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10/06/2012 6:22

Fluence se destaca entre os sedãs pelos atributos

Chefe de Reportagem

Marca francesa aposta no Fluence para conquistar espaço no mercado dos médios

A tarefa do Renault Fluence, com o lançamento em 2011, era substituir de uma vez as versões sedã do Mégane e encarar seus principais concorrentes: Toyota Corolla, Honda Civic e Citroen C4 Pallas, todos do segmento de sedãs médios. A princípio, uma missão difícil, mas que foi muito bem aceita pelo consumidor. Com ampla lista de itens de série para gerar maior conforto, o Novo Renault Fluence conta com atributos suficientes para se destacar entre os sedãs médios à venda no mercado.

Duas inovações tecnológicas se destacam no Renault Fluence: a chave-cartão “hands free” e o sistema de navegação Carminat TomTom. Do tamanho de um cartão de crédito, a chave-cartão “hands free” permite liberdade ao condutor no travamento e abertura das portas, assim como, na partida do motor. O sistema de navegação possui uma tela colorida de 5” integrada ao painel e é acessível por controle remoto via Bluetooth.

Em todas as versões de acabamento, o veículo possui sistesedãma de ar-condicionado digital “dual zone” e permite que motorista e passageiro regulem a temperatura que melhor lhes convém, independentemente das condições externas. Os passageiros do banco traseiro tem saída exclusiva do ar-condicionado. O veículo tem controle de estabilidade, retrovisor interno eletrocrômico, sensores que acionam os faróis e os limpadores de para-brisa e retrovisores recolhidos eletricamente.

Fluence é equipado com motor 2.0 16V bicombustível e oferece dois tipos de câmbios: manual de seis marchas e automático CVT-XTronic com troca.

Versão

O acabamento interno proporciona luxo e conforto ao condutor

Custando R$ 57.030,00, o Renault Fluence na versão básica Dynamique, vem equipado com os seguintes itens de série: ar-condicionado digital, direção hidráulica, computador de bordo, freios com sistema antitravamento (ABS), rádio CD Player MP3, rodas de liga leve de 16”, computador de bordo e sensores de chuva. Já a versão Privilège, que sai por R$ R$ 71.050,00, que é a top, tem todos os itens do Dynamique e mais bancos revestidos parcialmente em couro, controle de estabilidade (ESP), piloto automático, rodas de liga leve de 17” e GPS integrado no painel.

Potência do motor

A convite da concessionária Kamelcar, o CORREIO de Uberlândia testou o Fluence, versão Privilége. Foram cerca de 1,1 mil quilômetros rodados em dez dias de testes, em perímetro urbano e rodoviário. O veículo mostrou bom desempenho nos dois tipos de terreno, com boa estabilidade, força em arrancadas e ultrapassagens e ainda conforto para todos os passageiros.

Segundo a montadora, 90% do torque do Fluence já está disponível a 2.000 rpm, o que torna a condução do veículo mais agradável, principalmente no trânsito urbano. De acordo com o gerente de oficina da Kamelcar, Zaire Vasconcelos Costa, um dos reflexos dessa preocupação foi a adoção da distribuição por corrente em vez da tradicional correia, o que garante um sistema mais confiável e que não precisa de revisão e manutenção.

Percebe-se que, tanto na transmissão automática ou manual, o Fluence proporciona prazer ao dirigir. O conjunto mecânico é silencioso, mas responde com precisão ao comando do motorista. Mesmo com 4,62 metros de comprimento, o Fluence é um carro ágil. Um ponto negativo observado e que chega a incomodar é o barulho das setas – intermitente e nada silencioso.

Equipado com motor 2.0 flex de 143 cv com etanol e 140 cv com gasolina, o Renault Fluence 2011 tem consumo de 6,9 km na cidade e 9,2 km na estrada, usando álcool, e 10,2 km e 14,1 km, na gasolina, bem econômico para um sedã de luxo.

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