de alguém malvado. Dividido entre saber quem é do bem e quem é do mau, Oscar se depara com um lugar rico em belezas, cheio de riquezas, estranhas criaturas e mistérios.</p>
<p>Vivendo este conflito, o ilusionista vai usar a criatividade para salvar o tranquilo povo de Oz das garras de um poderoso inimigo.</p>
<p>Como a antiga produção, este novo filme também é uma adaptação do romance “The Wonderful Wizard of Oz”, de 1900, de L. Frank Baum. E o fato do bom diretor Sam Raimi ter tomado as rédeas do projeto, dessa vez não teve um resultado totalmente satisfatório. Desta vez, este grande cineasta nos passa a impressão de que trabalhou apenas na parte visual da produção e sem grandes comprometimentos. Esta nova versão é apenas mediana e possui altos e baixos ao longo da projeção.</p>
<p>O início do filme é legal e, como no anterior, tem boa parte ainda em preto e branco para destacar a beleza e o colorido da Terra de Oz em seguida. E quando Oscar Diggs chega a este reino encantado o filme passa a ser um show de efeitos especiais, fotografia e figurino, mas um desastre em outros quesitos importantes para que um filme seja bom. O primeiro é o roteiro que fica bem infantil, fraco e bobinho às vezes. É por isso que talvez as crianças gostem mais.<br />
Outro fator negativo é o quesito interpretação. Apesar de o filme ter um bom elenco, aqui nada se passa de nomes famosos apenas. Ninguém trabalha bem neste longa. Tudo é superficial e parece que até mesmo os diálogos foram decorados para uma apresentação de jogral.</p>
<p>No fim o longa “pega no tranco” e nos proporciona algo melhor nos apresentando como surgiu a famosa máquina de mágicas do grande e poderoso Oz.</p>
<p>Para uma sessão em família, “Oz Mágico e Poderoso” é uma ótima pedida. Mas para os adultos sem filhos, netos, sobrinhos, afilhados e afins, é um filme bem mamão com açúcar.</p>
<p>Nota 5</p>
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		<title>“Os Croods”</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Mar 2013 09:15:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Kelson Venâncio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Croods]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
		<category><![CDATA[Kelson]]></category>
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		<description><![CDATA[Os Croods são uma família que vive em plena era pré-histórica. Eles sempre viveram dentro de uma caverna, já que Grug (Nicolas Cage), o pai, teme que o mundo exterior de alguma forma os atinja. Só que, um dia, a caverna onde eles moram desmorona e um incrível novo mundo se abre para eles. É [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os Croods são uma família que vive em plena era pré-histórica. Eles sempre viveram dentro de uma caverna, já que Grug (Nicolas Cage), o pai, teme que o mundo exterior de alguma forma os atinja. Só que, um dia, a caverna onde eles moram desmorona e um incrível novo mundo se abre para eles. É a chance que a adolescente Eep (Emma Stone) tanto aguardava, já que desta forma enfim pode conhecer o que o mundo tem a lhe oferecer, para desespero do pai. Juntos, os Croods precisam se adaptar a esta nova realidade.</p>
<p>Muitas vezes um trailer bem feito vale mais que um filme. É que existem muitas publicidades e campanhas de marketing arrojadas e tão bem feitas para atrair o público, que quando terminamos de ver o filme divulgado, parece que ficamos insatisfeitos. É isso que acontece com a nova animação da Dreamworks, “Os Croods”.</p>
<p>Quando assistimos os trailers e os comerciais de TV ficamos ansiosos para ver o filme, ainda mais com aquela música contagiante da banda Imagine Dragons que se chama “On top of the world” e que nem passa no filme. Mas quando saciamos esta vontade, saímos desapontados.</p>
<p>“Os Croods” tinha tudo para dar certo. Ótimos gráficos, personagens fortes e engraçados, boa fotografia, boa trilha. Mas o maior pecado cometido no filme é o roteiro fraco e bobo. São quase duas horas de projeção mostrando uma família do tempo das cavernas em direção a uma montanha temendo o fim do mundo. Isso durante uma hora e quarenta e cinco minutos se torna cansativo para uma animação, que normalmente tem tempo menor.</p>
<p>Essa turma de trogloditas demora para conquistar o objetivo final e a jornada, que deveria ter obstáculos interessantes e perigosos no meio do caminho, fica meio sem graça.</p>
<p>Isso não quer dizer que o filme seja ruim. Ele tem momentos positivos e engraçados, mas nada extraordinário. Algumas piadas são muito boas, mas elas surgem em contextos isolados no longa e partem de diversos personagens. Ou seja, neste caso não temos apenas um “integrante do elenco” se destacando por ser divertido, mas todos têm seus momentos de fama.</p>
<p>E talvez isso não seja muito bom, pois estas animações têm um personagem que precisa ficar marcado na mente das pessoas. Foi assim com o Mate em “Carros”, com a Dolly em “Procurando Nemo”, o Sid em “A Era do Gelo”, e assim por diante.</p>
<p>“Os Croods” não é um filme ruim, mas poderia ter sido melhor explorado. É como você ter na mão todos os ingredientes para fazer um ótimo prato, e apesar de fazer ótimas propagandas de seus dons culinários para seus amigos, no fim sua comida fica sem tempero por que você não soube aproveitar bem seus ingredientes no preparo.</p>
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