A Nova Roupa que divertiu os pequenos imperadores
Recluso em meu apartamento, decidi mudar a forma de escrever neste blog. Não torna-lo mais formal, nem perder as características anteriores. Apenas reestruturar os textos para que fiquem mais claros e sejam melhor compreendidos. Este post é para falar de uma anunciação a diversão. Existe apenas um motivo pra se fazer teatro é de um dia poder participar de uma produção com alguém que se importa de verdade com a peça e te deixe se divertir ao subir ao placo. Pela diversão é possível abandonar algumas questões estéticas no que tange a criação do teatro infanto-juvenil, mas é aceitável quando estas são colocadas em segundo plano em prol de algo muito mais importante. Se divertir é uma das muitas coisas que atores, diretores, dramaturgos e às vezes até a platéia não faz no teatro. Estranho, mas comum. A peça “A nova Roupa do Imperador ou Tecendo vento” da Confraria Tambor leva ao palco uma anunciação a alegria propondo diversão a crianças, adultos, jovens e todos aqueles que presenciaram no palco algo centrado na simplicidade. A peça traz a tona o dito do que é menos em teatro pode ser mais, as letras alegres das canções, a cenografia simples e figurinos que efetivamente somam a proposta de encenação são coroados por uma atuação mais farsesca impossível. Diversão vem do Latim divertere e significa “voltar-se em outra direção”, e levar esta diversão a comunidades rurais de Uberlândia, são iniciativas como esta que popularizam o teatro. E fazem do público ser integrante e personagem principal no teatro.
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Joao Roberto Spini Machado disse:25/04/12 11:03
Diogo Machado,honra,sobremaneira,o seu belo sobrenome,pois é inteligente e produtivo.Se não tivesse o Mesmo…
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