Leio todas as opiniões desta página e imagino que todos sentem o desejo de manisfestar sobre algo que nos incomoda socialmente. Sou professora e nos estudos falo, para meus alunos, que precisam de um perfil (identidade), preparação para suas escolhas profissionais.
A teoria de grupos operativos” compete ao coordenador de grupos operativos facilitar o processo na medida em que cria condições para comunicação e diálogo e auxilia o grupo a elaborar os obstáculos que emergem na realização da tarefa” o coordenador operativo permite a emergência de uma liderança informal, espontãnea, não institucionalizada que colabora em relação ao seu papel.”
As empresas precisam de funcionários que tenham visão, um projeto de vida na qual é fruto de um processo de aprendizagem: aprendemos a praticá-la e a nos responsabilizar pelo que escolhemos, e diante do desempenho profissional, o funcionário é recompensado. Não é isto que minha filha “Lynda” percebeu com 9 anos. “Mãe, o que você ensina para eles não é o que acontece realmente”.
Isto porque seu pai, Fernando Ferreira Afonso “Ferreira”, ex-funcionário de empresa de valores, que amava o que fazia e era funcionário padrão, no dia 11-09-2009, 6ª feira, logo após o entrocamento da BR365 e 050, entrada de Uberlândia por volta de 16h40min, colidiu-se na traseira de outro veiculo(carreta), devido a falha mecânica do sistema de freios, problemas que os superiores e outros funcionários do mesmo segmento sabiam.
Por nossa tristeza ,o ferreira, pai e marido ainda trabalhou mais uma semana, sem assistência médica,mas fora das suas atividades normais, indo à empresa para cumprir carga horária, enquanto dicidiam “eles” o que iriam fazer, ficou a maior parte do tempo sentado num banco, passando por constrangimento diante de seus colegas, após foi demitido.
Diante do fato imaginei, que num país democrático estas coisas não aconteciam mais. que os orgãos competentes saibam do risco que corremos, com esses caminhões de valores que circulam em nossa cidade (Uberlândia) e rodovidas sem manutenção adequada, colocando em risco outras pessoas e os ocupantes, que na prática deveriam estar bem seguros pelo serviço que prestam.
"Educar é um ato essencialmente político e o fim último da educação é formar o cidadão-político, que reivindica e ocupa espaços de participação em assuntos e decisões que digam respeito a sua vida, que pauta sua conduta pela ética, que valoriza a diferença entre as pessoas, que estabelece relações de cooperação e solidariedade, que sabe negociar conflitos, que compreende a democracia como descentralização de poder e transparência.
Minha indignação é porque assim que deveriam agir os superiores das empresas, que pudessem buscar o crescemento através de dinâmicas e palestras, serem de fato empreededores e evitar as injusticas que acontecem dentro delas, para assim vivermos numa sociedade melhor. eu faço minha parte....falar o quê?