Busca








Para melhor atender às suas necessidades, o Correio de Uberlândia quer ouvir a sua opinião. Responda a nossa pesquisa.
 

VC CORREIO - Uberlândia
Poema sobre as ruas da cidade
Marco Aurélio Bicalho de Abreu Chagas
Atualizada: 12/08/2010 - 10h46min

Média (2 votos)

Alterar o tamanho
do texto


De quando era menino,
eu me lembro com saudade,
dos nomes de muitas ruas,
de minha linda cidade.

Eu morava na Bernardo
Cupertino, era seu nome,
e Cipriano Del Favero
é outro que não some

de minha recordação.
A Quintino Bocaiuva
e a Tenente Virmondes,
dentre outras nela estão:

a Praça Tubal Vilela
presente também está
ao relembrar os caminhos
por onde ia passear,

naqueles primeiros anos,
de minha vida infantil,
percorrendo os arredores
de um cenário sutil.

As alamedas floridas
daquela longa avenida,
chamada Rio de Janeiro
que enchia minha doce vida.

Na Avenida Afonso Pena,
como está no retrato,
nela ali eu desfilava;
ficou registrado o fato.

A Floriano Peixoto,
a Governador Rondon,
Av. João Pinheiro
e todas elas no tom

ditam a doce lembrança
dos tempos de minha infância,
vivida no interior
que em mim tem ressonância.

Posso bem enumerar
nomes tão peculiares
da Felisberto Carrijo
não comuns noutros lugares,

como a Duque de Caxias,
Alexandrino Garcia,
a Clarismundo Carneiro,
Cesário Alvim que eu descia.

Lugares como a estação
Mogiana e também o estádio
Juca Ribeiro que estão
na recordação da rádio

Difusora de Uberlândia,
pra não falar dos cinemas,
o Regente e o Para Todos,
sem outros estratagemas.

Compartilhe:
| | | | |

Envie por e-mail


Erros?



Imprima


Comentários



Recomende:
(Avalie a matéria)










.
É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletronico ou impresso, sem autorização escrita do Jornal Correio.