O momento é realmente muito crítico, um povo acometido pelo sofrimento, pela angústia, e dificuldades, implora um mínimo de respeito por aqueles que se tem apreço em um último momento de sua vida. Nesse momento não há discussões do que se fez durante a vida, mas o direito de todo cidadão de ser tratado com dignidade e respeito.
Só quem já precisou de um atendimento em um Hospital Público, sabe como é buscar uma assistência médica e não conseguir nem mesmo ser recepcionado de forma amigável.
Recentemente foi notícia: Mãe faz verdadeira peregrinação com filho morto. Isto para qualquer mãe ou pai de família é uma verdadeira falta de respeito, sem contar o sofrimento de ter um filho morto em seus braços.
Façamos um apelo para que problemas como dessa mãe, seja motivo de preocupação das autoridades responsáveis, é um fato que merece atenção.
Falha humana existe, mas que não haja julgamento por nenhum de nós, pois não temos esse direito, mas que ao reconhecer a falha, tenha a oportunidade de tentar fazer diferente, e cabendo somente a Deus o final.
Muito se tem presenciado perseguições a funcionários por mera “implicância” pessoal por parte de cargos atribuídos como de Confiança em setores públicos, que através da sua hierarquia buscam impor-se aos que não “agradam”. De modo a fazer o que estiver a alcance para prejudicar, enquanto isso existe um povo que precisa e que tem direito a um tratamento digno. A dignidade de uma população está em jogo. Voltemos nossos olhos ao nosso próximo, um olhar fraterno, dando o melhor de nós, procurando ser menos fútil, existe algo maior a ser feito do que aproveitar posições de liderança para resolver problemas pessoais.
E que as diferenças e os diversos contratempos existentes não se façam maiores que a preocupação de oferecer um melhor atendimento a uma população que merece e precisa ser tratada com carinho, respeito e amor.